TAP anuncia dois voos por semana para Paris e Londres entre 5 e 17 de maio

Coronavírus. Companhia portuguesa anuncia no seu site oficial dois voos ida e volta por semana para Paris e Londres entre 05 e 17 de maio.

Eis a informação oficial disponível no site oficial da TAP Air Portugal:

Voos Frequências 05 Maio – 17 Maio

Lisboa – Londres (LHR)    2 voos por semana
 Lisboa – Paris  2 voos por semana

A notícia já foi dada pelo jornal francês Ouest-France, que pelo seu lado cita a AFP.

Os voos, naturalmente ida e volta, decorrerão com uma taxa de ocupação TAPreduzida (2/3 dos passageiros) para evitar a propagação da pandemia.

Covid-19/Desconfinamento parcial. O que muda a partir de hoje em Portugal

Isto é tudo o que pode voltar a fazer a partir desta segunda-feira (mas lembre-se: mantém-se o dever cívico de recolhimento)

Foto TIAGO MIRANDA

Está em curso o estado de calamidade – e ainda que “calamidade” pareça termo mais grave que “emergência”, que era o estado anterior do país, na verdade há um abrandamento das medidas. O plano de desconfinamento apresentado pelo Governo prevê três fases – a primeira começa agora, a segunda a 18 de maio e a terceira a 1 de junho. Mas para a fase 2 e 3 se concretizarem é preciso que a pandemia continue controlada. Daqui a 15 dias o Governo reavalia tudo e decide se há mesmo fase 2 ou não. António Costa já disse que não terá “vergonha” em recuar se for mesmo necessário. Saiba então tudo o que muda entre esta segunda-feira e 18 de maio

Alfa/Expresso; Por Alexandra Simões de Abreu

CABELEIREIRO E BARBEARIAS

As idas ao cabeleireiro, barbearia e similares devem ser feitas dia e hora marcados e tanto os profissionais como os clientes têm obrigatoriamente de usar máscaras. De preferência devem ser utilizados materiais descartáveis por parte dos cabeleireiros e barbeiros.

PEQUENO COMÉRCIO

Vai encontrar abertas lojas até 200m2 com porta para a rua. Mas atenção que há uma lotação máxima de 5 pessoas por 100m2 em espaços fechados. Incluem-se aqui não só lojas de roupa como livrarias, mercearias, drogarias, stands automóveis, oficinas, etc. Mas em todas tem de usar máscara e desinfetar as mãos à entrada.

SUPERMERCADOS

Não se surpreenda se for impedido de entrar num supermercado se não tiver viseira ou máscara – as grandes superfícies estão a avisar os clientes que estes utensílios passam a ser necessários para fazer compras.

TRANSPORTES PÚBLICOS

Se não puder ficar em casa em teletrabalho e tiver de se deslocar para o local de emprego em transportes públicos, vai ter de usar máscara obrigatoriamente sob pena de ser multado (as coimas vão de €120 a €350) por uma força de segurança. Se tiver oportunidade deve privilegiar também o horário entre as 10h e as 17h para evitar horas de ponta. Os condutores dos autocarros estarão protegidos por uma cabine e haverá gel desinfetante a bordo. Pode comprar máscaras, álcool gel e luvas descartáveis em algumas máquinas de vending nas estações do metro de Lisboa e do Porto. A lotação dos transportes públicos passa a estar limitada a 2/3 da sua capacidade. Se utilizar o carro, fique a saber que já não necessita do comprovativo da entidade patronal.

BALCÕES DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO

Antes de se dirigir a uma repartição de finanças ou a uma conservatória, por exemplo, tem de fazer marcação prévia e quando se deslocar ao local terá de usar máscara. Se precisar de fazer algum pagamento, as autoridades de saúde recomendam que não pague em dinheiro mas com cartão e que use luvas ou lenço de papel para tocar nas teclas do terminal multibanco.

DESPORTO

A prática de desportos individuais ao ar livre – sem utilização de balneários nem piscinas – é permitida. Ou seja, ir à praia só se for para entrar no mar para praticar desportos náuticos, como surf. Deve evitar lugares com muita gente, já que tem de manter uma distância mínima de segurança e não são permitidos ajuntamentos com mais de 10 pessoas.

CULTURA

Ainda não vai poder ir ao cinema ou ao teatro (fica para outra fase do plano de desconfinamento), até porque estão proibidos eventos com mais de 10 pessoas, mas já pode ir a uma livraria, biblioteca ou um arquivo. Não se esqueça de levar consigo a máscara, que é obrigatória tanto para clientes como funcionários.

FUNERAIS

Será permitida a presença de familiares em funerais.

ANTES DE ENTRAR EM CASA

Deve deixar os sapatos à porta, deixar as chaves e a carteira dentro de uma caixa e ir lavar de imediato as mãos. A roupa com que andou na rua deve ir para lavar. Se tem cão ou cães e foi passear com ele(s) antes de entrar em casa deve lavar as patas ao seu animal de estimação.

REGRAS GERAIS

Cvirusonfinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa; dever cívico de recolhimento domiciliário; proibição de eventos ou ajuntamentos com mais de 10 pessoas.

Covid-19: Brasil totaliza 7.025 mortos e ultrapassa os 100 mil infetados

Covid-19: Brasil totaliza 7.025 mortos e ultrapassa os 100 mil infetados

Covid-19: Brasil totaliza 7.025 mortos e ultrapassa os 100 mil infetados

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O Brasil totaliza 7.025 mortos e 101.147 casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus desde o início da pandemia no país, tendo registado 275 óbitos e 4.588 infetados nas últimas 24 horas, informou hoje o executivo.

O aumento no número de mortes no Brasil foi de 4%, passando de 6.750 no sábado, para 7.025 no domingo. Em relação ao número de infetados, o crescimento foi de 5%, passando 96.559 para 101.147 casos confirmados.

De acordo com o Ministério da Saúde brasileiro, a taxa de letalidade da covid-19 no país está agora em 6,9%, estando ainda a ser averiguada a eventual relação de 1.364 mortes com o novo coronavírus.

A tutela da Saúde deu ainda conta da recuperação de 42.991 doentes, sendo que 51.131 continuam sob acompanhamento.

São Paulo continua a ser o estado que concentra o maior número de casos, contabilizando oficialmente 2.627 mortos e 31.772 infetados.

Seguem-se o Rio de Janeiro, com 1.019 óbitos e 11.139 casos de infeção, Pernambuco, com 652 vítimas mortais e 8.643 casos, o Ceará, com 663 mortos e 8.370 infetados, e o Amazonas, com um total de 548 mortes e 6.683 pessoas diagnosticadas com covid-19.

No lado oposto está o estado do Tocantins, com quatro vítimas mortais e 246 casos confirmados.

Em todo o território brasileiro, 18 das 27 unidades federativas do país já têm mais de mil casos registados da doença.

O ministro da Saúde, Nelson Teich, embarcou no domingo para Manaus, capital do Amazonas, para acompanhar as ações de combate à pandemia.

Naquela cidade, a rede hospitalar já se encontra em rutura há algumas semanas e já se começou a abrir valas comuns para agilizar os enterros.

O prefeito da cidade de Manaus, Arthur Virgílio Neto, pediu ajuda ao primeiro-ministro português, António Costa, queixando-se da falta de apoio do Governo de Brasília, para responder à pandemia da covid-19.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 245 mil mortos e infetou mais de 3,4 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

A crise não vai modificar as relações de força trabalho/capital. Opinião

A crise sanitária e a saída do confinamento.

A crise não vai modificar as relações de força trabalho/capital.

Análise de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo, para ouvir na Rádio Alfa nesta terça-feira, 05

Covid-19/Portugal. Mais 20 mortos em 24h; 1.043 mortos e 25.282 no total

Covid-19: Portugal com 1.043 mortos e 25.282 infetados no total – informação oficial.

Mais 20 mortes e 92 novos casos em Portugal.

Portugal regista hoje 1.043 mortos relacionadas com a covid-19, mais 20 do que no que sábado, e 25.282 infetados (mais 92), segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção Geral da Saúde.

Relativamente ao número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus (25.282), os dados da Direção Geral da Saúde (DGS) revelam que há mais 92 casos do que no sábado (25.190), representando uma subida de 0,4%.

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (597), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (210), do Centro (209) Algarve (13), dos Açores (13) e do Alentejo que regista um caso, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de sábado, mantendo-se a Região Autónoma da Madeira sem registo de óbitos.

Em síntese: Mais 20 mortes, 92 novos casos e 18 recuperações em Portugal. Crescimento de casos é o mais baixo desde início do surto

 

Covid-19/ França mantém fronteiras fechadas « até novo aviso »

França mantém fronteiras fechadas designadamente com Espanha – Governo;

O ministro do Interior de França, Christophe Castaner, afirmou hoje que as fronteiras vão permanecer fechadas, apesar de o país iniciar o desconfinamento a partir do dia 11, explicando que o processo será articulado com a União Europeia.

“O nosso objetivo é que existam orientações europeias para a reabertura das fronteiras”, explicou o governante, citado pela agência Efe.

Nesse sentido, Christophe Castaner explicou que as fronteiras dentro do espaço Schengen irão permanecer fechadas “até novo aviso”, ressalvando, contudo, que a intenção é que se possa circular livremente entre os países membros antes de reabrir as fronteiras com o exterior.

A França estabeleceu como primeira fase de desconfinamento os dias 11 de maio a 01 de junho, estando durante este período limitadas as deslocações até a um raio de 100 quilómetros da residência.

As exceções a esta regra terão de prender-se com motivos profissionais ou familiares “urgentes”.

Nesse plano de desconfinamento, apresentado pelo Governo francês no sábado, estabeleceu-se o prolongamento do estado de alerta sanitário até 24 de julho e uma quarentena obrigatória para pessoas que cheguem do estrangeiro a França.

No caso das pessoas que não apresentem sintomas, essa quarentena será de 14 dias, mas nas situações em que tenha sido diagnosticada a covid-19 o isolamento terá de ser, pelo menos, 30 dias.

A França regista 168.518 casos da covid-19 e 24.760 óbitos.

Covid-19: Mais de 243.000 mortos entre cerca de 3,4 milhões de infetados no mundo

Covid-19: Mais de 243.000 mortos entre cerca de 3,4 milhões de infetados no mundo – AFP

Covid-19: Mais de 243.000 mortos entre cerca de 3,4 milhões de infetados no mundo – AFP

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A pandemia do novo coronavírus causou pelo menos 243.637 mortos no mundo desde o seu aparecimento em dezembro na China, segundo um balanço às 11:00 TMG de hoje elaborado pela agência France-Presse a partir de fontes oficiais.

Mais de 3.441.540 casos de infeção foram registados oficialmente em 195 países e territórios desde o início da pandemia. Este número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de infeções, considerando que um grande número de países testa apenas os casos que requerem tratamento hospitalar. Entre estes casos, pelo menos 1.055.500 são considerados como curados.

Os Estados Unidos, que registaram a sua primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais atingido, quer em número de mortos, quer de casos, com 66.385 mortos em 1.133.069 casos. Pelo menos 175.382 pessoas foram declaradas curadas.

A seguir aos Estados Unidos, os países mais afetados são a Itália com 28.710 mortos em 209.328 casos, o Reino Unido com 28.131 mortos (182.260 casos), a Espanha com 25.264 mortos (217.466 casos) e a França com 24.760 mortos (168.396 casos).

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia se iniciou no final de dezembro, conta oficialmente com 82.877 casos (dois novos nas últimas 24 horas), incluindo 4.633 mortos (0 novas) e 77.713 recuperações.

A Europa totalizava hoje às 11:000 TMG (mais uma hora em Lisboa) 142.611 mortos em 1.535.203 casos, os Estados Unidos e o Canadá 70.018 mortos (1.189.649), a América Latina e as Caraíbas 13.156 mortos (246.581 casos), a Ásia 9.061 mortos (237.852 casos), o Médio Oriente 6.929 mortos (181.730 casos), a África 1.740 mortos (42.408 casos) e a Oceânia 122 mortos (8.125 casos).

Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Covid-19: Portugal produz um milhão de máscaras por dia e começa a exportar – Ministro

Covid-19: Portugal produz um milhão de máscaras por dia e começa a exportar – Ministro

Covid-19: Portugal produz um milhão de máscaras por dia e começa a exportar - Ministro

Alfa/Lusa
A indústria portuguesa produz diariamente um milhão de máscaras tendo como prioridade o abastecimento do mercado interno, mas está a começar a exportar, revelou hoje o ministro da Economia, enquanto comprava máscaras numa superfície comercial de Lisboa.

Pedro Siza Vieira foi hoje comprar máscaras disponíveis numa superfície comercial para demonstrar como será a nova realidade dos portugueses, que a partir de hoje têm a máscara como novo acessório obrigatório em espaços públicos, como comércio e transportes.

“Nós neste momento já temos em Portugal uma capacidade de produção de máscaras superior a um milhão por dia e cada vez vamos começar a produzir mais máscaras reutilizáveis, ou seja, máscaras que, em vez de se terem que usar uma única vez e deitar fora, podem ser lavadas, mantendo a sua capacidade de proteção”, afirmou.

O ministro destacou que a indústria nacional mobilizou-se muito para aumentar a produção e isso deverá nos “próximos tempos baixar os preços” destes equipamentos, para o que também contribuirá a baixa do IVA para 6%, já aprovada na Assembleia da República.

“Neste momento, as empresas portuguesas não só produzem para o mercado nacional como já começam a produzir também para exportação e, portanto, estou convencido que, à medida que vamos tendo mais oferta, o preço vai tornar-se mais acessível”, acrescentou, quando confrontado com os preços atuais.

Siza Vieira destacou que esta exportação acontece já “essencialmente para países europeus e ainda em quantidades relativamente reduzidas”.

“A prioridade das empresas portuguesas obviamente continua a ser o abastecimento do mercado nacional, mas, à medida que vamos tendo a capacidade de produzir – e como sabem Portugal é um grande produtor de produtos têxteis e de vestuário -, vamos começar a exportar, porque este vai ser um produto que, nos próximos tempos, vai ser muito necessário na Europa, nos Estados Unidos, e não podemos estar dependentes apenas da China, que era tradicionalmente o grande produtor deste tipo de equipamentos”, sublinhou.

O ministro referiu ainda a mobilização de um conjunto de produtores da indústria para cumprir normas e especificações de qualidade e de segurança definidas pelo Infarmed, que passam no crivo da certificação do Centro Tecnológico da Indústria Têxtil e do Vestuário.

“Neste momento já temos 135 equipamentos já certificados e as empresas estão a começar a produzir”, disse, salientando: “o mais importante para termos abundantemente estes equipamentos disponíveis a um preço acessível é aumentar o mais possível a produção”.

Siza Vieira realçou que estão previstos muitos canais de distribuição destes materiais além das farmácias, como a distribuição alimentar, supermercados e máquinas de venda automática, para que estes bens estejam disponíveis como outros produtos de uso regular e comum.​​​​​​​

“Aquilo que estamos a tentar assegurar é que, no acesso às escolas, o pessoal docente, o pessoal não docente e os alunos tenham acesso a máscaras disponibilizadas pelo Estado. A mesma coisa sucede obviamente para aqueles que são funcionários que carecem destes tipos de equipamentos de proteção na sua atividade quotidiana: pessoal de saúde das forças de segurança etc.”, disse.

Já a população em geral, passará a ter mais um equipamento, ou um produto de vestuário disponível nos supermercados para uso diário, acrescentou.

Em relação aos produtos de higiene à base de álcool, o ministro realçou que também produtores de bebidas alcoólicas e de vários tipos de materiais de desinfeção reorientaram a sua produção para estes produtos.

“Julgo que, também por isso, começaremos a ver este tipo de produtos não apenas em abundância mas também a preço mais acessível”, acrescentou.

Em Portugal, morreram 1.023 pessoas das 25.190 confirmadas como infetadas, e há 1.671 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 243 mil mortos e infetou mais de 3,4 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

Serigrafia de Cruzeiro Seixas assinala primeiro Dia Mundial da Língua Portuguesa. Ruínas da Cidade Futura

Cruzeiro_Seixas_Serigrafia

 

A serigrafia destinava-se a acompanhar a exposição de Cruzeiro Seixas, que tinha inauguração prevista para o dia 5 de Maio na Sede da Unesco em Paris, adiada pelas restrições impostas pelo Covid19. Segundo o Embaixador de Portugal na Unesco, António Sampaio da Nóvoa, « seria um momento extraordinário para homenagear este mestre singular da arte e da vida. A sua arte, a sua presença, é-nos tão necessária que nem conseguimos imaginar o que seríamos sem o seu extraordinário talento, sem a sua incomparável capacidade de nos surpreender ».

A mostra será efetuada em data a anunciar, com publicação de um catálogo pela Fundação Cupertino de Miranda onde figura esta marcante edição. Marlene de Oliveira, diretora desta Fundação, refere que « a escolha desta serigrafia mostra a junção de várias artes, onde um Mestre nas Artes Plásticas presta tributo a um vulto da Literatura Portuguesa. Será também com a obra que originou esta serigrafia, pertença da Fundação, que a exposição irá abrir em Paris.

Ouça, nesta segunda-feira, 04, na Rádio Alfa, a crónica de João Pinharanda sobre o Dia Mundial da Língua Portuguesa, que é assinalado na terça-feira, dia 5.

 

« Estado pode e deve apoiar a sustentabilidade dos media de forma transparente e não discriminatória » – PR Marcelo

Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, assinala Dia Mundial da Liberdade de Imprensa -« Estado pode e deve estar atento e apoiar a sustentabilidade dos media de forma transparente e não discriminatória ».

Um comunicado da Presidëncia da República assinalando o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

« Sem informação livre e plural não há democracia.

A liberdade de imprensa é um dos princípios constitucionais de qualquer democracia e assim também está consagrada na nossa Constituição.

Uma informação transparente e de confiança é necessária para construir instituições justas e imparciais, construir relações de confiança entre eleitos e eleitores, fiscalizar os poderes e manter uma sociedade esclarecida, plural e vigilante.

Nos dias que vivemos de combate à pandemia de Covid-19, espero que tenhamos percebido isso de forma ainda mais premente. Hoje em dia, de facto, há muitas formas de espalhar e partilhar informação, muitas vezes falsa ou, pelo menos, não segura, pelo que se tornou ainda mais importante termos órgãos de informação jornalística livres, seguros e confiáveis. Por isso também, fiz questão que, em todos os decretos de estado de emergência, não houvesse qualquer restrição à liberdade de informar e de estar informado.

Infelizmente, esses órgãos que nos têm permitido estar bem informados estão a ser vítimas da crise económica associada à crise sanitária e muitos enfrentam já limites ao seu funcionamento. A conjuntura veio acentuar uma crise que este setor já vivia e para o qual alertei na minha mensagem de 2018 relativa a este dia.

A mesma Constituição que nos garante a liberdade de imprensa, também diz que “o Estado assegura a liberdade e a independência dos órgãos de comunicação social perante o poder político e o poder económico”. Por isso, neste dia quero sublinhar que, em nome do pluralismo e da liberdade de imprensa, o Estado pode e deve estar atento e apoiar a sustentabilidade dos media de forma transparente e não discriminatória; assim como salientar que todos os que defendemos a liberdade e a democracia devemos combater o discurso anti mediático levado a cabo por tantos, incluindo responsáveis políticos de nível mundial, e que só semeia confusão e alimenta populismos.

Sem órgãos de informação livres, plurais e transparentes e sem respeito por essa liberdade não há democracia inteira e completa. »