O desporto amador e as equipas das Associações portuguesas de França em destaque. Um programa de Sousa Gomes.
Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).
Ouça aqui:
Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).
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No Estádio da Luz, Pedro Gonçalves adiantou os ‘leões’, aos 12 minutos, mas o ucraniano Georgiy Sudakov repôs a igualdade, aos 27, naquele que foi o quarto empate dos ‘encarnados’ em sete encontros em casa no campeonato e o primeiro em que os bicampeões nacionais cederam pontos fora do seu reduto.
O Sporting segue no segundo lugar, com 32 pontos, enquanto o Benfica, que viu Prestianni ser expulso aos 90+2 minutos, é terceiro, com 29, sendo que o FC Porto, que soma 34, poderá reforçar a liderança nesta ronda, caso vença na visita ao Tondela, no domingo.
Resultados da 13ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:
– Sexta-feira, 05 dez:
Benfica – Sporting, 1-1 (1-1 ao intervalo)
– Sábado, 06 dez:
Santa Clara – Casa Pia, 16:30
AVS – Rio Ave, 19:00
Famalicão – Sporting de Braga, 21:30
– Domingo, 07 dez:
Estoril Praia – Moreirense, 16:30
Alverca – Nacional, 19:00
Estrela da Amadora – Arouca, 19:00
Tondela – FC Porto, 21:30
– Segunda-feira, 08 dez:
Vitória de Guimarães – Gil Vicente, 21:30
Com Agência Lusa.
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Portugal vai defrontar a Colômbia, Uzbequistão e o vencedor do caminho 1 do play-off intercontinental, no Grupo K do Mundial2026 de futebol, que vai decorrer nos Estados Unidos, Canadá e México, ditou o sorteio realizado hoje em Washington.
A seleção das ‘quinas’ vai estrear-se na competição no dia 17 de junho, com o vencedor do caminho 1 do play-off intercontinental, que conta com Jamaica, Nova Caledónia e República Democrática do Congo, enfrenta na segunda jornada o estreante Uzbequistão, em 23 de junho, e fecha a fase grupos frente à Colômbia, em 27 de junho.
Os locais e os horários das partidas vão ficar definidos no sábado, informou a FIFA.
O adversário de Portugal no primeiro jogo só será conhecido em março de 2026, com a Jamaica a defrontar a Nova Caledónia, no dia 26, e o vencedor a enfrentar a República Democrática do Congo, no dia 31, para decidir o apurado.
O Mundial2026, que começa no dia 11 de junho e termina em 19 de julho do próximo ano, vai contar pela primeira vez com 48 seleções, apurando-se para a fase a eliminar os dois primeiros de cada um dos 12 grupos, bem como os oito melhores terceiros.
Portugal é uma das 42 seleções já com presença garantida na prova, disputada pela primeira vez em três países, depois de vencer o Grupo F da qualificação europeia, com as restantes seis vagas a saírem dos play-offs europeu (quatro) e intercontinental (duas).
A seleção lusa, orientada pelo espanhol Roberto Martínez, vai disputar a competição pela nona vez, sétima consecutiva, e tem como melhor resultado o terceiro lugar conseguido em 1966, na sua estreia.
No último Mundial, disputado no Qatar, em 2022, Portugal foi eliminado nos quartos de final por Marrocos (1-0), numa competição que foi arrebatada pela Argentina, que bateu a França na final.
Com Agência Lusa.
A sessão pública decorreu ao final da tarde, no Espace Mas, no 13.º arrondissement de Paris, reunindo militantes e simpatizantes num auditório cheio, marcado pela energia de um candidato que parece agora decidido a estruturar-se para disputar, de facto, a liderança da esquerda francesa.
No seu discurso, François Ruffin não poupou ataques à extrema-direita, mas também não poupou a esquerda tradicional, acusando-a de falta de ousadia: “Não venceremos Le Pen e Bardella com água morna e reformas de catálogo. Num mundo que está a oscilar, não ganharemos com 57 livretos e 847 medidas tecnocráticas, mas sim com audácia.”
A intervenção, vibrante e ritmada, procurou marcar uma rutura com os programas extensos e difusos que, segundo ele, afastam os eleitores populares. Ruffin lançou ainda críticas diretas ao atual presidente: “A monarquia acabou! 62 400 euros por ano só para a maquilhagem de Macron e Brigitte…”
E atacou igualmente os benefícios vitalícios atribuídos aos antigos presidentes: “As vantagens vitalícias têm de acabar. Sarkozy custa-nos um milhão por ano, mesmo quando esteve na prisão.”
O deputado anunciou ainda que pretende propor uma “grande lei de separação entre o Dinheiro e o Estado”, que qualifica como o ponto de partida de um combate “entre democracia e oligarquia”.
O tom endureceu quando o tema passou para os paraísos fiscais e a fraude dos grandes patrimónios: “Todos os ultra-ricos fraudam, isso faz parte do jogo, até dá para rir. Não sou eu que o digo, é o Élie de Rothschild.” E François Ruffin prosseguiu com uma metáfora contundente: “Os ratos [os ultra-ricos] não deixam apenas o navio — roem-no. Por causa deles, estamos a afundar. Teremos de os pôr na linha.”
Um dos momentos mais aplaudidos da noite foi a mensagem dirigida aos cinco milhões de trabalhadores essenciais (auxiliares de saúde, cuidadores, trabalhadores do comércio, motoristas, entre tantos outros) que mantiveram a França a funcionar durante a pandemia de COVID-19. Ruffin prometeu um estatuto digno, com “salário, horário e carreira” definidos: “Desta vez, os últimos serão os primeiros.”
A reunião em Paris sinaliza assim uma viragem: o que era um movimento regional (Picardie Debout !) transforma-se agora numa força nacional (Debout !) que pretende disputar espaço no terreno da esquerda. François Ruffin, que durante anos rejeitou estruturas políticas formais, parece finalmente assumir o seu papel de candidato, com uma narrativa que mistura denúncia social, apelo popular e promessas de rutura.
Se o caminho até 2027 ainda é longo (faltam 506 dias), a noite de ontem mostrou, pelo menos, uma certeza: François Ruffin quer estar no centro do jogo, e a esquerda francesa terá de contar com ele.
Didier Caramalho
Presidenciais 2027: François Ruffin lança campanha e movimento sem se declarar candidato
Apesar de vir a tornar-se uma figura global da música, não nasceu numa família ligada ao meio artístico: a mãe trabalhava numa empresa de ferragens para janelas e o pai tinha raízes dispersas por várias regiões de Espanha, com um avô nascido em Cuba. Rosalía tem uma irmã mais velha, Pilar, que mais tarde passaria a colaborar consigo como diretora criativa.
Desde pequena parecia carregar uma faísca especial. Conta-se que, aos oito anos, num jantar de família, cantou e, ao abrir os olhos, encontrou todos emocionados. Foi aí que percebeu que a música podia ser algo sério. Na adolescência descobriu o flamenco, sobretudo ao ouvir Camarón de la Isla, e apaixonou-se pela sua intensidade visceral. Decidiu, então, dedicar-se ao género: estudou num conservatório, frequentou seis anos no Taller de Músics e, mais tarde, ingressou na Escola Superior de Música de Catalunya. Durante esse período, cantava em casamentos e bares por pequenas quantias, acumulando experiência enquanto moldava o seu estilo.
Mesmo estudando com rigor e aprendendo com mestres, Rosalía nunca se deixou prender pelas regras. Desde cedo mostrou instinto para misturar o tradicional com o moderno, criando algo novo e inesperado. Assim, passou a ganhar espaço no circuito flamenco e underground, colaborando com músicos e participando em projetos menores, até começar a compor e a definir a sua própria linguagem sonora.
A ascensão chegou com El Mal Querer, o álbum que uniu palmas, guitarras e batidas eletrónicas com naturalidade inédita. De repente, não era apenas mais uma cantora: tornava-se um fenómeno, reconhecida pela voz límpida, pela estética arrojada e pela capacidade de transformar géneros. Com o tempo, explorou o urbano latino, fez êxitos globais e colaborou com artistas de várias partes do mundo, sempre movida pela vontade de se reinventar.
Agora, com Lux, Rosalía entra numa fase mais madura e cinematográfica, feita de orquestras, coros e um ambiente quase espiritual. É nesse registo que surge “Memória”, o dueto com Carminho, onde canta em português pela primeira vez. A canção carrega a melancolia doce do fado, mas também o toque épico que lhe é característico. A colaboração é simbólica: revela o respeito profundo de Rosalía pela tradição — seja a sua, seja a nossa — e a sua capacidade de se aproximar de outras culturas com humildade, curiosidade e alma.
Hoje, Rosalía é isso: uma artista inquieta, que partiu de uma pequena vila catalã para o mundo, que honra as raízes mas não tem medo de arriscar. Continua a surpreender e a conquistar quem vê na música um espaço de coração, coragem e imaginação.
Rádio Alfa
Em Manila, Portugal chegou ao intervalo a vencer por 6-0, na sequência dos golos de Lídia Moreira, que marcou no primeiro minuto e no nono, Fifó (07 e 10), Janice Silva (10) e Ana Azevedo (15)
No segundo tempo, Portugal, que nos quartos de final goleou a Itália por 7-2, ampliou a vantagem por intermédio de Inês Matos (21), tendo Mailen Romero (39) marcado para a Argentina.
Na outra meia-final, o Brasil derrotou a Espanha por 4-1, também no PhilSports Arena, estando a final do Mundial, o primeiro a decorrer sob a égide da FIFA, marcada para domingo às 12:30 (horas de Paris), depois do jogo entre os dois derrotados das ‘meias’.
MEIAS-FINAIS:
– Sexta-feira, 05 dez:
Jogo 5: Argentina – Portugal, 1-7
Jogo 6: Espanha – Brasil, 1-4
JOGO DE ATRIBUIÇÃO DO TERCEIRO LUGAR:
– Domingo, 07 dez:
Argentina – Espanha, 10:00
FINAL:
– Domingo, 07 dez:
Portugal – Brasil, 12:30
Com Agência Lusa.
No Estádio do Dragão, no Porto, os ‘azuis e brancos’ colocaram-se em vantagem aos oito minutos, mas ainda antes do intervalo, aos 31, Nelson Oliveira repôs a igualdade, na conversão de uma grande penalidade.
No segundo tempo, Samu deu vantagem aos vimaranenses, aos 53, e oito minutos depois viu ser-lhe anulado um golo por fora de jogo, tendo Camara estabelecido o resultado final, de penálti, aos 79.
Na meia-final da ‘final four’, o Vitória de Guimarães vai defrontar o Sporting, enquanto o outro finalista da competição sairá do embate entre o Benfica, detentor do troféu, e o Sporting de Braga.
A Taça da Liga cumpre esta época a 19ª edição, estando os primeiros jogos da ‘final four’ marcados para 06 e 07 de janeiro e a final em 10, com todos a decorrerem no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.
– Terça-feira, 28 out:
(+) Sporting – Alverca, 5-1
– Quarta-feira, 29 out:
(+) Sporting de Braga – Santa Clara, 5-0
(+) Benfica – Tondela, 3-0
– Quinta-feira, 04 dez:
FC Porto – (+) Vitória SC, 1-3
(+) – Qualificado para a ‘final four’.
– ‘Final four’, em Leiria:
Meias-finais (06 e 07 jan 2026)
Sporting – Vitória SC
Benfica – Sporting de Braga
Final (10 jan)
Sporting/Vitória SC – Benfica/Sporting de Braga
Com Agência Lusa.
Um Olhar Europeu com Franceinfo
Todos estes pontos de discórdia dão aos europeus a impressão de estarem a andar em círculos, mas não impediram o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, de afirmar que Moscovo está disposta a encontrar-se com os responsáveis americanos « tantas vezes quantas as necessárias » para encontrar uma saída para a guerra. Que saída? Entre sorrisos com os diplomatas americanos, Vladimir Putin, que se julga em vantagem no campo de batalha, mantém os seus objetivos em mente.
Com uma vantagem no terreno, o Kremlin acredita que pode ganhar a guerra. As tropas russas estão em vantagem no Leste da Ucrânia. De acordo com os dados analisados pela AFP do Instituto Americano para o Estudo da Guerra, conquistaram uma média de 467 km2 por mês durante 2025, uma aceleração em relação a 2024. Na segunda-feira, Moscovo reivindicou a captura de Pokrovsk, um importante centro logístico para o exército ucraniano.
Poupar tempo para ganhar terreno
Por mais pesadas que sejam as perdas da Rússia – cerca de 150 mil soldados foram mortos desde fevereiro de 2022, segundo a BBC e o meio de comunicação russo Mediazona – o autocrata russo acredita que pode atingir os seus objetivos militares na Ucrânia, a começar pela anexação total do Donbass. « Esta questão foi amplamente levantada na terça-feira à noite pelo Kremlin, que exige a evacuação das tropas ucranianas do Donbass, uma exigência que Kiev recusou », sublinha Igor Delanoë, investigador associado do Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas (Iris).
« A questão do Donbass é altamente simbólica e Vladimir Putin teria dificuldade em declarar vitória sem obter este território » disse à Franceinfo.
Os russos esperam também que o campo americano apoie o seu pedido de não adesão da Ucrânia à NATO, tal como exigido por Kiev. Esta questão « foi discutida », segundo Yuri Ushakov, conselheiro diplomático da presidência russa, e fazia parte do plano de paz elaborado por Washington. « Esta questão é muito importante para Vladimir Putin, que não quer ver tropas estrangeiras em território ucraniano », observa Igor Delanoë.
Tranquilizar os russos
A reunião foi também uma oportunidade para Vladimir Putin enviar um sinal à opinião pública russa. Uma sondagem realizada em outubro mostrava que 83% dos russos se diziam « cansados » ou « muito cansados » da guerra e que 52% eram a favor de « negociações de paz », como referiu o meio de comunicação social russo Vot-Tak. « Esta reunião é também uma forma de comunicar com o povo russo, que está pronto para a cessação das hostilidades », resume Igor Delanoë. »Há um desejo de mostrar que está a ter discussões com os americanos, entre grandes potências, com toda uma encenação antes desta sequência ».
Em todo o caso, o impasse das negociações é favorável a Moscovo. « Os russos vão jogar o jogo da diplomacia enquanto sentirem que é do seu interesse, sobretudo porque detêm a iniciativa estratégica no terreno », diz Igor Delanoë. »Os russos estão a divertir-se muito », observa Carole Grimaud, especialista em geopolítica russa e professora na Universidade Paul-Valéry de Montpellier. »Esta é a sexta reunião deste género com o enviado americano e não discutiram os pormenores, mas concordaram em estar mais de acordo », sublinha.
Enquanto Moscovo acredita que pode esperar, o apoio dos EUA continua a ser crucial para Kiev, apesar da cessação da ajuda militar e humanitária direta desde o início do ano. Os serviços secretos americanos continuam a partilhar muitas informações com o exército ucraniano. Mas Donald Trump ameaçou várias vezes manter os ucranianos na ignorância. O Presidente americano, que se encontrou a sós com o homólogo russo no Alasca, em agosto, também se mostrou aberto ao levantamento das sanções contra a Rússia. Isto é suficiente para assustar os europeus, que têm tentado manter Washington do seu lado desde que foi apresentada a primeira versão de um plano de paz favorável a Moscovo.
Manter a Ucrânia e a Europa separadas:
Não é por acaso que o Kremlin promete a Donald Trump parcerias financeiras em caso de paz.« O encontro de terça-feira também se centrou nas possibilidades de cooperação económica », sublinha Carole Grimaud. Tudo isto deve agradar ao autoproclamado rei americano dos negócios, que aponta frequentemente o dedo ao custo financeiro do conflito. Tudo isto alimenta os receios europeus de que a administração Trump sacrifique a soberania da Ucrânia e ponha em causa a segurança do velho continente.
Ao excluir os europeus das negociações, a Rússia está a tentar desestabilizar a União Europeia e os seus vizinhos, como já está a fazer com a sua guerra híbrida. « Não temos qualquer intenção de travar uma guerra contra a Europa, mas se a Europa quiser fazê-lo e começar, estamos prontos para o fazer agora », declarou Vladimir Putin algumas horas antes da reunião.
« Vladimir Putin considera que a Europa não tem uma palavra a dizer, porque é a parte que está a impor restrições e a impedir que este processo de paz se concretize. Os russos vêem os europeus como co-beligerantes, mas também acreditam que a UE é impotente e que os 27 Estados membros estão divididos », acrescenta Igor Delanoë.
É lógico, portanto, que os europeus, diretamente afetados pela guerra na Ucrânia, sejam os grandes ausentes da reunião de Moscovo. « Os russos querem chegar a um acordo com os americanos, em detrimento dos ucranianos e dos europeus », observa Igor Delanoë. O especialista sublinha que a diplomacia russa considera que Washington, « com razão ou sem ela », « tem a chave das negociações ».« Para os russos, os europeus acabarão por ser obrigados a adotar a posição americana ».
Um cálculo que é « bastante arriscado, dado o foco das capitais europeias neste momento », acrescenta Delanoë. Diplomatas alemães afirmaram que a Rússia não está « em modo de negociação » para encontrar uma solução diplomática para o conflito. « É mais um disparate do Kremlin, vindo de um presidente que não leva a paz a sério », foi a reação do porta-voz do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, na quarta-feira. A União Europeia e os seus parceiros têm trabalhado intensamente com os ucranianos nos últimos dias para influenciar as conversações russo-americanas.
“Devido à greve geral em Portugal e por forma a evitar constrangimentos nas viagens dos seus clientes, a TAP está a cancelar voos do dia 11 de dezembro”, indicou.
Segundo a TAP, “os clientes estão a ser contactados com uma alternativa, caso tenham o seu voo cancelado”, indicando ainda que, “se o passageiro quiser proativamente antecipar ou adiar o seu voo desse dia para os três dias antes ou depois, poderá fazê-lo, sem custos” no ‘site’ e aplicação da TAP ou nas agências de viagens.
A TAP acordou serviços mínimos com vários sindicatos para esse dia.
O acordo divulgado pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) foi com o Sitava – Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos, o Sitema – Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves, o SIMA – Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins e o SNPVAC – Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil.
A transportadora contará com três voos de ida e volta para os Açores e dois para a Madeira, e um voo de ida e volta para os seguintes países: Bélgica, Luxemburgo, Reino Unido, Alemanha, Suíça, França, Cabo Verde e Guiné-Bissau.
Estão ainda contemplados três voos de ida de volta para o Brasil e dois para os EUA.
O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) garantiu, por seu lado, que « cumprirá os serviços mínimos que vierem a ser fixados » na greve geral e tem marcada uma assembleia-geral extraordinária para sexta-feira, para que os pilotos associados decidam se aderem à paralisação.
Rádio Alfa com LUSA