« Passagem de Nível » na Rádio Alfa, Domingo 23 de março de 2025, Entre as 12h00 e as 14h00 com Artur Silva.
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Segundo Emmanuel Macron, a ideia não foi unânime mas vários países concordaram com o que chamou de « força de garantia ». Relativamente às sanções, os líderes europeus rejeitam ceder às exigências russas e estão a ponderar aumentar as sanções para reforçar a pressão sobre Moscovo.
Em conferência de imprensa no final da cimeira, Macron explicou que estas forças de segurança “não pretendem ser forças de manutenção da paz », nem « forças presentes na linha de contacto », nem « forças que substituam os exércitos ucranianos », mas forças « que forneceriam apoio a longo prazo e funcionariam como um impedimento a uma potencial agressão russa ».
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou que Portugal aprovou hoje uma resolução em Conselho de Ministros para autorizar a realização de despesa até “205 milhões de euros para apoio militar à Ucrânia”.
Em “Portugal, ao mesmo tempo que estávamos a realizar esta reunião, estávamos a decidir no Conselho de Ministros, em Lisboa, a autorização da despesa no valor de 205 milhões de euros, que concretiza o apoio militar em equipamento, em várias áreas que vão dotar as Forças Armadas ucranianas para poderem, não só continuar a fazer o seu combate, como assegurar, num processo de paz, toda a dissuasão para que a segurança da Ucrânia e da Europa esteja salvaguardada”, disse o primeiro-ministro à imprensa à saída do Palácio do Eliseu, Paris.
A reunião “coligação dos países dispostos” a apoiar a Ucrânia “mais uma vez acentua um espírito de união que se vive na Europa”, junto dos parceiros da União Europeia (UE) e a Aliança Atlântica, mas também com a Turquia, a Islândia, o Canadá, afirmou o chefe de Governo português.
Segundo Luís Montenegro, este esforço tem como objetivo “um processo de paz que possa trazer uma paz justa e duradoura com o envolvimento da Ucrânia, com o envolvimento da Europa”, mas também assegurando os compromissos dos aliados.
Esta resolução, “no quadro dos compromissos assumidos no acordo bilateral com a Ucrânia”, segundo o seu gabinete, foi anunciada em Paris durante a cimeira sobre a paz e a segurança para o país invadido pela Rússia em fevereiro de 2022.
Questionado quanto às sanções à Rússia, relativamente à pressão para um cessar-fogo no Mar Negro, Luís Montenegro afirmou são um “mecanismo de declaração, como de garantia de compromissos” no âmbito da União Europeia, sendo um “primeiro passo” no processo que pode “trazer um cessar fogo global, que se compagine com uma situação de paz plena, justa e douradora”.
“Nós estamos de acordo com aquela que tem sido a orientação da União Europeia e é nesse contexto que nos vamos manter. Não é ainda o tempo de fazer esse levantamento (de sanções), isso é claríssimo, não há nenhuma dúvida quanto a isso e, portanto, nós continuamos a renovar a cada meio ano as sanções e adequando-as a cada momento”, referiu o chefe do executivo.
Estas sanções garantem “a possibilidade de a Ucrânia ter uma recuperação e garante também que todo o flanco sul da Europa possa usufruir do abastecimento de bens agroalimentares que são essenciais”, acrescentou.
O primeiro-ministro sublinhou ainda o acompanhamento da situação de acordo com « as posições de todos os países”, tendo em conta as questões de “países terceiros, fora da União Europeia, como é o caso dos Estados Unidos”, que sob a administração do Presidente Donald Trump se têm aproximado da Rússia.
Questionado sobre o possível envio de militares para a Ucrânia no âmbito de um processo de paz, Montenegro disse que abordou este tema na reunião. Para Luís Montenegro, uma iniciativa nesse sentido deve ter « perspetivas de uma paz justa e duradoura » e deve considerar « medidas e garantias dos parceiros europeus e transatlânticos ».
“Portugal não vai estar fora desse esforço para precisamente, no âmbito dessas garantias, podermos ter uma política de dissuasão e de manutenção de segurança. Mas estamos longe ainda, muito longe dessa fase. Nós assumimos o nosso compromisso com os nossos parceiros”, afirmou o primeiro-ministro.
O chefe do Governo português foi recebido no Palácio do Eliseu, em Paris, às 09:42 horas locais (08:42 de Lisboa) pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, para a terceira cimeira da “coligação dos dispostos”, que reúne 33 representantes dos países dispostos a ajudar a Ucrânia.
Até ao momento, Portugal já anunciou 455 milhões de euros para a Ucrânia e oito milhões de euros em apoio humanitário, de acordo com o Ministério da Defesa.
Em 15 de março, o primeiro-ministro português já tinha participado por videoconferência na reunião de Londres com o objetivo de alcançar um cessar-fogo na Ucrânia, garantindo que Portugal estará ao lado dos seus aliados “para garantir a paz e a segurança hoje e no futuro”.
Com Agência Lusa e RTP.
O ex-Presidente Nicolas Sarkozy pode enfrentar até 10 anos de prisão, uma multa de 375 mil euros e uma pena de inelegibilidade até 5 anos.
Foram também requeridos pedidos de penas de prisão de seis e três anos, respectivamente, além de multas, contra seus ex-ministros, Claude Guéant e Brice Hortefeux, por ajudá-lo a « forjar » um pacto de corrupção com o ditador líbio Muammar Gaddafi.
Com AFP e BFMTV
Em conferência de imprensa, o procurador responsável pelo caso revelou ainda que o “corpo não se decompôs nas roupas encontradas” e o crânio apresentava ferimentos compatíveis com um “trauma facial violento”.
Estes dados, dizem as autoridades, dão força ao cenário de intervenção de terceiros na morte da criança.
Recorde-se que os avós maternos e tios da criança foram detidos esta semana – e entretanto já libertados – por suspeitas de homicídio voluntário e ocultação de cadáver. Um cenário que as autoridades ainda não descartam, apesar de não haver acusação.
Com Imprensa SicNotícias e BFMTV.
Morte do pequeno Émile. Avós e tios detidos por suspeitas de homicídio
Não está a ser auspiciosa a caminhada de ‘Deslocado’, dos Napa, rumo ao festival da Eurovisão, que este ano se realiza em Basileia, na Suíça, se tivermos em conta a evolução das hipóteses de sucesso aventadas pelas casas de apostas.
A canção vencedora do Festival da Canção tem descido paulatinamente no ranking mantido pelo site Eurovision World, que congrega palpites das principais casas de apostas, posicionando-se agora no lugar mais baixo de sempre: 28º entre 37 concorrentes.
A composição da banda madeirense vai apresentar-se na primeira semifinal do evento, a 13 de maio, a mesma eliminatória da favorita Suécia. Aqui, as casas de apostas são verdadeiramente pessimistas quanto ao sucesso de Portugal: ‘Deslocado’ é, neste particular, a canção com menores hipóteses de se apurar para a final: ocupa a 14ª posição, longe das primeiras 10, aquelas que permitem apuramento para a grande noite na arena St. Jakobshalle, a 17 de maio. As canções da Suécia, Estónia, Países Baixos, Albânia e Bélgica têm, segundo este indicador, as maiores hipóteses de chegar à final.
Na ‘tabela’ geral, Suécia e Áustria ocupam os primeiros lugares, reunindo um favoritismo de 24% e 22%, respetivamente. França, Israel e Países Baixos completam o top 10.
Com Blitz e SicNotícias.
« A França cumprirá os seus compromissos », garantiu Emmanuel Macron, depois de se reunir com Volodymyr Zelensky por uma hora e meia no Palácio do Eliseu, acrescentando que « a Ucrânia está a travar uma batalha que ultrapassa as suas fronteiras ».
Por essa razão, « a França está a enviar uma mensagem clara e inequívoca de apoio a toda a nação ucraniana » perante a agressividade da Rússia que « tem um impacto muito direto na segurança na Europa », disse o Presidente francês.
« Os ataques russos têm de parar », afirmou Macron, que considera que os últimos dias foram uma « fase decisiva » no conflito e que « o objetivo continua a ser uma paz duradoura ».
Com Agência Lusa.
De acordo com o mapa de nomeações da secção profissional do Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Catarina Campos, de 39 anos, vai dirigir o encontro entre os lisboetas e os vila-condenses, pouco mais de um mês e meio depois de se ter sido a primeira a chefiar uma equipa de arbitragem totalmente feminina nas competições profissionais, no jogo entre Paços de Ferreira e Feirense (1-2), da II Liga, em 15 de fevereiro.
A árbitra da associação de Lisboa repete agora o feito, juntamente com as assistentes Andreia Sousa e Vanessa Gomes, tendo Fábio Veríssimo como quarto árbitro, enquanto o videoárbitro (VAR) vai ser André Narciso, coadjuvado por Nuno Pires.
Internacional desde 2018, Catarina Campos faz parte da categoria de elite da UEFA há cerca de um ano e meio e vai estrear-se como árbitra principal na I Liga, depois de dois jogos no segundo escalão – arbitrou ainda a vitória do Benfica B no campo do Desportivo de Chaves (2-1), em 28 de fevereiro -, nas mais recentes experiências no futebol masculino.
Do seu currículo constam vários encontros no Campeonato de Portugal, quarto escalão nacional, e na Liga Revelação, ambos sob a tutela da FPF, bem como algumas partidas internacionais de caráter oficial, incluindo uma esta temporada na UEFA Youth League.
Na história já estava Andreia Sousa, de 38 anos, que se tornou a primeira assistente a figurar numa ficha de arbitragem de um jogo da I Liga em 13 de agosto de 2023, quando o Rio Ave triunfou na receção ao Desportivo de Chaves (2-0), da jornada inaugural da edição 2023/24.
Por ter finalizado a última época entre os quatro primeiros classificados na categoria de Árbitro Assistente C2 (AAC2), Andreia Sousa foi promovida ao quadro principal para 2024/25.
Na quinta-feira, a assistente operacional da área educativa com vínculo à Câmara Municipal de Lisboa arbitra o jogo entre Chelsea e Manchester City, da segunda mão dos quartos de final da Liga dos Campeões feminina de futebol.
A primeira mulher a arbitrar um jogo das competições nacionais masculinas seniores em Portugal foi Ana Raquel Brochado, que, em 17 de setembro de 2006, dirigiu o embate entre Bombarralense e Monsanto, da III Divisão.
O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) disse hoje à Lusa esperar que a inédita nomeação de Catarina Campos para a I Liga, no caso o jogo Casa Pia-Rio Ave, no sábado, inspire novas gerações.
Contactado pela Lusa, José Borges enalteceu a escolha da árbitra de Lisboa, de 39 anos, para o jogo da 27.ª jornada da I Liga, marcado para Rio Maior, pouco mais de um mês e meio depois de se ter sido a primeira a chefiar uma equipa de arbitragem totalmente feminina nas competições profissionais, no jogo entre Paços de Ferreira e Feirense (1-2), da II Liga, em 15 de fevereiro.
“Este é um momento que simboliza progresso, igualdade e reconhecimento do talento da arbitragem feminina em Portugal. Esta nomeação reflete o excelente trabalho desenvolvido ao longo dos anos no futebol feminino e a crescente valorização das nossas árbitras, que demonstram, jogo após jogo, competência, dedicação e profissionalismo”, afirmou José Borges.
No encontro, Catarina Campos, que no último mês e meio também foi pioneira ao arbitrar dois jogos da II Liga, vai contar com as assistentes Andreia Sousa e Vanessa Gomes.
“A APAF acredita que esta nomeação pode inspirar as novas gerações da nossa arbitragem”, rematou líder da APAF.
Na história já estava Andreia Sousa, de 38 anos, que se tornou a primeira assistente a figurar numa ficha de arbitragem de um jogo da I Liga em 13 de agosto de 2023, quando o Rio Ave triunfou na receção ao Desportivo de Chaves (2-0), da jornada inaugural da edição 2023/24.
O Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), agora liderado por Luciano Gonçalves, que presidia à APAF, nomeou ainda hoje Sandra Bastos para o jogo entre Benfica B e Académico de Viseu, da 27.ª jornada da II Liga.
A árbitra da associação de Aveiro, de 47 anos, que em 2019, se tornou na única portuguesa nomeada até agora para um Mundial feminino, vai ser a segunda a dirigir um jogo das competições profissionais nacionais, depois de Catarina Campos.
Sandra Bastos vai contar com Sandrine Bastos e Vasco Marques como assistentes nesse encontro, marcado para segunda-feira, às 18:00, enquanto Iancu Vasilica vai ser o quarto árbitro, estando Pedro Ferreira no VAR, auxiliado por Luciano Maia.
A primeira mulher a arbitrar um jogo das competições nacionais masculinas seniores em Portugal foi Ana Raquel Brochado, que, em 17 de setembro de 2006, dirigiu o embate entre Bombarralense e Monsanto (1-1), da III Divisão, então o quarto escalão nacional.
Com Agência Lusa.
Os prémios pelo desempenho desportivo ascendem a 440 ME, enquanto os de participação foram fixados em 486 ME, com os 12 clubes europeus, nos quais se incluem os dois portugueses, a recolherem a maior parte, entre 11,9 e 35,4 ME para cada, com base em critérios desportivos e comerciais.
Cada equipa sul-americana vai encaixar 14,1 ME, ligeiramente acima das provenientes de África, Ásia e América do Norte, Central e Caraíbas, que vão receber 8,8 ME, enquanto o único representante da Oceânia, o Auckland City – adversário do Benfica -, terá direito a 3,3 ME.
Cada vitória na fase de grupos rende o equivalente a 1,85 ME, o dobro do empate (926 mil euros), valores que disparam para 6,9 ME pela presença nos oitavos de final, 12,2 ME nos ‘quartos’, 19,5 ME nas meias-finais, enquanto o vencedor vai amealhar 37 ME e o finalista vencido 27,8 ME.
“Será também desenvolvido um programa de solidariedade sem precedentes, com o objetivo de redistribuir mais 250 milhões de dólares [231,6 ME] para o futebol em todo o mundo”, assinalou Infantino, especificando que todas as receitas do Mundial se manterão no universo dos clubes.
O FC Porto ficou integrado no Grupo A, em conjunto com Palmeiras, treinado pelo português Abel Ferreira, Al Ahly e o anfitrião Inter Miami, enquanto o Benfica vai defrontar Boca Juniors, Auckland City e Bayern Munique, no grupo C.