Mundial2026: Ricardo Velho confortável com o papel de 27º jogador

O guarda-redes Ricardo Velho, que vai com Portugal ao Mundial2026 de futebol, mas ficará fora da lista de 26 jogadores inscritos, mostrou-se hoje confortável com essa situação, sem a considerar ingrata.

“Não estou numa posição ingrata. Estou aqui com muita felicidade e muito orgulho. Temos três grandes guarda-redes, comigo quatro. Espero não ter de ir para o banco por causa de uma lesão de um colega meu ou algo do género. Estou muito orgulhoso com esta oportunidade”, afirmou Ricardo Velho.

O guardião de 27 anos, que falava em conferência de imprensa na Cidade do Futebol, em Oeiras, foi convocado pelo selecionador Roberto Martínez para o próximo Campeonato do Mundo e fará parte da comitiva lusa que vai estar no Estados Unidos, mas nos dias dos jogos terá de ficar na bancadas, já que vai ficar excluído da lista final de 26 jogadores inscritos na FIFA.

Durante o torneio, Velho só terá oportunidade de entrar na ficha de jogo caso um dos restantes três guarda-redes (Diogo Costa, Rui Silva e José Sá) tenham uma lesão e fiquem impedidos de atuar até final da prova.

“Quero ajudar da forma que for possível. Na bancada, no balneário, nos treinos. Não há mais prazer do que representar a nossa seleção. É um sonho meu, de toda a minha família, de todos os portugueses. Estou preparado para ajudar”, frisou.

O guarda-redes dos turcos do Gençlerbirligi mostrou-se ainda confiante num bom desempenho de Portugal no Mundial2026.

“Tenho a certeza de que vamos fazer um grande Campeonato do Mundo e estamos prontos para fazer um grande Mundial. Poder ganhar uma competição destas seria algo fantástico”, confessou Ricardo Velho, que somou a sua primeira e até agora única internacionalização em 31 de março, num particular com os Estados Unidos (2-0), em Atlanta.

Na preparação para o próximo Campeonato do Mundo, o nono da sua história, sétimo seguido, Portugal vai realizar dois particulares, primeiro no sábado, com o Chile, no Estádio Nacional, em Oeiras, e, depois, com a Nigéria, no dia 10 de junho, em Leiria.

Depois de viajar no dia 12 para Palm Beach, em Miami, na Florida, onde vai ‘montar’ o seu centro de estágio, a seleção nacional vai disputar o Grupo K e tem estreia marcada para 17 de junho frente à República Democrática do Congo, em Houston, numa partida com início agendado para as 12:00 (19:00 horas de Paris).

Segue-se o estreante Uzbequistão em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 (19:00), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia em Miami, num jogo que começa às 19:30 (01:30 de 28 de junho).

O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

 

Com Agência Lusa.

Pedro Abrunhosa marca quatro concertos pela Europa até março

O músico Pedro Abrunhosa, acompanhado pela banda Comité Caviar, vai dar quatro concertos pela Europa entre dezembro e março do próximo ano, anunciou hoje o agenciamento do artista.

Em comunicado, a Sons em Trânsito revelou que estão marcados concertos em Genebra, na Suíça, no dia 09 de dezembro deste ano, Luxemburgo, já em 19 de fevereiro de 2027, Londres, no dia 05 de março, e Paris, dois dias depois.

Os concertos internacionais acrescem à agenda nacional de Abrunhosa, que conta com atuações previstas para Faro, Alcobaça, Póvoa de Varzim, Sintra, Évora, Braga, Coimbra, Santa Maria da Feira, Santarém e Viana do Castelo, entre outubro deste ano e fevereiro do próximo.

A digressão “Inverbo” vai atravessar “fronteiras para unir os novos temas aos clássicos incontornáveis que marcam a sua carreira”.

“É o regresso de Pedro Abrunhosa aos palcos internacionais, reafirmando a força da sua narrativa e a universalidade das suas autorias que continuam a emocionar o público e a marcar o seu tempo”, pode ler-se no comunicado.

 

Com Agência Lusa.

Mundial2026: Rúben Neves em grande forma e com os olhos postos no título

O médio Rúben Neves afirmou hoje que chega ao Mundial2026 de futebol a viver o melhor momento da carreira e reforçou a candidatura de Portugal a vencer pela primeira vez o torneio.

“Sinto-me fisicamente na melhor fase da minha carreira. A época também correu bem em termos de golos e espero conseguir trazer isso para a seleção”, afirmou Rúben Neves, em conferência de imprensa, na Cidade do Futebol, em Oeiras, minutos antes do primeiro treino de Portugal.

Em 2025/26, o jogador de 29 anos assinou 12 golos pelo Al Hilal, a época mais concretizadora da carreira, mas tem apenas um nos 65 jogos que já fez pela seleção nacional.

Sobre o Mundial2026, Neves frisou que o grande objetivo é mesmo vencer a competição e defendeu que Diogo Jota, que faleceu em julho de 2025 num acidente de viação, pode dar uma “força extra” em determinados momentos.

“O título é o nosso grande objetivo. É o objetivo de todos os jogadores. A nossa convicção é que só vamos regressar a Portugal depois do dia da final. Há muita expectativa, mas também responsabilidade. Sabemos que vai ser difícil. Há muitos fatores em jogo, mas a nossa convicção é vencer”, referiu.

Com Portugal a viajar para o Campeonato do Mundo com o estatuto de candidato a vencer a competição, o médio afastou qualquer tipo de pressão e também rejeitou a ideia de esta ser a melhor seleção lusa de sempre.

“Os jogadores estão habituados à pressão. Jogam em grandes clubes. Somos um grupo jovem, mas experiente. Sabemos das nossas qualidades e sabemos que podemos chegar as grandes conquistas. Agora, é difícil dizer que somos a melhor seleção de sempre. Portugal ganhou o Euro2016”, lembrou.

Rúben Neves prepara-se para disputar o segundo Campeonato do Mundo da carreira e admitiu que na sua primeira participação, no Mundial2022, que decorreu no Qatar, foi difícil lidar com os nervos.

“O meu primeiro Mundial foi a competição que eu mais me senti nervoso e ansioso para participar. Já disse isso a várias pessoas. Nessa altura, os jogadores mais experientes ajudaram-me e é isso que agora vamos fazer com os mais jovens”, garantiu.

Neves mostrou-se ainda a favor das novas regras da FIFA, destacando como positivo a introdução de tempos limites nas substituições e também na assistência médica.

Na preparação para o próximo Campeonato do Mundo, o nono da sua história, sétimo seguido, Portugal vai realizar dois particulares, primeiro em 06 de junho com o Chile, no Estadio Nacional, em Oeiras, e depois com a Nigéria, em 10 de junho, em Leiria.

Depois de viajar no dia 12 para Palm Beach, em Miami, na Florida, onde vai ‘montar’ o seu centro de estágio, a seleção nacional vai disputar o Grupo K e tem estreia marcada para 17 de junho frente à República Democrática do Congo, em Houston, numa partida com início agendado para as 12:00 (19:00 horas de Paris).

Segue-se o estreante Uzbequistão em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 (19:00), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia em Miami, num jogo que começa às 19:30 (01:30 de 28 de junho).

O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

 

Com Agência Lusa.

« PASSAGE À NIVEAU » – Emissão de 31 Maio de 2026

Passagem de Nível, magazine de informação na Rádio Alfa com coordenação e apresentação de Artur Silva, aos domingos entre as 12h-14h.

Redifusão na noite de terça para quarta-feira (seguinte) às 00h.

Ou aqui:

 

Passagem de Nível – Domingo 31 Maio de 2026. Os destaques

 

Proteção Civil alerta que ordenamento e abandono do interior agravam extinção dos incêndios

O Comandante Nacional da Proteção Civil admite à RTP Antena 1 que o ordenamento do território e o abandono do interior, combinados com as alterações climáticas trazem dificuldades acrescidas a quem tem de prevenir e travar os fogos.

« O ordenamento do território que temos » e « o abandono sobretudo do interior vai-nos causar cada vez mais problemas do ponto de vista da extinção dos incêndios », reconhece Mário Silvestre.

Estas dificuldades agarradas às condições meteorológicas, « fruto das alterações climáticas, darão cada vez mais complexidade » no combate aos fogos, acrescenta.
Com vários planos estipulados, o comandante nacional garante que a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil está pronta para as próximas semanas.

No dia em que arranca a fase ‘Charlie’ de combate aos fogos, período que corresponde ao período de maior risco de incêndios rurais, afirma que as ignições são a maior preocupação das autoridades.

Mário Silvestre diz que o país tem de procurar baixar o número de situações em que começam incêndios, pedindo um comportamento responsável dos cidadãos.

A partir de hoje e até ao final do mês passam a estar disponíveis 13.335 operacionais que integram 2.265 equipas dos vários agentes presentes no terreno. No dispositivo incluem-se também 2.969 veículos e 78 meios aéreos, além de três helicópteros da AFOCELCA (empresa privada de proteção florestal vocacionada para o combate a incêndios rurais).
Há ainda dois helicópteros Black Hawk da Força Aérea que vão estar este ano pela primeira vez ao serviço do combate aos fogos rurais.
Com RTP Antena 1.

PSG celebra segundo título europeu entre multidões, Elysee e um Parque dos Príncipes em festa

O Paris Saint-Germain viveu este domingo uma jornada histórica de celebrações, após conquistar a sua segunda Liga dos Campeões, numa receção triunfal desde o regresso a Paris até à grande festa final no Parque dos Príncipes.

Depois de uma curta noite em Budapeste, os campeões europeus regressaram a França ao início da tarde. O avião da Qatar Airways, decorado especialmente com as cores da Liga dos Campeões, aterrou no aeroporto Roissy-Charles-de-Gaulle pouco antes das 16h30.

À chegada, o presidente Nasser Al-Khelaïfi e o capitão Marquinhos foram os primeiros a surgir, exibindo o troféu da Liga dos Campeões perante os adeptos e os meios de comunicação. Seguiram-se o treinador Luis Enrique, o conselheiro desportivo Luis Campos, os jogadores e restante equipa técnica, que embarcaram em autocarros personalizados com a inscrição “Campeões da Europa”.

A comitiva parisiense, fortemente escoltada pelas forças de segurança, dirigiu-se depois para o centro da capital francesa. Ao longo do percurso pela autoestrada A1, centenas de adeptos saudaram os jogadores, muitos deles posicionados em pontes e bermas da estrada com bandeiras e fumos vermelhos e azuis.

Mais de 100 mil adeptos no Champ-de-Mars

Junto à Champ de Mars, perto da ‘Tour Eiffel’, mais de 100 mil adeptos aguardavam a chegada dos novos campeões europeus. Num ambiente de grande entusiasmo, os cânticos e a festa dominaram durante horas.

Um tapete vermelho e azul, com cerca de 620 metros, foi montado para permitir a passagem dos jogadores até ao palco principal. Com o troféu nas mãos, Marquinhos liderou o desfile ao lado de Luis Enrique, Nasser Al-Khelaïfi e Luis Campos, enquanto vários jogadores erguiam a taça perante os adeptos.

No palco, Al-Khelaïfi dirigiu-se à multidão, agradecendo o apoio dos adeptos e apelando a celebrações tranquilas, sublinhando que o clube passa agora a ostentar duas estrelas no emblema, simbolizando os dois títulos europeus conquistados.

Receção oficial no Palácio do Eliseu

Após a festa no Champ-de-Mars, a delegação seguiu para o Élysée Palace, onde foi recebida pelo Presidente francês, Emmanuel Macron.

Antes da receção oficial, os jogadores posaram nas escadarias do palácio presidencial com o troféu da Liga dos Campeões, envergando camisolas especiais de duas estrelas com a inscrição “Back to Back”, numa referência ao feito histórico alcançado pelo clube parisiense.

Parque dos Príncipes encerra dia de festa

A última etapa das celebrações aconteceu no ‘Parc des Princes’, onde cerca de 45 mil adeptos aguardavam os campeões europeus.

Antes da chegada da equipa, o público assistiu a várias atuações musicais, incluindo dos artistas Big Ali, SDM e Fally Ipupa.

O clube aproveitou ainda o momento para homenagear antigos jogadores como Javier Pastore, Guillaume Hoarau, Bernard Mendy, Clément Chantôme e Fabrice Pancrate, que regressaram ao relvado do estádio sob fortes aplausos dos adeptos.

Assim terminou um dia inesquecível para o PSG, marcado por uma enorme mobilização popular e pela celebração de um feito histórico no futebol europeu.

Com BFMTV e Agências.

Giro: Vingegaard é o oitavo a ganhar as três ‘grandes’, Eulálio conquista a juventude

Jonas Vingegaard tornou-se hoje no oitavo ciclista a vencer as três grandes Voltas, ao conquistar o 109.º Giro, no qual o português Afonso Eulálio foi o melhor jovem e acabou na sexta posição da geral.

Único favorito à partida para esta Volta a Itália, o dinamarquês da Visma-Lease a Bike, de 29 anos, confirmou hoje o seu triunfo, vencendo a prova logo na primeira participação e juntando-se a Jacques Anquetil, Felice Gimondi, Eddy Merckx, Bernard Hinault, Alberto Contador, Vincenzo Nibali e Chris Froome, os outros ciclistas que conquistaram as três ‘grandes’.

Ao concluir a 21.ª e última etapa de um Giro que começou em 08 de maio, em Nessebar (Bulgária), Afonso Eulálio tornou-se no segundo português a sagrar-se melhor jovem na ‘corsa rosa’, depois de João Almeida, em 2023, e o terceiro a conquistar uma camisola, já que Ruben Guerreiro foi ‘rei da montanha’ em 2020.

Aos 24 anos, o figueirense da Bahrain Victorious, que liderou o Giro durante nove etapas e foi sexto na geral final, é também o terceiro melhor ciclista nacional na geral da ‘corsa rosa’, sendo superado apenas por João Almeida, que soma três lugares no top 6, e José Azevedo, quinto em 2001.

A última etapa foi ganha pelo italiano Jonathan Milan (Lidl-Trek), que se impôs no final dos 131 quilómetros com início e final em Roma, com o tempo de 03:05.50 horas, à frente do compatriota Giovanni Lonardi (Polti VisitMalta) e do francês Paul Penhoët (Groupama-FDJ).

Vingegaard, vencedor das edições de 2022 e 2023 do Tour e campeão em título da Vuelta, vai subir ao pódio final da 109.ª Volta a Itália juntamente com o austríaco Felix Gall (Decathlon), segundo, e o australiano Jai Hindley (Red Bull-BORA-hansgrohe), o campeão de 2022 e ‘vice’ de 2020 que desta vez foi terceiro.

O líder da Visma-Lease a Bike deixou Gall, em estreia em pódios das grandes Voltas, a 05.22 minutos, e Hindley a 06.25, com Eulálio a acabar a 09.39 do vencedor.

Hoje, ao concluir a etapa no pelotão, Nelson Oliveira, o ciclista português com mais participações em grandes Voltas, igualou o polaco Sylwester Szmyd, que também completou 23 sem qualquer desistência. O veterano da Movistar acabou na 66.ª posição da geral, a 03:38.31 horas de Vingegaard.

Estreante em grandes Voltas, António Morgado (UAE Emirates) foi hoje 22.º, fechando a geral como 125.º, a 05:25.56 horas do ‘maglia rosa’.

 

Com Agência Lusa.

INCIDENTES APÓS A VITÓRIA DO PSG NA LIGA DOS CAMPEÕES

A vitória do Paris Saint-Germain na final da Liga dos Campeões, na noite de sábado, foi marcada por vários incidentes em França. Registaram-se também desacatos e episódios de violência em várias zonas do país.

O ministro do Interior francês, Laurent Nuñez, afirmou este domingo, 31 de maio, que a situação esteve “globalmente sob controlo”, mas confirmou um balanço pesado da noite: um morto, centenas de detenções e vários estabelecimentos comerciais saqueados.

Segundo as autoridades, foram efetuadas cerca de 780 interpelações em todo o território francês, na sequência dos confrontos e atos de vandalismo registados após o triunfo do PSG.

Em Paris, o Ministério Público confirmou a morte de um jovem, nascido em 2002, cerca da uma da manhã. O homem seguia numa moto de cross quando embateu em blocos de betão colocados numa saída do boulevard périphérique, junto à Porte Maillot, no décimo sexto bairro da capital francesa.

As barreiras, com cerca de um metro de altura e devidamente sinalizadas, tinham sido instaladas pelos serviços da Câmara Municipal de Paris para impedir o acesso ao ‘anel’ viário.

As autoridades continuam a investigar as circunstâncias do acidente, enquanto prossegue também o levantamento dos danos provocados pelos desacatos registados após a conquista inédita do PSG na Liga dos Campeões.

As forças de segurança efetuaram 780 detenções em todo o território francês, das quais 480 ocorreram na área da Prefeitura da Polícia de Paris, revelou o ministro do Interior, Laurent Nuñez. Destas detenções, resultaram 457 casos de custódia policial.

Na capital francesa, 277 pessoas foram colocadas sob custódia, entre elas 195 adultos e 82 menores, segundo o Ministério Público de Paris.

Os números representam um aumento significativo face ao ano passado. Após a anterior conquista do Paris Saint-Germain na Liga dos Campeões, tinham sido registadas 592 detenções, incluindo 491 em Paris.

Segundo as autoridades, verifica-se assim uma subida de cerca de 32 por cento no número de interpelações relacionadas com os festejos do segundo título europeu do clube parisiense.

Com BFMTV e Agências.

Roland Garros: Português Jaime Faria eliminado na terceira ronda

O tenista português Jaime Faria foi hoje eliminado na terceira ronda de Roland Garros, depois de perder com o norte-americano Frances Tiafoe, na terceira ronda do segundo Grand Slam da temporada.

O número dois português e 115.º do ranking mundial perdeu com Frances Tiafoe, 22.º, por 4-6, 6-7 (2-7), 7-6 (7-4), 6-1 e 6-2, em quatro horas, caindo ao sexto encontro em Paris, depois de ter ultrapassado três rondas de qualificação.

Jaime Faria podia ser o primeiro português a atingir os oitavos de final em Roland Garros e o terceiro em ‘majors’, depois de João Sousa e Nuno Borges.

Pela segunda vez nos oitavos de final em Paris, Tiafoe vai defrontar o italiano Matteo Arnaldi (104.º), que afastou o belga Raphael Collignon (102.º).

 

Com Agência Lusa.

Luís Montenegro reeleito presidente do PSD com 94,8% dos votos

Luís Montenegro foi hoje reeleito presidente do PSD com 94,8% dos votos em eleições diretas no partido, às quais concorreu sem oposição interna, para um mandato de dois anos na liderança dos sociais-democratas.

De acordo com os dados divulgados pelo Conselho Nacional de Jurisdição do PSD, num total de 56.868 militantes inscritos, votaram 15.261. Luís Montenegro obteve 14.467 votos e registaram-se ainda 525 votos em branco e 269 nulos.

As “diretas” para o cargo de presidente da Comissão Política Nacional do PSD decorreram em simultâneo com a eleição dos delegados ao 43.º Congresso Nacional, marcado para 20 e 21 de junho em Anadia, no distrito de Aveiro.

Primeiro-ministro desde 02 de abril de 2024, Luís Montenegro foi eleito pela primeira vez presidente do PSD em 28 de maio de 2022, numa eleição em que derrotou com mais de 72% dos votos o antigo dirigente social-democrata Jorge Moreira da Silva. Foi depois reeleito em 2024, tal como desta vez sem adversários.

Há dois anos, votaram nas eleições diretas para presidente da Comissão Política Nacional (CPN) 16.602 militantes, de um universo de 41.863 militantes com capacidade eleitoral. Ou seja, nas eleições diretas de 2024 votaram mais militantes, num universo eleitoral mais pequeno do que o atual.

Nestes dois mandatos de liderança de Luís Montenegro, o PSD disputou e venceu duas legislativas antecipadas em coligação com o CDS-PP, regressando ao Governo em abril de 2024. Perdeu as eleições europeias nesse mesmo ano, mas venceu as autárquicas em 2025 – recuperando a presidência da Associação Nacional de Municípios e de Freguesias -, bem como as regionais na Madeira e nos Açores.

Na moção com que se recandidata à liderança do partido, intitulada “Trabalhar – Fazer Portugal Maior”, Luís Montenegro afirma que manterá o compromisso de “não ter uma solução de governo nem com o Chega, nem com o PS”, mas considera ser absurdo falar de “cercas sanitárias” no parlamento.

“O sentido do ‘não é não’ com o Chega é o mesmo do ‘não ao bloco central’ com o PS”, salienta, acrescentando que “não estabelecer um acordo de governação não pode, nem deve significar rejeição de diálogo e negociação política”.

Em especial no parlamento, propõe-se “continuar o diálogo político com as oposições e de forma particular com os dois partidos que na oposição têm representação suficiente para viabilizar iniciativas”, ou seja Chega e PS.

Na primeira apresentação pública da moção, em Sintra (Lisboa), o presidente do PSD admitiu que ainda tem a maioria absoluta “na mira”, apesar de defender o cumprimento da legislatura até 2029.

Num Conselho Nacional no início de março, o líder do PSD e também primeiro-ministro surpreendeu o partido ao anunciar que iria propor a realização de diretas em maio (em vez de em setembro, como em 2024), de forma a coincidirem com os quatro anos da sua primeira eleição, em 28 de maio de 2022.

Luís Montenegro desafiou então quem tivesse um “caminho diferente e alternativo” a apresentar-se, no que foi interpretado como uma resposta a Pedro Passos Coelho, numa altura em que o antigo chefe do Governo e ex-presidente social-democrata iniciou uma série de intervenções críticas em relação à atuação do atual Governo PSD/CDS-PP.

Pedro Passos Coelho esclareceu pouco dias depois que não seria “candidato a coisíssima nenhuma”, dizendo que, se um dia o vier a ser, será apenas por um “imperativo de consciência”.

 

Com Agência Lusa.