Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez casaram-se em cerimónia privada em Cascais

Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez oficializaram esta terça-feira a união numa cerimónia civil realizada em Cascais, Portugal. O casal confirmou o casamento através das redes sociais, onde partilhou uma fotografia das alianças.

Depois de várias semanas de especulação em torno da data e do local da cerimónia, Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez casaram-se civilmente em Cascais.

O casal publicou nas redes sociais uma imagem das alianças de casamento, acompanhada da mensagem “C❤️G”, confirmando assim a concretização do matrimónio.

De acordo com um comunicado divulgado pela agência Brunswick Group, a cerimónia teve um carácter íntimo e privado e contou com a presença dos cinco filhos do casal.

Cristiano Ronaldo, de 41 anos, e Georgina Rodríguez, de 32, mantêm uma relação desde 2016. O futebolista português pediu a companheira em casamento em agosto do ano passado, dando início à preparação de uma cerimónia que era aguardada com grande expectativa pelos fãs.

Rumores apontavam para a Madeira

Nos últimos dias, a Madeira chegou a ser apontada como o possível cenário para o casamento. Os rumores levaram vários curiosos até à Sé do Funchal, na expectativa de testemunhar a chegada do casal.

A cerimónia acabou, no entanto, por realizar-se no continente, em Cascais, num contexto reservado e sem a presença de público.

Com a publicação das alianças e a confirmação oficial, termina assim a especulação em torno do casamento de uma das figuras mais mediáticas do futebol mundial.

Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez são oficialmente marido e mulher.

França proíbe chamadas comerciais não solicitadas sem consentimento prévio

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A partir desta terça-feira, 11 de agosto, entra em vigor em França uma nova legislação que proíbe as empresas de efetuarem chamadas comerciais não solicitadas sem o consentimento prévio dos consumidores.

As empresas passam a ter de obter uma autorização livre, específica e informada, indicando claramente a identidade do responsável pelo contacto, o objetivo da chamada e a duração do consentimento, que não poderá ultrapassar um ano. O consumidor poderá retirar a autorização a qualquer momento.

A legislação prevê coimas até 375 mil euros para as empresas e até 75 mil euros para pessoas singulares que realizem chamadas comerciais sem consentimento. Nos casos em que exista uma prática comercial enganosa, as sanções podem ser ainda mais elevadas.

A nova regra prevê duas exceções: os contactos relacionados com um contrato que esteja em vigor e o telemarketing destinado à venda de assinaturas de jornais.

Apesar destas medidas, a legislação não deverá travar as chamadas fraudulentas, que já eram ilegais. Falsas propostas de instalação de painéis solares, sistemas de aquecimento ou contactos de alegados consultores bancários continuam entre os esquemas mais frequentes.

O problema é agravado pelo uso de números franceses falsificados e de vozes geradas por inteligência artificial, que permitem aos burlões realizar chamadas em grande escala e tornar os contactos mais difíceis de identificar.

Segundo dados citados pela comunicação social francesa, a Arcep recebeu mais de 19 mil alertas relacionados com chamadas fraudulentas em 2025, evidenciando a dimensão do fenómeno.

Fim de validade do Bilhete de Identidade Vitalício para viagens

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O Consulado Geral de Portugal em Paris informa que, a partir do próximo dia 3 de agosto, deixa de ser possível utilizar o Bilhete de Identidade (BI) em papel como documento de viagem para deslocações no Espaço Schengen e na União Europeia.

A medida decorre das normas atuais da União Europeia (Regulamento UE 2025/1208 do Conselho) e da ICAO (Organização da Aviação Civil Internacional). As regras exigem documentos de viagem com características de segurança avançadas, que permitam a leitura digital e ótica dos dados do portador. O BI em papel é válido em território nacional, mas não possui os requisitos mínimos de segurança internacionais.

A partir de 3 de agosto, os portadores de BI deverão fazer-se acompanhar de um dos seguintes documentos válidos:

  •  Cartão de Cidadão: A alternativa mais prática e económica, que cumpre todas as normas europeias.
  •  Passaporte Eletrónico Português: O documento de viagem por excelência.

Dada a proximidade da data em questão, casos urgentes e devidamente comprovados de substituição de BI poderão ser solicitados pelo email institucional do Consulado-Geral –  cgparis@mne.pt.

Benfica, Liga Europa, e Braga, Liga Conferência, goleiam e seguem para a terceira pré-eliminatória

Um ‘poker’ do grego Pavlidis permitiu hoje ao Benfica virar a eliminatória frente aos suíços do St. Gallen, no triunfo dos ‘encarnados’ por 5-0, na segunda mão da segunda pré-eliminatória da Liga Europa de futebol, em Lisboa.

Depois da derrota na primeira mão por 2-1, a equipa portuguesa estava obrigada a vencer por mais do que um golo de vantagem para superar a equipa helvética, e os golos de Pavlidis, aos 11, 55, 65 e 74 minutos, o último de grande penalidade, permitiram aos lisboetas assumir o controlo da eliminatória, que fecharam a goleada com um tento do francês Clement Lenglet, aos 82.

Com este apuramento, o Benfica defrontará na terceira pré-eliminatória os escoceses do Hearts, com jogos em 06 de agosto na Luz e, uma semana depois (13 de agosto) na Escócia.

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Sporting de Braga afasta Zeleznicar Pancevo e está na terceira pré-eliminatória

Fran Navarro of Sporting de Braga and Dario Maslić of Zeleznicar Pancevo in action during the UEFA Conference League second qualifying round 2nd leg soccer match, in Braga, north of Portugal, 30 July 2026. HUGO DELGADO/LUSA

O Sporting de Braga garantiu hoje presença na terceira pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Conferência de futebol, ao bater em casa os sérvios do Zeleznicar Pancevo 4-0, na segunda mão da segunda pré-eliminatória.

Depois de triunfo por 1-0 no terreno da formação sérvia no encontro da primeira mão, os bracarenses, que terminaram na quarta posição a última edição da I Liga portuguesa, impuseram-se hoje, no Estádio Municipal de Braga, com um golos de Ricardo Horta, de grande penalidade, aos 27 minutos, Gabriel Silva (44), Pau Victor (63) e Fran Navarro (85).

Na terceira pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Conferência, cujos jogos estão agendados para 06 e 13 de agosto, o Sporting de Braga defronta os bielorrussos do Dínamo de Minsk, que nesta ronda afastaram os azeris do Neftchi.

 

Com Agência Lusa.

A63 reabre à circulação na Gironda

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A autoestrada A63 deverá reabrir ao trânsito em ambos os sentidos de circulação a partir das 14h desta quinta-feira, anunciou a Prefeitura da Gironda.

A via tinha sido encerrada devido aos incêndios florestais que atingiram a região, obrigando as autoridades a interromper a circulação por razões de segurança. Com a evolução favorável da situação, foi agora autorizada a retoma do tráfego.

Segundo um comunicado da Prefeitura da Gironda, a reabertura da A63 será efetiva a partir das 14h, permitindo restabelecer a circulação numa das principais ligações rodoviárias do sudoeste de França.

As autoridades continuam, no entanto, a acompanhar a evolução dos incêndios e apelam aos condutores para que mantenham a prudência e respeitem a sinalização e as indicações das forças de segurança.

Luís Neves diz que se sente apoiado por Montenegro e nunca pensou em demitir-se

O ministro da Administração Interna, Luís Neves, garantiu hoje que se sente apoiado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, e que nunca pensou demitir-se na sequência das polémicas das últimas semanas.

« Sinto-me absolutamente apoiado pelo senhor primeiro-ministro e por todos os membros do Governo com quem tenho falado e interagido », afirmou, em conferência de imprensa, Luís Neves, sublinhando que nunca pensou em apresentar um pedido de demissão a Luís Montenegro na sequência das informações que têm vindo a público sobre as obras realizadas num terreno seu no Alentejo e do atrelado encontrado na propriedade do construtor que lhe fez as obras em Odemira.

A garantia de Luís Neves foi dada no Ministério da Administração Interna, em Lisboa, com a presença na sala dos seus três secretários de Estado.

O governante assegurou ainda que continuará a cumprir a missão de tutelar a área da Administração Interna, « para a qual está totalmente legitimado e empoderado ».

« Tenho mais de 30 anos de serviço público, nunca trabalhei para interesses particulares. Trabalhei sempre e apenas para o Estado, para as pessoas, para o país. […] Agi sempre na minha vida com total independência e sentido de dever. Nunca utilizei cargos públicos para beneficiar quem quer que fosse e rejeito qualquer insinuação nesse sentido », defendeu Luís Neves.

« Sei o que é certo e errado. Nem sempre acertei, mas estive sempre do lado do bem », frisou.

Questionado sobre a comissão parlamentar de inquérito proposta pelo Chega aos seus mandatos à frente da PJ, o ministro da Administração Interna congratulou-se com « todos os momentos que existam para que seja esclarecida alguma dúvida » e recordou que sempre esteve disponível para responder a tudo, mas alertou que « há o reverso da medalha ».

« O que querem ver? Como conseguimos passar de 105 milhões para quase 400 milhões [de orçamento], as aquisições que fizemos, os meios humanos que pusemos, os valores que o pessoal da Polícia Judiciária hoje ganha? Ou querem sindicar os meus mandados de detenção, que eu prendi ao longo da vida milhares de bandidos a sério, violadores, raptores, homicidas, portugueses, estrangeiros? », questionou Luís Neves.

Ministro não vê « mínimo motivo » para ser arguido no caso de atrelado apreendido

O ministro da Administração Interna alegou hoje que não vê o « mínimo motivo » para ser constituído arguido no inquérito-crime ao caso do atrelado apreendido pela Polícia Judiciária (PJ) e encontrado na propriedade de um construtor de Barcelos.

« Não vejo mínimo motivo para ser constituído arguido », respondeu Luís Neves, ao ser questionado, numa conferência de imprensa no Ministério da Administração Interna, sobre se tal seria, no seu entender, uma linha vermelha.

Embora reconhecendo que a constituição como arguido é uma possibilidade entre todas as que « existem para todos os cidadãos », Luís Neves insistiu que tomaria hoje, caso ainda fosse diretor da Polícia Judiciária (PJ), a mesma decisão de autorizar o transporte do atrelado, « em prol da poupança do Estado e de encontrar uma solução urgente que permitisse acautelar a guarda daquele património ».

Há cerca de duas semanas, a Polícia Judiciária abriu um inquérito sobre um atrelado apreendido num processo de tráfico de droga que foi encontrado atracado a um camião da empresa Construbarcelos, em Barcelos, que fez obras numa propriedade de Luís Neves no Alentejo.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou « a existência de um inquérito relacionado com bens apreendidos à ordem do processo designado ‘Operação Pacoba' », tendo acrescentado posteriormente que este está a cargo do Ministério Público e que, por agora, a investigação não será delegada em nenhum órgão de polícia criminal, entre os quais se inclui a PJ.

« Não foi desviado qualquer bem, não foi comprometida qualquer prova, não foi beneficiado quem quer que fosse e não há aqui qualquer ligação ao tráfico de droga », salientou hoje o ministro da Administração Interna, diretor da PJ entre junho de 2018 e fevereiro de 2026.

Segundo Luís Neves, a proposta de movimentação do atrelado e de bidões que continham produtos que serviam para produção de droga partiu de um alto quadro da PJ e, na altura, « não havia outra opção » para guardar o material apreendido, uma vez que foram pedidos 150 mil euros para que destruição dos produtos químicos – valor que a PJ não tinha.

 

Luís Neves diz que desconhecia que monte estava em área protegida e quer regularizar obra

O ministro da Administração Interna assegurou hoje que não sabia que a sua propriedade no Alentejo, com um tanque transformado em piscina, se situa em área protegida, tendo já pedido à autarquia uma reunião para regularizar a situação.

O jornal Nascer do Sol noticiou, ao longo das últimas três semanas, que o antigo diretor da Polícia Judiciária (PJ) construiu num monte (quinta) no concelho de Odemira, integrado em área de Reserva Agrícola Nacional e Reserva Ecológica Nacional, uma piscina, inicialmente classificada por Luís Neves como um tanque, sem licenciamento.

Hoje, Luís Neves defendeu, exibindo numa conferência da imprensa uma fotografia antiga da propriedade, que a construção inicial era um « tanque acima do solo », que « depois acabou por ser transformado em piscina », obra para qual admitiu não ter pedido licenciamento.

O governante acrescentou que desconhecia que a propriedade está situada em área protegida.

« Com humildade, já solicitei à Câmara Municipal de Odemira uma reunião com caráter de urgência para esclarecer e regularizar a situação. Se algo tiver de ser regularizado, será », afirmou, no Ministério da Administração Interna, em Lisboa.

A obra foi feita pela Construbarcelos, uma empresa que realizou várias empreitadas em edifícios da PJ enquanto o ministro foi diretor nacional desta instituição, entre junho de 2018 e fevereiro de 2026.

Insistindo que só conheceu o dono da empresa sediada em Barcelos em 2023, já depois de este ter realizado várias obras para a PJ, Luís Neves sustentou que, embora a relação contratual possa suscitar dúvidas, nunca existiu qualquer favorecimento.

« A Construbarcelos nunca teve peso determinante ou sequer relevante na contratação da Polícia Judiciária », alegou o ministro, precisando que o valor dos contratos celebrados entre 2019 e 2025 entre a força policial e a construtora « representaram apenas 8% » do valor global de 27 milhões de euros adjudicados por aquela instituição no mesmo período.

« Depois de conhecer o senhor João Carvalho, esta empresa representou apenas cerca de 4% do valor das empreitadas contratadas pela instituição, obras complementares a contratos que já se encontravam em execução », frisou.

No total, Luís Neves terá pago em numerário pelas obras no monte, em « 10 a 12 fins de semana, cinco mil euros de forma faseada », dos quais, reiterou, foram passadas faturas no Portal das Finanças.

Atualmente, a empresa deixou de fazer obras em sua casa, porque, « se fosse hoje, teria feito de forma diferente ».

Ao longo das últimas semanas, foi ainda tornado público na comunicação social que, durante os oito anos em que esteve à frente da PJ, Luís Neves não entregou na Entidade para a Transparência, que funciona junto do Tribunal Constitucional, as declarações de património a que, dado o cargo público, estava obrigado.

« Enquanto diretor nacional nunca me foi entregue qualquer notificação pelo Tribunal Constitucional para entregar [a declaração] », disse hoje, ressalvando que o aviso para tal acabou por surgir em maio de 2025.

Na altura, relatou, toda a direção da PJ apresentou « um parecer junto da Entidade para a Transparência » a defender que, por razões de segurança, os dirigentes fossem excluídos dessa obrigação, o que foi rejeitado.

« A Entidade para a Transparência não acolheu o nosso parecer e entregámos a declaração », assegurou.

Questionado sobre se, neste momento, todas as declarações foram entregues, Luís Neves respondeu que sim.

 

Com Agência Lusa.

Zidane regressa ao ativo e é o novo selecionador de futebol de França

O ex-futebolista internacional francês e treinador Zinédine Zidane foi oficializado como novo selecionador de França, anunciou hoje a Federação Francesa de futebol (FFF).

“Zinédine Zidane será o treinador da seleção francesa nos próximos quatro anos”, declarou o presidente da FFF, Philippe Diallo, na sede da Federação, ao lado de Zidane.

O antigo médio, campeão mundial com os ‘bleus’ em 1998, sucede no cargo ao seu antigo companheiro de equipa Didier Deschamps, selecionador desde 2012 e que cessou funções após o Mundial2026 de futebol.

Com Deschamps, a França foi campeã mundial em 2018, na Rússia, vice-campeã mundial em 2022, no Qatar, e semifinalista este ano, num campeonato coorganizado por Estados Unidos, Canadá e México e no qual foi eliminada nas ‘meias’ pela campeã Espanha (2-0).

Na apresentação hoje, o antigo número ‘10’ revelou que a seleção francesa, da qual foi capitão a partir de 2005, foi sempre o que quis fazer e que este novo capítulo é uma continuidade, mas também um sonho.

“É uma continuação, de certa forma um sonho. Recebi propostas nos últimos quatro ou cinco anos para assumir um clube, e recusei todas para ficar com a seleção francesa », acrescentou Zidane, que estava sem clube desde 2021, após a sua passagem pelo Real Madrid.

Na conferência de hoje, também o responsável máximo da FFF, Philippe Diallo, revelou que desde fevereiro de 2025 mantinha conversas com o antigo jogador e treinador, na perspetiva de um futuro à frente da seleção.

Como treinador, Zidane conquistou, no comando do Real Madrid, dois Mundiais de clubes, três Ligas dos Campeões, duas Supertaças Europeias, duas Ligas espanholas e duas Supertaças de Espanha, num período de seis épocas à frente dos ‘merengues’.

‘Zizou’ treinou a equipa principal do Real Madrid, proveniente da equipa B, entre janeiro de 2016 e maio de 2021.

No meio desse período, o francês cessou funções no final da época de 2017/18, mas regressou em março de 2019, face ao mau desempenho da equipa, numa temporada iniciada por Julen Lopetegui e que prosseguiu com Solari, até ao regresso de Zidane.

A chegada do antigo ‘astro’ gaulês à seleção surge no mesmo mês em que Jorge Jesus foi oficializado como selecionador de Portugal e Jürgen Klopp à frente da seleção alemã, sendo ainda aguardada a indicação de um novo selecionador para Itália.

 

Roberto Mancini volta a ser selecionador italiano

Roberto Mancini vai regressar ao cargo de selecionador italiano, anunciou hoje o presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Giovanni Malagò, com Claudio Ranieri a ser o novo diretor técnico.

“O tempo apertava e eu considerei que a pessoa que devia converter-se no treinador da seleção italiana era Roberto Mancini, por uma série de motivos, dos quais assumo a responsabilidade”, afirmou, em conferência de imprensa, na qual revelou que Ranieri vai substituir Paolo Maldini.

Depois de na última temporada ter sido treinador do Al-Sadd, do Qatar, Mancini regressa ao comando da ‘squadra azzurra’, na qual esteve entre 2018 e 2023, tendo conquistado o Europeu de 2020, disputado em 2021 devido à pandemia de covid-19.

 

Com Agência Lusa.

Incêndios: Cerca de 3.000 portugueses e lusodescendentes transferidos em França

Cerca de 3.000 portugueses e lusodescendentes foram transferidos para centros de acolhimento devido ao fogo que ameaça várias regiões perto da cidade francesa de Bordéus, disse à Lusa o conselheiro português Filipe Dantas.

O fogo de grandes proporções obrigou à retirada de 220 mil pessoas, entre as quais cerca de 3.000 portugueses e lusodescendentes, que residem essencialmente em Le Porge, uma comuna francesa na Gironda, onde o fogo queimou várias casas.

Foram também transferidos portugueses e lusodescendentes que vivem em Ares, Marcheprime, Mios, Cestas, Biscarrosse, Le Haillan e Saint-Médard-en-Jalles.

Estes portugueses e lusodescendentes foram transferidos para o Centro de Exposições de Bordéus.

Segundo Filipe Dantas, as autoridades portuguesas têm seguido a situação e o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, já falou telefonicamente com o conselheiro.

O consulado português em Bordéus também tem acompanhado o fogo e o impacto na comunidade, disse.

Filipe Dantas afirmou que, para já, não há registo de vítimas e que os danos materiais não estão contabilizados.

Em relação a uma eventual necessidade de ajudar estes portugueses e lusodescendentes, o conselheiro referiu que as cidades perto dos centros de acolhimento têm providenciado a ajuda imediata.

“Estamos aqui para ajudar e se for necessária alguma ajuda iremos dela dar conhecimento”, disse.

O incêndio começou na quarta-feira na região turística da Baía de Arcachon e desde sexta-feira que portugueses e lusodescendentes estão a ser transferidos para centros de acolhimento.

No total, este ano foram já queimados em França 115 mil hectares de terrenos, um máximo histórico, confirmou o ministro do Interior francês, Laurent Nuñez, na última noite.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, preside hoje a uma reunião de crise para avaliar a situação dos incêndios florestais no país.

 

Com Agência Lusa.

Estoril Open: Luca Van Assche conquista primeiro título ATP

O francês Luca Van Assche conquistou hoje o seu primeiro título no circuito ATP, depois de vencer o belga Alexander Blockx, quarto cabeça de série, na final do Estoril Open em ténis.

Na primeira final ATP dos dois tenistas, Luca Van Assche (78.º do ranking mundial) derrotou Alexander Blockx (38.º), por 6-4, 4-6 e 7-5, em duas horas e 26 minutos, sucedendo no historial de campeões do único torneio ATP em Portugal ao polaco Hubert Hurkacz, campeão em 2024 – em 2025, o Estoril Open teve o estatuto de ‘challenger’.

Luca Van Assche, de 22 anos, já tinha conquistado sete ‘challengers’, o primeiro dos quais em Portugal, na Maia, em 2022.

 

Estoril Open: Franceses Droguet e Jacquet conquistam título de pares

Os tenistas franceses Titouan Droguet e Kyrian Jacquet conquistaram hoje o torneio de pares do Estoril Open, após derrotarem os brasileiros Orlando Luz e Rafael Matos, segundos cabeças de série.

Depois de terem afastado os portugueses Nuno Borges e Francisco Cabral nas meias-finais, Titouan Droguet (307.º do ranking mundial de pares) e Kyrian Jacquet (618.º), que foram repescados para o quadro principal, superiorizaram-se a Orlando Luz (44.º) e Rafael Matos (40.º) por 7-6 (7-2), 6-7 (4-7) e 11-9, em duas horas e cinco minutos.

Mais habituados a jogar singulares, Jacquet e Droguet apenas tinham jogado quatro vezes em conjunto – nenhuma em torneios do circuito ATP -, a última das quais foi no ‘challenger’ de Aix-en-Provence, que ganharam em 2022, ao eliminarem nos quartos de final Rafael Matos, que reencontraram hoje.

 

Com Agência Lusa.

Força portuguesa em Espanha está a trabalhar ‘non-stop’ mas condições “não são animadoras”

 Os operacionais portugueses mobilizados para o combate aos incêndios em Ávila, em Espanha, estão a trabalhar ‘non-stop’, mas as condições “não são animadoras”, disse hoje o comandante David Lobato, referindo que os meios disponíveis não conseguem extinguir estes fogos.

“Os meios que temos no terreno não têm a capacidade de extinguir esse incêndio, por mais que aviões que lá colocamos não chegam, a água não chega ao solo devido à energia que é libertada, portanto são incêndios que têm de ser geridos, não têm de ser apagados numa primeira fase, têm de ser geridos, e sabermos quando é que temos a capacidade e a janela de oportunidade para o extinguir”, afirmou.

O comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo, David Lobato, está a chefiar o grupo de operacionais portugueses mobilizados para o combate aos incêndios em Ávila.

No sábado, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) anunciou que iria enviar uma Força Operacional Conjunta (FOCON), com 128 operacionais provenientes da estrutura de Comando e da Força Especial de Proteção Civil da ANEPC, dos corpos de bombeiros da sub-região das Beiras e Serra da Estrela e da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR.

Os operacionais partiriam da Guarda no sábado para ajudar no combate aos incêndios rurais na província de Ávila, em Espanha.

Em declarações à agência Lusa, falando a partir de Ávila, com o som de fundo dos helicópteros de combate aos incêndios, o comandante David Lobato disse que o grupo de operacionais portugueses chegou a esta província espanhola por volta das 22:30 de sábado, com um total de 134 elementos, porque houve um reforço da equipa.

“A nossa base de operações está estabelecida efetivamente em Ávila, na cidade de Ávila, e estamos a trabalhar também na província de Ávila, um pouco mais a sul, já quase aqui na fronteira com a província de Madrid”, adiantou o responsável, referindo que os operacionais portugueses já estão a trabalhar no combate aos fogos e, neste momento, a força dividida está dividida, com metade a laborar e outra metade a descansar, “para o trabalho ser efetivo durante 24 horas, portanto ‘non-stop’”.

Quanto ao cenário que se vive em Ávila, David Lobato disse que “é uma situação complicada”, no entanto “não é muito diferente” dos incêndios registados em Portugal.

“Estamos a falar de um incêndio grande, com quase 50 mil hectares ardidos já, com populações e povoações também no meio daquilo que é o próprio incêndio, portanto as autoridades espanholas, e muito bem, fizeram tudo aquilo que foi a evacuação preventiva”, adiantou o chefe da FOCON, referindo que os operacionais portugueses estão, neste momento, a assegurar a proteção a pessoas, bens e animais, no âmbito do combate aos fogos.

Uma das missões que as autoridades espanholas pediram à equipa portuguesa foi para que o incêndio não passasse a estrada 501, objetivo que, para já, está a ser concretizado, referiu o responsável da FOCON.

David Lobato confirmou que se veem “algumas habitações destruídas pelas chamas”, adiantando que os incêndios lavram sobretudo em zona florestal e destacou as evacuações preventivas de povoações: “É lógico que as pessoas estão sempre angustiadas, não sabem quando regressarem como é que vão encontrar as suas casas, essa angústia existe sempre nas pessoas, mas estão devidamente seguras em abrigos próprios.”

Sobre as condições de combate aos incêndios, o comandante reconheceu que a noite de sábado para domingo foi “mais calma”, devido ao aumento da humidade, mas ressalvou que “as condições meteorológicas para os próximos dias não são animadoras”, em que se prevê aumento da temperatura, baixa humidade e vento.

Esperando uma janela de oportunidade para extinguir estes fogos, David Lobato reforçou que agora é preciso ir gerindo a situação “aos poucos e poucos”, sem previsão de quando é que a missão da FOCON terminará, sendo que a informação que tem é para permanecer enquanto as autoridades espanholas considerarem que precisam desta ajuda.

“Vamos aguardar que também tenhamos aqui um pouquinho de sorte e do trabalho todo que temos vindo a desenvolver, todos em conjunto, que se consiga resolver a situação, mas não será com certeza amanhã [segunda-feira]”, perspetivou.

Quanto ao agradecimento público do primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, à força especial enviada por Portugal, o chefe da FOCON recebeu esse louvor “com agrado”, realçando que quando os portugueses têm necessidade também “os irmãos espanhóis” se prontificam para ajudar.

Espanha declarou a situação emergência nacional nas províncias de Madrid, Ávila e Toledo por causa dos fogos florestais, que já levaram a confinar ou a retirar de casa mais de 90.000 pessoas desde quinta-feira.

Além destes fogos em Ávila, Madrid e Toledo – que estão a ser combatidos como se fossem um só, por estarem em territórios vizinhos -, as autoridades espanholas estão a alertar para a evolução nas últimas horas de um incêndio em Castellón, na região de Valência, no leste do país, que já levou a retirar de casa ou a confinar 15.000 pessoas.

 

Com Agência Lusa.