Covid-19: Portugal com nove mortes e 423 novos casos nas últimas 24 horas

Portugal registou hoje nove mortes relacionadas com a covid-19, o valor mais baixo desde domingo, e 423 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O número de óbitos tem vindo a baixar nas últimas semanas, com um mínimo de seis mortes no domingo, número que não era alcançado desde 02 de outubro.

O boletim epidemiológico da DGS revela que estão internados 695 doentes (menos 17 do que na quarta-feira), o número mais baixo desde 04 de outubro, dia em que estavam internadas 682 pessoas.

Nos cuidados intensivos, Portugal tem hoje 154 doentes (menos um em relação a quarta-feira), o valor mais baixo desde 17 outubro, dia em que Portugal tinha também 148 casos nestas unidades.

Os dados indicam que 610 pessoas foram dadas como recuperadas, fazendo subir para 770.448 o número total de recuperados desde o início da pandemia em Portugal, em março de 2020.

Os casos ativos em Portugal continuam a registar uma diminuição, com 31.948 contabilizados hoje, menos 196, estando o número de novos casos confirmados, hoje de 423, estável desde meados de março.

Desde março de 2020, Portugal já registou 16.814 mortes associadas à covid-19 e 819.210 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2.

As autoridades de saúde têm em vigilância 15.035 contactos, mais 137 relativamente ao dia anterior, alterando assim a tendência decrescente que se verificava desde 30 de janeiro.

De acordo com os últimos dados da Direção-Geral da Saúde, Portugal tem atualmente 1.434.044 pessoas vacinadas contra a covid-19: 973.181 com a primeira dose e 460.863 com a segunda dose.

O índice de transmissibilidade (Rt) do novo coronavirus em Portugal era na quarta-feira de 0,91 e a incidência de 77,6 novos casos de infeção com SARS-CoV-2 por 100.000 habitantes, segundo os dados oficiais.

Os dados do Rt e da incidência são atualizados à segunda, quarta e sexta-feira.

Das nove mortes registadas nas últimas 24 horas, sete ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, uma na região Centro e uma na região Autónoma da Madeira.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificadas mais 182 novas infeções, contabilizando-se até agora 310.443 casos e 7.111. mortos.

A região Norte tem 126 novas infeções por SARS-CoV-2 e desde o início da pandemia já contabilizou 329.923 casos de infeção e 5.295 mortes.

Na região Centro registaram-se mais 59 casos, acumulando-se 116.873 infeções e 2.995 mortos.

No Alentejo foram assinalados mais 17 casos, totalizando 28.953 infeções e 967 mortos desde o início da pandemia em Portugal.

A região do Algarve tem notificados 22 novos casos, somando 20.572 infeções e 351 mortos.

Na região Autónoma da Madeira foram registados 8 novos casos, contabilizando 8.443 infeções e 67 mortes devido à covid-19 desde março de 2020.

Os Açores têm hoje nove novos casos, contabilizam 4.003 casos desde o início da pandemia e 28 mortos.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

O novo coronavírus já infetou em Portugal, pelo menos, 371.000 homens e 447.932 mulheres, referem os dados da DGS, segundo os quais há 278 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que estes dados não são fornecidos de forma automática.

Do total de vítimas mortais, 8.827 eram homens e 7.987 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.

Do total de mortes, 11.086 eram pessoas com mais de 80 anos, 3.566 com idades entre os 70 e os 79 anos e 1.496 tinham entre os 60 e os 69 anos.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.745.337 mortos no mundo, resultantes de mais de 124,8 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

Com Agência Lusa.

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