Morreu Silvino, antigo guarda-redes de Benfica, FC Porto e seleção portuguesa

O antigo guarda-redes Silvino Louro, que jogou por Benfica e FC Porto e foi internacional por Portugal, morreu hoje aos 67 anos, informou a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

“A FPF associa-se à dor da família, dos amigos e de todos os que com ele privaram, recordando com respeito e reconhecimento o contributo e legado de Silvino Louro para o futebol português. Mais do que o guarda-redes, Silvino ficará para a história pelo caráter, profissionalismo e boa disposição, numa figura consensual para todos os adeptos”, lê-se numa nota publicada no sítio oficial do organismo na Internet.

O antigo atleta não resistiu a uma doença prolongada segundo divulga o jornal abola-on-line.

Nascido em Setúbal, em 1959, Silvino representou Vitória de Setúbal, Vitória de Guimarães, Desportivo das Aves, Benfica, FC Porto e Salgueiros ao longo de duas décadas como jogador e conquistou oito troféus, por entre 23 internacionalizações ao serviço da seleção principal de Portugal.

O resto da carreira foi dedicado ao treino especializado de guarda-redes, com passagens por FC Porto, os ingleses do Chelsea e do Manchester United, os italianos do Inter Milão e os espanhóis do Real Madrid, sempre integrado na equipa técnica de José Mourinho, atual treinador do Benfica, antes de uma última experiência nos sudaneses do Al Hilal Omdurman.

 

Com Agência Lusa.

« Il était grand temps de mettre les Portugais à l’honneur », dit Éric Pincas

Le magazine Historia consacre ce mois-ci un vaste dossier au Portugal, à ses grandes figures et aux moments clés de son histoire, intitulé « Portugais, entre grandeur et nostalgie ». Éric Pincas, rédacteur en chef de la revue, en parle à Didier Caramalho.

Entretien avec Didier Caramalho dans l’ALFA 10/13 du 20 mars 2026 :

 

À l’approche du 50e anniversaire de la Constitution portugaise, la rédaction de Historia propose une traversée de l’histoire du Portugal : de l’Antiquité au XXe siècle, en passant par les XVe et XVIe siècles des Grandes Découvertes Maritimes et la Révolution des Œillets d’avril 1974. Le magazine met en lumière des figures majeures comme le chef lusitanien Viriate, le roi Manuel Ier, le dictateur António de Oliveira Salazar, le diplomate Aristides de Sousa Mendes ou encore l’auteur-interprète Zeca Afonso et son emblématique « Grândola, Vila Morena ».

Le dossier s’intéresse également à des dimensions plus sociales, notamment l’émigration portugaise vers la France dans les années 1960, à laquelle une place importante est consacrée. Il propose enfin une escapade parisienne à la découverte des lieux qui incarnent aujourd’hui la présence portugaise dans la capitale.

Fidèle à sa ligne éditoriale, Éric Pincas signe ici encore un numéro à la fois accessible et exigeant, qui rappelle combien l’histoire du Portugal reste méconnue et pourtant fascinante.

Didier Caramalho

« J’appelle tous les Portugais à voter, faute de quoi dimanche le maire sera d’extrême gauche » demande Jacques-Alain Benisti

Le candidat Jacques-Alain Benisti brigue un nouveau mandat de maire à Villiers-sur-Marne, dans le Val-de-Marne. Quelles sont ses propositions ? Il répond aux questions de Radio Alfa.

Entretien avec Didier Caramalho dans l’ALFA 10/13 du 19 mars 2026 :

 

Outre Jacques-Alain Benisti pour POURSUIVONS ENSEMBLE LE RAYONNEMENT DE VILLIERS (Liste Les Républicains), ici interrogé, l’autre candidat en lice pour le second tour de cette élection municipale est :

    • Frédéric MASSOT (UNION DE LA GAUCHE ET DES ECOLOGISTES ; union gauche).

Presidente da República anuncia que comemorações do 10 de Junho vão ser na ilha Terceira (Açores) e no Luxemburgo

O Presidente da República, António José Seguro, anunciou hoje que a ilha Terceira, na Região Autónoma dos Açores, e o Luxemburgo vão acolher este ano as comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

O anúncio foi feito através de uma nota da Presidência da República, que salienta que a escolha dos Açores “assume significado especial por homenagear as autonomias regionais, que este ano assinalam 50 anos desde a sua consagração constitucional”.

“Ao celebrar esta data nos Açores, o Presidente da República sublinha a importância histórica, política e cultural das regiões autónomas na construção de um Portugal mais coeso, plural e solidário, reforçando simultaneamente os valores da unidade nacional e da coesão territorial”, refere-se.

A nota acrescenta que, no dia 12 de junho, o Presidente da República participa, na Madeira, numa sessão comemorativa dos 50 anos de autonomia e 40 anos de integração europeia.

As comemorações do 10 de Junho vão também assinalar-se este ano no Luxemburgo, “país que acolhe uma das mais expressivas e dinâmicas comunidades na diáspora”.

“Esta decisão reforça o reconhecimento do contributo dos portugueses residentes no estrangeiro para o desenvolvimento do país e afirmação de Portugal no mundo”, afirma a nota.

No seu discurso de tomada de posse, a 09 de março, na Assembleia da República, António José Seguro já tinha anunciado que pretendia continuar a prática do seu antecessor de assinalar este dia em território nacional e no estrangeiro.

« Como escreveu Jorge de Sena, Portugal é feito dos que partem e dos que ficam – sentimento que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa tão bem interpretou quando, inovando, decidiu realizar as comemorações do Dia de Portugal, em território nacional e na diáspora; prática essa que decidi continuar, por partilharmos a mesma interpretação », disse na altura.

No ano passado, as comemorações do 10 de Junho, em território nacional, decorreram no Algarve, em Lagos. Já no estrangeiro foram escolhidos Estugarda e Munique, na Alemanha, para celebrar o Dia de Portugal junto de comunidades emigrantes portuguesas.

 

Com Agência Lusa.

Governo « fará mesmo tudo » para acordo na concertação social sobre reforma laboral – PM

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou hoje que o Governo “fará mesmo tudo e esgotará todas as possibilidades” para obter um acordo na concertação social sobre a reforma laboral, antes de a levar à Assembleia da República.

“O governo trará uma proposta de alteração à lei do trabalho a esta assembleia, trará se não houver acordo. Mas fará tudo, fará mesmo tudo, esgotará todas as possibilidades para que ela chegue à Assembleia da República com um acordo subscrito em sede de concertação social”, afirmou, durante o debate quinzenal e em resposta a questões colocadas pela líder da Iniciativa Liberal (IL), Mariana Leitão.

Montenegro adiantou que “é isso que está a acontecer, de resto, com sentido de equilíbrio, de adesão à realidade, de colocarmos a nossa economia no leque daquelas economias que são atrativas por todos os fatores de competitividade e também pela dinâmica laboral”.

 

PM diz que não exclui ninguém mas que há posições tão “inconciliáveis que não devem ter sequência”

O primeiro-ministro afirmou hoje que não exclui ninguém das negociações do pacote laboral, mas também não faz “exercícios de cinismo negocial”, sublinhando que “há posições de tal maneira inconciliáveis que não devem ter sequência”.

“Não excluímos ninguém da negociação da legislação laboral. Mas também não fazemos exercícios de cinismo negocial. Há posições negociais que são de tal maneira inconciliáveis que não devem ter sequência. Eu tive a ocasião de dizer isso mesmo ao secretário-geral da CGTP”, afirmou Luís Montenegro numa resposta ao secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, no debate quinzenal desta tarde.

O líder do PCP tinha acusado o líder do Governo de, em relação ao pacote laboral, “ser forte com os fracos e fraco com os poderosos” e disse que o primeiro-ministro mostrou “tudo menos coragem” ao “decidir com quem se debate e quem se exclui do debate”.

O primeiro-ministro disse que o executivo “tem sempre as vias de diálogo abertas” e não deixará de as ter, mas ressalvou que “um processo negocial pressupõe que haja a probabilidade mínima de chegar a um entendimento”.

“É isso que justifica que no prosseguimento das negociações devam intervir aqueles que estão interessados e que têm essa expectativa. Manifestamente não é o caso desse parceiro social, com todo o respeito que temos pela sua posição”, acrescentou.

 

Primeiro-ministro defende que “lei do retorno” de imigrantes “é equilibrada”

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou que a que “lei do retorno” de imigrantes que o Conselho de Ministros vai aprovar “é equilibrada” e dá o sinal de que « não vale a pena vir ilegalmente para Portugal ».

Esta posição foi defendida pelo chefe do Governo no debate quinzenal desta tarde, no parlamento, em resposta a uma intervenção do líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio.

O primeiro-ministro indicou, tal como tinha feito na sua intervenção inicial, que o Conselho de Ministros aprovará na quinta-feira uma nova « lei do retorno » de imigrantes.

“Uma decisão que tem em vista remeter para a Assembleia da República a proposta de lei de retorno, que nós já tivemos o ensejo de aprovar numa primeira apreciação no Conselho de Ministros no ano passado, que foi sujeita a consulta pública, consulta na qual obtivemos 110 contributos e que emana também do trabalho da Comissão de Migrações e Asilo que, estamos a querer, possa, juntamente com a estratégia de integração de imigrantes, terminar o novo edifício jurídico deste especial ponto do ponto de vista da nossa demografia, do ponto de vista da nossa capacidade e competitividade económica”, indicou.

O primeiro-ministro defendeu que “esta lei de retorno é uma lei equilibrada”, que prevê “uma consequência para a imigração ilegal” e que visa dizer aos imigrantes e às redes de imigração ilegal que “não vale a pena vir ilegalmente para Portugal, vale a pena cumprir as regras”.

“Para isso é preciso agilizar prazos e procedimentos, é o que nós queremos. E também não queremos um recurso abusivo ao mecanismo do asilo para ter procedimentos judiciais que suspendem o processo de retorno. Não, quem estiver por bem, fica, quem estiver por mal, vai embora, é esse o nosso princípio”, afirmou o chefe de Governo.

Luís Montenegro disse que, com as medidas adotadas pelo seu Governo, já houve “uma redução de 60% da entrada de imigrantes”, mas referiu que o “objetivo não era reduzir por reduzir, o objetivo era legalizar, era regular, era saber quem vem e para que é que vem”.

“É um sinal de coesão social e é um sinal também de competitividade económica”, defendeu, considerando que há “uma ala” no parlamento “que se mantém adepta do regime da porta escancarada, ainda não conseguem perceber, à data de hoje, o efeito que isso teve”.

O líder parlamentar do CDS-PP salientou que este é um Governo reformista e “não é o Governo do PS, liderado por António Costa, que tinha um verdadeiro horror às reformas estruturais e que fugia delas como o diabo da cruz”.

E referiu que o executivo PSD/CDS-PP a concluir a “reforma das leis da imigração, para dar mais rigor na entrada, para dar mais humanismo na integração, e para devolver a Portugal aquilo que o país perdeu nos últimos anos de governação socialista, o controlo das suas fronteiras”.

Considerando que “a esquerda e a geringonça deitaram mesmo o edifício todo abaixo”, o deputado argumentou que o atual Governo, “em menos de dois anos, reconstruiu o edifício por completo”.

“E esta reforma da lei do retorno dos imigrantes ilegais é mesmo a última pedra que faltava construir neste edifício e na reconstrução deste edifício. Se entra ilegal e está ilegal, tem que sair imediatamente de Portugal e regressar ao seu país de origem. É legal, é justo e é simples”, sustentou.

O deputado centrista defendeu também que “nunca, como até hoje, se reduziram tanto os impostos sobre o rendimento das famílias e das empresas” e também que “os últimos sinais dão mesmo esperança que será possível chegar a um acordo na concertação social” em relação à reforma laboral, mesmo “contra os desejos mais profundos da esquerda e da extrema-esquerda que querem que tudo fique rigorosamente na mesma”.

Na sua intervenção, Paulo Núncio disse ainda que o CDS exigiu “um esclarecimento cabal relativo à pensão atribuída a Mário Centeno pelo Banco de Portugal”, considerando que se trata de “uma situação escandalosa e muito pouco transparente”.

 

Com Agência Lusa.

Sporting de Braga dá a volta ao Ferencváros e está nos ‘quartos’

 O Sporting de Braga apurou-se hoje para os quartos de final da Liga Europa de futebol, ao vencer em casa o Ferencváros por 4-0, depois da derrota da semana passada na primeira mão dos oitavos de final.

Os minhotos, que tinham perdido por 2-0 na Hungria, inverteram o rumo da eliminatória com golos de Ricardo Horta (11 e 53 minutos), do austríaco Florian Grillitsch (15) e do espanhol Gabri Martínez (34).

A formação minhota vai participar pela quarta vez nos quartos de final da Liga Europa, depois de 2010/11, em que perdeu a final com o FC Porto, 2015/16 e 2021/22.

Na próxima ronda, o Sporting de Braga vai defrontar os gregos do Panathinaikos ou os espanhóis do Betis, com a primeira mão a realizar-se no Minho, em 09 de abril, e a segunda fora de casa, no dia 16 do mesmo mês.

 

Com Agência Lusa.