PM Costa promete construção de TGV Lisboa-Porto-Vigo. Lisboa e Porto ficarão a 1h15 de distância

Alfa/ com RTP e outras fontes

Portugal vai « abrir linhas de futuro », diz António Costa. Linha de alta velocidade permitirá viagens de 1:15h entre Lisboa e Porto.

O primeiro-ministro, António Costa, apresentou hoje no Porto a nova linha de alta velocidade entre Lisboa e Porto com ligação a Vigo, em Espanha. O chefe do executivo diz que o país tem condições financeiras para ser realizado « sem sobressaltos » e garante que projeto ferroviário vem unir o país e torná-lo mais forte e competitivo na fachada atlântica, para assumir a competitividade externa e a posição de Portugal como interface entre o continente europeu e o Atlântico.

António Costa considera ser uma oportunidade para a indústria, destaca a existência de apoio alargado ao projeto no Parlamento e a garantia financeira de poder ser realizado “sem sobressaltos”.
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Para o primeiro-ministro, tem de haver uma mudança de paradigma e o fim da ferrovia como o « parente pobre » do investimento.

Costa diz mesmo que o projeto é “decisivo” e “bastante diferente” do que foram os projetos de alta velocidade anteriores. “Não é um projeto de ligação entre capitais peninsulares. Não é um linha que será uma ilha (…) Não é a diluição de Portugal no todo peninsular. Tudo ao contrário”, afiança.

“É um projeto que une o país, serve todo o país e reforça a fachada atlântica que permite a nossa projeção no mundo e desempenhar a nossa função histórica de ser o interface entre o continente e o enorme mundo atlântico”, acrescenta, reforçando a ideia de centralidade do país e a competitividade.
Com esta nova ligação, Lisboa e Porto deverão ficar a 1h15 minutos de distância.
O primeiro-ministro reforça que esta linha vai servir também na redução de tempo de chegada a outros destinos, servindo todos os portugueses e o desenvolvimento do país.
« Este projeto está incluído no Plano Nacional de Infraestruturas 2030, foi discutido e votado na Assembleia da República por uma larguíssima maioria, que transcendeu a maioria de dois terços », recordou o primeiro-ministro, lembrando também os acordos alcançados com as autarquias para o desenvolvimento desta infraestrutura.
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