
O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse hoje que 1.430 pessoas morreram devido aos dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o país na passada quarta-feira, enquanto 3.328 ficaram feridas.
« Neste momento (…) estamos a contabilizar 1.430 irmãos e irmãs que morreram, infelizmente perderam a vida », disse governante numa declaração transmitida pelo canal de televisão estatal VTV, citado pela agência noticiosa espanhola EFE.
O anterior balanço oficial dava conta de 920 mortos e 3.360 feridos.
Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.
Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.
Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.
Os sismos ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.
Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 41
O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 41, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).
O MNE indicou também que estão desaparecidos ou incontactáveis 87 portugueses ou lusodescendentes, 51 dos quais homens e 36 mulheres, tendo sido encontrados 49.
Os dados mais recentes do MNE dão conta que dos 41 mortos, 35 são adultos e seis crianças, sendo que 34 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.
O anterior balanço, divulgado cerca das 15:00, referia 36 portugueses ou lusodescendentes entre as vítimas mortais.
Com Agência Lusa.