A foto e o título do dia. Avante!: “A luta continua”, sentada, separada e com respeito pelas regras

A foto e o título são da Lusa. Avante!: “A luta continua”, sentada, separada e com respeito pelas regras ».

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Apesar de meses de polémicas que duraram até ao fim da festa, o comício do PCP de encerramento da 44.ª Festa do “Avante!” realizou-se ontem, pela primeira vez desde 1976, face a uma plateia sentada e rigorosamente separada, devido à pandemia de covid-19.

Futebol de Praia. PORTUGAL REVALIDA TÍTULO DE CAMPEÃO EUROPEU!

A Seleção Nacional de futebol de praia venceu a Suíça, por 5-4, na Superfinal da Liga Europeia, realizada na Nazaré, e conquistou o título pelo segundo ano consecutivo.

 

Os golos portugueses foram apontados por :

1º Período: Léo Martins (4′) e André Lourenço (10′);

2º Período: Léo Martins (14′) e Belchior (17′);

3º Período: Léo Martins (34′)

Elinton Andrade considerado o melhor guarda-redes da prova e Léo Martins venceu o prémio de melhor jogador. Stankovic (Suíça) foi o melhor marcador.

A Seleção Nacional, que é também a atual campeã do Mundo, é assim campeã da Europa pela sétima vez.

 

Francês Gasly impõe-se no Grande Prémio de Itália e conquista primeira vitória na F1

Gasly impõe-se no Grande Prémio de Itália e conquista primeira vitória na F1

Gasly impõe-se no Grande Prémio de Itália e conquista primeira vitória na F1

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Alfa/Lusa
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O piloto francês Pierre Gasly (Alpha Tauri-Honda) conquistou hoje a primeira vitória na Fórmula 1, ao impor-se num atribulado Grande Prémio de Itália, oitava prova do Campeonato do Mundo de 2020, realizada no circuito de Monza.

Gasly, de 24 anos, terminou as 53 voltas com 415 milésimos de segundo de vantagem sobre o espanhol Carlos Sainz Jr. (McLaren-Renault) e 3,358 segundos sobre o canadiano Lance Stroll (Racing Point), segundo e terceiro classificados da corrida, que esteve interrompida cerca de meia hora, na sequência de um despiste violento do monegasco Charles Leclerc (Ferrari).

O britânico Lewis Hamilton (Mercedes), tricampeão em exercício e detentor de seis títulos mundiais, partiu da ‘pole position’ e liderou na fase inicial da corrida, mas sofreu uma penalização e terminou no sétimo lugar, mantendo a liderança destacada do Mundial de pilotos.

Marine Le Pen felicita André Ventura pela sua reeleição no Chega com 99,1% dos votos

Na rede twitter, a líder nacionalista francesa do Rassemblement National, Marine le Pen, felicitou André Ventura pela sua reeleição com 99,1%. Reeleição, disse le Pen, é um “bom presságio” para as próximas eleições presidenciais em Portugal

« Que bom presságio para as próximas eleições presidenciais em Portugal! », exclamou Le Pen numa mensagem, este domingo, no twitter.

 

 

A líder da extrema-direita francesa, que é candidata às eleições Presidenciais em 2022, foi convidada por André Ventura para participar no II Congresso do Chega, que está marcado para 19 e 20 de setembro, em Évora. André Ventura também vai convidar o italiano Matteo Salvini para o mesmo evento.

André Ventura foi reeleito este sábado presidente do partido Chega com 99,1% dos votos, duas semanas antes do II Congresso nacional.

 

Covid-19/Portugal. Mais dois mortos e 315 novos casos em 24 horas

Covid-19/Portugal. Mais dois mortos e 315 casos de infeção neste domingo

Portugal conta hoje mais dois mortos e 315 novos casos de covid-19, indicou a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim deste domingo, desde o início da pandemia Portugal registou 1.840 mortes e 60.258 casos de infeção.

A DGS revelou também que foram registados mais 160 casos recuperados, totalizando 42.953.

A região de Lisboa e Vale do Tejo tem 30.963 casos, mais 124 do que ontem, e 683 mortos – os dois mortos de hoje foram registados nesta região.

Deutsche Grammophon publica a discografia completa da pianista Maria João Pires

Deutsche Grammophon publica a discografia completa da pianista Maria João Pires

Deutsche Grammophon publica a discografia completa da pianista Maria João Pires

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Alfa/Lusa
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A editora Deutsche Grammophon reuniu os 38 álbuns gravados pela pianista Maria João Pires, para o seu catálogo, desde há 30 anos, e publica-os este mês, numa só caixa, segundo o plano de novidades da editora.

« Maria João Pires – Complete Recordings on Deutsche Grammophon » está disponível desde sexta-feira, no ‘site’ da etiqueta alemã, que apresenta esta « edição limitada » como uma « celebração da carreira da grande Maria João Pires ».

« A sua forma de tocar piano tem sido frequentemente descrita como mágica, cativante e profundamente poética », escreve a Deutsche Grammophon (DG), no destaque dado à nova edição, na página de abertura do seu ‘site’.

Presente no catálogo da editora alemã desde 1989, Maria João Pires tem aqui algumas das mais premiadas gravações do seu percurso, como a integral dos « Nocturnos » de Chopin, com que obteve a primeira nomeação para os Prémios Grammy, em 1996, e as Sonatas n.ºs 16 e 21, de Schubert, que lhe deram a mais recente, em 2013, entre os finalistas de Melhor Intérprete a Solo.

Foram feitas também para a DG, as « gravações lendárias » dos concertos de Mozart e Schumann, com o maestro Claudio Abbado e as orquestras Filarmónica de Viena e de Câmara da Europa; do Concerto n.º 23 do compositor de Salzburgo, com a orquestra do Mozarteum e o maestro Frans Brüggene; e do 2.º Concerto de Chopin, com a Royal Philharmonic e Andre Previn.

Na área da música de câmara, destacam-se as Sonatas para violino e piano de Beethoven, com Agustin Dumay, os trios de Brahms, com Dumay e o violoncelista Jian Wang, as obras de Schumann e Chopin, com o violinista Renaud Capuçon, o violetista Gérad Caussé, os violoncelistas Pavel Gomziakov e António Meneses e o oboísta Douglas Boyd.

Nos 38 CD, todos eles com reprodução das capas originais, e nas mais de cem obras que preservam, interpretadas pela pianista, a maior parte diz respeito a recitais a solo e a compositores como Bach, Beethoven, Chopin, Mozart, Schubert e Schumann. Mas também há obras de Brahms, Cesar Franck, Debussy, Grieg, Ravel.

A integral dos « Impromptu » (« Improvisos »), de Schubert, que editou em 1997 com o título « A Viagem Magnífica », e as obras mais tardias de Chopin, que em 2009 lhe deram nova nomeação para os Grammy, são outras gravações de Maria João Pires na DG, que estão entre as mais celebradas pela crítica de revistas especializadas como a Gramophone, BBC Music Magazine, Clássica, Diapason ou a antiga Le Monde de La Musique.

O último CD da caixa recupera o álbum de 2012 da pianista, sobre fados de António Victorino d’Almeida, gravado com Carlos do Carmo.

Esta edição é acompanhada por um texto da crítica britânica Harriet Smith que, ao longo dos anos, na revista Gramophone, mais tem seguido (e elogiado) o percurso de Maria João Pires.

« Nenhum outro pianista está tão ciente do caráter inovador dos ‘Nocturnos’ de Chopin do que Pires », escreveu Smith.

Maria João Pires, a mais internacional e reputada das pianistas portuguesas, nasceu em Lisboa, a 23 de julho de 1944. O seu percurso artístico remonta a finais dos anos 1940, quando se apresentou pela primeira vez em público, aos quatro anos.

Com a vitória no concurso internacional Beethoven (1970) e a conquista do prémio do Conselho Internacional da Música, da UNESCO (1970), o seu nome tornou-se recorrente nos programas das principais salas de concerto a nível mundial, e nos catálogos das principais editoras de música clássica: a Denon, primeiro, para a qual gravou a premiada integral das Sonatas de Mozart (1974); a Erato, a seguir, nos anos de 1980, onde deixou Bach, Mozart e uma das mais celebradas interpretações das « Cenas Infantis », de Schumann; e depois a DG, a partir de 1989, o mesmo ano em que foi distinguida com o Prémio Pessoa (1989).

No seu percurso, destacam-se destacam-se as parcerias com o pianista turco Hüseyin Sermet, com os maestros Claudio Abbado, Pierre Boulez, Frans Bruggen, John Eliot Gardiner, Michel Corboz, Armin Jordan, Claudio Scimone e Theodor Guschlbauer, entre outros.

Tocou com as mais importantes orquestras, da Filarmónica de Berlim à Filarmónica de Londres, e fundou o projeto artístico Associação Belgais, que regressou à ativdade regular no ano passado.

Em 2015, venceu o prémio Gramophone, com a gravação, para a Onyx, dos Concertos n.ºs 3 e 4, de Beethoven, com a Orquestra Sinfónica da Rádio Sueca e o maestro Daniel Harding.

Facebook bloqueia vídeo de francês que quer morrer em direto

Facebook bloqueia vídeo de francês que quer deixar-se morrer em direto

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Alfa/Lusa
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O francês que sofre de uma doença incurável e que anunciou que se ia deixar morrer em direto na Internet para exigir o direito a “uma morte digna” informou ontem que o Facebook bloqueou a sua transmissão.

“O Facebook bloqueou o meu ‘streaming’ até 08 de setembro », escreveu Alain Cocq, 57 anos, na sua página pessoal naquela rede social, exortando os seus seguidores a reclamarem desta decisão da empresa norte-americana junto do Presidente francês, Emmanuel Macron, e de outras autoridades francesas e europeias.

Quando anunciou as suas intenções, Alain Cocq, que não tem autorização para uma morte assistida, ressalvou na sua página pessoal no Facebook que, apesar de a transmissão não incluir imagens violentas, era preferível que os menores de 16 anos não assistissem.

Em declarações à emissora France Info, um porta-voz da empresa norte-americana disse que, embora respeite a decisão de Alain Cocq de « querer chamar a atenção para uma questão complexa”, o Facebook teve de tomar medidas para evitar a transmissão, porque as regras da rede social « não permitem representar tentativas de suicídio”.

O caso de Alain Cocq tem conhecido uma forte mediatização em França desde que o doente pediu a intervenção de Emmanuel Macron para que autorizasse um médico a prescrever-lhe um barbitúrico que lhe permitisse “partir em paz”.

“Porque não estou acima das leis, não estou em condições de aceder ao seu pedido”, respondeu-lhe Macron numa carta datada de quinta-feira.

“O seu desejo é pedir uma ajuda ativa para morrer, que atualmente não é autorizada no nosso país”, acrescentou o Presidente francês, manifestando, contudo, o seu “apoio pessoal” e “profundo respeito” por Alain Cocq.

A lei Claeys-Léonetti sobre o fim da vida, adotada em França em 2016, autoriza a sedação profunda, mas apenas em pessoas cujo prognóstico vital esteja em risco “a curto prazo”.

Alain Cocq, que diz estar “em fase final há 34 anos” devido a uma doença degenerativa incapacitante, não pode demonstrar que a sua vida vai terminar em breve.

Ativista da “morte com dignidade”, Cocq já fez várias viagens pela Europa em cadeira de rodas para promover a sua causa, e pediu ajuda a Macron num telefonema, a 25 de julho, com uma conselheira da Presidência.

Alain Cocq decidiu “deixar-se morrer”, deixando de ingerir alimentos, líquidos ou medicamentos, com exceção de analgésicos.

“Decidi dizer ‘stop’. Pouco a pouco, todos os órgãos vitais serão afetados”, explicou esta semana à agência France Presse (AFP), acrescentando que, no estado atual, está a tomar o máximo de morfina possível para combater dores constantes.

Alain Cocq sofre de uma doença degenerativa extremamente rara que faz com que as paredes das artérias se colem, originando uma isquemia (suspensão da circulação do sangue num tecido ou órgão).

Um ano de crónicas na Alfa, o centenário de Amália e arte portuguesa para ver no Grand Palais em Paris

Um ano de crónicas na Alfa, o centenário de Amália e arte portuguesa para ver no Grand Palais em Paris.

A importância das crónicas na Alfa para a cultura portuguesa em Paris, Amália, o centenário da Diva, e artistas portugueses para ver na Feira Internacional de Arte Contemporânea no Grand Palais, em Paris.

A ediçao 2020 desta Feira de Arte deveria ter decorrido na primavera mas, devido à Covid-19 foi perturbada e já teve uma « mostra » virtual. Agora, abre mesmo ao público, de 10 a 13 de setembro.

Por João Pinharanda, diretor do Instituto Camões em Paris e Conselheiro Cultural na Embaixada, para ouvir na Rádio Alfa, na segunda-feira, 07.

Filme « O Fim do Mundo » do luso-suíço Basil da Cunha venceu festival em Lisboa

A FebreO Fim do Mundo venceram os principais prémios do festival IndieLisboa 2020.

As longas metragens da brasileira Maya Da-rin e do luso-suíço Basil da Cunha conquistaram os dois principais prémios do festival lisboeta.

“O Fim do Mundo”, de Basil da Cunha – nascido na Suíca em 1985, filho de pai português e de mãe suíça -, que o festival de Locarno selecionou para competição, em 2019, recebeu o Prémio de Melhor Longa Metragem Portuguesa e também o Prémio Árvore da Vida para Melhor Filme Português, da Pastoral da Cultura.

O júri destacou que o filme é uma “acusação clara e direta a um sistema injusto”, através de uma história que decorre no bairro da Reboleira, um bairro « difícil » da periferia de Lisboa.

« O Fim do Mundo » conta a história de Spira (Michel David Pires Spencer), que passa oito anos num centro de detenção infantil e retorna para a Reboleira, uma « favela » de Lisboa, para tentar recomeçar a sua vida. Os seus amigos de infância, Giovani (Marco Joel Fernandes) e Chanti (Alexandre Da Costa Fonseca) ainda estão lá, mas o chefe do tráfico local não está muito contente com a volta do rapaz…

No fundo, como Basil disse há algum tempo, é “um filme da Reboleira.”

Basil da Cunha nasceu em Morges, na Suíça – e tem as nacionalidades suíça e portuguesa. Disse, durante o festival, que se considera sobretudo português.

Na foto, o realizador com uma das atrizes do filme no Festival de Locarno:

 

Covid-19/França. Mais 12 mortos e 8550 casos em 24 horas. Veja a lista oficial dos 61 departamentos « vulneráveis »

Covid-19/França. Mais 12 mortos e 8550 novos casos em 24 horas, segundo os números oficiais divulgados ontem pela « Santé Publique France ».

Além dos novos casos, que continuam muito elevados, « Santé Publique France » registou mais 53 novos surtos da pandemia em 24 horas. O total de surtos atualmente em investigação em França é de 484.

O organismo oficial indica que há agora 61 departamentos em estado de vulnerabilidade dividindo-os entre « moderada » e « elevada »:

 

  • em vulnerabilidade moderada estão os seguintes departamentos: Ain, Ariège, Alpes de Haute Provence, Aube, Aude, Aveyron, Bas-Rhin, Corse du Sud, Drôme, Gers, Haut-Rhin, Haute-Savoie, Hautes Pyrénées, Ille-et-Vilaine, Isère, Eure-et-Loir, Loire, Loire-Atlantique, Lot et Garonne, Indre et Loire, Marne, Mayenne, Mayotte, Meurthe et Moselle, Moselle, Nord, Oise, Pas de Calais, Puy de Dôme, Pyrénées Atlantique, Pyrénées Orientales, Réunion, Maine-et-Loire, Savoie, Seine Maritime, Tarn, Tarn-et-Garonne, Yonne
  • em vulnerabilidade elevada estão: Martinique, Guadeloupe (dont Saint Martin et St Barthélémy), Alpes-Maritimes, Bouches-du-Rhône, Côte d’Or, Essonne, Gard, Gironde, Guyane, Haute-Garonne, Hauts-de Seine, Hérault, Loiret, Paris, Rhône, Sarthe, Seine et Marne, Seine-Saint-Denis, Val-de-Marne, Val d’Oise, Var, Vaucluse, Yvelines