Covid-19: Portugal com mais 27 mortos e 2.447 casos confirmados

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Portugal contabiliza hoje mais 27 mortos relacionados com a covid-19 e 2.447 novos casos confirmados de infeção, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim hoje divulgado, Portugal já contabilizou 121.133 casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus e 2.343 óbitos.

Dos 27 óbitos, 13 ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, oito na região Norte, cinco no Centro e um no Alentejo.

Em relação aos internamentos, o número de pessoas hospitalizadas continua a subir desde há mais de uma semana sendo agora 1.672 pessoas, mais 98 do que no domingo, e destas 240 (mais dez) estão em Unidades de Cuidados Intensivos.

As autoridades de saúde têm agora sob vigilância 59.631 pessoas, mais 882 do que no domingo.

A DGS revela ainda que estão ativos 48.834 casos, mais 1.341.

Nas últimas 24 horas foram dados como recuperados 1.079, totalizando 69.956 desde o início da pandemia.

A região Norte continua a registar o maior número de novas infeções diárias, hoje com mais 1.633 casos, totalizando 51.932, e 1.030 mortos, dos quais oito nas últimas 24 horas, desde o início da pandemia em março.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificados mais 580 novos casos de infeção, contabilizando a região 53.412 casos e 940 mortes, das quais 13 nas últimas 24 horas.

Na região Centro registaram-se 167 novos casos, tendo sido ultrapassada a barreira das 10 mil infeções pelo novo coronavírus (10.118) e 296 mortos.

No Alentejo foram registados 24 novos casos de infeção, totalizando 2.436 com um total de 37 mortos desde o início da pandemia.

A região do Algarve tem hoje notificados mais 27 casos de infeção, somando 2.496 casos e 25 mortos.

Na Região Autónoma dos Açores foram registados mais cinco casos nas últimas 24 horas, somando 345 infeções detetadas e 15 mortos desde o início da pandemia.

A Madeira registou 11 novos casos nas últimas 24 horas, contabilizando 394 infeções, sem registo de óbitos por covid-19 até hoje.

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

No total, o novo coronavírus já afetou em Portugal pelo menos 55.181 homens e 65.952 mulheres, de acordo com os casos declarados.

Do total de vítimas mortais, 1.197 eram homens e 1.146 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nas pessoas com mais de 80 anos.

Às segundas-feiras o boletim divulga o número de casos por concelhos, sendo o de Lisboa o que continua a apresentar mais infeções (9.202), seguido de Sintra (7.454), Loures (4.641) e Amadora (3.722).

O concelho do Porto regista 3.508 infeções por SARS-CoV-2, Vila Nova de Gaia 3.246, Cascais com 3.054, Odivelas 2.888, Oeiras 2.334, Matosinhos 2.426, Vila Franca de Xira 2.185, Guimarães 2.168 e Braga com 2.049, precisa o relatório da situação epidemiológica.

Em Almada foram detetados 1.928 casos, em Paços de Ferreira 1.845, Seixal 1.782, Gondomar 1.740, Maia 1.648, Valongo 1.352, Lousada 1.253 e Paredes com 1.032

Os restantes concelhos que constam da lista do relatório registam valores abaixo dos mil casos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 43 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

 

Com Agência Lusa.

REINALDO TELES INTERNADO COM COVID-19

O administrador da SAD do FC Porto e figura do clube, Reinaldo Teles está internado por estar infetado com Covid-19.

segundo o site abola-on-line, o estado de Reinaldo Teles, de 70 anos, é grave e já se encontra com assistência ventilada.

A situação preocupa devido à sua idade e também devido a outros problemas, nomeadamente cardíacos.

O dirigente não esteve recentemente em contacto com o presidente Pinto da Costa.

 

Com o site do jornal a bola.

Giro: Almeida ainda sem saber bem o que fez, Guerreiro orgulhoso da ‘maglia azzurra’

O ciclista João Almeida ainda não assimilou o seu feito na Volta a Itália, que terminou na quarta posição, mas coincidiu hoje com o ‘rei da montanha’ Ruben Guerreiro no balanço positivo que fazem da presença na ‘corsa rosa’.

 

“É um balanço mais do que positivo, estou muito satisfeito. Começámos com a camisola um dia, fomos vendo dia a dia até onde poderíamos chegar, e acho que 15 dias [como líder] foi surpreendente. Estou muito grato a toda a minha equipa por tudo o que fizeram por mim, sem eles não conseguiria o mesmo. E acho que é um momento sem palavras, e só quem viveu a corrida pode sentir o mesmo que eu senti”, descreveu João Almeida.

Numa conferência improvisada, em Lisboa, depois de ter sido recebido, tal como Ruben Guerreiro, com palmas por amigos, familiares e curiosos que circulavam no Aeroporto Humberto Delgado, o jovem ciclista da Deceuninck-QuickStep confessou ainda não ter perfeita noção do seu feito, o de melhor português de sempre nas 103 edições do Giro.

“Quarto lugar na geral, 15 dias de rosa… ainda não sei bem o que fiz”, declarou o corredor de 22 anos, que foi também o sub-23 mais bem classificado na prova, na qual bateu o recorde de maior dias como líder de um ciclista com menos de 23, superando, inclusive, o ‘Canibal’ Eddy Merckx.

A ‘maglia rosa’ só se separou do corpo do novo herói do desporto português no mítico Stelvio, onde Almeida descolou do grupo de favoritos logo no início da subida e pensou mesmo “adeus rosa”, antes de conseguir manter-se ‘à tona’, para perder o menor tempo possível.

“Sabia que seria complicado manter a camisola, era a etapa rainha. O Stelvio é uma das subidas mais duras do mundo. Gostei da subida, embora tenha perdido a camisola. A partir daí, foi tentar descobrir-me, manter o foco psicologicamente, que acho que é o mais difícil, e lutámos até ao final”, lembrou.

Além do quarto lugar final na geral do Giro, Portugal pôde também celebrar a conquista inédita de Ruben Guerreiro (Education First), o primeiro ciclista nacional a vencer uma das quatro principais classificações em grandes Voltas e a subir ao pódio final como ‘rei da montanha’.

“[Tenho] muito orgulho. O meu objetivo e o da equipa era lutar por uma etapa. Depois daquela etapa, a camisola foi um bónus, pelo que tinha de tentar mantê-la até ao fim. Foi uma luta muito difícil, mas com muito esforço e apoio dos meus companheiros lá conseguimos. Faço um balanço bastante positivo destas três semanas. Foi só a segunda grande Volta que fiz, estou satisfeito com as minhas sensações”, reconheceu o também vencedor da nona etapa da corrida italiana.

Ruben Guerreiro recordou a dura batalha que travou com o italiano Giovanni Visconti, que acabou por abandonar o Giro antes do arranque da 18.ª etapa por lesão, pela camisola da montanha.

“Na 15.ª etapa, perdi a camisola e tinha um rival, que era o Giovanni Visconti, que estava em muito boa forma e já tinha ganho a camisola da montanha antes na Volta a Itália [em 2015], e era muito inteligente. A minha corrida era diferente do João, passava por sair no primeiro grupo, e, a partir daí, das metas da montanha, desligava o botão, a pensar no outro dia a seguir”, detalhou.

O ciclista do Montijo, de 26 anos, confidenciou que, no primeiro dia de descanso, após ter vestido a ‘maglia azzurra’ na véspera, como bónus pelo triunfo na nona etapa, se reuniu com os responsáveis da Education First e ambos decidiram que deveriam concentrar-se na classificação da montanha, ao invés de lutarem por mais etapas.

“De facto, tive uma equipa brilhante e sempre me motivaram para a camisola da montanha, porque era uma camisola importante e para a equipa era importante estar no pódio final do Giro. As últimas seis etapas foram uma guerra autêntica para mim, em que tinha de ganhar ou tinha de ganhar”, declarou.

A 103.ª edição da Volta a Itália em bicicleta terminou no domingo, com a vitória do britânico Tao Geoghegan Hart (INEOS).

 

Veja as imagens RTP

 

 

 

Com Agência Lusa.

Covid-19/Europa. Estado de Emergência em Espanha até maio de 2021. Medidas restritivas reforçadas em diversos países

Espanha decreta estado de emergência até maio de 2021 e medidas restritivas estão a ser reforçadas em diversos países europeus.

 

Alfa/com Lusa, outras agèncias e jornais

Em Espanha, o estado de emergência, que deverá vigorar durante seis meses, foi aprovado no domingo, 25, pelo Conselho de Ministros. Além do recolher obrigatório, vão ser proibidas as deslocações entre as comunidades autónomas, excepto em situações devidamente justificadas. Haverá policiamento nas ruas.

Em toda a Europa os casos diários aumentam e alguns países reforçaram medidas restritivas para tentarem conter o contágio.

 

Em Espanha, apenas as ilhas Canárias ficam de fora das medidas do estado de emergência, que será acompanhado de um recolher obrigatório entre as 23h e as 6h no resto do país, indicou o primeiro-ministro, Pedro Sánchez.

Em França, diversas regiões estão desde há dias em recolher obrigatório das 21h às 6h.

Neste país, a Assembleia Nacional votou no sábado a prorrogação, até 16 de fevereiro, do estado de emergência sanitária.

O recolher obrigatório foi imposto em várias cidades francesas, entre as quais Paris, Lyon, Lille, Montpellier, Toulouse e Marselha.

Em Itália, o Governo decidiu apertar as restrições contra o coronavírus, apesar dos protestos nos últimos dias em Roma e Nápoles contra o recolher obrigatório imposto em três regiões. Cinemas, teatros, academias e piscinas fecham a partir de segunda até 24 de novembro. Bares e restaurantes terão de encerrar após as 18h.

Na Bélgica, as autoridades de Bruxelas decidiram antecipar da meia-noite para as 22h o recolher obrigatório imposto no país e ordenaram o encerramento das lojas às 20h.

As autoridades belgas reforçaram na sexta-feira as medidas de combate à pandemia de covid-19, reduzindo a presença de estudantes nas universidades e fechando ao público as competições desportivas, com o país em nível de alerta 4.

Ensino superior, desporto e cultura são as áreas mais visadas pelas novas regras belgas, que impõem um limite de 20% de presenças de estudantes nas universidades, com uso obrigatório de máscara.

Na Bélgica, apenas um máximo de 15 pessoas podem assistir aos funerais e devem manter uma distância de segurança de 1,5 metros, os casamentos serão celebrados apenas com a presença dos noivos, testemunhas e do responsável pela cerimónia e a oferta de transportes públicos é reforçada para minimizar os ajuntamentos.

Na Alemanha, foram decididas restrições locais, como em Berlim, onde o uso de máscaras foi imposto em certas ruas movimentadas, e em outras zonas do país, o confinamento.

Em Portugal, morreram 2.316 pessoas dos 118.686 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde. Em todo o território português vai ser proibida a circulação de pessoas durante o próximo fim de semana, de 30 de outubro a 3 de novembro.

“RUA DE PARIS EM DIA DE CHUVA”, de Isabel Rio Novo, é o Livro da Semana

Isabel Rio Novo fala sobre o seu livro “RUA DE PARIS EM DIA DE CHUVA”. Na quarta, 28 outubro e no domingo, 1 de novembro.

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (9h30) e aos domingos (14h25). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Em destaque esta semana: ISABEL RIO NOVO, autora de “RUA DE PARIS EM DIA DE CHUVA”

Isabel Rio Novo inspirou-se no mais conhecido quadro impressionista do pintor francês Gustave Caillebotte e escreveu um romance com o mesmo título: “Rua de Paris em dia de Chuva”.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Isabel Rio Novo e descubra um livro que cruza ficção com biografia de maneira muito original.

Na Rádio Alfa, à quarta (9h30, versão reduzida) e ao domingo (14h25, versão integral).

Ana Pêgo fala sobre o seu livro “PLASTICUS MARITIMUS”. Na quarta, 4 e no domingo, 8 novembro. 

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (9h30) e aos domingos (14h25). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Em destaque esta semana: ANA PÊGO, autora de “PLASTICUS MARITIMUS”

Ana Pêgo é bióloga marinha e o seu livro-documentário com o curioso título de “Plasticus Maritimus” acaba de ser traduzido e lançado em França, confirmando-se como um sucesso global já traduzido em vários línguas, sinal da enorme importância da temática tratada.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Ana Pêgo e descubra um livro que aborda os terríveis impactos dos plásticos nos mares e nos oceanos

 Na Rádio Alfa, à quarta (9h30, versão reduzida) e ao domingo (14h25, versão integral).

Um programa do escritor Nuno Gomes Garcia: 

 

Covid-19. Siga os nossos programas especiais. Especialistas falam na Alfa. Siga a Rádio, mantenha-se informado

Covid-19.
Emissões especiais sobre o novo coronavírus regressam na próxima quinta-feira, 29 de outubro, com Suzette Fernandes e o seu programa « Je vais bien et vous? ».
Especialistas fazem na Rádio Alfa, semanalmente, o ponto da situação da crise sanitária com informação, explicações e alertas, se necessários.
Não perca. Todas as quintas, às 11h30, com redifusão às segundas, às 14h30.

Covid-19/França. Recolher obrigatório tem impacto forte e negativo na economia francesa. Análise

Covid-19/França. O impacto do recolher obrigatório é grande e negativo para a economia francesa, tanto no domínio do emprego como no da « saúde » das empresas.

Crónica de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo, para ouvir na Rádio Alfa, na terça-feira, 27, alguns minutos antes das 7, 9, 11, 15, 17 e 19 horas.

Liga/Derbi do Minho. Sporting de Braga vence Vitória de Guimarães

Um golo solitário de Ricardo Esgaio foi suficiente para o Sporting de Braga vencer na visita ao Vitória de Guimarães, no dérbi minhoto da quinta jornada da I Liga de futebol, em que houve três expulsões.

O defesa português fez o único golo da partida, aos 28 minutos, num jogo ‘manchado’ pelas expulsões dos bracarenses David Carmo (82) e Fransérgio (85) e do vimaranense Jorge Fernandes (83), com vermelho direto, na sequência de desacatos entres jogadores das duas equipas no relvado.

O Sporting de Braga ultrapassou o Vitória de Guimarães na classificação, sendo agora quarto, com nove pontos, menos um do que FC Porto e Sporting, que perseguem o líder Benfica, que tem 12. Os vimaranenses caem para o sétimo posto, com sete.

 

Resultados da quinta jornada da I Liga:

 

– Sexta-feira, 23 out:

Tondela – Portimonense, 1-0 (1-0 ao intervalo)

 

– Sábado, 24 out:

Nacional – Paços de Ferreira, 1-1 (0-0)

Santa Clara – Sporting, 1-2 (1-1)

FC Porto – Gil Vicente, 1-0 (1-0)

 

– Domingo, 25 out:

Farense – Rio Ave, 0-1 (0-1)

Moreirense – Marítimo, 2-1 (2-0)

Famalicão – Boavista, 2-2 (0-0)

Vitória de Guimarães – Sporting de Braga, 0-1 (0-1)

 

– Segunda-feira, 26 out:

Benfica – Belenenses SAD, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Vuelta2020. Rui Costa terceiro na etapa de hoje

O ciclista Rui Costa foi o terceiro classificado, a 25 segundos do vencedor, na sexta etapa da Volta a Espanha em bicicleta.

A etapa entre Biescas e Aramón Formigal foi ganha por Ion Izagirre, que estava no mesmo grupo de fugitivos, mas escapou na última subida do dia.

Na classificação geral houve alteração de líder. O esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Visma) sentiu dificuldades e chegou mais de um minuto e meio depois.

A camisola vermelha, símbolo da liderança, mudou para o equatoriano Richard Carapaz, da Ineos, agora com 18 segundos de vantagem sobre Hugh Carthy (EF).

Roglic caiu ao quarto lugar, a 30 segundos de Carapaz. Rui Costa é o 36º da geral, a 24,27 minutos do líder. Nélson Oliveira encontra-se no 61º lugar, Ricardo Vilela no 111º, Ivo Oliveira é 138º e o seu irmão Rui 153º.

Covid-19: França regista novo recorde diário com mais de 50 mil infetados

A França atingiu um novo recorde de casos diários de infeção com o novo coronavírus, atingindo mais 52.010 pessoas nas últimas 24 horas, de acordo com os dados oficiais hoje divulgados.

O número de mortes atribuídas à doença ascendeu hoje a 116, elevando o total, desde o início da pandemia, a 34.761.

Já no sábado, a França tinha atingido um recorde de casos diários, ao registar 45.422 pessoas infetadas com o novo coronavírus.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e quase 42,7 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.316 pessoas dos 118.686 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

 

Com Agência Lusa.