Presidenciais portuguesas. Um Presidente bem eleito, mas o país está em crise. Análise

Presidenciais portuguesas.

Vitória de Marcelo Rebelo de Sousa num Portugal em grave crise sanitária e económica não resolve por si só os principais problemas de um país com um modelo económico assente no turismo.

Perspetiva e análise de Pascal de Lima, economista e professor en SciencesPo, para ouvir na Rádio Alfa, nesta terça-feira, 26, alguns minutos antes das 7, 9, 11, 15, 17 e 19 horas.

 

Voto postal. Marcelo defende revisão legislativa antes de novas eleições

Presidenciais: Marcelo defende revisão legislativa antes de novas eleições que possibilite o voto por correspondência.

 

Alfa/com Lusafacebook sharing button
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O Presidente da República reeleito defendeu no domingo a necessidade de uma revisão legislativa antes de novas eleições, “daquilo que se concluiu dever ser revisto”, e também para que se possa avançar com a possibilidade do voto por correspondência.

No seu discurso de vitória no átrio da Faculdade de Direito, Marcelo Rebelo de Sousa prometeu “tudo fazer para persuadir quem pode elaborar leis a ponderar a revisão antes de novas eleições daquilo que se concluiu dever ser revisto, para ajustar a situações como a vivida”.

E prosseguiu: “Mais em geral, para ultrapassar objeções ao voto postal ou por correspondência, objeções essas que tanto penalizaram os votantes, em especial os nossos compatriotas espalhados pelo mundo. Compreendi este outro sinal e insistirei para que seja finalmente acolhido”.

O chefe de Estado afirmou ainda ter a noção de “que os portugueses, ao reforçarem o seu voto, querem mais e melhor”, seja “em proximidade, em convergência, em estabilidade, em construção de pontes, em exigência, em justiça social e de modo mais urgente, em gestão da pandemia”.

“Entendi esse sinal e dele retirarei as devidas ilações”, sublinhou Marcelo Rebelo de Sousa, afirmando ter “a exata consciência que a confiança agora renovada é tudo menos um cheque em branco”.

“Quem recebe um mandato tem de continuar a ser um presidente de todos e de cada um dos portugueses. Um presidente próximo, um presidente que estabilize, um presidente que una, que não seja de uns, os bons, contra os outros, os maus. Que não seja um presidente de fação”, concluiu.

Presidenciais. Resultados finais: Marcelo reeleito com 60,7% dos votos

Resultados finais das presidenciais portuguesas: Marcelo Rebelo de Sousa vence com 60,7%, Ana Gomes fica em segundo com 12,97% e André Ventura em terceiro com 11,9%.

A seguir surgem João Ferreira, com 4,3% da votação, à frente de Marisa Matias que com 3,9% conseguiu um resultado bem menor do que teve em 2016.

Nos últimos dois lugares ficaram Tiago Mayan, com 3,2% e Vitorino Silva com 2,9%.

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Vitória de Guimarães aproxima-se da Europa com triunfo em Famalicão

O Vitória de Guimarães somou hoje o quinto triunfo em sete jogos fora, mantendo a invencibilidade em reduto alheio, ao vencer em Famalicão por 1-0, na 15ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Um golo de André Almeida, aos 12 minutos, selou o triunfo dos vimaranenses, que nas últimas sete jornadas apenas perderam um jogo, face ao FC Porto (2-3 em casa).

Na classificação, o Vitória de Guimarães passou a somar 26 pontos, colocando-se a um do Sporting de Braga, que só joga na terça-feira, e 28 do Paços de Ferreira, enquanto o Famalicão manteve-se com 14, no 13º posto.

 

Resultados da 15ª jornada da I Liga de futebol:

 

– Domingo, 24 jan:

Marítimo – Paços de Ferreira, 0-3 (0-1 ao intervalo)

Moreirense – Portimonense, 2-2 (2-1)

Famalicão – Vitória de Guimarães, 0-1 (0-1)

 

– Segunda-feira, 25 jan:

Belenenses SAD – Tondela, 15:30

Rio Ave – Santa Clara, 17:30

Benfica – Nacional, 18:00

Farense – FC Porto, 21:15

 

– Terça-feira, 26 jan:

Sporting de Braga – Gil Vicente, 20:45

Boavista – Sporting, 22:15

 

Com Agência Lusa.

 

PR Marcelo reeleito. « Há que pensar no voto por correspondência para a emigração ». Venceu também na Europa

Em declarações informais à porta de sua casa, às 21 horas locais, Marcelo Rebelo de Sousa pediu mais tempo para reagir oficialmente à sua mais que provável reeleição, justificando as suas cautelas com o facto de boa parte das freguesias mais numerosas do país ainda não terem terminado a essa hora a contagem dos votos.

 

 

Mas referiu, por sua própria iniciativa, que tinha indicadores sobre a mobilização dos portugueses residentes no estrangeiro e comentou que a fraca participação dos emigrantes pode contribuir para o aumento da taxa de abstenção nas presidenciais.

E rematou: « Acima de tudo, há que pensar no voto por correspondência para a emigração ».

Na Europa, Marcelo Rebelo de Sousa só não venceu em Chipre, Finlândia, Hungria e Noruega (nestes países foi Ana Gomes que chegou em primeiro; Ana Gomes também venceu em Timor Leste).

Marcelo Rebelo de Sousa venceu em França, e também no Luxemburgo, Rússia, Turquia, Andorra, Itália e Irlanda.

Em França apenas votaram 3.042 eleitores, ou seja 0,78% dos 388.709 inscritos.

Nalguns países, designadamente no Reino Unido, na Bélgica e na Alemanha ou na Suíça, as contagens ainda não tinham sido comunicadas à imprensa à hora em que Marcelo Rebelo de Sousa falou aos jornalistas.

A nível internacional, os resultados de cada candidato eram os seguintes, às 21 horas de Portugal:

Marcelo Rebelo de Sousa 

11.866 votos

 

Ana Gomes

4.904 votos

 

André Ventura

3.211 votos

 

Tiago Mayan

1.490 votos

 

Marisa Matias

1.448 votos

João Ferreira

923 votos

 

Vitorino Silva

431 votos

Covid-19: França regista mais de 18 mil casos e 172 mortos nas últimas 24 horas

A França registou 18.436 novos casos de covid-19 e 172 mortos nas últimas 24 horas, contra mais de 23 mil registados no sábado, divulgaram hoje as autoridades de saúde.

O número de novos casos de coronavírus hoje é mais baixo do que o de sábado – 23.924 -, mas ligeiramente superior aos 16.642 registados no domingo passado, elevando para 3.053.617 o total de contágios em França desde o início da epidemia, em março.

Nas últimas 24 horas morreram 172 pessoas nos hospitais. O número de óbitos desde março ascende a 73.049.

Com 11.155 novos doentes internados em hospitais na última semana, as hospitalizações estão a aumentar e superam já as 26.000 em todo país, com 2.955 pacientes nos cuidados intensivos.

A taxa de positividade dos testes situa-se em 7,1%.

Desde o início da campanha, em 27 de dezembro, foram já vacinadas 1.026.871 pessoas em França, que superou um milhão este sábado.

O Governo francês ativou no sábado o recolher obrigatório entre as 18:00 e as 06:00 e não descarta impor um terceiro confinamento se os dados da próxima semana não melhorarem, devido, sobretudo, ao receio de propagação das novas variantes mais contagiosas.

Fontes governamentais citadas pelo Le Journal du Dimanche asseguraram hoje que o Presidente francês, Emmanuel Macron, poderá anunciar o confinamento esta quarta-feira, depois de uma reunião do Conselho de Defesa, embora o Governo insista que não está nada decidido.

No entanto, o presidente do conselho científico que assessora o executivo francês, Jean-François Delfraissy, disse hoje à BFM TV que terá de se avançar « provavelmente para um confinamento » para travar as novas estirpes do vírus.

« É uma decisão política, teremos que ir para confinamento. Mas de que tipo? Adaptado, como em novembro, ou mais duro, como em março, não iria mais longe », sublinhou o médico.

 

Com Agência Lusa.

Andebol/Mundial: Portugal falha quartos de final ao perder com a França

A seleção portuguesa de andebol falhou hoje o apuramento para os quartos de final do Mundial, no Egito, ao perder por 32-23 com a França, em encontro da terceira jornada do Grupo III da Ronda Principal.

Portugal, que ao intervalo já perdia por 16-12, precisava de bater os gauleses, campeões mundiais em 1995, 2001, 2009, 2011, 2015 e 2017, para seguir em frente e atingir pela primeira vez o ‘top 8’, superando o 12.º posto de 2003, em solo luso.

Na classificação do Grupo III, a formação comandada por Paulo Pereira ficou no terceiro lugar, com seis pontos, contra oito da Noruega, segunda, e 10 da França, primeira, que se qualificaram para os quartos de final.

 

QUARTOS DE FINAL

– Quarta-feira, 27 jan:

QF1: Dinamarca – Egito (Cairo)

QF2: Suécia – 2.º Grupo II (Cairo)

QF3: 1.º Grupo I – Noruega (New Administrative Capital)

QF4: França – 2.º Grupo I (Borg El Arab)

 

Com Agência Lusa.

Presidenciais/Portugal. Marcelo Rebelo de Sousa eleito à primeira volta

Presidenciais/Portugal. Marcelo Rebelo de Sousa eleito à primeira volta, segundo as estimativas feitas em Portugal.

 

Segundo a projeção SIC-Expresso: Marcelo vence na primeira volta, Ana Gomes fica em segundo, André Ventura em terceiro:

Eis as projeções da sondagem SIC-Expresso, feitas pelo ISCTE-ICS/ Metris:

– Marcelo – 55,5% a 60,5%

– Ana Gomes – 13,1% a 17,1%

– André Ventura – 10,1% a 14,1%

– João Ferreira – 3,3% a 6,3%

– Marisa Matias – 2,4% a 5,4%

– Tiago Mayan – 2,3% a 5,3%

– Vitorino Silva – 1,3% a 3,3%

 

 

Eis os números da TVI, Sondagem da Pitagórica:

Marcelo – 56,4% – 60,4%

Ana Gomes – 12,2% – 16,2%

André Ventura – 9,9% – 13,9%

Tiago Mayan – 2,3% – 6,3%

Marisa Matias – 2,2% – 6,2%

João Ferreira – 2,1% – 6,1%

Vitorino Silva – 0,9% – 4,9%

 

Eis projeções da RTP (Universidade Catolica):

Marcelo Rebelo de Sousa: 57 a 62%
Ana Gomes: 13 a 16%
André Ventura: 9 a 12%
Marisa Matias: 3,5 a 5,5%
João Ferreira: 3,5 a 5,5%
Tiago Mayan: 3 a 5%
Vitorino Silva: 2 a 4%

 

Presidenciais/Portugal. Estimativas: Abstenção entre 50% e 60%

Presidenciais/Portugal.

À hora do fecho das urnas em Portugal continental – e a uma hora do fim do voto nos Açores –  sondagens de diversas televisões e grupos de imprensa apontam para uma abstenção entre 50 e 60 por cento.

Sondagem SIC-Expresso estima abstenção entre 56% e 60%. 

As projeções da TVI  apontam a abstenção para entre 54,5-58,5%.

As da RTP para 50-55%.

Estimativas sobre os resultados dentro de uma hora.

Covid-19/Portugal. Sexto dia consecutivo com novo máximo de mortes, 275

Covid-19. Sexto dia consecutivo com novo máximo de mortes em Portugal – 275.

Portugal registou hoje 275 mortes relacionadas com a covid-19, o maior número de óbitos em 24 horas desde o início da pandemia, e 11.721 novos casos de infeção com o novo coronavirus, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).