« Passagem de Nível » na Rádio Alfa, Domingo 18 Maio de 2025, Entre as 12h00 e as 14h00 com Artur Silva.



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Entretien avec Didier Caramalho dans l’ALFA 10/13 du 16 mai 2025 :
Dans cet entretien exclusif, Luis Rego est revenu sur sa vie marquée par l’exil et la scène. Né à Lisbonne en 1943, il a fui la dictature de Salazar à 18 ans et s’installe à Paris en 1962, après une première nuit passée dans le bidonville de Champigny-sur-Marne ; “j’ai commencé à vivre à Paris comme ça : à coucher dans un bidonville le premier soir” avoue-t-il en riant.
Luis Rego est passionné par le rock’n’roll et notamment par Les Beatles qu’il découvre lors d’un curieux « rancard » amoureux. Rapidement, il devient le guitariste du chanteur Antoine, avec le groupe Les Problèmes. Fin 1966, Les Problèmes et Antoine se produisent au Québec et en Italie ; une tournée qui marque la fin de l’aventure des Problèmes et le début des Charlots. Et c’est avec Les Charlots que Luis Rego connaît la célébrité, aux côtés de Gérard Rinaldi (1943-2012), Jean Sarrus (1945-2025), Jean-Guy Fechner et Gérard Filippelli (1942-2021). Le groupe enchaîne les tubes comiques, tout en suscitant la méfiance du régime portugais. Luis Rego sera arrêté à la frontière entre l’Espagne et le Portugal, accusé de déstabiliser l’État : “ils [la PIDE] m’ont conduit dans un bureau, ils ont fermé la porte derrière eux, on a longé un couloir puis ils m’ont mis dans une cellule sans rien me demander, ni comment ni pourquoi”. Apartisan et libertaire, il se dit “anti-salazariste par instinct” comme son père. Luis Rego a vécu Mai 68 mais c’est la Révolution des Œillets qui l’a intrinsèquement “bouleversé”. Le 25 avril 1974 “a été un choc”. Cette révolution d’avril, aujourd’hui, Luis Rego envisage de la convoquer dans un projet littéraire.
Au fil de sa carrière artistique, il sera acteur, réalisateur, auteur et chroniqueur radio sur France Inter, notamment dans « Le Tribunal des flagrants délires », où il partage l’antenne avec Pierre Desproges et Claude Villers ; “un très bon souvenir” confie-t-il. En septembre 1982, il y donne l’un de ses plus célèbres sketchs : face à un Jean-Marie Le Pen qui rit jaune, il décrit « La Journée d’un fasciste ».
Luis Rego, témoin discret mais essentiel d’une époque, continue d’écrire sa mémoire entre deux cultures, deux rives, et surtout beaucoup d’humour. Je le remercie pour ce moment privilégié.
Didier Caramalho

A Nuit Blanche 2025, que se realiza no próximo dia 7 de junho, contará com mais de 250 iniciativas artísticas, convidando residentes e visitantes a viver uma noite mágica em Paris e não só.
Por toda a capital francesa, 114 projectos artísticos vão ganhar vida, entre propostas concebidas livremente pela atriz Valérie Donzelli e uma programação associada rica e diversa. A programação irá explorar temas como o lugar do cinema na arte contemporânea e a resistência dos artistas face às transformações sociais atuais (com a participação de Michel Gondry, Adrien Lamm, Céline Bozon, Xavier Donzelli, Jean-Simon Roch entre outros).
No dia 7 de junho, por ocasião da Nuit Blanche 2025, o serviço de bicicletas partilhadas parisienses Vélib’ será gratuito em toda a Metrópole do Grande Paris. Para beneficiar desta oferta, basta utilizar o código promocional MGP2025.
Ao mesmo tempo, a Nuit Blanche 2025 estender-se-á a cerca de 30 municípios da Metrópole do Grande Paris (como Saint-Ouen ou Villejuif), com 120 projectos artísticos a serem propostos ao público metropolitano, bem como aos habitantes do eixo da Seine, Rouen e Le Havre.
A conferência de imprensa decorreu hoje no cinema UGC Montparnasse, onde Carine Rolland, Anne-Gaëlle Leydier e Valérie Donzelli apresentaram frente a três dezenas de jornalistas os principais destaques desta 24.ª edição da Nuit Blanche.
Didier Caramalho
Este gesto surge num momento crucial, a quatro dias das eleições. O PS, reafirmando o seu compromisso com os artistas lusodescendentes, propõe medidas para fortalecer as ligações entre os artistas da diáspora e o meio cultural nacional.
De notar que uma das principais iniciativas destacadas é a valorização da atividade dos criadores e autores lusodescendentes, promovendo a sua integração nos planos culturais dos postos diplomáticos e consulares portugueses.
Emília Ribeiro, cabeça de lista PS para o Círculo da Europa, tem vindo a receber um forte apoio por parte de várias personalidades e entidades da comunidade portuguesa. Entre os seus apoiantes estão trabalhadores, luso-eleitos, artistas, professores, empresários, membros de associações e, sobretudo, muitos jovens que acreditam na importância da cultura e da educação como pilares para o futuro das comunidades portuguesas no exterior.
Relembre-se, ainda é possível votar por correio até o dia 16 de maio.
Entrevista conduzida por Didier Caramalho no ALFA 10/13 do dia 13 de maio de 2025.
Contactos da Paula Manuel:
CABINET PAULA MANUEL
2 RUE DE POISSY, 75005, Paris
p.manuel@clm-avocats.com / 01 76 70 45 82
A exclusão de Portugal da final, que este ano é representado pela canção “Deslocado”, dos Napa, era expectável, a avaliar pela média de várias casas de apostas, calculada pelo ‘site’ eurovisionworld.com, especializado no concurso.
A realização de duas semifinais, para apurar os países em competição na final, aconteceu pela primeira vez em 2008 e, desde então, Portugal já tinha falhado cinco vezes a passagem: em 2011, 2012, 2014, 2015 e 2019.
Na semifinal, a primeira, 15 países competiam por dez lugares na final, marcada para sábado.
Além de Portugal, garantiram também a passagem: Noruega (com a canção “Lighter”/interpretada por Kyle Alessandro), Albânia (“Zjerm”/ Shkodra Elektronike), Suécia (“Barra Bada Bastu”/KAJ), Islândia (“RÓA”/VÆB), Países Baixos (“C’est l’a vie”/Claude), Polónia (“GAJA”/ Justyna Steczkowska), São Marino (“Tutta l’Italia/Gabry Ponte), Estónia (“Espresso Macchiato/Tommy Cash) e Ucrânia (“Bird of pray”/Ziferblat)
De fora da final ficaram: Eslovénia (“How much time do we have left”/Klemen), Bélgica (“Strobe lights”/Red Sebastian), Azerbaijão (“Run with you”/Mamagama), Croácia (“Poison cake”/Marko Bošnjak) e Chipre (“Shh”/Theo Evan)
Na primeira semifinal foram também apresentados os temas de Espanha (“Esa diva”/Melody), Itália (“Volevo essere un duro”/Lucio Corsi) e Suíça (“Voyage”/Zoë Më), países que têm a passagem garantida à final. Os dois primeiros por fazerem parte do grupo dos ‘Big5’ e o último por ser o país anfitrião, vencedor da edição do ano passado.
Além dos representantes dos países que concorrem este ano à Eurovisão, subiram ainda a palco outros cantores, entre os quais a portuguesa iolanda.
Iolanda, que no ano passado garantiu a Portugal o 10.º lugar no Festival Eurovisão da Canção com “Grito”, participou numa homenagem a Céline Dion.
A cantora portuguesa interpretou, com a grega Marina Satti, a ucraniana Jerry Heil e o lituano Silvester Belt, “Ne partez pas sans moi”, tema com o qual Céline Dion representou a Suíça na Eurovisão em 1988, vencendo o concurso.
Na segunda semifinal, na quinta-feira, competem mais 16 países, por outros dez lugares na final: Austrália, Montenegro, Irlanda, Letónia, Arménia, Áustria, Grécia, Lituânia, Malta, Geórgia, Dinamarca, República Checa, Luxemburgo, Israel, Sérvia e Finlândia.
Nesse dia serão apresentadas as canções de outros três países com entrada direta na final – França, Alemanha e Reino Unido, os restantes três elementos dos ‘Big5’.
Com Agência Lusa.
André Ventura estava a discursar quando, cerca das 21h10 parou de falar, levou as mãos ao peito e depois à garganta e começou a cair, sendo logo amparado por elementos da comitiva e retirado do local, para o exterior do Parque de Feiras e Exposições de Tavira.
Entretanto, chegaram ao local elementos dos Bombeiros Municipais de Tavira que assistiram o presidente do Chega, assim como uma ambulância do INEM de suporte de imediato de vida
Luís Montenegro já desejou a Ventura o seu rápido restabelecimento, dizendo esperar que, apesar de se ter sentido mal num evento partidário, não se passe nada de grave com a sua saúde.
« Fui informado que André Ventura se sentiu mal num evento partidário. Do jantar comício em que participo nas Caldas da Rainha, envio o desejo de rápido restabelecimento, esperando que não seja nada grave », escreveu o líder do PSD na sua conta oficial na rede social X.
Radio Alfa com PUBLICO
O relatório divulgado hoje sublinha que, em 2024, entraram no país 3.469 portugueses, um número que representa 13,5% das 25.725 entradas de estrangeiros no país europeu este ano.
Depois de uma aparente estabilização em 2023, a tendência inverteu-se em 2024, com uma diminuição de 4,6% nas entradas de portugueses.
No entanto, “o decréscimo registado na emigração portuguesa é acompanhado pelo decréscimo da emigração total para o território luxemburguês (-4.6%)”.
Entre 2000 e 2024, o fluxo de emigração portuguesa para o Luxemburgo “foi mínimo em 2000 (2,193 entradas) e máximo em 2012 (5,193 entradas)”.
A importância relativa da imigração portuguesa no Luxemburgo tem vindo a diminuir: em 2003, os portugueses representavam mais de 29% das entradas de estrangeiros, valor que caiu para 14% em 2024.
No que diz respeito aos emigrantes — aqueles que deixam o Luxemburgo — os principais grupos são os luxemburgueses (3.346), seguidos pelos portugueses (2.847) e franceses (2.230).
Já na migração líquida (diferença entre imigrantes e emigrantes), “a diversidade migratória é mais acentuada”, sendo que os franceses lideram, seguidos pelos italianos e pelos portugueses.
Ainda assim, os portugueses continuam a ser a principal nacionalidade a fixar-se no Luxemburgo em 2024, à frente dos franceses (3.084 imigrantes) e dos italianos (1.818 imigrantes).
“Embora tenha diminuído nos últimos anos, os portugueses representam a maior comunidade estrangeira, com sua participação na população total sendo de 13,1%”, lê-se no documento.
Com Agência Lusa.
Tribuna Desportiva é um programa desportivo da Rádio Alfa às Segundas-feiras, entre as 21h e as 23h. Redifusão às zero horas, na noite de quarta para quinta-feira (seguinte).
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