
As autoridades francesas revelaram esta quinta-feira que os restos mortais e a roupa de Émile, o menino de dois anos que desapareceu nos Alpes franceses em julho de 2023, foram “transportados” e “depositados” pouco tempo antes de serem descobertos.
Em conferência de imprensa, o procurador responsável pelo caso revelou ainda que o “corpo não se decompôs nas roupas encontradas” e o crânio apresentava ferimentos compatíveis com um “trauma facial violento”.
Estes dados, dizem as autoridades, dão força ao cenário de intervenção de terceiros na morte da criança.
Envolvimento da família ainda não foi descartado
Recorde-se que os avós maternos e tios da criança foram detidos esta semana – e entretanto já libertados – por suspeitas de homicídio voluntário e ocultação de cadáver. Um cenário que as autoridades ainda não descartam, apesar de não haver acusação.
Com Imprensa SicNotícias e BFMTV.