ÁUDIO – MC DY no “Nunca é Tarde”

Vitor Santos recebeu na Emissão “Nunca é Tarde”, MC DY que nos veio falar do seu recente trabalho  » Mocinha », um titulo bem simpático e fresco.


Dylan Dias Martinho mais conhecido no mundo da Noite Portuguesa em Paris como MC DY (lê-se MC D-Why).
Nasceu em 1996 na capital francesa onde vive desde pequeno, c
omeçou a tocar guitarra e  viola baixo aos 5 anos.
Desde miúdo a música tem tido muita influência na vida e
tendo a sorte de poder descobrir vários estilos de música, foi entretanto com as sonoridades vindas dos Palops que mais se identificou.

Em 2008 descobre os Buraka Som Sistema que são a grande influência da carreira.

Em 2016 conhece  DJ AXX  que lhe deu a oportunidade de começar a fazer shows em discotecas como MC , realizando mais de 70 primeiras partes de artistas Franceses (como o Booba, DadjuAya Nakamura…) Portugueses (C4 Pedro, Calema, Anselmo Ralph ) e ainda artistas Internacionais (Nicky Jam, Sean Paul, Kevinho).

Mais  informações no site oficial de MC DY

Aqui fica a conversa

Descubra aqui o video 

 

 

 

 

Covid-19/Portugal. Há mais 342 infetados e 8 mortos em 24H. Zona de Lisboa é a mais atingida

Covid-19: DGS emitiu boletins corrigidos, incluindo números não anunciados nos últimos dias.

No total, há mais 542 casos, 342 deles nas últimas 24 horas.

Número de recuperados também aumentou. Há mais oito mortos por coronavírus em Portugal

O número de mortes e de novos casos por coronavírus continua grave em Portugal.
O número de casos deste sábado reflete já a revisão dos boletins dos últimos dias, o que significa que o aumento face ao dia anterior é de 342 casos. Este acréscimo é atribuído sobretudo à Região de Lisboa e Vale do Tejo, que regista hoje mais 259 casos face ao dia anterior.
Informação oficial sobre as últimas 24 horas:

Covid-19: Mais oito mortes e 342 casos em Portugal nas últimas 24 horas – DGS

Covid-19: Mais oito mortes e 342 casos em Portugal nas últimas 24 horas - DGS

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Portugal regista hoje mais oito mortes por covid-19 e mais 342 casos confirmados em relação a sexta-feira, segundo dados da Direção-Geral de Saúde (DGS).

De acordo com o boletim epidemiológico diário da DGS, há 46.221 casos confirmados e o número de mortes provocadas pela covid-19 atinge agora os 1.654.

Quanto aos novos infetados, ​​​​​​​259 dos 342 (76%) têm residência na região de Lisboa e Vale do Tejo. Tal como todos os oito óbitos confirmados nas últimas 24 horas.

Covid-19: Pelo menos 560 mil mortos e mais de 12,5 milhões de infetados no mundo

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Covid-19: Pelo menos 560 mil mortos e mais de 12,5 milhões de infetados no mundo

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AFP
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A pandemia do novo coronavírus já causou a morte a pelo menos 560.425 pessoas e infetou mais de 12,5 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP baseado em dados oficiais.

De acordo com os dados recolhidos pela agência de notícias francesa até às 11:00 de Lisboa, mais de 12.522.050 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, no final do ano passado na cidade chinesa de Wuhan, dos quais pelo menos 6.688.300 foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

A AFP adverte que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que alguns países estão a testar apenas casos graves, outros usam o teste como uma prioridade para rastreamento e muitos países pobres têm apenas capacidade limitada de rastreamento.

Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de mortes (134.097) e casos (3.184.722). Pelo menos 983.185 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 70.398 mortes para 1.800.827 casos, Reino Unido com 44.650 mortes (288.133 casos), a Itália com 34.938 mortes (242.639 casos), e o México com 34.191 mortes (289.174 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente um total de 83.587 casos (2 novos casos entre sexta-feira e sábado), incluindo 4.634 mortes e 78.623 recuperações.

A Europa totalizou 201.976 mortos para 2.812.444 casos, Estados Unidos e Canadá 142.890 mortos (3.291.743 casos), América Latina e Caraíbas 140.829 mortos (3.257.244 casos), Ásia 42.104 mortes (1.693.529 casos), Médio Oriente 19.744 mortes (896.302 casos), África 12.746 mortes (559.664 casos), e Oceânia 136 mortes (11.126 casos).

A AFP dá nota de que esta avaliação foi realizada utilizando dados recolhidos junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Eventos culturais portugueses para ver em Paris antes das férias estranhas de um ano estranho. Crónica

Antes das férias estranhas de um ano estranho, há alguns eventos portugueses para ver em Paris até ao fim deste mês. 

Crónica de João Pinharanda, diretor do Instituto Camões em Paris, para ouvir, na Rádio Alfa, na segunda-feira, dia 13.

(Um trabalho de Diogo Pimentão, um dos artistas portugueses que pode ver em Paris até ao fim do mês de julho)

Inéditos de Amália gravados em Paris são editados dia 23

Inéditos de Amália gravados em Paris são editados dia 23. Uma caixa com cinco CD com gravações inéditas de Amália Rodrigues (1920-1999) em Paris é editada no próximo dia 23, quando a fadista completaria 100 anos, no âmbito da edição da discografia integral da fadista.

Inéditos de Amália gravados em Paris são editados dia 23
Alfa/Lusa

Apesar de ter atuado por todo o mundo, o Olympia, em Paris, foi fulcral para a carreira de Amália, que, em várias entrevistas, se referiu à capital francesa como a rampa de lançamento do seu prestígio internacional. « De Paris parti para o mundo », afirmou a fadista.

Em junho de 1956, uma revista portuguesa relatava deste modo o êxito da fadista na capital francesa: « Amália canta, e Paris acredita! A nossa Amália andou ao colo de Paris como se fosse um bebé gorducho e bonito que faz gracinhas. Em toda a parte, e em todos os seus espectáculos no Olympia bastava-lhe chegar…e logo se espalhavam sorrisos de simpatia, expressões de curiosidade, de admiração, talvez algumas de ciúme. Porque Amália é uma espécie de Casanova intelectual… ».

E a mesma publicação acrescentava: « Os franceses ouvem a Amália desde que começou a correr nos écrans de Paris, o filme ‘Les Amants Du Tage‘. O ‘microsillon‘ da Amália que concentra dez trechos dos melhores do seu reportório, existe em todas as emissoras, nos juke-box dos bares e em todas as casas onde há um pick up [gira-discos] ».

O jornalista, Olavo d’Eça Leal, realçou ainda as « muitas solicitações » da artista que « em dez » tinha « de esquivar-se a nove ». « O quadrante do relógio não lhe permite agir de outro modo », justificava Eça Leal.

Referindo-se à atuação para emigrantes portugueses em 1964, o responsável pela edição discográfica, Frederico Santiago, afirmou à agência Lusa que « é um exemplo de como Amália não só atuava nas grandes salas como, muitas vezes graciosamente, cantava para associações de portugueses ».

Entre os temas gravados neste conjunto de cinco CD, cite-se « Fado Madragoa« , « Sempre que Lisboa Canta », « Fado do 31 », « Perseguição », « Trepa no Coqueiro » ou « Cansaço ».

Frederico Santiago realçou que « apesar de ser já um verdadeiro mito em Portugal, foi o triunfo parisiense, em 1956, que fez o mundo de então reconhecer em Amália uma das maiores cantoras do século ».

« Paris e o seu público conseguiram sempre mitificar ainda mais os grandes artistas. Foi assim com Chopin e Bellini, na década de trinta do século XIX, foi assim com Amália e Maria Callas, nos anos cinquenta do século XX e seria ainda assim com os próprios Beatles, em 1964″, referiu Santiago.

O estudioso de fado Luís de Castro, da Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, afirmou que esta caixa « dá uma perspetiva da fulgurante carreira de Amália que se destacou não só pela exuberante voz como pela capacidade criativa de interpretar cada tema, nunca sendo igual, dando-lhe a sua capacidade imaginativa ».

« Amália foi a nossa maior intérprete, não só pela carreira internacional ímpar, mas pela capacidade de ser sempre nova e surpreendente em cada interpretação dos fados, cuja melodia há muito era conhecida », afirmou.

A edição inclui um livro com fotografias inéditas, uma cronologia das atuações de Amália na capital francesa, e um texto do historiador Jorge Muchagato, que assinou outros textos sobre a fadista.

Portugueses dizem passar sem controlo nos aeroportos britânicos

Portugueses dizem passar sem controlo nos aeroportos britânicos

Portugal foi excluído dos « corredores de viagem » estabelecidos pelo Reino Unido com dezenas de países para dispensar de quarentena turistas britânicos no regresso de férias, mas passageiros com origem em Portugal estão a passar sem controlo nos aeroportos londrinos.

O português João Faneca disse ter ficado surpreendido quando chegou com a família do Porto ao aeroporto de Luton, em Londres, esta semana e passou sem lhe pedirem para preencher qualquer formulário ou fornecer dados pessoais.

« Estava na fila de espera para o controlo de passaportes e vi toda a gente passar normalmente. Quando chegou a nossa vez, mostrámos os nossos documentos, mas não nos perguntaram de onde vínhamos e não tivemos de preencher nada« , relatou à agência Lusa.

A situação aconteceu a outros emigrantes portugueses em pelo menos mais um aeroporto londrino, de Stanstead, adiantaram à Lusa outras fontes.

O conselheiro das Comunidades Portuguesas, António Cunha, disse ter conhecimento de pelo menos mais três pessoas que regressaram de Portugal sem lhes terem pedido qualquer papel ou contacto, criando confusão.

« Não lhes perguntaram nada, não pediram papéis nem contactos, por isso não estão a fazer quarentena », adiantou.

Atualmente, todas as pessoas que chegam ao Reino Unido de avião, barco ou comboio, incluindo cidadãos britânicos, devem fornecer um endereço onde se vão auto-isolar durante 14 dias, podendo ser multados em 100 libras (110 euros) por não preencherem um formulário com esses detalhes.

75 países e territórios isentos de quarentena. Portugal excluído da lista

A partir de hoje, 75 países e territórios, como Itália, Grécia, França e Alemanha estão isentos desta medida, mas Portugal foi excluído da lista devido a um aumento nas últimas semanas do número de casos de infeção com covid-19, sobretudo na área de Lisboa.

Para os passageiros que chegam de Portugal e outros países considerados de risco elevado é obrigatório o preenchimento de um formulário até 48 horas antes de chegar ao Reino Unido, que precisa de ser mostrado à chegada à fronteira, no aeroporto, seja impresso em papel ou no telemóvel.

As autoridades podem contactar por telefone ou visitar o local indicado pelos passageiros onde seria cumprida a quarentena para confirmar se estão a cumprir as regras, sendo as infrações puníveis com uma multa de até mil libras (1.100 euros), mas não há informação de alguma vez ter sido aplicada.

João Faneca disse à Lusa que um compatriota que também não tinha preenchido formulário foi visitado inesperadamente pela polícia em casa para confirmar que estava em isolamento e a Lusa sabe de outros casos de pessoas que tiveram de mostrar o formulário à chegada a Londres.

O Conselheiro das Comunidades, António Cunha, adianta que a questão da quarentena está a confundir muitas pessoas e fez muitos portugueses cancelarem os planos de férias no país de origem.

Porém, esta opção não é garantida porque as regras estipulam que mesmo aqueles que chegarem de um país da lista dos « corredores de viagem », mas tiverem visitado um país não isento como Portugal, mesmo de passagem, estão sujeitos a quarentena.

Covid-19: Concessionários de praia cumprem regras mas não conseguem « fazer face aos prejuízos »

Covid-19: Concessionários de praia cumprem regras mas não conseguem « fazer face aos prejuízos »

Covid-19: Concessionários de praia cumprem regras mas não conseguem fazer face aos prejuízos

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Os concessionários de praia tiveram um primeiro mês de época balnear positivo “em termos de segurança”, mas difícil em termos de negócio, porque há menos utentes e não conseguem “fazer face aos prejuízos”.

“Há menos utentes e os concessionários estão a ter quebras na faturação, esperemos que a coisa melhore, mas em termos de negócio vai ser impossível fazer face aos prejuízos que já tivemos”, disse à Lusa o presidente da Federação Portuguesa de Concessionários de Praia.

Segundo João Carreira, esta situação está a acontecer aos empresários a nível nacional, mas sobretudo no Algarve, “onde há uma quebra muito grande de turistas”, que, especificou, ronda os 90%.

Também no Norte, indicou, houve concessionários que “devido à idade e a esta situação da covid-19 não abriram as suas concessões” e outros podem fechar no decorrer desta época balnear “porque não vão conseguir fazer face às despesas”.

“É por isso que, de alguma forma, pedimos apoio ao Governo e às autarquias para que ajudem nas despesas, nomeadamente na assistência à praia”, defendeu.

Segundo João Carreira, os empresários conseguiram contratar os nadadores-salvadores necessários, mas houve algumas associações que “aumentarem substancialmente os valores porque tinham o monopólio”.

Além disso, apontou, era importante para o país e para as empresas que o Governo “consiga que os outros países façam a abertura dos corredores aéreos”, para aumentar novamente o turismo e as receitas em Portugal.

Já em termos de segurança, o responsável fez um balanço positivo porque tudo tem corrido bem e “não tem havido acidentes de maior”.

“De alguma forma os utentes mantêm todas as medidas, tirando um apontamento ou outro no areal de alguns jovens mais rebeldes, mas, pelo que vemos, os concessionários têm as devidas medidas implementadas e as pessoas também acabam por ser agentes de segurança”, notou.

Na visão de João Carreira, apenas não resultou a recomendação do Governo de que os toldos e chapéus só podem ser alugados numa manhã (até às 13:30) ou tarde (a partir das 14:00), porque “de um modo geral há sempre sombras disponíveis para toda a gente”.

O responsável é proprietário de uma concessão na praia da Morena, na Costa de Caparica, Almada, no distrito de Setúbal, uma zona que por vezes é complicada em termos de estacionamento e trânsito, mas também não se têm verificado constrangimentos.

“Não tem acontecido, tirando uma situação ou outra de um dia mais quente, mas como disse as cargas que estão a haver nas praias não são assim tão grandes e o estacionamento tem estado a ser regulado”, apontou.

A época balnear arrancou a diferentes ritmos no país, tendo os primeiros areais aberto no início do mês de junho, com orientações da Direção-Geral da Saúde devido à pandemia de covid-19.

Emigrantes com medo de regressarem no verão

Emigrantes em dúvida para o verão. Quarentenas no regresso e surto em Lisboa estão a travar milhares de emigrantes portugueses

 

Quarentenas no regresso e surto em Lisboa estão a travar milhares de emigrantes portugueses

Emigrantes portugueses queixam-se de falta de informação e receiam vir a Portugal nas férias. Quarentenas obrigatórias e informações falsas estão a deixar as comunidades preocupadas e a cancelar viagens

Alfa/ Expressso. – TEXTO CRISTINA PERES LILIANA VALENTE. FOTO NUNO BOTELHO (Leia a versão original deste trabalho no expresso, edição semanal)

Filipe Santos vive em Inglaterra e comprou o bilhete de regresso das férias através de Espanha, para evitar a quarentena quando voltar ao trabalho. Sofia C. vive na Alemanha e este ano, ao fim de 30 anos em Berlim, decidiu não vir a Portugal. João Ramos trabalha em Bruxelas e já viu a Bélgica mudar tantas vezes de posição em relação a Portugal que está sempre a mudar as viagens e não sabe se não terá de ­adiar de novo os planos. Nas comunidades de emigrantes portugueses reina a confusão. A informação ofi­cial não está a chegar — apesar de o Governo dizer que o faz pelos sites dos consulados e do portal das comunidades — e proliferam nas redes sociais artigos falsos que estão a deixar as centenas de milhares de portugueses que vivem no estrangeiro e que todos os anos vêm a Portugal à beira de um ataque de nervos. Além dos turistas, também os portugueses que ajudam a animar as economias locais podem falhar neste verão.

“Estamos muito preocupados por causa das incertezas. As pessoas têm menos receio do contágio do que de serem obrigadas a fazer 14 dias de quarentena no regresso, o que as impede de voltarem ao trabalho depois das férias”, diz ao Expresso Pedro Rubio, presidente do Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Bélgica. Para este verão, Portugal já perdeu grande parte do turismo, mesmo que residual, mas agora há milhares de portugueses que também têm dúvidas ou não podem vir, sobretudo por causa das quarentenas obrigatórias.

Tem sido através de grupos de Facebook e de WhatsApp que tem circulado informação, que muitas vezes não é bem compreendida ou não está correta (como dizer que Portugal está com as fronteiras fechadas), o que “gera muitas confusões e ansiedade”, diz Pedro Rubio. “Há uma imagem falsa que corre nas comunidades, e não só, e muitos portugueses não estão confiantes de ir até Portugal”, admite ao Expresso o deputado do PS Paulo Pisco, que esteve em Paris a falar com emigrantes.

A circulação de informação já é difícil em tempos normais — agora está a ser mais. No Reino Unido, um grupo de portugueses que mantêm contacto por WhatsApp conta que não recebeu qualquer informação dos consulados ou da embaixada e que agora espera para ver o que é decidido no dia 27, quando o Governo de Boris Johnson reavaliar a decisão. Esses portugueses vão marcar as férias em cima da hora, até porque não sabem os voos que podem ser cancelados. O site da Embaixada de Portugal no Reino Unido parou em abril. Não tem qualquer informação sobre que condições devem os portugueses que estão naquele país seguir para quando vierem (ou quiserem vir) de férias.

Governo remete para informação nos consulados, além dos turistas, também os emigrantes podem falhar no verão

O Governo diz que está atento à situação, que tem dotado os portugueses “de informação atualizada e rigorosa” e que tem transmitido a ideia “de que não há qualquer impedimento a que os cidadãos nacionais residentes no estrangeiro viajem para Portugal”, responde ao Expresso a secretária de Estado das Comunidades, Berta Nunes. “Temos insistido em que são muito bem-vindos, que os esperamos, que essa é uma viagem segura e podem vir sem receio, cumprindo as normas de segurança”, acrescenta. Contudo, o problema para os portugueses não está a ser sobre a entrada em Portugal, mas sobre o regresso aos países de origem.

Para preparar a vinda a Portugal, o MNE preparou “perguntas frequentes ou folhetos informativos” e remete para os “postos consulares, que são um canal de comunicação fundamental que, além de direcionarem os cidadãos para estas informações, estão em constante contacto com as autoridades locais”, acrescenta a governante. O último folheto explica as normas que têm de ser seguidas para entrar em Portugal, mas não há qualquer informação sobre as restrições dos países de origem, nomeadamente dos países que obrigam a quarentena.

Há oito países que impedem a entrada a partir de Portugal e seis com restrições, alguns deles, como o Reino Unido, com importantes comunidades portuguesas. “Há mesmo uma guerra no turismo, que era um balão de oxigénio para a economia. Portugal era o país que, à partida, tinha melhores condições para o turismo neste verão, mas todos os países querem roubar os turistas que viriam para cá”, diz Paulo Pisco. António Costa considerou “manifestamente injusta” a colocação de Portugal nas listas negras e apontou o dedo à União Europeia. “Há uma área onde a UE tem falhado, que é a de haver um critério uniforme quanto às fronteiras internas. Há países que foram recentemente colocados em listas vermelhas não porque tenham uma grande incidência da pandemia, mas porque tinham colocado outros em lista vermelha. Se começamos todos a agir em retaliação, vamos estar todos em listas vermelhas”, disse.

Covid-19: mais 402 infetados em Portugal, 342 na região de Lisboa. Mais dois mortos

Covid-19: mais 402 infetados em Portugal, dois mortos e 301 recuperados. Portugal registou  mais 402 casos de covid-19, duas mortes e 301 pessoas recuperadas  em 24 horas.

Só as 19 freguesias lisboetas com surtos se mantêm na lista vermelha belga. Em Badajoz, Espanha, pede-se fecho de postos fronteiriços com Portugal até que se debele surto em Reguengos de Monsaraz.

Informação oficial:

Portugal regista hoje mais dois óbitos relacionados com a covid-19, em relação a quinta-feira, e mais 402 casos de infeção, dos quais 342 na região de Lisboa e Vale do Tejo, segundo os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim epidemiológico diário da DGS, o total de mortos desde o início da pandemia é agora de 1.646 e o total de casos confirmados é de 45.679.

 

O pior dia em Lisboa e Vale do Tejo em quase duas semanas

Lisboa e Vale do Tejo concentra 342 dos 402 casos a nível nacional, o que representa 85%. Porém, mais relevante do que a percentagem é o número absoluto de casos: é o pior registo na região em 12 dias, desde 28 de junho (então com 391 casos e 85,6% dos novos infetados).

Seguem-se o Norte (44 casos, menos 13 do que ontem), o Centro (9), o Algarve (cinco) e os Açores (dois). O Alentejo e a Madeira não registaram quaisquer casos.

SORTEIO DA ‘FINAL A OITO’ DE LISBOA

Decorreu esta manhã em Nyon o sorteio da fase final da Liga dos Campeões, que vai disputar-se em Lisboa (estádio da Luz e estádio de Alvalade), entre 12 e 23 de agosto, com todos os jogos à porta fechada.

 

Desde logo o sorteio, com a participação de Paulo Sousa,foi também diferente do habitual, com os representantes dos clubes a participarem por videoconferência. Paulo Sousa avaliou a atribuição desta fase final a Portugal: «Significa que a UEFA acredita na nossa federação, no nosso governo. Ter um evento com esta dimensão será bom para ajudar o nosso país e poderá ser bom também para motivar os clubes portugueses a investir da melhor maneira para estar a este nível.»

 

O sorteio ditou que Cristiano Ronaldo poderá defrontar o Real Madrid, mas para isso a Juventus terá de passar o Lyon e o Real Madrid passar o Manchester City.

 

Para já ficaram apenas dois jogos definidos: Leipzig-Atlético Madrid e Atalanta-PSG.

 

Resultados do sorteio:

Quartos de final:

 

1. Real Madrid/Manchester City-Lyon/Juventus

2. Leipzig-Atlético Madrid

3. Atalanta-PSG

4. Nápoles/Barcelona-Chelsea/Bayern

 

Emparelhamento meias finais: 

1. [Real Madrid/Manchester City-Lyon/Juventus] – [Nápoles/Barcelona-Chelsea/Bayern]

2. [Leipzig-Atlético Madrid] – [Atalanta-PSG]

 

Final (equipa que joga em «casa»)

Vencedor da meia final 2- vencedor da meia final 1

 

Alfa/abola.