Seis mortos e 15 feridos após tiroteio em Cracóvia. Há uma portuguesa entre os feridos

m homem abriu fogo sobre transeuntes no centro turístico de Cracóvia, no sul da Polónia.

Uma cidadã portuguesa está entre os feridos do ataque a tiro ocorrido hoje no centro de Cracóvia, na Polónia, que provocou pelo menos seis mortos e cerca de uma dezena feridos, anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros indica que a portuguesa se encontra hospitalizada.

Em declarações à SIC Notícias, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, explicou que a mulher, de 74 anos, se encontrava em Cracóvia para visitar uma neta que se encontra na cidade ao abrigo do programa Erasmus e foi atingida por uma bala durante o tiroteio.

“A informação que nós temos é que já terá sido operada e que estará livre de perigo”, adiantou o governante, acrescentando que o embaixador de Portugal na Polónia já está a caminho de Cracóvia para obter mais informações.

Pelo menos seis pessoas morreram e várias ficaram feridas no centro de Cracóvia, na Polónia, depois de um homem ter aberto fogo indiscriminadamente contra transeuntes, tendo sido neutralizado pela polícia.

Uma das pessoas feridas pelo atirador acabou por morrer, elevando o balanço provisório do tiroteio para seis mortos e cerca de uma dezena de feridos, anunciou a polícia.

De nacionalidade polaca, o suspeito foi neutralizado pela polícia, ferido a tiro e transportado para o hospital.

O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, classificou o incidente como um « tiroteio trágico », e anunciou que irá deslocar-se com o ministro do Interior ao local do crime, cujas motivações não são ainda conhecidas.

Por seu lado, o Presidente da República, Karol Nawrocki, manifestou « enorme preocupação » e pediu explicações sobre as circunstâncias do ataque, sublinhando que a segurança dos polacos é uma prioridade absoluta.

A polícia encontrou outras armas e uma grande quantidade de munições no carro do suspeito, declarou Katarzyna Cislo, da polícia de Cracóvia, ao canal de informação TVN24, precisando que o homem tem 24 anos.

A Polónia encontra-se em estado de alerta máximo após uma série de ataques com armas brancas em outubro, que Tusk denunciou como fazendo parte de um « culto da violência » alimentado pelas redes sociais.

 

Com Agência Lusa.

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