Rui Pinto recorre e não quer ser extraditado para Portugal. Diz temer pela vida

Publié le 5 mars 2019

Tribunal de Budapeste decidiu extraditar Rui Pinto para Portugal. O português pediu ao tribunal húngaro para não ser extraditado, alegando tratar-se de uma questão de vida ou morte, mas a decisão foi contrária. Enretanto, Rui Pinto recorreu e a decisão foi suspensa.

O português Rui Pinto, colaborador do ‘Football Leaks’ vai ser extraditado para Portugal, onde deverá ser julgado, decidiu hoje a justiça húngara.

A decisão foi anunciada pelo tribunal metropolitano de Budapeste, no final de uma sessão em que as partes apresentaram argumentos contra e a favor da extradição do português, que vive na Hungria.

Durante a audiência, Rui Pinto pediu para não ser extraditado, alegando tratar-se de uma questão de vida ou morte.

Rui Pinto está em prisão domiciliária em Budapeste, capital da Hungria. É acusado pela justiça portuguesa de seis crimes: dois de acesso ilegítimo, dois de violação de segredo, um de ofensa a pessoa coletiva e outro de tentativa de extorsão.

Mas o colaborador do ‘Football Leaks’, recorreu da extradição da Hungria para Portugal, suspendendo desse modo a decisão tomada por um tribunal de Budapeste, disse à Lusa fonte judicial.

Rui Pinto terá acedido, em setembro de 2015, ao sistema informático da “Doyen Sports Investements Limited”, com sede em Malta, que celebra contratos com clubes de futebol e Sociedades Anónimas Desportivas (SAD).

Rui Pinto está indiciado de seis crimes: dois de acesso ilegítimo, dois de violação de segredo, um de ofensa a pessoa coletiva e outro de extorsão na forma tentada.

Alfa/RTP.


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