Mundo do futebol consternado com a morte do italiano Davide Astori

Mundo do futebol consternado com a morte do italiano Davide Astori

<> at Coverciano on November 6, 2017 in Florence, Italy.

A morte do internacional italiano Davide Astori, em circunstâncias ainda por explicar, está a gerar uma onde de consternação no mundo do futebol, com as mais altas instâncias e grandes figuras da modalidade a lamentarem o sucedido.

O guarda-redes Gianluigi Buffon, ‘capitão’ da Juventus, deixou uma das mensagens mais emotivas, elogiando “o altruísmo, a elegância e a educação” de Astori, com quem partilhou o balneário da seleção transalpina, entre 2011 e 2017.

“A tua filha merece saber que o pai era uma pessoa boa, uma grande pessoa. Eras a melhor expressão de um mundo passado, que valorizava a elegância, a educação e o respeito pelo próximo”, escreveu Bufffon, acrescentando: “Foste um dos melhores representantes do futebol que conheci”.

A FIFA lamentou no Twitter a partida prematura do ‘capitão’ da Fiorentina, encontrado morto num hotel no qual a equipa estava concentrada para o jogo com a Udinese, com a frase: “Os nossos pensamentos estão com a família e amigos de Davide Astori, que morreu aos 31 anos de idade”.

Também a UEFA, usou a rede social Twitter para reagir à notícia, que já levou a Liga italiana a adiara todos os encontros previstos para hoje da 27.ª jornada do principal campeonato transalpino.

“As nossas mais sinceras condolências à família e amigos do ‘capitão’ da Fiorentina e internacional italiano Davide Astori”, lê-se no Twitter do organismo máximo do futebol europeu.

A Federação Internacional de Futebolistas Profissionais (FIFPro) já se associou à onde de consternação, enviando “os mais sentidos pêsames” à família do jogador.

Davide Astori, nascido em San Giovanni Bianco, na província de Bérgamo, há 31 anos, atuava na Fiorentina desde 2015/2016, depois de passagens pelo AC Milan, clube em que se formou, Pergolettese, Cremonese, Cagliari e Roma.

O ‘capitão’ da Fiorentina representou por 14 vezes a ‘squadra azzurra’, tendo marcado um golo, ao Uruguai (3-2 nos penáltis, após 2-2 nos 120 minutos), no jogo de atribuição do terceiro lugar da Taça das Confederações de 2013, no Brasil. Alfa/Lusa.

Nelson Évora conquista medalha de bronze no triplo salto

Nelson Évora conquista medalha de bronze no triplo salto

O português Nelson Évora conquistou hoje a medalha de bronze dos Mundiais de atletismo em pista coberta, em Birmingham, Inglaterra, batendo o recorde nacional ‘indoor’, com 17,40 metros.

Évora, que chegou a liderar a prova, com uma marca que era na altura a melhor do ano, ficou a três centímetros do norte-americano Will Claye (17,43), medalha de prata nas duas últimas edições dos Jogos Olímpicos, e a um do brasileiro Almir dos Santos (17,41).

O atleta do Sporting conquistou a 13.ª medalha para Portugal em Mundiais de pista coberta e a primeira desde 2010, quando Naide Gomes conquistou a prata no salto em comprimento. Alfa/Lusa.

Aves vence Portimonense e afasta-se da zona de descida

Aves vence Portimonense e afasta-se da zona de descida

O Desportivo das Aves recebeu e venceu o Portimonense por 3-0, no jogo que encerrou a 25ª jornada da I Liga de futebol, resultado que deixa os avenses mais distantes da zona de descida.

Um golo de Rodrigo, aos 26 minutos, abriu o caminho da vitória, tendo Nildo Petrolina, aos 47, e Derley, aos 83, anotado os restantes dois tentos do triunfo avense.

Com esta vitória, o Desportivo das Aves sobe a 13º com 25 pontos, agora mais quatro do que as duas equipas situadas abaixo da linha de despromoção, enquanto o Portimonense fecha a jornada no 12.º posto com 27. Alfa/Lusa.

Resultados da 25ª jornada da I Liga:

– Sexta-feira, 02 mar:

FC Porto – Sporting, 2-1

Sábado, 03 mar:

Feirense – Boavista, 3-0

Benfica – Marítimo, 5-0

Estoril Praia – Sporting de Braga, 0-6

– Domingo, 04 mar:

Tondela – Desportivo de Chaves, 2-0

Moreirense – Paços de Ferreira, 2-0

Vitória de Setúbal – Rio Ave, 1-0

Vitória de Guimarães – Belenenses, 0-0

– Segunda-feira, 05 mar:

Desportivo das Aves – Portimonense, 3-0.

Alerta ao Vinho do Porto. A queda do império francês

Em 10 anos, a exportação de vinho do Porto para França perdeu oito milhões de garrafas e 17 milhões de euros. Resultado: em 2017 Portugal bateu a França no campeonato das receitas. Mas no consumo os franceses seguem destacados. A Porto Cruz é a marca que lidera destacada o mercado francês. O CONSUMO do vinho do Porto está em queda. PRODUTO CODIFICADO, IMAGEM ENVELHECIDA – Vinho do PORTO « sofre de défice de comunicação ».
Alfa/Expresso – por ABÍLIO FERREIRA

 

No ano em que os Beatles encantavam o mundo com ‘Love Me Do’ (1963), o vinho dos ingleses, produzido no Douro e engarrafado no Porto, confirmava que nos negócios a realidade é feita de mudança.

A Inglaterra, que sempre funcionara como placa distribuidora do vinho do Porto, perdia a liderança para França. Cinquenta e quatro anos depois, Portugal vence, em valor, à tangente (800 mil euros).

No campeonato vinícola, a nova ordem impôs-se em 2017, confirmando o desempenho dececionante do mercado francês.

Em 10 anos, o sector reduziu em França de 90 para 73 milhões de euros (19%). Em volume, perdeu oito milhões de garrafas (23%). No consumo (e as garrafas levam vinho e não euros) a França permanece destacada: compra 2,2 milhões de caixas de 12 garrafas contra 1,4 milhões do mercado português.

PRODUTO CODIFICADO, IMAGEM ENVELHECIDA
Como se explica este declínio que inquieta e sobressalta os operadores? A tendência « acentuou-se nos últimos anos, afeta outros mercados maduros, como a Bélgica, Holanda e Reino Unido e confirma que o sector não soube responder à mudança de hábitos de consumo », responde Jorge Dias, diretor-geral da Porto Cruz.

A marca, detida pelo conglomerado La Martiniquaise, representa metade das vendas em França e faz neste mercado dois terços do seu negócio (30 milhões de garrafas).

Jorge Dias acredita que a gama alargada com que o Porto lida ajuda « a atenuar queda ». Mas, « sofre de défice de comunicação ». É um vinho « demasiado codificado, com uma imagem envelhecida, que torna difícil a comunicação a novos segmentos de consumidores ».

A Cruz aplica 10% da receita em campanhas promocionais mas reconhece que as margens esmagadas não deixa espaço para campanhas massivas.

Neste « cenário de preocupação », Jorge Dias cita um elemento de alarme: a redução, em 2017, das marcas dos importadores foi de 12%. Esta pressão « ameaça a rentabilidade dos produtores no Douro » que não beneficiam do acréscimo de valor das categorias especiais.

CONSUMO DE VINHO EM QUEDA
O consumo de vinho em França está em queda (redução de 15% em oito anos) e o Porto não escapa ao movimento. Manuel Cabral, presidente, presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) reconhece que as « campanhas contra o consumo, em especial de vinhos com alto teor alcoólico » é uma das principais causas, admitindo até que o Porto tenha resistido melhor do que outros generosos concorrentes.

Manuel Cabral cita ainda como causas do declínio « a redução do consumo do mercado da saudade », o agravamento, em 2012, da taxa sobre as bebidas com teor mais elevado e a imagem de aperitivo barato. Cabral congratula-se com « a evolução positiva do preço médio » do mercado francês.

E classifica de « momento histórico » a subida de Portugal ao pódio, um estímulo original, tendo em conta a vocação exportadora que sempre orientou o vinho do Porto. As vendas em Portugal incorporam uma dose de exportação disfarçada, pelo efeito do turismo. É por isso que 340 anos depois do registo da primeira remessa para o exterior (1678), o mercado doméstico subiu ao primeiro lugar do pódio.

A receita em Portugal acelerou ao ritmo do fluxo turístico – de 50 milhões (2011) para 74 milhões (2017). Mas, Manuel Cabral explica a prosperidade doméstica também pelo « novo interesse dos portugueses pelas categorias especiais » de um vinho que « carrega uma imagem de portugalidade » e beneficia do « orgulho nacional » que percorre o país.

INSISTIR NA PROMOÇÃO
António Saraiva, presidente da Associação das Empresas de Vinho do Porto (AEVP) e administrador da Rozès (grupo Vranken Pommery) exprime o sentimento do sector. O declínio é « muito preocupante » e precisa de ser combatido. No mercado francês, o Porto « desfruta de grande notoriedade, mas sofre imagem de ser um aperitivo de baixo custo, com uma clientela envelhecida ».

Como combater o declínio e recuperar o brilho perdido? IVDP e AEVP concordam é preciso conquistar agentes comerciais e líderes de opinião, promovendo « campanhas para seduzir novos públicos, programas dirigidos a sommeliers com propostas de harmonizações e um esforço para impor as categorias especiais ».

A estratégia promocional terá de conceder um novo posicionamento no mercado, através « da valorização do produto, novos momentos de consumo e a sedução das gerações mais jovens », diz António Saraiva.

REDUZIR O TEOR ALCOÓLICO
Como primeira medida, Jorge Dias defende a redução (pelo menos 1%) do teor alcoólico, uma proposta que a Porto Cruz já apresentou à comunidade vinícola. Depois, « é preciso tornar o produto mais acessível, simplificar a comunicação, associando o Porto a cocktails e long drinks ». O sector « não pode ficar parado, tem de provocar os consumidores e ganhar as novas gerações », sob pena do declínio continuar.

A Martiniquaise investiu na última década 70 milhões na Cruz e « está confortável com a evolução do sector » por ter a visão de longo prazo. A paixão pelo Douro e pelo vinho do porto « só possível a quem depende de um grupo familiar »– as quatro principais companhias (90% do mercado) são todas familiares.

A estratégia do IVDP tem priorizado « a sensibilização de intermediários e profissionais do consumo » como a rede de escolas hoteleiras, o concurso de Master of Port” ou cursos de Master Classes, promovendo harmonizações c produtos das gastronomia francesa.

Manuel Cabral confia que a preferência turística dos franceses por Portugal e a tendência da segunda a terceira gerações de emigrantes para valorizar os produtos portugueses « terão um efeito virtuoso no reposicionamento do vinho do Porto ».

Quando se fala em promoção, António Saraiva indigna-se logo com « a política de cativações » e a « prepotência » do Ministério das Finanças que congela 8 milhões de euros do IVDP.

Esse dinheiro deveria ser aplicado na promoção porque « é dinheiro do sector, que resulta das taxas aplicadas » ao vinho do Porto. No fundo, as empresas « são duplamente tributadas ». Além dos impostos normais, sofrem com as taxas que acabam depois nos cofres do Tesouro.

PREÇO MÉDIO: 5 EUROS
Em 2017, o desempenho global do vinho do Porto seguiu a tendência recente: exportação em queda (0,3% em valor e 2,1% em volume), com uma subida gradual do preço médio (2,6%).

O mercado doméstico esteve em alta: Portugal cresceu 6% em valor (para 73,7 milhões) e volume (0,2%). Tudo somado, o volume somou 8,4 milhões de caixas (-1,7%) e a receita ficou nos 380,2 milhões de (+0,9%).

Em 2017, o preço médio subiu nos principais mercados (Suiça e Japão foram as exceções), superando finalmente a cifra dos 5 euros (5,03). Estados Unidos e Dinamarca são os mercados com o preço por litro mais elevado: 9,16 e 8,63, respetivamente.

.As categorias especiais atingiram uma quota recorde de 22,4% em volume (21,8% era a anterior) e 42,7% em valor (41,6%). Os mercados russo (58%) e brasileiro (14%) registaram as maiores subidas em valor. Entre os 10 maiores, foi a Alemanha (5,5%), desalojando o Canadá da oitava posição.

Os mercados em que as marcas dos importadores têm maior peso são a Polónia (60%), Alemanha (45%) e Bélgica (40%).

No vinho do Porto, o recorde de vendas permanece nos 428 milhões de euros, registado em 2002 (10,6 milhões de caixas de 9 litros).

PSG ULTRAPASSA MARSELHA (3-0) RUMO ÀS MEIAS FINAIS

PSG ULTRAPASSA MARSELHA (3-0) RUMO ÀS MEIAS FINAIS

O Paris Saint-Germain repetiu o 3-0 do último domingo, então para a Ligue 1, sobre o Marselha para carimbar o passaporte rumo às meias finais da Taça de França.

Ángel Di María bisou (45 e 48 minutos) e o uruguaio Edinson Cavani (81) fechou o triunfo da equipa parisiense.

Resultados Quartos de final:

Les Herbiers – Lens, 0-0 (4-2 gp)
Chambly – Estrasburgo, 1-0
Paris SG – Marselha, 3-0
Caen – Lyon, quinta-feira

José Peseiro no Vitória de Guimarães por época e meia

José Peseiro no Vitória de Guimarães por época e meia

José Peseiro é o novo treinador do Vitória de Guimarães, nono classificado da I Liga portuguesa de futebol, tendo assinado um contrato válido até ao final da época 2018/19, confirmou hoje fonte oficial dos minhotos à agência Lusa.

O técnico, de 57 anos, assume o comando do emblema vitoriano numa altura em que a equipa soma 29 pontos em 24 jornadas e está a oito do objetivo mínimo traçado para a época – quinta posição, ocupada pelo Rio Ave -, assumindo o lugar que, na última época e meia, foi de Pedro Martins, até à goleada sofrida na receção ao Sporting de Braga (5-0), na 23ª ronda do campeonato.

José Peseiro já chegou ao complexo desportivo dos vimaranenses, acompanhado do presidente do clube, Júlio Mendes, e do diretor desportivo, Flávio Meireles, e vai orientar o plantel no treino de hoje, antes de ser apresentado às 18:30.

O Vitória é o quinto emblema que o treinador natural de Coruche vai orientar no principal escalão do futebol português, depois de Nacional (2002/03), Sporting (2004/05 e 2005/06), atingindo uma final da Taça UEFA (perdeu 3-1 ante o CSKA Moscovo), Sporting de Braga (2012/13 e 2016/17), ao serviço do qual conquistou uma Taça da Liga, e FC Porto (2015/16).

Com mais de 25 anos de carreira – iniciou-a no União de Santarém, em 1992/93 -, Peseiro foi ainda selecionador da Arábia Saudita (2009 a 2011) e, além de passagens por emblemas desse país, do Egito e dos Emirados Árabes Unidos – o Al Sharjah foi a anterior equipa (2016/17 e 2017/18) -, esteve ainda no Panathinaikos, da Grécia (2007/08), no Rapid Bucareste, da Roménia (2008/09), e no Real Madrid, de Espanha, como adjunto de Carlos Queiroz (2003/04).

O treinador Vítor Campelos, que orientou a última partida da equipa principal, na Madeira, ante o Marítimo (derrota 3-2), vai estar de novo ao ‘leme’ da equipa B, 10.ª classificada da II Liga, enquanto Alex Costa, que orientou o Vitória B no jogo anterior, com o Académico de Viseu (0-0), regressa aos juniores. Alfa/Lusa.

Guardiola o melhor treinador do mundo

Guardiola o melhor treinador do mundo

O treinador português de futebol André Villas-Boas elogiou hoje o técnico do Manchester City, Pep Guardiola, considerando-o « o melhor do mundo ».

“Vejo Guardiola ganhar noutro país. O City acaba de se sagrar campeão da taça de Inglaterra com um futebol maravilhoso, que as suas equipas jogam. Para mim é o treinador da década, o melhor do mundo”, destacou Villas-Boas, em visita ao Mónaco como embaixador da Academia Laureus.

“Reinventou o estilo, a forma de jogar e a relação tempo-espaço no futebol”, acrescentou.

Durante cinco anos, Villas-Boas foi adjunto de José Mourinho, tendo-o acompanhado no FC Porto, Chelsea e na sua primeira temporada no Inter Milão e não esconde o mérito que este teve na transformação da metodologia de treino no mundo do futebol.

“Mourinho, no seu tempo, transformou os planos de treino. Os treinos não eram metódicos ou científicos. O impacto que ele teve na Europa mudou a forma como os treinadores preparam os jogos”, referiu.

Villas-Boas, no entanto, não gostaria de regressar a Inglaterra para defrontar Guardiola e Mourinho.

“Voltar à ‘Premier League’ não está nos meus planos. Foi uma experiência muito boa a nível pessoal e profissional, mas em títulos”, recordou o ex-treinador do Shanghai SIPG.

O técnico, que no início do ano disputou o rali Dakar, já passou por clubes como Académica, FC Porto, Chelsea, Tottenham e Zenit São Petersburgo, ambicionando conhecer novos campeonatos.

“Na próxima temporada gostava de treinar em Espanha, Alemanha, Itália ou França”, concluiu. Alfa/Lusa.

Aves vence Caldas na primeira mão das meias-finais

Aves vence Caldas na primeira mão das meias-finais

 

O Desportivo das Aves colocou-se em vantagem para atingir a final da Taça de Portugal em futebol, ao receber e vencer o Caldas por 1-0, em jogo da primeira mão das meias-finais da prova.

Nildo, na conversão de uma grande penalidade, aos 32 minutos, colocou a equipa atual 13.ª classificada da primeira liga em vantagem, resultado que se manteve até ao final dos 90 minutos.

O encontro da segunda mão, que se disputa em casa do sétimo colocado da série D do Campeonato de Portugal (terceiro escalão), está agendado para 18 de abril.

O vencedor da eliminatória defronta na final o vencedor da outra meia-final entre FC Porto e Sporting, que neste momento regista vantagem portista, depois da vitória por 1-0 no Dragão. A segunda mão está igualmente agendada para 18 de abril. Alfa/Lusa.

PSG VENCE (3-0) MARSELHA MAS FICA SEM NEYMAR

PSG VENCE (3-0) MARSELHA MAS FICA SEM NEYMAR

O Paris Saint-Germain derrotou o Marselha, por 3-0, no clássico da Ligue 1.

Mbappé, aos 10 minutos, abriu o marcador, tendo o português Rolando feito um autogolo à passagem do minuto 27, resultado com que se foi para o intervalo.

No segundo tempo, o uruguaio Cavani fechou as contas com o 3-0.

Contudo, esta vitória teve sabor agridoce para os parisienses, já que o internacional brasileiro Neymar saiu em lágrimas e transportado de marca após aparente entorse no tornozelo.

Este triunfo tranquilo permite à equipa de Unai Emery reforçar a liderança da tabela, somando agora 71 pontos, 14 de vantagem sobre o Mónaco.

Rony Lopes ‘bisa’ no empate a três golos do Mónaco

Rony Lopes ‘bisa’ no empate a três golos do Mónaco

O Mónaco esteve a vencer por 3-1 em Toulouse, mas deixou fugir a vitória nos últimos minutos de uma partida, da 27ª jornada da Liga francesa de futebol, em que se destacou o português Rony Lopes, que ‘bisou’.

O primeiro golo pertenceu mesmo ao internacional sub-21 luso, que abriu o marcador aos oito minutos a passe de Balde Keita, a bater com frieza e um remate colocado o guarda-redes Lafont.

A equipa da casa igualou aos 24 minutos, pelo médio costa-marfinense Ibrahim Sangare, a ‘fuzilar’ o guarda redes Subasic, após um cruzamento do flanco esquerdo, resultado que se registava ao intervalo.

Dois minutos após o intervalo, Rony Lopes repôs a vantagem dos comandados de Leonardo Jardim, numa recarga a um remate ao poste do montenegrino Stevan Jovetic, que, aos 72, aumentou a vantagem do Mónaco.

O encontro parecia resolvido, mas o Toulouse, aproveitando erros defensivos dos forasteiros, ainda conseguiram chegar à igualdade, com golos aos 78 e 87 minutos, respetivamente de Andy Delort, de grande penalidade, e Yaya Sanogo.

Em ambos, um protagonista comum, o central polaco Glick, no primeiro a fazer um penálti escusado, a carregar na área Yaya Sanogo, e no segundo a permitir que este mesmo jogador, de costas para a baliza de Subasic, fizesse a rotação à sua frente e rematasse para o fundo das redes.

Pela equipa do Mónaco, e além de Rony Lopes, alinhou outro internacional português, o também médio João Moutinho, que cumpriu os 90 minutos.

Com este empate, o Mónaco manteve o segundo lugar com 57 pontos, a 11 do Paris Saint-Germain, que lidera, e com mais dois do que o Marselha, que se desloca no domingo justamente ao Parque dos Príncipes para defrontar Neymar e companhia, naquele que é o jogo de maior cartaz da 27ª jornada. Alfa/Lusa.

 

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