TEMPESTADE 2.1 PODCAST – 16 DE DEZEMBRO 2023: SABRINA SIMÕES

“TEMPESTADE 2.1”

O programa dos luso-descendentes e dos luso-dependentes com a Cap Magellan.
Todos os Sábados, entre as 14h e as 16h, só… na Rádio Alfa.

A Léa, Julie, Toni e o Édouard agitaram mais uma tarde com quizzs, música e atualidades.
Esta semana em estúdio sábado Sabrina Simões, falou da paternidade e maternidade sem complexos. São assuntos que a jovem mulher trata com a sua comunidade nas redes sociais. 🍼

Aqui fica a emissão:

Portugal: adepto esfaqueado durante encontro entre Benfica e AVS para a Taça da Liga

Adepto esfaqueado durante encontro entre Benfica e AVS para a Taça da Liga

 

Um homem de 44 anos sofreu hoje ferimentos ligeiros depois de ter sido esfaqueado numa das bancadas do Estádio da Luz, em Lisboa, durante o intervalo da partida da Taça da Liga de futebol, adiantou à Lusa fonte policial.

Este adepto foi esfaqueado no abdómen, sofrendo ferimentos ligeiros e, depois de assistido pelas equipas de socorro, foi transportado para o hospital de Santa Maria, referiu fonte do Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP.

O incidente decorreu após a altercação entre dois adeptos do Benfica, no intervalo do jogo da terceira jornada do Grupo B da Taça da Liga de futebol, em que os ‘encarnados’ venceram o AVS por 4-1.

O homem suspeito do esfaqueamento já não se encontrava no local quando a força policial chegou e a PSP está a realizar diligências para a sua identificação, acrescentou a mesma fonte.

“O Sport Lisboa e Benfica lamenta profundamente o esfaqueamento de um adepto no decurso de uma altercação ocorrida ao intervalo do jogo Benfica-AVS. Este adepto foi imediatamente assistido, tendo sido transportado para o Hospital de Santa Maria, encontrando-se estável”, indicou, entretanto, o clube da Luz, em comunicado.

Os ‘encarnados’ indicam ainda que “todas as informações disponíveis foram reportadas às autoridades, que estão no encalço do agressor”.

O Benfica qualificou-se hoje para as meias-finais da Taça da Liga de futebol, ao vencer por 4-1 o AVS, da II Liga, no Estádio da Luz.

John Mercado até adiantou os visitantes, aos 21 minutos, mas Ángel Di Maria (31), João Mário (44), Tiago Gouveia (65) e Anthony (68), na própria baliza, protagonizaram a reviravolta que permitiu aos ‘encarnados’ ganhar a sua ‘poule’, somando seis pontos, contra os três do já eliminado Arouca e os zero do adversário de hoje.

Na ‘final four’ da Taça da Liga, a disputar em 23, 24 e 27 de janeiro de 2024, em Leiria, o Benfica vai defrontar o Estoril Praia, que venceu o Grupo D, enquanto a outra meia-final irá opor os vencedores das ‘poules’ A (Casa Pia ou Sporting de Braga) e C (Sporting ou Tondela).

Alfa/ com Lusa

Liga dos Campeões. Benfica empata em Frankfurt (1-1)

O Benfica empatou hoje 1-1 na visita ao Eintracht Frankfurt, em jogo da quarta jornada do Grupo A da Liga dos Campeões feminina de futebol, mas continua bem colocado na luta pelo acesso aos quartos de final.

Em Frankfurt, Reuteler inaugurou o marcador, aos 28 minutos, Nycole igualou para as ‘encarnadas’, aos 71, e Lena Pauels evitou a derrota da equipa portuguesa, ao defender o penálti convertido por Laura Freigang já nos descontos.

O Benfica manteve-se no segundo lugar do Grupo A, com sete pontos, menos cinco do que o líder FC Barcelona, que derrotou as suecas do Rosengard por 7-0, últimas com zero pontos. Já o Eintracht Frankfurt é terceiro, com quatro.

 

Com Agência Lusa.

Costa e Marcelo na hora da despedida, no Palácio de Belém: Tão amigos que nós éramos

Foto de aburtura: numa festa da Rádio Alfa, quando Costa e Marcelo pareciam viver quase em idílio político

Alfa, Daniel Ribeiro – Cerimónia de Boas Festas institucionais em Belém, Lisboa.

PM Costa despediu-se hoje em Belém de Marcelo com “optimismo” e garantiu que tiveram uma boa relação. No seu discurso, o Presidente alinhou pelo mesmo tom de elogio recíproco. « Tão amigos que nós éramos » – porque o facto é que Costa é apenas, agora, chefe de um Governo em gestão e que o PR convocou eleições legislativas antecipadas.

 

Os discursos estavam previstos como de boas festas, mas foram de natureza muito mais política do que o habitual nesta quadra festiva.

O primeiro-ministro transmitiu de viva voz, esta quinta-feira, as boas festas ao Presidente da República, no Palácio de Belém, pela última vez ao fim de oito anos na chefia do Governo.

Em jeito de despedida, deixou uma mensagem de « optimismo » em relação ao futuro, garantindo que está « mais confiante no país » e que o Presidente se irá « habituar » ao próximo primeiro-ministro.

Em relação ao passado, Costa disse não houve uma « coincidência permanente » entre ambos, mas garantiu ambos tiveram uma boa relação.

Quanto ao Presidente da República fez um balanço dos oito anos de coabitação com o « seu » primeiro-ministro, António Costa, e concluiu que « valeu a pena » e que o país ganhou com o « esforço de compromisso » que fizeram.

Marcelo Rebelo de Sousa ressalvou que « nem tudo correu bem », seja « por razões internacionais, por razões nacionais objetivas » ou « por erros » que ambos e outros cometeram.

« Tão amigos que nós éramos », é caso para dizer porque, é de realçar, que há dias António Costa criticou o Presidente por ter dissolvido o Parlamento e ter convocado eleições antecipadas. 

Ataque a tiro numa universidade em Praga faz 15 mortos

Um ataque a tiro numa universidade em Praga, na Chéquia, fez ao início da tarde de quinta-feira 21 de dezembro, 15 mortos e 25 feridos.

O edifício inteiro está a ser evacuado e há vários mortos e dezenas de feridos”, escreveram as autoridades locais numa das atualizações à comunidade feita através da rede social X. O ataque aconteceu na Faculdade de Artes da Universidade Charles, localizada no centro da capital. Nas redes sociais, estudantes e trabalhadores da faculdade partilharam nas redes sociais que estavam trancados nas salas de aulas.

O atirador é um jovem de 24 anos que não tem ligações ao terrorismo internacional. O jovem terá matado o próprio pai antes do ataque.

 

Em reação à notícia, o primeiro-ministro checo, Petr Fiala já anunciou que cancelou os eventos da sua agenda e vai regressar à cidade. Já o autarca de Praga, Bohuslav Svoboda, disse estar “completamente chocado” pelo sucedido. Também o ministro dos Negócios Estrangeiros já partilhou as suas condolências para com as famílias das vítimas.

PR Marcelo: O discurso no encerramento do encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa

Marcelo promete assegurar compromisso de Portugal com NATO e UE até ao fim do mandato. 

O Presidente da República defendeu hoje que Portugal deve manter o seu empenho junto da NATO e da UE e não perder a “posição pioneira” no clima e migrações, comprometendo-se a assegurá-lo até ao fim do seu mandato.

 

Num discurso no encerramento do encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa, que decorreu hoje no Palácio da Cidadela em Cascais, Marcelo Rebelo de Sousa salientou que, até ao fim do seu mandato, a função do Presidente da República vai ser a de garantir que os “dados que são estruturais prevalecem sobre dados minimamente conjunturais”.

Neste aspeto, o chefe de Estado abordou em particular a política externa e de defesa de Portugal, considerando que « é mais fácil » para o chefe de Estado manter a sua continuidade, uma vez que o país tem uma “estabilidade que não depende de chefes de Estado ou de Governo”.

“Mesmo com governos que tinham na sua base de apoio forças com dúvidas ou críticas ou afastamento relativamente a pontos fundamentais na política externa, ela nunca deixou de ser prosseguida”, referiu.

No entanto, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que “vale a pena reafirmar o óbvio”, começando por destacar a sensibilidade de Portugal para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que está a “passar por uma enorme mudança”.

“É a transição do período do imediato pós-independência para uma diversificação de forças económicas, sociais e políticas com relacionamento de outras comunidades e de outros países vizinhos com a CPLP, reconhecendo a sua importância e querendo desempenhar aí um papel”, disse.

O chefe de Estado destacou também “o empenho” de Portugal na União Europeia, na NATO “e, em geral nas relações transatlânticas”, assim como o seu “empenho no universo ibero-americano”, não esquecendo “outras latitudes e longitudes, ou pelo menos outros diálogos”.

A par deste compromisso de Portugal em organizações internacionais, Marcelo Rebelo de Sousa salientou também o “papel pioneiro” que o país tem tido “como plataforma entre continentes, no clima, nos oceanos, nas migrações, nos valores e princípios de direito internacional, nas organizações internacionais ou no seu papel futuro”.

“Tudo isso é uma marca nossa e não a podemos perder”, advertiu.

Marcelo Rebelo de Sousa considerou que aqueles que, “formal ou informalmente, têm influência no mundo” ou que poderão “vir a ter num futuro próximo, são essenciais para potenciar a política externa e política de segurança nacional”.

O Presidente da República considerou que a demissão de António Costa e subsequente queda do Governo foi um “fim inesperado e inesperável de um longo ciclo governativo de oito anos, o mais longo ciclo governativo no século XXI e o segundo mais longo na democracia portuguesa”.

Para o chefe de Estado, a atual situação “significa uma nova vivência no sistema semipresidencial português”, ao contrário dos períodos de “vivência normal”, em que o Presidente da República é remetido “para uma função que é importante na política externa e de defesa, na política europeia, mas que é mais de controlo do que propriamente de intervenção mais ativa”.

Marcelo Rebelo de Sousa abordou ainda a situação a nível internacional, qualificando a guerra em Israel como uma “crise aguda” que, de forma temporária, obnubilou a guerra na Ucrânia.

O Presidente da República salientou que a UE “está dividida e insanavelmente divida” sobre o conflito em Israel, o que, considerou, pode não ser “tão importante quanto seria uma divisão quanto à Ucrânia”, mas “não é irrelevante como um parceiro qualificado como estratégico dos Estados Unidos da América a nível global”.

Alfa/ com Lusa

Portugal vai contar em 2024 com maior número de sempre de árbitros internacionais

Portugal contará em 2024 com o maior número de sempre de árbitros internacionais, com Filipa Prata, no futsal, a aumentar o registo para 39, mais um do que em 2023, informou hoje a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Segundo a FPF, Portugal passa a contar no próximo ano com sete árbitros da Elite da FIFA: Artur Soares Dias, Sandra Bastos e Catarina Campos, no futebol, e Eduardo Coelho, Miguel Castilho, Cristiano Santos e o promovido Rúben Santos, no futsal.

Cláudio Pereira, de 36 anos, foi promovido a internacional, em detrimento de Vítor Ferreira, que foi despromovido à segunda categoria, na única alteração no quadro de árbitros principais, que integra ainda Artur Soares Dias, João Pinheiro, Tiago Martins, Fábio Veríssimo, Luís Godinho, António Nobre, Gustavo Correia e Miguel Nogueira.

Na lista de árbitros assistentes, a única alteração foi a saída de André Campos e a entrada de Nelson Pereira, enquanto, no videoárbitro (VAR), o número aumentou para 11, com as entradas de António Nobre, que regressa após um ano de ausência, Gustavo Correia e Catarina Correia.

No setor feminino, o quadro de árbitras principais permanece inalterado, sendo que Sandrine Santos foi promovida entre as assistentes, com a saída de Olga Almeida.

O quadro de árbitros internacionais de futsal aumenta para seis, com a entrada de Filipa Prata, enquanto Gustavo Pereira é promovido no futebol de praia, para o lugar de Sérgio Guelho.

Lista dos 39 árbitros internacionais em 2024:

– Árbitros (9): Artur Soares Dias, Tiago Martins, Fábio Veríssimo, João Pinheiro, Luís Godinho, António Nobre, Gustavo Correia, Miguel Nogueira e Cláudio Pereira.

– Árbitros assistentes no futebol masculino (10): Paulo Soares, Nélson Pereira, Rui Teixeira, Pedro Mota, Paulo Brás, Pedro Ribeiro, Bruno Jesus, Tiago Costa, Pedro Martins e Luciano Maia.

– Árbitras (5): Sandra Bastos, Catarina Campos, Sílvia Domingos, Teresa Oliveira e Filipa Cunha.

– Árbitras assistentes (5): Andreia Sousa, Sandrine Santos, Vanessa Gomes, Cátia Tavares e Ana Lóide Silva.

– Futsal (6): Rúben Santos, Cristiano Santos, Miguel Castilho, Filipe Duarte, Eduardo Coelho e Filipa Prata.

– Futebol de praia (4): Sérgio Soares, Wilson Castanheira, Francisco Costa e Gustavo Pereira.

Lista de elementos VAR para 2024:

– VAR (11): Artur Soares Dias, Tiago Martins, João Pinheiro, Luís Godinho, Hugo Miguel, André Narciso, Fábio Melo, Hélder Malheiro, António Nobre, Gustavo Correia e Catarina Campos.

 

Com Agência Lusa.

Empresa promotora da Superliga apresenta proposta com 64 clubes em três ligas

A empresa promotora da Superliga, A22, propôs hoje “uma nova competição europeia aberta”, com “64 clubes divididos em três ligas” de futebol nos masculinos e 32 clubes repartidos por duas ligas” em femininos.

A proposta da A22 surge pouco depois de o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) considerar contrária à legislação europeia a decisão da FIFA e da UEFA de proibir futebolistas e clubes de participarem em competições privadas, tal como a Superliga proposta em 18 de abril de 2021.

O modelo que a A22 vem apresentar, criado ainda em outubro de 2022, e após um fracasso do primeiro projeto, de abril de 2021, não diz ainda nada sobre o calendário ou apoio dos clubes europeus, mas promete a transmissão gratuita dos encontros da competição.

Segundo a empresa, a responsabilidade estaria a cabo de uma plataforma de ‘streaming’.

“A nova proposta de competição é o resultado de um extenso diálogo durante os últimos 18 meses, com muitas pessoas do mundo do futebol envolvidas”, assinalou Bernd Reichart, diretor executivo da A22.

A empresa acredita que a decisão de hoje do TJUE « põe fim ao monopólio da UEFA », invalidando as suas regras de 2021, então com a proibição da Superliga e a ameaça de sanções aos clubes promotores e aos futebolistas participantes, embora o organismo tenha reformulado o texto em junho de 2022.

Na proposta hoje apresentada por Reichart, a empresa A22 detalhou um projeto substancialmente diferente do original, uma vez que não terá nenhum membro permanente e funcionará num sistema de promoção e despromoção, prevendo “pagamentos solidários” no futebol europeu de um mínimo de 400 milhões euros.

A ideia é fundamentar um modelo desportivo europeu, com competições abertas baseadas no mérito desportivo e com redistribuição financeira, afastando-se do projeto inicial, destinado a uma elite de clubes ultra ricos.

“Para o primeiro ano de competição, os clubes serão selecionados com critérios transparentes e fundamentados nos desempenhos”, acrescentou a A22, explicando que os jogos seriam a meio da semana e concorreriam com as competições de clubes da UEFA.

Para a empresa promotora, as receitas têm proveniência “na publicidade, assinaturas ‘premium’, parcerias de distribuição, serviços interativos e patrocínios”, mas sem especificar quais os parceiros.

O mais alto órgão administrativo da UE considerou que a UEFA e a FIFA abusaram da sua « posição dominante » na sua ação contra a criação da controversa Superliga de futebol.

Real Madrid e FC Barcelona são os resistentes entre os 15 fundadores do projeto original – apesar de só terem sido revelados 12 -, que preconizava uma competição com 20 clubes, que foi contestada por diversos quadrantes, desde as estruturas da modalidade até aos governos nacionais, passando pelos próprios adeptos.

Em outubro de 2022, foi criada a empresa A22, promotora do projeto, que readaptou o plano inicial, em fevereiro de 2023, sob novos princípios e um modelo com 60 a 80 clubes, que fosse aberto, sem membros permanentes e alicerçado no mérito desportivo.

Com Agência Lusa.

Emigrantes deviam investir no interior do país – MNE Gomes Cravinho

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, João Gomes Cravinho, defendeu hoje que os empresários emigrantes deviam aproveitar as oportunidades no interior do país, o que contribuiria também para o combate à desertificação.

« Na nossa diáspora há uma memória forte de ligação a partes do país já mais esquecidos pelas empresários emigrantes que regressaram para a faixa litoral e olham pouco para as oportunidades no interior do país », afirmou o governante, na abertura do encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa, que termina hoje em Cascais.

Na intervenção, o ministro dos Negócios Estrangeiros disse que existe « uma grande vontade do empresariado da diáspora de investir num país que está longe de ser o país de onde os pais saíram há 20, 30 ou 40 anos, um país com desafios complexos, sendo um deles o problema da coesão territorial e alguma desertificação do interior ».

João Gomes Cravinho considerou que o conselho da diáspora “é uma instituição com que o Governo deve trabalhar para implementar a estratégia de ESG aprovada em setembro, em conjunto com as instituições públicas, como as câmaras municipais, e associações empresariais” e acrescentou que o conselho “seria fundamental para o trabalho” do executivo.

Na intervenção, o governante abordou também as novas preocupações ligadas à sustentabilidade ambiental, governação e temas sociais (ESG, na sigla em inglês), considerando que evoluíram de uma questão de marketing para uma preocupação central para os governos.

“As exigências que se vão colocar legalmente a partir de 2027, com exigências de ESG para as empresas, evoluíram de simples preocupações de ‘branding’ ou marketing, há dezenas de anos, quando pensávamos que as alterações climáticas seriam um problema que os nossos netos teriam de tratar”, disse João Gomes Cravinho.

“Em 15 ou 20 anos, percebemos que não seria um problema para os nossos netos, mas sim para nós próprios, e por isso é muito pertinente o tema deste encontro” dos empresários emigrantes, ‘Sustentabilidade: que presente e que futuro’, concluiu o governante.

 

Com Agência Lusa.

 

Oferta de 6 mil milhões de euros pela compra da Altice/Portugal

Alfa

O gestor português, António Horta Osório, juntou-se a um fundo de investimento norte-americano para adquirir os ativos da empresa Altice em Portugal, podendo estar em cima da mesa uma proposta de mais de seis mil milhões de euros. 

A notícia é avançada pelo jornal Expresso, do grupo Impresa, no qual o português é vice-presidente da administração. Horta Osório foi anteriormente CEO do Grupo Credit Suisse e do britânico Lloyds.

 

« António Horta Osório e o fundo de investimento Warburg Pincus preparam-se para oferecer 6 mil milhões de euros pelos negócios da Altice em Portugal, noticia esta quarta-feira o “Financial Times”, que cita fontes próximas do processo », escreve o Expresso.

 

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