Trincão marca três golos na vitória do Sporting com Casa Pia

Francisco Trincão marcou hoje três golos na vitória sofrida do Sporting na visita ao Casa Pia, por 3-4, num jogo da 27ª jornada da I Liga portuguesa de futebol em que os ‘leões’ permitiram o empate três vezes.

Aos 85 minutos, Trincão marcou o golo do regresso aos triunfos do Sporting, que somou o sétimo jogo sem perder e permanece no quarto lugar, a cinco pontos do Sporting de Braga, depois de ter inaugurado o marcador, logo aos 18 segundos de jogo, e marcado o segundo do Sporting, aos 39, e antes de Pedro Gonçalves ter assinado o terceiro, aos 48.

Por três vezes, o Casa Pia, que permanece no oitavo lugar, empatou, primeiro por Rafael Martins, aos sete minutos, depois por Soma, aos 45+1, e pelo suplente Felippe Cardoso, aos 62, um minuto antes de ter sido expulso por acumulação de cartões amarelos, sem conseguir evitar a segunda derrota seguida.

 

 Resultados da 27ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 07 abr:

Santa Clara – Vizela, 0-1 (0-1 ao intervalo)

Benfica – FC Porto, 1-2 (1-1)

Boavista – Vitória de Guimarães, 2-1 (1-0)

 

– Sábado, 08 abr:

Arouca – Marítimo, 1-0 (1-0)

Paços de Ferreira – Famalicão, 1-3 (1-1)

Portimonense – Rio Ave, 2-2 (0-1)

Sporting de Braga – Estoril Praia, 4-1 (1-0)

 

– Domingo, 09 abr:

Casa Pia – Sporting, 3-4 (2-2)

 

– Segunda-feira, 10 abr:

Gil Vicente – Desportivo de Chaves, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Mathieu van der Poel vence Paris-Roubaix e soma quarto ‘Monumento’

O ciclista neerlandês Mathieu van der Poel (Alpecin-Deceuninck) mostrou-se magistral ao vencer pela primeira vez a clássica Paris-Roubaix, o quarto ‘Monumento’ da carreira, numa dobradinha da equipa, que colocou o belga Jasper Philipsen no segundo lugar.

A melhor versão de ‘MVDP’, de 28 anos, permitiu-lhe triunfar no ‘Inferno do Norte’, hoje abençoado com sol e bom tempo, cumprindo os 256,6 quilómetros entre Compiègne e Roubaix em 5:28.41 horas, na mais rápida edição de sempre, disputada a uma média de 46,8 quilómetros por hora.Philipsen venceu um sprint a dois com o compatriota e grande rival de Van Der Poel, Wout van Aert (Jumbo-Visma), remetido para terceiro, com ambos a 46 segundos do vencedor da ‘Rainha das Clássicas’.

Van Aert tinha ajudado a selecionar a corrida, a 102 quilómetros da meta, aproveitando o setor de Haveluy, um dos muitos de ‘pavé’ (empedrado) que marcam esta prova, estabelecendo uma ‘fuga de luxo’.

Além do trio, seguiam no grupo nomes como o suíço Stefan Küng (Groupama-FDJ), o alemão John Degenkolb (DSM), o dinamarquês Mads Pedersen (Trek-Segafredo) ou o italiano Filippo Ganna (INEOS).

Van Der Poel atacou uma, duas, três vezes, e depois conseguiu isolar-se, antes de Van Aert o apanhar, adiantar-se, e o ‘azar’ bater, depois, à porta: um furo deixou o grande rival fugir para a vitória, que teve tempo de saborear no velódromo, e o sprint com Philipsen ainda o relegou para o último lugar do pódio.

Antes, Degenkolb foi ‘encostado’ por Philipsen e acabou por cair, mas ainda acabou em sétimo, com Pedersen em quarto, Küng em quinto e Ganna em sexto, no dia da Jumbo-Visma ter azar: o neerlandês Dylan van Baarle, antigo vencedor, teve de abandonar devido a queda, e o francês Christophe Laporte só pôde ser 10.º após dois furos.

O ‘pedregulho’ que o consagra pela primeira vez como ‘Rei do pavé’ comprova uma grande temporada nas clássicas, em que venceu a Milão-Sanremo e agora em Roubaix, dois dos quatro ‘Monumentos’ da carreira – só falta a Liège-Bastogne-Liège e a Volta à Lombardia, depois de dois triunfos na Volta a Flandres, em que este ano foi segundo.

Se o ‘campeoníssimo’ neerlandês continua a engrandecer a lenda, as dúvidas amontoam-se quanto a Van Aert, o grande rival, que soma apenas um ‘Monumento’, a Milão-Sanremo de 2020, quando soma 28 anos e uma miríade de segundos e terceiros lugares que sabem a pouco.

“Senti-me forte e tentei alguns ataques, mas estava difícil deixá-los para trás. No último setor, Degenkolb caiu e tive de fechar o espaço para o Wout, e aí ele furou. Estava sozinho na frente e fui a fundo até ao fim”, contou o vencedor.

O novo campeão, neto de Raymond Poulidor e ‘classicómano’ assumido, reconheceu o “sonho” que é engrandecer o palmarés com mais uma vitória, a 42.ª na estrada enquanto profissional, mas seguramente uma das maiores, ao lado do ‘bis’ na ‘Ronde’, de duas Através da Flandres, a Milão-Sanremo, a Strade Bianche e a Amstel Gold Race, isto só em clássicas.

“É extraordinário, especialmente ao entrar no velódromo sozinho. Fizemos primeiro e segundo. Vamos celebrar muito, porque pode nunca mais acontecer. (…) Ao passar por Van Aert, percebi que tinha um problema, o que foi azar, porque de outra forma estaríamos os dois a disputar o final”, admitiu.

Van Aert, por seu lado, mostrou-se pouco conformado com a “má sorte”, até porque se sentiu “forte e bem o dia todo” e parecia ser o ciclista em melhores condições durante grande parte da corrida, que ajudou a ‘partir’.

Rui Oliveira (UAE Emirates) foi o melhor português em prova, no 52.º posto, a 6.48 minutos, com André Carvalho (Cofidis) em 94º, a mais de 17 minutos.

O próximo ‘Monumento’ do ciclismo mundial disputa-se em 23 de abril, no caso a Liège-Bastogne-Liège, aí com outros protagonistas, nomeadamente o duelo entre o esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates), já vencedor da Volta a Flandres este ano, e o belga Remco Evenpoel (Soudal-Quick Step), campeão do mundo de fundo.

Com Agência Lusa.

Papa pede diálogo entre Israel e Palestina e paz na Ucrânia na sua mensagem de Páscoa

O papa expressou hoje a sua preocupação com a violência nos últimos dias em Israel e na Palestina e apelou ainda à paz na Ucrânia durante a sua mensagem de Páscoa, durante a eucaristia na Basílica de São Pedro.

« Neste dia, confiamos a ti, Senhor, a cidade de Jerusalém, a primeira testemunha da tua ressurreição. Expresso a minha profunda preocupação pelos atentados destes últimos dias, que ameaçam o desejado clima de confiança e respeito recíproco, necessário para retomar diálogo entre israelitas e palestinianos, para que a paz reine na Cidade Santa e em toda a região », disse o papa Francisco.

Cerca de 100.000 pessoas, segundo fontes do Vaticano, reuniram-se nas proximidades da Praça de São Pedro para ouvir a mensagem da Páscoa e receber a bênção ‘Urbi et Orbi’, após a missa do domingo de Páscoa.

A tensão no Médio Oriente tem aumentado, após uma relativa acalmia no conflito israelo-palestiniano observada desde o início do Ramadão, mês sagrado dos muçulmanos que teve início em 23 de março.

A violência começou na quarta-feira com confrontos entre a polícia e fiéis muçulmanos na mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém.

Nos últimos dias, ocorreram ataques mútuos com foguetes e artilharia entre as forças de segurança israelitas e palestinianos, nomeadamente do grupo Hamas, que atingiram o território israelita, a Palestina e o sul do Líbano.

O papa Francisco fez ainda um novo apelo pela paz na Ucrânia durante a sua mensagem de Páscoa, na qual também pediu « luz » sobre o povo russo e rezou para que a comunidade internacional trabalhe « pelo fim do conflito ».

« Ajude o amado povo ucraniano no caminho da paz e ilumine o povo russo com a luz da Páscoa. Conforte os feridos e aqueles que perderam os seus entes queridos na guerra e faça com que os prisioneiros voltem sãos e salvos com suas famílias », declarou o Papa.

« Abra os corações de toda a comunidade internacional para trabalhar pelo fim desta guerra e de todos os conflitos que mancham o mundo de sangue », disse o papa.

 

Com Agência Lusa.

Estoril Open: Casper Ruud sagra-se campeão ao vencer Miomir Kecmanovic

O norueguês Casper Ruud, quinto tenista mundial, sucedeu hoje no palmarés dos campeões do Estoril Open ao argentino Sebastián Báez, impondo-se em dois sets ao sexto cabeça de série, o sérvio Miomir Kecmanovic.

Frente ao 40.º jogador mundial, o norueguês de 24 anos triunfou com os parciais de 6-2 e 7-6 (7-3) em uma hora e 49 minutos.

Primeiro pré-designado no Clube de Ténis do Estoril, Ruud, que eliminou Báez nos quartos de final, conquistou o 10.º título do seu palmarés, que inclui ainda a presença na final de Roland Garros e do Open dos Estados do ano passado, e o primeiro desta temporada.

 

Com Agência Lusa.

Manuel Clemente admite que questão dos abusos sexuais foi o momento mais difícil do seu patriarcado

O cardeal patriarca de Lisboa admitiu hoje que a questão dos abusos sexuais em crianças na Igreja Católica Portuguesa foi o momento mais difícil do seu patriarcado, garantindo tudo estar a ser feito para que não se repitam.

Em declarações aos jornalistas, no final das celebrações pascais na Sé de Lisboa, Manuel Clemente fez um balanço dos dez anos à frente do Patriarcado de Lisboa, admitindo que a questão relativa aos abusos de crianças e jovens por padres e outros membros da Igreja Católica foi um dos momentos mais difíceis.

“Na Igreja e na sociedade portuguesa este tipo de acontecimentos tão trágicos e tão negativos é para nós uma preocupação. Mas pronto, temos que resolver a preocupação, apoiando quem sofreu e resolvendo as coisas de maneira a que não se repitam”, defendeu.

Sobre a possibilidade de o Papa Francisco receber algumas das vítimas dos abusos sexuais durante a sua visita a Portugal por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, que vai decorrer em Lisboa de 01 a 06 de agosto, o cardeal patriarca apontou que isso será uma decisão do sumo pontífice.

“Estamos muito atentos a tudo isso, dando todo o apoio possível a cada uma das 21 dioceses portuguesas e fazendo tudo quanto está na nossa mão para que as coisas não se repitam, para que quem sofreu seja apoiado e para que as condições sejam outras no tratamento das crianças e jovens”, apontou.

Sobre os dez anos à frente do Patriarcado, Manuel Clemente disse que foram de “serviço, serviço e mais serviço”, lidando com o dia-a-dia, mas também com algumas dinamizações como os 300 anos do Patriarcado, “que foi muito importante e envolveu milhares de pessoas”.

“E agora com tudo isto que anda à volta da Jornada Mundial da Juventude, que também é uma escola de militância e de serviço para estas dezenas de milhares de jovens que estão a colaborar, não só de Portugal mas de todo o mundo”, frisou.

Manuel Clemente chamou ainda a atenção para o trabalho feito por todas as instituições sociocaritativas da diocese de Lisboa, “que atravessam muitas dificuldades para responder a todas as necessidades”.

 

Com Agência Lusa.

Paris Saint-Germain vence Nice e mantém seis pontos de avanço

O Paris Saint-Germain venceu em Nice por 2-0, num jogo da Liga francesa de futebol em que voltou a não dar boas indicações, muitas vezes dominado pelo clube do sul do país.

A vitória dos parisienses, na 30.ª jornada do campeonato, deixa-os com a vantagem de seis pontos no comando da Liga, sobre o Lens, vencedor na sexta-feira do Estrasburgo, por 2-1.

Quatro portugueses estiveram hoje no alinhamento inicial do Paris Saint-Germain, fazendo com que fosse o futebol luso o mais representado na equipa, com Danilo Pereira, Nuno Mendes, Renato Sanches e Vitinha.

Renato Sanches esteve azarado – jogou apenas 10 minutos, tendo de sair por lesão muscular, após um lance dividido com um adversário, aparentemente sem grande gravidade.

O Paris Saint-Germain, que no próximo sábado, dia 15 de abril, tem um importante jogo contra o vice-líder, Lens, não tem muitas razões para sorrir, já que praticou um futebol pouco esclarecido, quase sempre obrigado a recuar para a sua defesa.

O 14.º golo da época de Lionel Messi, marcado aos 26 minutos, a passe de Nuno Mendes, não chega para mascarar as carências de jogo dos ‘milionários’ da Liga francesa.

Na baliza, Gianluigi Donnarumma, protagonizou várias defesas de bom nível, a segurar a ‘magra’ vantagem do campeão francês. Também a barra e o poste travaram remates do ataque do Nice, francamente em grande forma, hoje.

Totalmente contra a corrente do jogo, Sergio Ramos, de cabeça, acabou por ‘matar’ o jogo aos 76 minutos, para alívio do técnico Christophe Galtier.

Os dias não estão calmos, na equipa de Paris, que vem de uma derrota com o Lyon e lida com a quase certa não renovação de contrato de Lionel Messi.

Esta vitória pode trazer um pouco menos de pressão, mas uma derrota com o Lens, na próxima semana, relança mesmo o campeonato.

 

Resultados e calendário da 30ª jornada da Ligue 1:

 

Sexta-feira, 7 de abril:

Lens – Estrasburgo, 2-1

 

Sábado, 8 de abril:

Angers – Lille, 1-0

Nice – Paris Saint-Germain, 0-2

 

Domingo, 9 de abril:

Lyon – Rennes, 13 horas

Montpellier – Toulouse, 15 horas

Troyes – Clermont, 15 horas

Reims – Brest, 15 horas

Ajaccio – Auxerre, 15 horas

Nantes – Mónaco, 17.05 horas

Lorient – Marselha, 20.45 horas

Sporting de Braga vence Estoril Praia e fica a nove pontos do líder Benfica

O Sporting de Braga goleou o Estoril Praia (4-1), na 27ª jornada da I Liga de futebol, e a solução veio do banco de suplentes, com as entradas de Pizzi, Joe Mendes e Banza.

Depois de o ponta de lança espanhol Abel Ruiz ter colocado o Braga na frente do marcador, logo aos 17 minutos, o jogo parecia controlado ao intervalo, apesar da vantagem mínima, mas, no início da segunda parte, o Estoril Praia empatou por Carlos Eduardo e as ‘soaram as sirenes’ na Pedreira.

A equipa minhota, muito motivada para alcançar um lugar de acesso à Liga dos Campeões, através do segundo (diretamente) ou do terceiro (que obriga a disputar duas pré-eliminatórias) lugares, levou um safanão e acordou para o jogo, mas a solução veio mesmo do banco, com Artur Jorge a lançar Pizzi, Joe Mendes e Banza, aos 59, 74 e 83 minutos, que renderam André Horta, Bruma e Abel Ruiz, respetivamente.

Este trio esteve ligado a dois ‘grandes’ golos dos três que o Sporting de Braga marcou nos últimos 20 minutos. Pizzi foi o autor do segundo golo que quebrou a resistência estorilista, aos 70, e o lateral direito Joe Mendes, jovem internacional sub-21 sueco contratado em janeiro, marcou o quarto, aos 90+4, após assistência de Banza.

Pelo meio houve ainda um penálti a favor dos minhotos, cobrado por Iúri Medeiros, que fez o terceiro golo, aos 80.

Com este resultado, o Braga ganhou terreno ao Benfica, que perdeu no clássico com o FC Porto, e pressiona o Sporting, quarto classificado, que visita no domingo o Casa Pia, mantendo os dois pontos de atraso para os ‘dragões’.

O Benfica continua na liderança, com 71 pontos, mas viu o FC Porto reduzir o atraso para sete pontos, somando 64, seguido do Sporting de Braga, com 62, e do Sporting, com 54 (menos um jogo).

Também ontem, o Portimonense e o Rio Ave empataram 2-2, com os algarvios a chegaram ao empate graças a um ‘bis’ de Welinton Júnior, o último aos 90+7 minutos.

Patrick William, aos 19 minutos, e Costinha, aos 74, deram vantagem ao Rio Ave, que procurava voltar aos triunfos após a derrota na receção ao líder Benfica (1-0), mas Welinton Júnior assegurou o empate para o Portimonense, com golos aos 82 e 90+7.

O Rio Ave ‘caiu’ para o 10.º lugar, agora com 34 pontos, enquanto o Portimonense, que não vence há cinco jornadas, desde 18 de fevereiro, quando bateu em casa o Marítimo (2-1), ocupa o 14.º posto, com 27.

Quem aproveitou para se isolar no quinto lugar, que vale um lugar nas taças europeias de 2023/24, foi o Arouca, ao vencer em casa o ‘aflito’ Marítimo por 1-0, com um golo do espanhol Rafa Mujica, aos 35 minutos, que permitiu somar a segunda vitória consecutiva e a quarta nos últimos seis jogos, aos quais juntam mais dois empates.

Na classificação, o Arouca passou a somar 44 pontos, mais três do que o Vitória de Guimarães, derrotado na sexta-feira por 2-1 no campo do Boavista, enquanto o Marítimo continua em 16.º, com 19, mas pode ultrapassado pelo Paços de Ferreira.

Já o Famalicão pôs termo à série de três jogos sem perder do Paços de Ferreira, ao vencer no Estádio Capital do Móvel, por 3-1, mas a equipa da casa foi a primeira a marcar, aos 34 minutos, por Hernâni.

Jhonder Cádiz, ainda na primeira parte, aos 41, igualou a partida, que ficaria resolvida com dois golos do espanhol Iván Jaime, aos 70 e 87, no regresso às vitórias do emblema famalicense depois da derrota frente ao Arouca.

Com este triunfo, o Famalicão subiu ao nono lugar, com 36 pontos, mais dois do que o Rio Ave, 10.º, enquanto o Paços de Ferreira permanece na zona de despromoção, no 17.º e penúltimo posto, com 17.

 

 Resultados da 27ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 07 abr:

Santa Clara – Vizela, 0-1 (0-1 ao intervalo)

Benfica – FC Porto, 1-2 (1-1)

Boavista – Vitória de Guimarães, 2-1 (1-0)

 

– Sábado, 08 abr:

Arouca – Marítimo, 1-0 (1-0)

Paços de Ferreira – Famalicão, 1-3 (1-1)

Portimonense – Rio Ave, 2-2 (0-1)

Sporting de Braga – Estoril Praia, 4-1 (1-0)

 

– Domingo, 09 abr:

Casa Pia – Sporting, 19:00

 

– Segunda-feira, 10 abr:

Gil Vicente – Desportivo de Chaves, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Depois de Gaza e sul do Líbano. Israel anuncia ter atingido a Síria, após disparos de foguetes

Escalada de violência no Médio Oriente:

Israel anunciou ter atingido a Síria, na sequência do disparo de foguetes contra os montes Golã, e depois de ataques semelhantes dos vizinhos Líbano e Faixa de Gaza nos últimos dias.

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« A artilharia está a atingir a região da Síria de onde foram disparados foguetes contra território israelita », disse, no sábado à noite, o exército israelita, acrescentando ter sido também utilizado um ‘drone’ [aparelho aéreo não tripulado].

Ao todo, seis foguetes foram disparados, indicaram. Pelo menos um foi intercetado pelo sistema antiaéreo israelita e dois caíram em zonas despovoadas na região dos Golã, parte dos quais Israel conquistou à Síria em 1967 e depois anexou.

Trata-se de uma região estratégica, patrulhada por soldados israelitas e também limítrofe do Líbano.

Estes ataques, ainda não reivindicados, são o último episódio da escalada de violência no Médio Oriente. Dois ataques anti-israelitas mataram três pessoas na sexta-feira.

Na quinta-feira, foram disparados cerca de 30 foguetes do Líbano para Israel, causando um ferido e danos materiais, numa escalada sem precedentes, desde 2006, na frente israelo-libanesa.

O exército israelita disse que os disparos de foguetes, não reivindicados, foram feitos « por palestinianos », tendo retaliado com ataques contra Gaza e sul do Líbano.

Israel e o Líbano encontram-se tecnicamente em estado de guerra, depois de vários conflitos, e a linha de cessar-fogo é controlada pela Força Interina das Nações Unidas (FINUL), posicionada no sul do Líbano.

Do lado sírio, Israel intensificou recentemente os ataques, visando posições de grupos pró-Irão, inimigo número um.

Marcelo pede que não se esqueça comunidade cigana no atual contexto de crise

Marcelo pede que não se esqueça comunidade cigana no atual contexto de crise

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Alfa/com Lusalinkedin sharing button
whatsapp sharing buttonO Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, apelou hoje a que não se esqueça a comunidade cigana no atual contexto de crise, alertando para a sua situação vulnerável devido à falta de representação e discriminação.

“Num momento em que o país e o mundo enfrentam múltiplas crises, com consequências económicas e sociais diretas na vida dos nossos compatriotas, não podemos esquecer aqueles cuja situação é porventura mais vulnerável, em virtude de falta de representação, de discriminação e dificuldade de integração”, lê-se numa mensagem publicada no sítio oficial da Presidência da República na internet, a propósito do Dia Internacional do Cigano.

Marcelo Rebelo de Sousa associou-se à celebração da diáspora cigana e recordou “os laços seculares que a une a Portugal”.

O chefe de Estado deixou ainda um alerta sobre a primeira Estratégia Nacional para Integração das Comunidades Ciganas 2013-2020, “que tem sido sistematicamente prorrogada”, considerando que esta “exige uma avaliação das medidas implementadas nos planos da igualdade, inclusão, participação, educação, emprego, saúde e habitação, tendo em vista melhorias e maior eficácia”.

“É por isso também que o Presidente da República sublinha, neste dia, a importância do envolvimento das portuguesas e dos portugueses ciganos e das suas associações na vida do nosso país. ‘But Baxt thaj Sastipen!’ [expressão que significa ‘Muita sorte e saúde’]”, conclui a nota.

Regresso ao futuro. Despedimentos são planos sociais, trabalhadores são colaboradores. « 1984 ». Opinião

O mundo mudou, a linguagem mudou e de forma incrível.

Hoje já não há despedimentos, há planos sociais e reestruturações; os trabalhadores passaram a ser colaboradores, a França não tem emigrantes, tem repatriados….

No entanto, um gato é um gato e um cão continua a ser um cão.

Crónica do jornalista da Rádio Alfa, Artur Silva, para ouvir na segunda-feira, 10.

Ou ouça aqui:

 

 

 

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