Passagem de Nível, magazine de informação na Rádio Alfa com coordenação e apresentação de Artur Silva, aos domingos entre as 12h-14h.
Redifusão na noite de terça para quarta-feira (seguinte) às 00h.
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Bukayo Saka, autor de um ‘hat-trick’, com golos aos 37, 45+1 e 87 minutos, o último de penálti, Declan Rice, aos três, Ezri Konsa, aos 18, e Jude Bellingham, aos 90+8, marcaram os golos dos três ‘leões’, que só fizeram melhor quando foram campeões em 1966.
Pela França, que chegou ao intervalo a perder por 4-0 e ainda reduziu para 4-3 e 5-4, marcaram Kylian Mbappé, aos 48 e 66 minutos, para passar a ser o melhor marcador da história do Mundiais, com 22, e isolar-se na liderança em 2026, com 10, e os suplentes Bradley Barcola, aos 54, e Ousmane Dembélé, aos 90+6.
Com Agência Lusa.
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A formação inglesa adiantou-se com um golo de Anthony Gordon, aos 55 minutos, mas os sul-americanos responderam na parte final, com tentos de Enzo Fernández, aos 85, e Lautaro Martínez, aos 90+2, ambos assistidos por Lionel Messi.
Na inédita final, marcada para domingo, pelas 15:00 locais (20:00 em Lisboa), no Estádio MetLife, em East Rutherford, a Argentina, que repete as finais de 1930, 1978, 1986, 1990, 2014 e 2022, defronta a Espanha, que bateu a França por 2-0.
Com Agência Lusa.
Nesta votação definitiva, em terceira leitura, o texto foi aprovado com 291 votos a favor e 241 votos contra, o que permitiu à câmara baixa aprovar a lei depois de um longo percurso, durante o qual a legislação recebeu por duas vezes o aval dos deputados, mas foi outras tantas vezes rejeitada pelo Senado (câmara alta), de maioria conservadora.
Na terça-feira, o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, tinha anunciado que, depois da votação definitiva, ia remeter ao Tribunal Constitucional vários dos aspetos mais controversos da lei, para que este se pronuncie sobre os mesmos.
A consulta de Lecornu vai centrar-se no prazo de reflexão previsto para os doentes antes de confirmarem a decisão de recorrer à eutanásia e nas disposições aplicáveis aos adultos sob tutela ou proteção judicial, em particular no que diz respeito à manifestação de um consentimento livre e informado, bem como ao papel das pessoas legalmente responsáveis pela sua proteção, de acordo com um comunicado.
Para o Governo francês, esta iniciativa é necessária porque, embora a Assembleia Nacional tenha realizado um debate aprofundado sobre o texto, o debater no Senado “não permitiu uma análise igualmente exaustiva”, de modo a conciliar as expectativas dos defensores da reforma com as preocupações dos detratores quanto à aplicação.
O executivo liderado por Lecornu indicou que a intervenção do Tribunal Constitucional deve fornecer “os esclarecimentos necessários” para garantir que a aplicação desta lei respeite plenamente os princípios constitucionais, em particular, a dignidade humana e a liberdade pessoal.
Durante o processo parlamentar, um dos principais pontos de discórdia foi o prazo de reflexão de dois dias para que o doente confirme o consentimento após a autorização médica.
O presidente do Senado, o conservador Gérard Larcher, tinha anunciado previamente a intenção de recorrer também ao Tribunal Constitucional assim que a lei fosse aprovada.
Com Agência Lusa.
Mikel Oyarzabal, aos 22 minutos, de grande penalidade, e Pedro Porro, aos 58, apontaram os tentos dos detentores do título europeu, que já haviam batido os gauleses nas meias-finais do Europeu de 2004 (2-1) e da Liga das Nações de 2025 (5-4).
Na final, marcada para domingo, pelas 15:00 locais (20:00 em Lisboa), no Estádio MetLife, em East Rutherford, a Espanha defronta o vencedor do jogo entre a detentora do troféu Argentina e a Inglaterra. No sábado, a França joga para o ‘bronze’.
Com Agência Lusa.
Tribuna do Mundial (Tribuna Desportiva durante a fase final do Mundial 2026) é um programa desportivo da Rádio Alfa às Segundas-feiras, entre as 21h e as 23h. Redifusão às zero horas, na noite de quarta para quinta-feira (seguinte).
Primeira Hora:
Segunda Hora:
Participaram na cerimónia mais de 6.600 militares, 193 cavalos, 130 aeronaves (entre aviões e helicópteros) e 315 veículos militares, num dos maiores desfiles realizados nos últimos anos.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, presidiu ao desfile pela décima e última vez enquanto chefe de Estado. Antes do início da parada, passou em revista as tropas junto ao Arco do Triunfo, acompanhado pela cavalaria da Guarda Republicana.
A Patrouille de France abriu o desfile aéreo, colorindo o céu de Paris com as cores da bandeira francesa. Seguiram-se aeronaves da Força Aérea francesa, incluindo caças Rafale, Mirage e aviões MRTT, bem como aviões de países parceiros, como a Alemanha, o Reino Unido e a Suécia.
A Marinha Nacional Francesa, que celebra este ano o seu 400.º aniversário, teve um lugar de destaque. Doze Rafale Marine e um avião de vigilância e comando E-2C Hawkeye voaram em formação de âncora, numa homenagem à história da força naval criada em 1626 por iniciativa do cardeal Richelieu.
No desfile terrestre participaram ainda 500 militares de 35 países, entre eles Portugal, que integram a Coligação dos Voluntários para a Ucrânia, incluindo 25 soldados ucranianos, que abriram a parada. Seguiram-se milhares de militares franceses das diferentes forças armadas, da Gendarmaria Nacional e das grandes escolas militares.
Entre os equipamentos apresentados estiveram viaturas Griffon, canhões Caesar e carros de combate Leclerc, acompanhados por sobrevoos de helicópteros, evidenciando a capacidade de cooperação entre os vários ramos das Forças Armadas francesas.
O desfile terminou com uma homenagem aos 400 anos da Marinha Nacional, protagonizada pelo Bagad de Lann-Bihoué, cujos músicos formaram o número 400 e uma âncora na animação final.
Com Agências e AI.
No seu tradicional discurso às Forças Armadas, na véspera do Dia Nacional de França ou também conhecido como o Dia da Bastilha – o último que fará já que está na reta final do seu segundo e último mandato presidencial -, Macron sublinhou que a Europa está a tornar-se uma potência e que tem de defender os seus valores.
« Sim, a paz é o nosso objetivo. Sim, valorizamos a liberdade e o Estado de Direito. E sim, estamos preparados para lutar para os defender sempre, mesmo que seja necessário derramar sangue », declarou.
Num contexto de « despertar estratégico » dos europeus para « assumir a responsabilidade pela autodefesa e pela ação », o presidente francês enfatizou os esforços de rearmamento empreendidos pela França desde que chegou ao poder, mesmo antes « de toda a turbulência » que se vive hoje.
« Mesmo antes de o Sahel mergulhar no caos, antes de o Médio Oriente entrar em chamas, antes de a guerra chegar a solo europeu, já tínhamos iniciado o nosso rearmamento, até antes do início desta guerra insensata que a Rússia trava contra a nação e a terra da Ucrânia », referiu.
Sublinhando considerar a guerra na Ucrânia como um exemplo para os conflitos atuais, Macron defendeu que aquele país está a dar à Europa uma « lição espetacular ».
Além disso, considerou que para a França e a Europa cumprirem os seus compromissos, devem estar preparados militarmente.
« São as guerras de hoje que devemos vencer », afirmou.
Em 2017, « anunciei-vos que o orçamento da Defesa seria aumentado, que os compromissos seriam honrados e que a França e as suas forças armadas cumpririam os seus deveres e responsabilidades. O compromisso foi cumprido, os factos comprovam-no e a História julgará », argumentou Macron.
O orçamento da Defesa francês duplicou durante os dois mandatos presidenciais de Emmanuel Macron e uma atualização da lei de despesas militares, aprovada pelo parlamento, aumentou em 36 mil milhões de euros o orçamento inicial de 400 mil milhões de euros previsto para o período de 2024-2030.
« Como europeus, devemos manter as nossas características específicas, os nossos processos de decisão, as nossas forças de intervenção e a nossa credibilidade », concluiu.
O presidente francês vai acolher hoje à tarde em Paris uma reunião da chamada Coligação da boa vontade sobre a Ucrânia. Esta coligação, lançada em 2025 por Paris em coordenação com o Reino Unido e que Portugal integra, reúne cerca de 30 países dispostos a fornecer garantias de segurança à Ucrânia para impedir uma nova agressão russa após o fim do atual conflito.
A reunião acontece na véspera do tradicional desfile militar do 14 de julho nos Campos Elísios, na capital francesa, que este ano contará com a participação de cerca de 500 soldados de países desta coligação.
Um total de 25 militares ucranianos também irão desfilar no cortejo militar.
Com Agência lusa.
Segundo as autoridades francesas, cerca de 500 bombeiros estão mobilizados no combate às chamas, apoiados por importantes meios aéreos, incluindo aviões bombardeiros de água Canadair. É a primeira vez que este tipo de aeronave é utilizado para combater um incêndio na região de Île-de-France.
O fogo teve origem junto a uma autoestrada durante a tarde de domingo e propagou-se rapidamente. Durante a noite, cerca de 400 bombeiros estiveram no terreno para tentar travar a progressão das chamas.
O ministro do Interior de França, Laurent Nuñez, deslocou-se ao local esta segunda-feira e afirmou que a origem do incêndio poderá ter sido criminosa, acrescentando que a investigação está em curso para apurar as causas do fogo.
A floresta de Fontainebleau, com cerca de 20 mil hectares, é uma das mais importantes áreas florestais da região parisiense e um dos espaços naturais mais visitados de França.
Com Agências.