Portugal vence a Polónia por 2-1 e está na meia-final do Campeonato da Europa de sub17. Segue-se a Sérvia.

Portugal venceu a Polónia por 2-1, garantindo assim a presença nas meias-finais do Europeu de sub-17, onde vai encontrar a Sérvia.

Eduardo Felícissimo inaugurou o marcador logo ao minuto 5, Izunwanne empatou para os polacos, mas Rodrigo Mora deu a vitória à Equipa das Quinas.

Recorde-se que após ter assegurado o primeiro lugar do Grupo D, apelidado de ‘grupo da morte’, Portugal defronta a Sérvia nas meias-finais, que ontem bateu a Áustria por 3-2.

 

 

 

 

Portugueses não residentes em Portugal perdem Médico de Família (alguns residentes estrangeiros também)

Alfa – Daniel Ribeiro

Esta é uma das novidades do Plano de Emergência e Transformação na Saúde (que foi consultado pela Alfa) e que o Governo de Luís Montenegro anunciou ontem, dia 29, depois de uma reunião do Conselho de Ministros:

Médico de Família vai ser retirado a milhares de utentes, entre eles portugueses não residentes em Portugal e residentes estrangeiros sem consulta nos CSP (Cuidados de Saúde Primários) há mais de cinco anos.  

No Plano, o Governo anuncia especificamente a medida na secção Indicadores de Monitorização– Indicadores de Implementação, nestes termos (SIC): 

« % de ULS (Unidades Locais de Saúde) com listagem de utentes atualizada (remoção de não residentes + residentes estrangeiros sem consulta nos CSP >5 anos e atribuição de novos doentes) ».

Claramente, isto significa o que escrevemos acima: O Médico de Família vai ser retirado a milhares de utentes, entre eles portugueses não residentes em Portugal e residentes estrangeiros sem consulta nos CSP (Cuidados de Saúde Primários) há mais de cinco anos – Todos os que se encontram nesta situação vão perder o acesso imediato ao médico de família.  

Segundo o jornal Expresso, esta medida vai atingir 130 mil utentes.

 

 

 

LCE: Olympiacos conquista troféu com golo no prolongamento

O Olympiacos venceu hoje a terceira edição da Liga Conferência Europa de futebol, ao bater a Fiorentina, novamente finalista derrotada, por 1-0 no prolongamento, conquistando o primeiro troféu europeu para uma equipa grega.

Na AEK Arena de Atenas, numa final arbitrada pelo português Artur Soares Dias, o marroquino El Kaabi marcou o único golo do encontro aos 116 minutos, garantindo o triunfo para a equipa helénica, onde alinham, entre outros, os portugueses Chiquinho, Podence, André Horta e João Carvalho e do luso-angolano David Carmo.

Os gregos sucedem no palmarés da terceira competição da UEFA aos ingleses do West Ham, depois da primeira edição ter sido ganha pela Roma, então treinada pelo português José Mourinho.

 

 

Com Agência Lusa.

 

Paris2024: Portugal garante vaga no cross-country olímpico feminino

Portugal garantiu uma vaga na prova feminina de cross-country olímpico (XCO) nos Jogos Olímpicos Paris2024, graças à posição no ranking mundial, confirmou hoje a Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC).

“Apesar de a UCI ainda não ter publicado a última atualização do ranking olímpico, inicialmente agendada para 28 de maio, Portugal já tem o apuramento matematicamente garantido, principalmente depois do quinto lugar de Ana Santos na prova de sub-23 da última Taça do Mundo”, lê-se na newsletter da FPC.

No ranking mundial, Portugal ocupava, à data da última atualização (25 de maio), o 18.º lugar feminino, garantindo uma vaga, que estava destinada aos primeiros 19 classificados.

Com a entrada do XCO, Portugal passa a estar representado em três vertentes do ciclismo, com dois homens (fundo e contrarrelógio) e uma mulher (fundo) na estrada, além de ter conseguido vagas na pista, nomeadamente no omnium feminino e masculino e no madison masculino.

Esta será a segunda vez que Portugal vai estar presente no XCO feminino, depois de, em Tóquio2020, Raquel Queirós ter sido 27ª.

 

Lista provisória de atletas qualificados e quotas conquistadas por Portugal para os Jogos Olímpicos Paris2024, que se realizam de 26 de julho a 11 de agosto de 2024 (ainda faltam algumas modalidades):

Atletismo (10):

– Femininos

Auriol Dongmo: lançamento do peso (19,43 metros). a)

Ana Cabecinha: 20 quilómetros marcha (01:28.49 horas). a)

Susana Godinho: maratona (02:25.35 horas). a)

Irina Rodrigues: lançamento do disco (66,60 metros). a)

Agate Sousa: salto em comprimento (6,88 metros). a)

– Masculinos:

Isaac Nader: 1.500 metros (3.31,49 minutos). a)

João Coelho: 400 metros (44,79 segundos). a)

Samuel Barata: maratona (02:07.35 horas). a)

Pedro Buaró: salto com vara (5,82 metros). a)

Pedro Pichardo: triplo salto (17,38 metros). a)

Canoagem (4):

– Feminino:

Teresa Portela: K1 500 metros.

– Masculinos:

Fernando Pimenta: K1 1.000 metros.

João Ribeiro e Messias Baptista: K2 500 metros.

Ciclismo (7):

Estrada:

– Femininos:

Prova de fundo (1): Quota garantida pelo ranking das nações.

– Masculinos:

Contrarrelógio (2): Quota garantida pelo sexto lugar de Nelson Oliveira nos Mundiais de 2023 e um lugar conquistado pelo ranking das nações.

Prova de fundo (2): Quota garantida pelo ranking das nações (os ciclistas serão os mesmos do contrarrelógio).

Pista:

– Femininos:

Omnium (1): Quota garantida pelo ranking das nações.

– Masculinos:

Madison (2): Quota garantida pelo ranking das nações.

Omnium (1): Quota garantida pelo ranking das nações (o ciclista terá de sair dos selecionados para o madison).

Cross country:

– Femininos:

Invididual (1): Quota garantida pelo ranking das nações.

Equestre (4):

Dressage (3): Quota garantida pelo ranking de equipas.

Saltos de obstáculos (1): Quota garantida pelo ranking de Duarte Seabra.

Ginástica (2):

Artística:

– Femininos:

Filipa Martins: Concurso completo (‘all around’).

Trampolim individual:

– Masculinos:

Gabriel Albuquerque (Quota garantida por Pedro Ferreira e Gabriel Albuquerque nos Campeonatos do Mundo de Birmingham).

Natação (5):

— Natação pura:

– Femininos:

Camila Rebelo: 200 metros costas (2.09,84 minutos).

– Masculinos:

Diogo Ribeiro: 50 metros livres (21,87 segundos), 100 livres (47,98) e 100 mariposa (51,45).

Miguel Nascimento: 50 metros livres (21,91).

João Costa: 100 metros costas (53,71).

— Águas abertas:

– Femininos:

Angélica André: 10 km (1:57.28,20 horas).

Surf (2):

– Femininos:

Yolanda Hopkins: Vaga garantida através dos World Surfing Games.

Teresa Bonvalot: Vaga garantida através do ranking da Liga Mundial de Surf.

Ténis de mesa (5):

– Femininos:

Individuais (2):

Jieni Shao: Vaga garantida no torneio de qualificação, em Sarajevo)

Fu Yu: Vaga garantida no torneio de qualificação, em Sarajevo)

– Masculinos:

Equipas (3): Vaga garantida com a presença nos quartos de final do Mundial por equipas, em Busan, na Coreia do Sul.

Individuais (2): Vagas garantidas com a presença nos quartos de final do Mundial por equipas, em Busan, na Coreia do Sul (atletas que têm de fazer parte da equipa)

Tiro com armas de caça (1):

– Femininos:

Fosso olímpico (‘trap’): Quota conseguida por Inês Barros ao sagrar-se campeã europeia em 2023.

Triatlo (4):

– Femininos (2):

Individuais (2): Melanie Santos e Maria Tomé (Quota garantida após o apuramento da estafeta mista).

– Masculinos (2):

Individuais (2): Vasco Vilaça e Ricardo Batista (Quota garantida após o apuramento da estafeta mista).

– Mista (4):

Estafeta mista: Vasco Vilaça, Ricardo Batista, Melanie Santos e Maria Tomé (Quota garantida pelo nono ranking mundial).

Vela (4):

– Masculinos:

ILCA 7: Eduardo Marques (qualificado nos Mundiais de Haia).

– Femininos:

Kite: Mafalda Pires de Lima (qualificada na Semana Olímpica, em Hyères).

– Mistos:

470: Diogo Costa e Carolina João (qualificados nos Mundiais de Haia).

a) – A confirmação do lugar nos Jogos Olímpicos só acontecerá em 30 de junho de 2024, quando houver o acerto entre lugares de ranking e atletas que fazem marca de qualificação.

 

Com Agência Lusa.

 

Europeias: 60.603 emigrantes portugueses vão votar em candidatos do país onde vivem

Europeias: 60.603 emigrantes portugueses vão votar em candidatos do país onde vivem – fonte oficial

 

Cerca de 60.600 eleitores portugueses a residir no estrangeiro optaram por eleger os eurodeputados dos países onde vivem, e não os portugueses, menos de metade dos que fizeram esta escolha nas anteriores europeias, segundo dados oficiais.

Fonte do Ministério da Administração Interna disse hoje à agência Lusa que 60.603 portugueses estão inscritos para votarem nas eleições para o Parlamento Europeu, a 09 de junho, mas nos candidatos dos países onde residem.

Os emigrantes portugueses na União Europeia podem optar entre votar nos candidatos portugueses ao Parlamento Europeu ou nos candidatos dos países onde vivem.

A França é o país onde foi mais significativa a escolha de portugueses por eurodeputados do país residente (36.191), seguindo-se o Luxemburgo (9.857) e a Espanha (6.592).

A mesma fonte indicou que dos 625.404 eleitores portugueses residentes na União Europeia e inscritos para este ato eleitoral, 564.801 vão eleger eurodeputados portugueses.

Nas anteriores europeias, a 26 de maio de 2019, 125.630 emigrantes portugueses optaram por se inscrever no recenseamento para a eleição de eurodeputados do país de residência, a maioria em França, Espanha e no Luxemburgo, de acordo com dados oficiais.

Cerca de 373 milhões de eleitores são chamados a escolher os 720 deputados ao Parlamento Europeu, nas eleições que decorrem nos 27 Estados-membros da União Europeia entre 06 e 09 de junho. Em Portugal, que elege 21 eurodeputados, o escrutínio está marcado para 09 de junho.

« Direito a saber » (n°13) – Herança e partilhas – ALFA 10/13

« Direito a saber » é uma rubrica do ALFA 10/13. Todos os meses, Didier Caramalho recebe Paula Manuel para abordar um tema relativos ao direito e às leis. Este mês, a jurista e professora de direito veio falar das questões de herança e partilhas.

 

Entrevista conduzida por Didier Caramalho no ALFA 10/13 do dia 29 de Maio de 2024.

Eleições/Madeira: Albuquerque diz que “não vai haver problemas” para aprovar Programa e Orçamento 

Eleições/Madeira: Albuquerque diz que “não vai haver problemas” para aprovar Programa e Orçamento 

 

O líder do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, afirmou hoje que “não vai haver problemas” na aprovação do Programa do Governo e do Orçamento Regional, perspetivando o apoio dos partidos que se dizem “antissocialistas”.

“Para o Programa do Governo precisamos de uma maioria simples, como é evidente, e nós contamos com que os partidos que dizem que são antissocialistas não vão alinhar com o socialismo para derrubar o governo”, afirmou Miguel Albuquerque, minutos antes de se dirigir para o Palácio de São Lourenço, residência oficial do representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto, que o vai indigitar presidente do Governo Regional.

O líder do PSD/Madeira, que chefia o executivo desde 2015, falava no Funchal, à margem de uma visita à empresa AUDIRAM – Serviços de Contabilidade, que cumpre 25 anos de existência.

Questionado pelos jornalistas sobre se conta com a abstenção de Chega, da IL e do PAN para viabilizar os dois principais documentos de gestão, Miguel Albuquerque manifestou confiança nesse apoio: “Em função do discurso que têm feito, podemos contar com isso, mas não há nenhuma dúvida de que este governo vai ter que ter plataformas de diálogo mais alargadas com todos os partidos.”

“Temos de garantir essa estabilidade, porque o clima de incerteza, gerir contingências é muito mau para toda a gente. É mau para as famílias, é mau para os agentes económicos, é mau para as empresas, é mau para o emprego, é mau para o planeamento dos investimentos públicos e privados”, avisou o social-democrata, reforçando a necessidade de ter planos a médio e longo prazo para ter bom resultados.

Sobre qual dos partidos manifestou maior disponibilidade para apoiar o novo governo, entre Chega, IL e PAN, o líder do PSD/Madeira recusou responder, mas adiantou que “não vai haver problemas”.

O governante rejeitou ainda a acusação do líder da IL/Madeira, Nuno Morna, de ter transmitido ao representante da República que o PSD contaria com o apoio da IL, assegurando que não disse isso a Ireneu Barreto.

Em relação à visita à empresa AUDIRAM, Albuquerque explicou que se insere no acompanhamento de “um conjunto alargadíssimo” de empresas regionais, de diversos setores, e referiu que é uma forma de divulgar o tecido empresarial da região e “tomar o pulso da situação dos agentes económicos da Madeira”.

“Durante a pandemia desencadeámos um processo muito importante de apoio ao setor empresarial, quando houve a paralisação económica. Fizemo-lo muito rapidamente, foi muito bem rececionado pela generalidade das empresas regionais e hoje o resultado é que vamos atingir um PIB [Produto Interno Bruto], possivelmente este ano, próximo dos sete mil milhões de euros e com uma taxa de pleno emprego praticamente na região”, realçou.

O governante considerou fundamental a internalização da economia do arquipélago e indicou que as negociações com a Comissão Europeia para o quinto regime do Centro Internacional de Negócios da Madeira “estão a correr bem”.

“Espero que neste momento, com a tomada de posse do novo governo, tudo volte a se estabilizar”, frisou.

Após as eleições regionais de domingo, o representante da República para a Região Autónoma da Madeira ouviu na terça-feira os sete partidos com representação parlamentar, por ordem crescente de votação: PAN (um deputado), IL (um), CDS-PP (dois), Chega (quatro), JPP (nove), PS (11) e PSD (19).

Após essas audiências, Ireneu Barreto anunciou que iria indigitar Albuquerque como presidente do Governo Regional, considerando que a solução conjunta apresentada pelo PS e pelo JPP “não tem qualquer hipótese de ter sucesso”.

O representante referiu que “a solução apresentada pelo partido mais votado, o PSD – que tem um acordo de incidência parlamentar com o CDS, e a não hostilização, em princípio, do Chega, do PAN e da IL – terá todas as condições de ver o seu programa aprovado na Assembleia Legislativa”.

Nas eleições de domingo, o PSD falhou por cinco mandatos a maioria absoluta, que exige 24 eleitos, uma vez que o parlamento regional é constituído por 47 assentos.

Depois de Albuquerque se afirmar disponível para assegurar um “governo de estabilidade”, na segunda-feira o PS e o JPP (que somam 20 deputados) anunciaram “uma solução de governo conjunta” no arquipélago, a apresentar ao representante da República, e apelaram à participação dos restantes partidos, à exceção do PSD e do Chega, “de modo a construir um apoio parlamentar mais robusto”.

Na terça-feira de manhã, antes de serem recebidos por Ireneu Barreto, Albuquerque e o líder regional do CDS-PP, José Manuel Rodrigues, estabeleceram um acordo de apoio parlamentar que também mantém o democrata-cristão como presidente do parlamento regional.

Os dois partidos, que concorreram em separado ao sufrágio, governavam a região em conjunto desde 2019.

As eleições antecipadas na Madeira ocorreram oito meses após as anteriores legislativas regionais, depois de o Presidente da República ter dissolvido o parlamento madeirense, na sequência da crise política desencadeada em janeiro, quando Albuquerque foi constituído arguido num processo em que são investigadas suspeitas de corrupção.

Alfa/ com Lusa