« Chronique immo » (n°6) – Comment bien investir dans la pierre ?

« Chronique immo » est une nouvelle rubrique sur Radio Alfa. Chaque semaine, Didier Caramalho s’entretient avec Andrew Moutinho pour aborder un thème lié à l’immobilier. Cette semaine, l’agent immobilier nous explique comment bien investir dans la pierre ?

 

Contact d’Andrew Moutinho :
01 84 21 08 81
Agence REM/MAX AVA : 22 rue du Landy, 93200, Saint-Denis (France)
https://remax.fr/fr/agence/remax-ava/74958

Maioria dos franceses apoia mobilização dos estudantes do ensino secundário

Uma maioria dos franceses aprova a mobilização dos estudantes do ensino secundário em França. Segundo uma sondagem Elabe para a BFMTV, publicada esta quarta-feira, 7 de outubro, 55% dos inquiridos dizem apoiar o movimento, enquanto 35% o desaprovam e 10% afirmam ser indiferentes.

O apoio é particularmente elevado entre os pais de estudantes do ensino secundário, com 71%, e entre os eleitores da Nova Frente Popular (NFP), com 85%. Pelo contrário, a mobilização é maioritariamente desaprovada pelos eleitores da direita (60%) e do Rassemblement National (55%).

As reivindicações dos estudantes reúnem ainda um apoio mais amplo: 72% dos franceses consideram-nas legítimas, sendo que 28% as consideram «muito legítimas» e 44% «relativamente legítimas». Esta opinião é maioritária entre os diferentes eleitorados: 93% entre os eleitores da NFP, 68% no campo presidencial e 58% entre os apoiantes do RN.

Franceses divididos sobre a continuação do movimento

Apesar do apoio à mobilização e às reivindicações, os franceses estão mais divididos quanto ao futuro do movimento.

55% consideram que a mobilização deve terminar, enquanto 27% defendem que deve continuar da mesma forma e 17% entendem que deve intensificar-se, com mais bloqueios e de maior dimensão.

Entre os jovens dos 18 aos 24 anos, as opiniões estão mais equilibradas: 33% defendem o fim do movimento, 38% a sua continuidade e 28% um endurecimento da mobilização.

Entre os seniores, pelo contrário, 71% defendem que o movimento deve terminar.

As diferenças também são visíveis entre os eleitorados. Uma maioria dos apoiantes do partido presidencial Ensemble e do Rassemblement National considera que a mobilização deve terminar. Na esquerda, essa posição é minoritária, reunindo 29% dos eleitores.

 

Com Agências e BFMTV.

Tribuna Desportiva – 05 de Outubro de 2026

Um programa de Manuel Alexandre com Armindo Faria, Marco Martins e Eric Mendes. Atualidade Desportiva, Entrevistas, Comentários, Crónicas e Reportagens.

Tribuna Desportiva é um programa desportivo da Rádio Alfa às Segundas-feiras, entre as 21h e as 23h. Redifusão às zero horas, na noite de quarta para quinta-feira (seguinte).

Primeira Hora:

 

Segunda Hora:

 

[PODCAST] Tribuna Desportiva – Rádio Alfa 21h-23h com Manuel Alexandre Armindo Faria Marco Martins e Eric Mendes
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Esta semana:
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•Pedro Peixoto – Treinador/Comentador (Estúdio)
•Pedro Oliveira – Treinador Futebol Clube de Famalicão
•Alvaro Magalhães – Antigo Jogador Inter. Portugal e Sport Lisboa e Benfica
•José Madeira – Usap Officiel (Perpignan) Râguebi.
Para ouvir também:
•Jorge Jesus – Conf após Noruega
•Pedro Proença – Declarações (RTP1)
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*Pode Participar na Tribuna Desportiva – Rádio Alfa através do ‘Watsalfa’ +33 6 62 10 98 60.
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*** Programa com redifusão às zero horas na noite de quarta para quinta-feira e Podcast em radioalfa.net
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Ronaldo pede desculpa e está disponível “como sempre” para ganhar pela seleção

O avançado Cristiano Ronaldo assumiu-se hoje disponível “como sempre” para “competir e ganhar” pela seleção portuguesa de futebol, numa mensagem escrita, em que pede desculpa aos adeptos e companheiros por ter abandonado a equipa das ‘quinas’.

“Tal como prometi, decidi contar, na primeira pessoa e de forma direta, as circunstâncias que envolveram o último estágio da Seleção Nacional.

Após o Mundial 2026 preparei uma carta aos portugueses, que ainda guardo, com as palavras que lhes quero dirigir quando abandonar, definitivamente, a nossa equipa.

No final da competição, logo no voo de regresso dos Estados Unidos, o Presidente da Federação pediu e insistiu que eu ponderasse a decisão de sair porque a FPF queria que eu continuasse.

Logo a seguir pediu que lhe desse a minha opinião sobre o nome do atual Selecionador e que ele estava a ponderar, a par de outros nomes que não me revelou.

Respondi ao Presidente da Federação que, em minha opinião, seria a escolha certa.

Por isso, no dia em que o atual Selecionador foi apresentado fiquei genuinamente feliz pela escolha. Era a opção certa, como os resultados vão comprovando.

Poucos dias depois recebi um primeiro contacto do novo selecionador nacional a dizer que gostava de estar comigo pessoalmente. Respondi que sim e agendámos para o final das minhas férias.

Encontrámo-nos na Cidade do Futebol onde o meu clube fazia estágio de pré-temporada.

O Selecionador disse-me nesse dia que contava comigo e que a minha presença era fundamental para o seu projeto. Apresentou-me, logo ali, um plano para a minha participação. Disse-me que jogaria o primeiro jogo e o último e que por razões de gestão física iria fazer sempre três a quatro mudanças por jogo.

Nessa altura colocou-me a hipótese de eu não viajar com a Seleção para Noruega e Dinamarca. Propôs-me que fizesse o primeiro jogo e ficasse em Portugal, para depois me juntar de novo antes do jogo do Dragão.

Recusei de imediato esta proposta. Parecia-me evidente que não a poderia aceitar. Não seria por não jogar os jogos no estrangeiro que deixaria de capitanear a nossa equipa. Esse privilégio de ficar em Portugal não seria um bom exemplo.

O Selecionador acabou por concordar com a minha análise.

Esta conversa foi acompanhada pelo Simão Coutinho, diretor Desportivo do Al Nassr, pessoa a quem reportava o atual selecionador durante toda a época passada e um dos responsáveis pela sua contratação pelo clube em 2025.

Na véspera do estágio começar o Selecionador deslocou-se a minha casa, em Lisboa, para ter nova conversa comigo, a seu pedido. A conversa foi tranquila e todos os princípios combinados em agosto foram mantidos.

Joguei o jogo de Alvalade, e apesar de substituído, não fiz nenhum problema. Coloquei a braçadeira eu mesmo ao Bruno Fernandes, longe de imaginar que pudesse estar a dar os últimos passos, como atleta e capitão da Seleção Nacional.

O importante desse dia, para mim, foi a nossa vitória. Ganhar é sempre bom, em Portugal e pelo meu País, ainda melhor.

À hora de almoço do dia do jogo na Noruega um adjunto do selecionador do veio à mesa onde o grupo estava a almoçar e informou-me que o Selecionador me queria falar.

Para minha absoluta surpresa, o selecionador perguntou-me se estava bem para jogar 30 minutos. Eu estava totalmente focado na minha recuperação física, integrado com os meus companheiros como sempre e a pensar que não jogaria naquele dia. Sem nenhum problema.

Este pedido era algo fora do meu plano de recuperação física e de treino – porque apenas iria jogar dia 4 no Dragão – mas obviamente disse que sim. Respondeu-me que então estivesse preparado porque jogaria 30 min.

O resto todos conhecem. Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado.

O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra.

No fim do jogo só queria que tudo acabasse com a vitória e ficar sozinho. Não fui cumprimentar os adeptos. Uma falha que é apenas da minha responsabilidade e que não deveria ter acontecido.

Peço desculpa aos portugueses que ali nos apoiaram intensamente, peço desculpa aos adeptos e peço desculpa aos que, sem serem portugueses, ali se possam ter deslocado para me ver e a quem eu possa ter desiludido.

Passado 48 horas tivemos uma conversa, eu, o Selecionador e o Simão Coutinho uma vez que tinha sido ele a acompanhar as nossas conversas de Agosto.

Foi um momento profundo, muito frontal, sem qualquer tipo de filtro.

Concordamos que só havia uma maneira de encerrar este “caso”: que o Selecionador repetisse o que acabara de me dizer ali em privado, na presença do Simão Coutinho, mas na Sala de Imprensa.

O que foi combinado era simples: o Selecionador começaria a conferência de imprensa por este tema, procurando encerrar o assunto contando a verdade.

Diria que nunca pedi para jogar minutos nenhuns, que foi o Selecionador e mais ninguém, quem me propôs o plano para este estágio e que foi um erro colocar-me a aquecer para não entrar e que se voltasse a acontecer não o faria.

Acabamos essa reunião com o Selecionador a pedir-me um abraço, a prometer-me que ia dizer na conferência o que acabara de me dizer a mim e que o assunto se ultrapassava.

Eu não jogaria na Dinamarca e jogaria o jogo do Dragão. Tudo isto na presença do Simão Coutinho, sempre.

A pedido do selecionador, decorreu depois uma reunião entre ele mesmo, o Simão Coutinho e o Tiago Craveiro em videoconferência, em que se resumiu aquilo que falámos.

Foi produzido um pequeno documento que eu mesmo validei e que, com o meu conhecimento, foi entregue ao Selecionador, tal como ele havia solicitado.

A conferência foi o que se conhece: a postura não teve nada a ver com a nossa reunião, ouvi expressões e uma agressividade que julgo não merecer, uma atitude de quero, posso e mando que nunca me manifestou, nem de perto nem de longe, em privado, na véspera.

As notas que validei eram as seguintes:

“Acho importante, até porque é a verdade, esclarecer algumas coisas antes de falar da Dinamarca:

1. Propus ao Cristiano eu mesmo, sem mais ninguém, um plano para ele, esta época desportiva, na Seleção Nacional. Foi uma conversa demorada e muito boa.

2. Sei o quanto ele vive e Ama a Seleção e o peso que tem no Mundo, mais ainda, o peso e a influência positiva que tem na Seleção há 24 anos consecutivos.

3. O plano que propus ao Cristiano foi aceite.

4. Ele nunca questionou as minhas opções. Foi exemplar, leal e profissional.

5. Do plano que tracei para ele não constava o jogo da Noruega. No entanto, senti que ele tinha conseguido recuperar fisicamente do primeiro jogo e avisei-o que poderia ter de o utilizar. O Cristiano concordou.

6. Errei ao colocar alguém da dimensão de Pelé ou Maradona a aquecer para depois não o colocar em jogo. Se fosse hoje não o faria.

7. Para encerrar o assunto: Eu quero o Cristiano na Seleção Nacional. Aliás não quero pouco, quero muito. Felizmente ele também acredita em mim. Acreditou no Al Nassr e aqui também.

8. Sobre não ter cumprimentado os adeptos. Já falámos sobre isso. Quem faz mais de 230 jogos pela Seleção não recebe de mim lições de Amor a Portugal. Foi um momento de frustração que não apaga coisa nenhuma. É o jogador que mais autógrafos dá, que mais selfies tira, que mais acarinha os adeptos. Não inventemos problemas onde eles não existem. Quando não estamos contentes reagimos. Foi só isso.”

Nenhuma destas notas dizia, portanto, que o selecionador me pedisse sequer desculpa.

Era a segunda vez, que me estava a faltar à palavra dada.

Decidi abandonar o estágio sem esperar por mais nenhuma quebra de palavra. Para mim a verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre as pessoas. Por muito que doa, que me digam a verdade.

Aliás, numa conversa que mantive com o Presidente da FPF e com o Selecionador na manhã do dia dessa conferência de imprensa, podem confirmar seguramente, reafirmei que se não me quisessem ali mo dissessem.

Bastava serem francos comigo. Eu aceitaria isso e prometi que prepararíamos algo bonito, como sonho que aconteça, e ninguém ficaria zangado.

Lembro-me como se fosse hoje. Responderam em uníssono que não. Que o meu lugar era na Seleção Nacional.

Nunca, em nenhum momento me intrometi em qualquer decisão técnica ou tática de qualquer treinador ou selecionador em quase 25 anos de carreira.

Aceito é melhor ou pior o que me propõem fazer. Respeito a decisão e quando me faltam à palavra, sinto que o meu lugar não é ali.

Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio.

Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do Selecionador, como poderá testemunhar quem assistiu a estas conversas, eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha.

Peço desculpa aos portugueses mais uma vez, mas a quebra da palavra tem, para mim, um impacto definidor.

Senti que, a partir dali, a minha permanência iria apenas prejudicar o grupo de trabalho e fiz o que sempre disse que faria se não me sentisse útil: peguei nas malas e saí.

A consequência deste meu ato deve ser avaliada e punida pela Federação Portuguesa de Futebol.

Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante.

Já pedi desculpa, mas sei que as atitudes têm de ter consequências. Quem está no futebol como estou sabe que, independentemente do estatuto de cada um, as regras são iguais para todos.

A este propósito, tenho ouvido muito falar em jogos de despedida, que tenho que ter uma despedida digna e que a Federação me quer dar essa oportunidade.

Aprendi na vida, com fome e sem nada para comer muitas vezes, que ninguém dá nada a ninguém.

Posso prometer a todos os meus fãs, naturalmente e em especial a todos os portugueses, que faremos um ou mais jogos de despedida, haverá tempo para isso.

Mas quando penso na seleção o que eu penso mesmo é em competir. Foi nisso que pensei no dia em que me deram a notícia da morte do meu Pai.

Estava em estágio da nossa Seleção e lá decidi ficar até terminar o jogo do dia seguinte. Fiz por isso pelo País o que jamais faria por clube algum.

Portanto se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção.

Esta é, acreditem, a mais pura das verdades.

Cristiano Ronaldo

6 de Outubro de 2026“

 

Com Agência Lusa.

Le replay de « Mike Desa sur Alfa »

Tous les lundis, prolongez le week-end avec Mike Desa et toute sa bande ! Au programme : du rire et des surprises. De quoi commencer la semaine avec le sourire et faire le plein d’énergie !

Réécoutez ci-dessous la première émission, celle du 5 octobre 2026 :

 

Avec Mike, Arnaud, Sabrina, Nadj et Didier
Invités : Henzo et MC DY

Protestos estudantis em França deixam adolescente de 15 anos sem uma mão

Um adolescente de 15 anos ficou gravemente ferido esta segunda-feira durante confrontos entre estudantes do ensino secundário e a polícia, na cidade de Lens, no norte de França. O jovem perdeu uma mão e parte do antebraço na sequência da explosão de uma granada de atordoamento.

De acordo com o jornal regional La Voix du Nord, o adolescente terá apanhado o dispositivo policial antes de este explodir. As autoridades locais confirmaram o incidente, mas não foram divulgados, até ao momento, todos os detalhes sobre as circunstâncias em que ocorreu.

O prefeito de Pas-de-Calais, François-Xavier Lauch, disse que entre 200 e 250 manifestantes estavam envolvidos nos confrontos e terão lançado objetos contra os agentes da polícia. O responsável não quis, contudo, pronunciar-se sobre a forma como o adolescente ficou ferido.

O incidente acontece numa altura de forte tensão entre estudantes e autoridades francesas. Os protestos, que começaram em meados de setembro na região de Paris, têm-se intensificado e chegaram entretanto a várias zonas do país.

Os estudantes contestam, entre outras questões, o financiamento do ensino, a sobrelotação das escolas e o estado degradado de algumas instalações. Para esta terça-feira está prevista uma manifestação de âmbito nacional convocada por um sindicato de alunos.

 

Polícia sob investigação

A atuação das forças de segurança está também a ser alvo de críticas por parte de organizações de defesa dos Direitos Humanos, que acusam a polícia de recorrer a meios considerados excessivos durante os protestos.

Entre os casos investigados está o de outro adolescente, de 16 anos, que sofreu uma lesão num olho. As autoridades estão a apurar a alegação de que terá sido atingido por uma bala de borracha disparada pela polícia contra uma concentração de manifestantes.

Os protestos já provocaram também o encerramento total ou parcial de cerca de 400 a 500 escolas secundárias em França.

Segundo o ministro da Educação, Édouard Geffray, 24 estabelecimentos de ensino foram incendiados ou saqueados e 78 membros do corpo docente ficaram feridos de forma intencional durante as manifestações.

« A nossa prioridade é restabelecer a ordem », afirmou a porta-voz do Governo, Maud Brégeon, à CNews.

O Executivo pretende ainda acelerar, a 27 de outubro, a tramitação de um projeto de lei que prevê responsabilizar financeiramente os jovens que provoquem danos materiais, ou os respetivos pais.

 

Milhares de detenções

Desde a última segunda-feira, cerca de 5.000 pessoas foram detidas no âmbito dos protestos. Cerca de 85% dos detidos são adolescentes.

Dezenas de pessoas ficaram feridas, entre professores e cidadãos, e os prejuízos materiais provocados durante os protestos estão estimados em vários milhões de euros.

A situação surge cerca de seis meses antes das eleições destinadas a escolher o sucessor de Emmanuel Macron na Presidência francesa.

O Governo e o Rassemblement National, partido de extrema-direita liderado por Marine Le Pen, acusam deputados e autarcas da França Insubmissa (LFI), partido de esquerda radical liderado por Jean-Luc Mélenchon, de contribuírem para o agravamento dos protestos.

A LFI rejeita essas acusações. O partido afirma que não incentivou a violência e acusa o Governo de utilizar politicamente a situação e de não responder aos problemas enfrentados pelos estudantes.

 

Com Agências e RTP.