O brasileiro Yago Dora bateu hoje o compatriota Ítalo Ferreira na final da etapa portuguesa do circuito principal da Liga Mundial de Surf (WSL), em Peniche, conquistando pela primeira vez a prova disputada na Praia dos Supertubos.
Na bateria decisiva, que foi bastante equilibrada entre dois dos melhores executantes de manobras aéreas do mundo, Yago Dora fez 13,37 pontos (em 20 possíveis) nas duas melhores ondas (6,70 e 6,67), enquanto o líder do ranking mundial, Ítalo Ferreira, marcou 12,43 (7,43 e 5,00).
Ao conquistar o Meo Rip Curl Pro Portugal, terceira etapa do circuito mundial, Yago Dora disparou 11 posições na classificação da temporada, ficando no quarto posto, enquanto Ítalo Ferreira, campeão mundial em 2019, e vencedor em Peniche em 2018 e 2019, mantém a ‘lycra amarela’ de líder.
Yago Dora, que impediu que Ítalo Ferreira se tornasse o primeiro tricampeão de provas em Portugal, é o sexto surfista ‘canarinho’ a levantar o troféu em Supertubos, juntando-se a Adriano de Souza (2011), Filipe Toledo (2015), Gabriel Medina (2017), Ítalo Ferreira (2018 e 2019) e João Chianca (2023).
Antes de a prova portuguesa da elite mundial ser disputada em Peniche, algo que acontece desde 2009, nenhum surfista brasileiro tinha vencido em Portugal.
As urnas das legislativas regionais antecipadas da Madeira, nas quais podem votar mais de 255 mil eleitores, abriram hoje às 08:00 (locais), encerrando às 19:00.
De acordo com dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, o número de inscritos « habilitados para votar » no sufrágio é de 255.380, dos quais 249.840 na ilha da Madeira e 5.540 na ilha do Porto Santo.
Em comparação com as anteriores regionais, em maio de 2024 (também antecipadas), com base no mapa oficial de resultados, hoje podem votar mais 858 cidadãos.
Contactado pela Lusa, pelas 08:40, o porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE), André Wemans, disse que não havia « informação de nenhum problema na abertura das mesas ».
Nas eleições do ano passado, a abstenção foi de 46,60%. O valor recorde da abstenção desde 1976, ano das primeiras eleições para a Assembleia Legislativa da Madeira, registou-se em 2015, quando não foram votar 50,42% dos 256.755 eleitores inscritos.
Ao círculo eleitoral único do arquipélago, com 47 assentos parlamentares, concorrem hoje 14 listas: CDU (PCP/PEV), PSD, Livre, JPP, Nova Direita, PAN, Força Madeira (PTP/MPT/RIR), PS, IL, PPM, BE, Chega, ADN e CDS-PP.
No sufrágio anterior, o PSD conseguiu eleger 19 deputados, o PS 11, o JPP nove, o Chega quatro (mas, uma deputada tornou-se, entretanto, independente) e o CDS-PP dois. PAN e IL garantiram um assento cada.
As eleições antecipadas ocorrem na sequência da aprovação de uma moção de censura apresentada pelo Chega – que a justificou com as investigações judiciais envolvendo membros do Governo Regional minoritário, inclusive o presidente, Miguel Albuquerque (PSD) – e da dissolução da Assembleia Legislativa pelo Presidente da República.
Nas legislativas regionais, o representante da República, cargo ocupado por Ireneu Barreto, convida uma força política a formar governo em função dos resultados (que têm de ser publicados), após a auscultação dos partidos com assento parlamentar na atual legislatura.
Renato Veiga e Pedro Neto, titulares em Copenhaga, foram excluídos da ficha de jogo de Portugal e vão hoje falhar o segundo duelo com a Dinamarca, que dá acesso à ‘final four’ da Liga das Nações de futebol.
Os dois jogadores estiveram no ‘onze’ inicial da seleção nacional na última quinta-feira no Estádio Parken, na primeira mão dos quartos de final, num encontro que os dinamarqueses venceram por 1-0, mas passaram agora para a ‘bancada’ de Alvalade.
Com 25 jogadores convocados, o selecionador Roberto Martínez foi obrigado a ‘cortar’ dois para a ficha de jogo, já que só pode ter um máximo de 23.
Em Copenhaga, Francisco Conceição e Gonçalo Ramos foram os excluídos, estando ambos agora entre o lote de disponíveis para a segunda partida.
No primeiro jogo, Pedro Neto esteve a tempo inteiro e foi o responsável pelos dois remates à baliza que Portugal fez em todo o jogo, enquanto Renato Veiga saiu aos 76 minutos, dando lugar a Gonçalo Inácio, já depois de ter cometido uma grande penalidade, com o guarda-redes Diogo Costa a defender o remate de Eriksen.
Isto significa que Roberto Martínez vai fazer, no mínimo, duas alterações no ‘onze’, isto depois de já ter divulgado que Bernardo Silva iria ser titular, após ter ficado no banco na capital dinamarquesa.
Aos 30 anos, Bernardo Silva vai somar a 100.ª internacionalização ‘AA’ da carreira e tornar-se apenas o oitavo jogador da história da seleção nacional a alcançar tal feito.
O jogador do Manchester City poderá ocupar o lugar de Pedro Neto, com Gonçalo Inácio a ser o candidato principal a fazer dupla com Rúben Dias no centro da defesa, embora António Silva também possa ser o escolhido.
Portugal está obrigado a vencer a Dinamarca para poder chegar à ‘final four’ da Liga das Nações de futebol e apagar a péssima imagem deixada na primeira mão em Copenhaga.
Para, no mínimo, empatar a eliminatória e enviar a decisão para prolongamento, ou até para as grandes penalidades, Portugal tem de vencer por um golo e, para isso, tem de fazer muito mais do que mostrou na primeira mão, naquele que foi o pior jogo da ‘era’ Roberto Martínez, facto assumido pelo próprio selecionador luso.
O Portugal-Dinamarca está agendado para as 20:45, no Estádio José Alvalade, em Lisboa, e vai ser arbitrado pelo esloveno Slavko Vincic.
Portugal conquistou a primeira edição da Liga das Nações, em 2019, tendo depois falhado a qualificação para a ‘final four’ em 2020/21 e 2022/23.
Além do futuro na Liga das Nações, Portugal fica a conhecer o grupo em que vai disputar a fase de qualificação para o próximo Campeonato do Mundo, que será em setembro, outubro e novembro deste ano.
Caso vença e ultrapasse a Dinamarca, a seleção nacional ficará no Grupo F, com Irlanda, Hungria e Arménia, enquanto, se for eliminado, vai encontrar Escócia, Grécia e Bielorrússia, no Grupo C.
Treze pessoas, incluindo 10 polícias, sofreram ferimentos ligeiros e vários carros ficaram danificados em Paris, no sábado, depois de um condutor ter recusado uma ordem de paragem da polícia, dando início a uma perseguição matinal no sul da capital francesa.
A intensa perseguição automóvel percorreu vários quilómetros na cidade de Paris, culminou com o condutor a perder o controlo do veículo e a colidir contra um semáforo. Durante a sequência do incidente, três viaturas da polícia, que estavam em perseguição, acabaram por embater no carro do fugitivo.
O condutor e os dois passageiros foram detidos e, apesar dos ferimentos, foram transportados para o hospital, onde se encontra estável, sem risco de vida, conforme as autoridades confirmaram.
As imagens de videovigilância, analisadas pela AFP, mostram claramente o momento em que o veículo em fuga embate num semáforo, sendo posteriormente atingido por uma das viaturas policiais. Em seguida, um segundo carro da polícia colide com o primeiro, e logo depois um terceiro veículo também se envolve na colisão.
A situação teve início por volta das 5h45 no 14º bairro de Paris, quando o condutor, ao ser abordado durante um controlo de rotina, ignorou a ordem de paragem e iniciou a fuga. A partir daí, o condutor atravessou um sinal vermelho, o que fez com que três viaturas da polícia começassem a persegui-lo.
A perseguição continuou até ao cruzamento da Avenue du Maine com a Boulevard du Montparnasse, no 15º bairro, onde o condutor perdeu o controlo do veículo e colidiu contra um semáforo. Os três carros policiais, que ainda o seguiam de perto, acabaram por colidir entre si e com o veículo em fuga.
No total, dez agentes da polícia sofreram ferimentos ligeiros, sendo hospitalizados por um curto período de tempo, mas receberam alta ainda na tarde do sábado. O chefe da polícia de Paris, Laurent Nunez, expressou a sua satisfação, elogiando a coragem e a atitude profissional demonstrada durante o incidente.
As três pessoas detidas têm idades entre os 19 e os 30 anos, sendo que duas delas possuíam antecedentes criminais, segundo informações da polícia. O sindicato Unsa-Police divulgou uma fotografia do acidente, onde se pode ver, um dos veículos policiais em cima de um carro preto danificado, descrevendo a imagem como “assustadora” e acusando o condutor de colocar em risco a vida de todos os envolvidos.
Em relação à visibilidade durante a perseguição, o chefe da polícia comentou que as condições não eram ideais, o que agravou a situação e contribuiu para a violência do acidente.
No ano anterior, a região da Grande Paris registou cerca de 2.300 incidentes de recusa de cumprimento de ordens policiais, com 40% desses casos a ocorrerem durante a noite, conforme dados divulgados por Nunez.
« Passagem de Nível » na Rádio Alfa, Domingo 23 de março de 2025, Entre as 12h00 e as 14h00 com Artur Silva.
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-Livro “Decifrar a CorrUpção” de Tiago Rosa Gaspar, com outros colaboradores, editado pelas Publicações D.Quixote, que vai ser apresentado na quinta-feira dia 27 de março às 18h30, na Maison Du Portugal Ciup– André de Gouveia, na Cité internationale universitaire de Paris, pela Cônsul-Geral de Portugal em Paris, Mónica Lisboa.
No final haverá a actuação da cantora, autora e compositora Mimi Froes.
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Cantora, Autora e Compositora Mimi Froes.
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-No quadro da celebração dos 60 anos de presença em França da Fondation Calouste Gulbenkian – Délégation en France, o Director Interino Miguel Magalhães apresentou uma programação especial para este ano 2025.
Fondation Calouste Gulbenkian – Délégation en France
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-Eleições legislativas antecipadas em Portugal no dia 18 de maio, para a Associação Cívica TSP – Também Somos Portugueses : Novas eleições, velhos problemas para os portugueses no estrangeiro.
-Filme Covas do Barroso – crónica de uma luta colectiva, do realizador Paulo Carneiro, estreia em França na quarta-feira dia 26 de março 2025.
Um filme com os habitantes de Covas do Barroso, que narra a luta da população local contra a abertura de uma mina a céu aberto para extracção do lítio.
Nelson Gomes, Presidente da associação Unidos em Defesa das Covas do Barroso.
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Filme Covas do Barroso.
Associação Unidos em Defesa das Covas do Barroso.
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-Celebrações do 50° aniversário da Independência de Cabo Verde: O Centro Cultural de Cabo Verde em Lisboa, organiza a exposição de pintura “ÉES CABO VERDE INDEPENDENTE” que estará patente ao público até ao dia 30 de abril 2025.
Convidado: Pedro Amaral, um dos 6 artistas plásticos que participam na mostra
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Exposição de Pintura “ÉES CABO VERDE INDEPENDENTE”
Portugal perdeu hoje na Dinamarca, por 1-0, em jogo da primeira mão dos quartos de final da Liga das Nações em futebol, em Copenhaga, e ficou em desvantagem na disputa pela presença nas meias-finais.
O suplente Hojlund marcou o golo dinamarquês, aos 78 minutos, quebrando a resistência do guarda-redes Diogo Costa, que se opôs com sucesso a uma grande penalidade cobrada por Christian Eriksen, aos 24.
Portugal e Dinamarca voltam a defrontar-se no domingo, a partir das 19:45, no Estádio José Alvalade, em Lisboa, na segunda mão dos ‘quartos’.
A equipa das ‘quinas’, campeã da primeira edição da Liga das Nações, em 2019, procura regressar às meias-finais, depois das ausências em 2020/21 e 2022/23.
Gisèle Pelicot vai lançar um livro em janeiro de 2026 que conta a sua « história » para « transmitir uma mensagem de força e coragem ».
Um livro para contar a « (a sua) história » nas « (suas) próprias palavras ». Gisèle Pelicot vai lançar um livro a 27 de janeiro de 2026, pela Flammarion, intitulado « Um Hino à Vida ».
O seu objetivo: « transmitir uma mensagem de força e coragem a todos aqueles que estão a passar por momentos difíceis ».
« Conforto e esperança »
O livro será publicado em vinte línguas e contará a história de Gisèle Pelicot « nas suas próprias palavras », segundo disse ao ‘Guardian’ a ‘The Bodley Head’, a sua editora no Reino Unido.
O livro « oferecerá conforto e esperança e dará um contributo positivo para mudar a narrativa sobre a vergonha e tentar assim mudar um pouco o mundo ».
Dominique Pelicot, o principal arguido no julgamento de violação de Mazan e condenado a 20 anos de prisão, não recorreu da condenação. Ao contrário de 13 dos 51 homens condenados em Dezembro passado que recorreram. Vão comparecer ao tribunal em outubro.
O julgamento de violação de Mazan teve repercussão internacional, destacando em particular a questão da ‘submissão química’ e a coragem de Gisèle Pelicot, que decidiu renunciar ao anonimato durante a audiência.
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