Morte de Jeffrey Epstein põe EUA ao rubro. Teorias da conspiração e desconfiança desenvolvem-se

Publié le 12 août 2019

Americanos desconfiam da tese do suicídio de Jeffrey Epstein, magnata amigo de poderosos e acusado de abuso sexual e de tráfico de menores para exploração sexual.

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 Foto: REUTERS/Shannon Stapleton

Foi suicídio ou assassinato? Boa parte dos americanos  não acredita na tese do suicídio do empresário Jeffrey Epstein.

O magnata de 66 anos, conhecido e amigo do presidente Donald Trump e do ex-presidente Bill Clinton, entre outras personalidades poderosas, aguardava por julgamento por abuso sexual numa prisão de Manhattan, onde foi encontrado morto (enforcado) no sábado, dia 10.

“Acho que eles pensam que um país suficientemente idiota para eleger Trump é suficientemente estúpido para acreditar que Jeffrey Epstein se suicidou”, escreveu o cineasta americano Michael Moore na sua conta no Instagram.

As teorias da conspiração foram alimentadas mesmo por Donald Trump.

Com efeito, o presidente norte-americano deixou entender no twitter que Bill Clinton está por detrás da morte de Epstein porque o milionário norte-americano teria informações que o poderiam comprometer.

A desconfianças e as teorias da conspiração que se desenvolvem  nas redes sociais e nos media estão a provocar grande alarido e levaram a diversos pedidos de inquéritos independentes.

O caso e as polémicas estão a ter um enorme impacto nos EUA e a emoção está ao rubro dois dias após a morte do magnata, com muitos a acreditar num assassinato e não num suicídio na prisão.

 


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