LC: FC Barcelona e Bayern Munique fecham lote de equipas que disputam título em Lisboa

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Alfa/Lusa
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FC Barcelona e Bayern Munique completaram ontem o lote de oito equipas qualificadas para os quartos de final da Liga dos Campeões de futebol, que vão ser disputados em Lisboa num formato inédito, devido à pandemia de covid-19.

A equipa espanhola impôs-se por 3-1 na receção ao Nápoles, depois de ter empatado 1-1 em Itália, na primeira mão, disputada há mais de cinco meses, enquanto os alemães, que tinham vencido no reduto do Chelsea por 3-0, voltaram a bater a equipa inglesa, desta vez por 4-1.

FC Barcelona e Bayern Munique juntam-se a Manchester City e Lyon, que eliminaram na sexta-feira o Real Madrid e a Juventus (não obstante o ‘bis’ do avançado português Cristiano Ronaldo), e aos quatro apurados de março, antes da interrupção da prova: Atalanta, Leipzig, Paris Saint-Germain e Atlético Madrid, ‘carrasco’ do campeão Liverpool.

Os quartos de final abrem com o jogo Atalanta-Paris Saint-Germain, em 12 de agosto, no estádio da Luz, seguindo-se o Leipzig-Atlético de Madrid, em 13, no estádio José Alvalade, o FC Barcelona-Bayern Munique, em 14, de novo no estádio da Luz, fechando com o Manchester City-Lyon, em 15, no estádio José Alvalade.

Os vencedores daqueles quatro confrontos, que serão disputados pela primeira vez em uma única partida, encontram-se nas meias-finais (igualmente a uma só mão, nos estádios do Benfica e do Sporting), em 18 e 19 de agosto, enquanto a final está marcada para 23, no Estádio da Luz.

Covid-19: Paris e região com máscara obrigatória a partir de segunda-feira em certas zonas

Covid-19 : Máscara obrigatória em zonas muito frequentadas da Ile de França e Paris.

A partir de segunda-feira, o uso de máscara vai ser obrigatório em certas zonas ao ar livre (nos departamentos 75, 92, 93, 94 e 95, região de Paris), depois de uma aceleração da circulação do novo coronavírus nas últimas semanas na região parisiense.

As zonas exatas onde será obrigatória a máscara, ao ar livre, tal como acontece já em todos os espaços fechados, serão definidas pelas prefeituras, mas deverão abranger artérias pedonais e comerciais muito frequentadas, bem como certamente alguns jardins e parques.

 

Covid-19/Portugal: mais quatro mortos e 186 infetados desde sexta-feira

Covid-19: Portugal tem mais 186 casos e quatro pessoas morreram desde sexta-feira

Covid-19: Portugal tem mais 186 casos e quatro pessoas morreram desde sexta-feira

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Portugal regista hoje mais quatro mortos e 186 novos casos de infeção por covid-19 em relação a sexta-feira, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde.

O número de pessoas internadas é de 357, mais uma do que na sexta-feira, e nos cuidados intensivos estão 33 pessoas, menos três em relação ao boletim diário anterior.

De acordo com o relatório da DGS sobre a situação epidemiológica, desde o início da pandemia até hoje registaram-se 52.537 casos de infeção confirmados e 1.750 mortes, das quais duas na região de Lisboa, uma no Centro e uma no Algarve nas últimas 24 horas.

A região de Lisboa e Vale do Tejo totaliza hoje 27.041 casos de covid-19, mais 113 do que na sexta-feira, o que representa 60,7% do total de novos casos a nível nacional.

Em termos percentuais, nas últimas 24 horas o aumento no número de casos confirmados foi de 0,35% (de 52.351 para 52.357) e o de mortos representou 0,2%.

O número de doentes dados como recuperados de covid-19 voltou a aumentar nas últimas 24 horas para 38.364, mais 277 do que na sexta-feira.

Quanto aos casos confirmados, a região Norte tem 19.001, mais 49 casos, e a região Centro tem 4.513 infeções confirmadas, mais cinco do que os registados na véspera, de acordo com o boletim.

O Algarve totaliza 926 casos, mais quinze do que na sexta-feira, e o Alentejo tem 762, mais um.

A Madeira regista mais um caso, totalizando agora 122 infeções confirmadas, e nenhuma morte, e nos Açores há 170 casos de infeção, mais dois do que na sexta-feira. O número de pessoas que morreram com covid-19 no arquipélago mantém-se em 15.

A região Norte continua a registar o maior número de mortes (831), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (613), o Centro (253), Alentejo (22), Algarve (16) e Açores (15).

Em termos globais, há mais infetados na faixa etária entre 40 e 49 anos (8.679), seguindo-se a faixa entre 30 e 39 anos, que contabiliza hoje 8.587 casos.

A faixa etária entre os 20 e os 29 anos totaliza em Portugal desde o início da pandemia 8.049 casos, enquanto na faixa dos 50 aos 59 anos, os casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2 situa-se nos 7.914.

Com mais de 80 anos, tiveram infeções confirmadas 5.956 pessoas, enquanto 5.260 pessoas entre os 60 e os 69 anos adoeceram.

A covid-19 já afetou em Portugal 1.917 crianças até aos 9 anos (mais 25 que as contabilizadas na sexta-feira) e 2.451 entre os 10 e os 19 (mais 21).

Os dados indicam que do total das vítimas mortais, 877 são homens e 873 são mulheres.

Por faixas etárias, o maior número de óbitos concentra-se nas pessoas com mais de 80 anos (1.168), seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (343), entre 60 e 69 anos (156) e entre 50 e 59 anos (57). Há ainda 20 mortos registados entre os 40 e 49 anos, quatro entre os 30 e 39 e dois entre os 20 e 29 anos.

As autoridades de saúde têm sob vigilância 37.579 pessoas, menos 150 relativamente à véspera.

Aguardam resultado laboratorial 1.475 pessoas, mais 50 do que no dia anterior.

A pandemia de covid-19 já provocou cerca de 722 mil mortos e infetou mais de 19,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

Explosões/Beirute: mais de 60 pessoas continuam desaparecidas

Explosões/Beirute: mais de 60 pessoas continuam desaparecidas quatro dias após as explosões que abalaram a cidade, segundo informou o ministério da Saúde do Líbano, citado pela Agência France Presse.

O número de mortos é de 154, dos quais 25 ainda não foram identificados, segundo a mesma fonte.

As equipas de socorro continuam a procurar vítimas.

Segundo o ministério libanês da Saúde 120 dos 5000 feridos com as explosões de terça-feira continuam em estado crítico.

Recorde-se que o Presidente libanês, Michel Aoun, afirmou ontem que a explosão no porto de Beirute se deverá “a negligência ou a ação externa”, evocando a hipótese “de um míssil”, mas recusou uma investigação internacional ao sucedido.

“É possível que tenha sido causado por negligência ou por uma ação externa, com um míssil ou uma bomba”, declarou o chefe de Estado do Líbano num encontro com jornalistas transmitido pela televisão, três dias após a catástrofe.

 

LC: Ronaldo ‘bisa’ mas Juventus é eliminada, Lyon e Manchester City nos ‘quartos’

LC: Ronaldo ‘bisa’ mas Juventus é eliminada, Lyon e Manchester City nos ‘quartos’

LC: Ronaldo ‘bisa’ mas Juventus é eliminada, Lyon e Manchester City nos quartos

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Alfa/Lusa
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Manchester City e Lyon marcaram encontro nos quartos de final da Liga dos Campeões de futebol, ao eliminarem Real Madrid e Juventus, respetivamente, apesar de Cristiano Ronaldo ter estado perto de operar o ‘milagre’ em Turim.

O ‘número 7’ da Juventus ainda alimentou o sonho da presença em Lisboa, palco dos quartos de final, depois de o Lyon ter marcado muito cedo, logo aos 12 minutos, pelo internacional holandês Memphis Depay, o que obrigava a ‘vecchia signora’ a ter de marcar três golos e não sofrer mais nenhum para se qualificar, pois perdeu por 1-0 em França.

A tarefa afigurava-se quase impossível, atendendo ao futebol lento, previsível e sem criatividade da Juventus, lacunas que tem evidenciado exuberantemente no campeonato italiano, agravadas pela ausência do argentino Paulo Dybala, que vinha de uma lesão muscular e ficou no banco de suplentes.

À beira do intervalo, aos 43 minutos, Cristiano Ronaldo estabeleceu o empate, o que era fundamental para manter viva a chama do apuramento, na marcação de um penálti, por braço na bola de Depay, na sequência de um livre direto batido pelo médio bósnio Miralem Pjanic.

Na segunda parte, o cariz do jogo não se alterou, mas eis que aparece Cristiano Ronaldo a ‘tirar um coelho da cartola’ a meia hora do fim, com um remate de pé esquerdo, inesperado, de fora da área, um grande golo, ao qual o compatriota Anthony Lopes, guarda-redes do Lyon, apenas conseguiu desviar a bola para o poste, antes de entrar.

Tempo não faltava a Juventus para consumar a reviravolta, mas sentia-se que só seria possível se Cristiano Ronaldo tivesse outro rasgo de talento, que não veio a acontecer, mesmo depois de Maurizio Sarri, em desespero, ter lançado Paulo Dybala, aos 70 minutos, mas este ressentiu-se da lesão e, aos 84, foi forçado a abandonar o campo.

No outro jogo de ontem dos oitavos de final, o Manchester City garantiu uma vaga em Lisboa, mas tem de agradecer ao central francês do Real Madrid, Raphael Varane, que teve uma noite desastrosa, ao oferecer os dois golos aos ‘citizens’.

O primeiro foi logo aos nove minutos. Com a bola dominada na área, deixou-se desarmar por Gabriel de Jesus, que se limitou a passar a bola para Raheem Sterling fazer o golo à vontade, na pequena área.

O Real Madrid reagiu muito bem e como corolário dessa reação empatou aos 28 minutos, por Karim Benzema, de cabeça, após cruzamento da linha de fundo de Rodrigo, deixando os ‘merengues’ a um golo de igualar a eliminatória, depois de terem perdido por 2-1 no Santiago Bernabéu, na primeira mão.

Com tudo em aberto para a segunda parte quanto ao desfecho da eliminatória, eis que Varane volta a comprometer, aos 69 minutos, ao falhar primeiro a interceção na bola e depois o passe atrasado de cabeça para Thibaut Courtois, que saiu curto e permitiu que Sterling se intrometesse e desviasse a bola do guarda-redes belga quando este saiu de entre os postes.

O internacional português João Cancelo foi titular na posição de lateral esquerdo, face ao impedimento de Benjamin Mendy, por castigo, enquanto Bernardo Silva não entrou no onze, mas foi lançado em campo por Pep Guardiola aos 67 minutos, a render Phil Foden.

Manchester City e Lyon vão defrontar-se nos quartos de final da Liga dos Campeões, em 15 de agosto, no Estádio de Alvalade, que vai acolher os jogos da fase final da prova, juntamente com o Estádio da Luz.

A Liga dos Campeões de futebol foi hoje retomada, quase cinco meses depois da suspensão, devido à pandemia de covid-19, após o jogo Leipzig-Tottenham, disputado em 11 de março.

Na inédita ‘final a oito’ da principal competição europeia de clubes estavam já Atalanta, Leipzig, Atlético de Madrid e Paris Saint-Germain, que superaram Valência, Tottenham, o campeão europeu Liverpool e o Borussia Dortmund, respetivamente, nos oitavos de final.

No sábado, ficará definido todo o quadro dos quartos de final, depois dos encontros Bayern de Munique-Chelsea (3-0, na primeira mão) e FC Barcelona-Nápoles (1-1).

Portugal/ »Football Leaks »: Rui Pinto libertado

Rui Pinto: O alegado hacker, criador da plataforma « Football Leaks » e também responsável pelos « Luanda Leaks », irá sair da casa da PJ onde estava em prisão domiciliária. A colaboração com a Justiça e os elogios dos diretores do DCIAP e da PJ foram decisivas. MP opôs-se à libertação de Rui Pinto que, no entanto, foi justificada com “consistente colaboração”.

Football Leaks: MP opôs-se à libertação de Rui Pinto justificada com “consistente colaboração”

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O Ministério Público (MP) opôs-se à libertação de Rui Pinto, que foi justificada pela juíza Margarida Alves com a “contínua e consistente colaboração” com a Polícia Judiciária e o “sentido crítico” do criador da plataforma Football Leaks.

“A contínua e consistente colaboração do arguido com a Polícia Judiciária, tanto no âmbito dos presentes autos como, mais recentemente, no âmbito de outras investigações, demonstram a assunção de um sentido crítico relativamente aos factos pelos quais se encontra pronunciado, que faz diminuir consideravelmente, em nosso entender, as exigências cautelares que nos presentes autos se vinham impondo”, refere o despacho judicial hoje proferido, que determina a libertação de Rui Pinto, a que a agência Lusa teve acesso.

A presidente do coletivo de juízes que vai julgar Rui Pinto por 90 crimes diz ainda que o comportamento demonstrado nos últimos meses “evidencia não existir qualquer uma das circunstâncias” do artigo 204º do Código de Processo Penal (perigo de fuga, perigo para a conservação ou veracidade da prova, perigo de continuação da atividade criminosa ou perturbação grave da ordem e tranquilidade públicas), que estiveram na base da aplicação das medidas de coação privativas da liberdade a que Rui Pinto esteve sujeito até hoje.

O arguido, que estava desde 08 de abril deste ano em prisão domiciliária e proibido de aceder à Internet, vai sair em liberdade, mas “sujeito à medida de obrigação de apresentações periódicas semanais junto de autoridade policial”.

A alteração da medida de coação e a consequente libertação de Rui Pinto teve a oposição do Ministério Público.

A procuradora Marta Viegas, que será a magistrada do MP presente no julgamento de Rui Pinto, com início agendado para 04 de setembro, no Campus da Justiça, em Lisboa, pronunciou-se contra a libertação, requerida pela defesa do arguido, pugnando pela “manutenção” da medida de coação de permanência na habitação, com proibição de aceder à Internet e a dispositivos que o permitam.

“Analisados os autos verifica-se que não se alteraram os elementos de facto e de direito que presidiram à escolha para aplicação e manutenção daquelas medidas de coação. Com efeito, os argumentos aduzidos pelo arguido relativos à colaboração com a Justiça, haviam já sido expendidos anteriormente e foi com base nos mesmos (colaboração do arguido) que foi determinada a aplicação” das medidas de coação, sublinhou a procuradora do MP, na posição que consta do despacho.

Covid-19: Quase 2.300 novos casos em 24 horas em França

Covid-19: Quase 2.300 novos casos em 24 horas em França

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Os indicadores da covid-19 continuam a degradar-se em França, onde, nas últimas 24 horas, 2.288 pessoas testaram positivo ao novo coronavírus, aumento inédito desde maio, indicou hoje a Direção Geral de Saúde (DGS) francesa.

Segundo o balanço da DGS local, a França registou mais de 9.330 novos casos numa semana (1.604 na quinta-feira e 1.695 no dia anterior), depois de a barreira dos 1.000 novos casos diários ter sido ultrapassada em fins de julho.

“Os indicadores estão a degradar-se, confirmando-se uma circulação mais ativa do vírus no conjunto do território, em particular entre os jovens adultos”, constatou a DGS francesa, que apelou ao “reforço da vigilância”.

Desde quinta-feira, apareceram 21 novos focos de covid-19, elevando o número total para 787, permanecendo ativos 288.

Nas últimas 24 horas, as autoridades sanitárias gaulesas contabilizaram mais 12 mortes, elevando o total para 30.324 óbitos – 19.818 em estabelecimentos hospitalares e 10.506 em lares de terceira idade e centros de saúde.

Terça-feira, o Conselho Científico francês, que assessoria o Governo de Paris na luta contra a covid-19, avisou que a França “não está imune” a uma retoma descontrolada da epidemia e instou os franceses a respeitar as medidas de proteção.

O uso de máscara, obrigatório nos espaços públicos fechados desde 20 de julho, está a estender-se aos abertos num cada vez maior número de cidades em todo o país.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 715 mil mortos e infetou mais de 19,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Beirute/Explosões: PR libanês fala de negligência ou míssil e recusa inquérito internacional

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O Presidente libanês, Michel Aoun, afirmou hoje que a explosão no porto de Beirute se deverá “a negligência ou a ação externa”, evocando a hipótese “de um míssil”, mas recusou uma investigação internacional ao sucedido.

“É possível que tenha sido causado por negligência ou por uma ação externa, com um míssil ou uma bomba”, declarou o chefe de Estado do Líbano num encontro com jornalistas transmitido pela televisão, três dias após a catástrofe que causou 154 mortos e milhares de feridos.

Trata-se da primeira vez que um responsável libanês evoca uma pista externa no caso das explosões, que as autoridades libanesas têm atribuído a um incêndio num entreposto onde se encontravam armazenadas cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amónio.

O chefe de Estado, 85 anos, adiantou ter pedido na quinta-feira “pessoalmente” ao Presidente francês, Emmanuel Macron, que recebeu no palácio presidencial, “para fornecer imagens aéreas para que se possa determinar se havia aviões no espaço (aéreo) ou mísseis” na altura da explosão na terça-feira.

“Se os franceses não dispuserem dessas imagens pediremos a outros países”, adiantou.

Por outro lado, Aoun rejeitou qualquer investigação internacional sobre o assunto, considerando que isso apenas “enfraqueceria a verdade”.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos pediu hoje uma investigação independente às explosões, insistindo que “os pedidos de responsabilização das vítimas devem ser ouvidos”, depois de Emmanuel Macron ter apelado na quinta-feira a um inquérito internacional “transparente”.

O Presidente libanês concordou, contudo, com o seu homólogo francês que apelou aos responsáveis do Líbano para “mudarem o sistema”.

“Enfrentamos uma revisão do nosso sistema consensual, porque está paralisado e não permite que sejam tomadas decisões que possam ser aplicadas rapidamente: devem ser consensuais e passar por várias autoridades”, disse Aoun, criticado por grande parte da opinião pública libanesa, ainda mais desde as devastadoras explosões no porto da capital libanesa.

Sobre a existência de 2.750 toneladas de nitrato de amónio no porto da cidade, Aoun disse ter sido informado do assunto no dia 20 de julho e acrescentou ter « ordenado imediatamente » as autoridades militares e de segurança para fazerem o que fosse necessário.

Sem avançar mais pormenores, o Presidente disse que vários governos desde 2013 receberam avisos sobre o material.

O Líbano vive uma crise económica séria – marcada por uma desvalorização sem precedentes da sua moeda, hiperinflação, despedimentos em massa -, agravada pela pandemia do novo coronavírus, que obrigou as autoridades a confinarem a população durante três meses.

Covid-19/Portugal: último balanço regista mais três mortos e 290 casos

Informação oficial:

Covid-19: Portugal regista mais três mortos e 290 casos.

O boletim da Direção-Geral da Saúde de hoje, sexta-feira, 07, regista mais três mortos, 290 novos casos de infeção nas últimas 24 horas.

Há também mais 247 recuperados em Portugal.

Os três mortos foram todos registados na região de Lisboa nas últimas 24h.

Esta região (Lisboa e Vale do Tejo) contabiliza mais 208 casos de Covid-19 do que ontem, quinta-feira.

Atualmente, há em Portugal 356 doentes internados em hospitais, menos 13 do que na véspera.

36 dos doentes encontram-se em cuidados intensivos, menos seis do que na quinta-feira.

O total de vítimas mortais no país é atualmente de 1.746 e há 52.351 casos confirmados e 38.087 recuperados.

Covid-19/Mundo: Doença já matou mais de 715 mil pessoas e infetou mais de 19,1 milhões

Covid-19: Doença matou mais de 715 mil pessoas e infetou mais de 19,1 milhões

Covid-19: Doença matou mais de 715 mil pessoas e infetou mais de 19,1 milhões

Alfa/Lusa/AFP
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A pandemia de covid-19 já matou pelo menos 715.343 pessoas em todo o mundo desde que o vírus foi detetado na China, em dezembro, refere o último balanço feito pela Agência France-Presse (AFP) com base em dados oficiais.

Ao todo, 19.133.340 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios, dos quais pelo menos 11.319.300 já foram considerados curados.

O número de casos diagnosticados só reflete, no entanto, uma fração do número real de infeções, já que alguns países testam apenas casos graves, outros fazem os testes para rastreio e muitos países mais pobres têm uma capacidade limitada de fazer testes.

Na quinta-feira foram registadas 7.377 mortes e 282.381 novos casos da doença em todo o mundo. Os países que mais vítimas mortais contabilizaram nos seus últimos relatórios foram os Estados Unidos, com 2.060 novas mortes, o Brasil (1.237) e a Índia (886).

Os Estados Unidos são o país mais afetado tanto em termos de vítimas mortais como de infeções, com 160.104 mortes e 4.883.657 casos, segundo a Universidade Johns Hopkins. Pelo menos 1.598.624 pessoas foram declaradas curadas no país.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 98.493 mortos e 2.912.212 casos, o México, com 50.517 mortos (462.690 casos), o Reino Unido, com 46.413 mortos (308.134 casos), e a Índia, com 41.585 óbitos e 2.027.074 casos de infeção.

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é a que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 85 mortes por cada 100.000 habitantes, seguida do Reino Unido (68), Peru (62), Espanha (61), e Itália (58).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabiliza oficialmente um total de 84.565 casos (37 novos nas últimas 24 horas), incluindo 4.634 mortes e 79.088 recuperados.

A América Latina e Caraíbas destronou a Europa no número de óbitos e de infeções, segundo os dados recolhidos até às 12:00 de hoje, com 213.018 óbitos e 5.319.101 casos, enquanto o continente europeu registava 212.415 mortes e 3.301.728 casos.

Os Estados Unidos e o Canadá contabilizavam 169.108 mortes (5.002.218 casos) e na Ásia somavam-se 69.099 óbitos (3.259.246 casos).

O Médio Oriente contabilizava 29.306 mortes (1.218.513 casos), África 22.098 óbitos (1.010.380 casos) e Oceânia 299 mortes (22.154 casos).

Esta avaliação foi realizada usando dados recolhidos pela AFP junto das autoridades nacionais de saúde e com informações da Organização Mundial da Saúde.

Em Portugal, segundo o último boletim diário da Direção-Geral de Saúde (DGS), morreram 1.743 pessoas das 52.061 confirmadas como infetadas.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.