Benfica cede primeiros pontos na I Liga ao empatar a zero com o Vitória SC

O líder Benfica cedeu hoje os primeiros pontos na edição 2022/23 da I Liga portuguesa de futebol, depois de sete vitórias, ao empatar a zero no reduto do Vitória SC, em encontro da oitava jornada.

Num jogo com raras oportunidades de golo, os ‘encarnados’ falharam também aquela que seria a sua 14ª vitória consecutiva em todas as competições a abrir a temporada.

A formação de Roger Schmidt passa a contar 22 pontos, mais três do que o FC Porto, que ascendeu ao segundo posto, ao vencer por 4-1 na receção ao Sporting de Braga, agora terceiro, também com 19. O Vitória é nono, com 11.

 

Resultados da oitava jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 30 set:

Sporting – Gil Vicente, 3-1 (2-0 ao intervalo)

FC Porto – Sporting de Braga, 4-1 (2-0)

 

– Sábado, 01 out:

Vizela – Portimonense, 1-0 (1-0)

Desportivo de Chaves – Estoril Praia, 1-1 (1-0)

Vitória de Guimarães – Benfica, 0-0

 

– Domingo, 02 out:

Rio Ave – Santa Clara, 1-0 (1-0)

Paços de Ferreira – Arouca, 1-1 (0-0)

Famalicão – Boavista, 21:30

 

– Segunda-feira, 03 out:

Marítimo – Casa Pia, 1-2 (1-1)

Programa da nona jornada:

– Sexta-feira, 07 out:

Gil Vicente – Estoril Praia, 21:15

 

– Sábado, 08 out:

Santa Clara – Sporting, 16:30

Benfica – Rio Ave, 19:00

Portimonense – FC Porto, 19:00

Paços de Ferreira – Vitória de Guimarães, 21:30

 

– Domingo, 09 out:

Boavista – Marítimo, 16:30

Casa Pia – Vizela, 19:00

Sporting de Braga – Desportivo de Chaves, 21:30

 

– Segunda-feira, 10 out:

Arouca – Famalicão, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Saiba porque a inflação é menor em França do que em outros países da UE. Análise

Economia. Saiba porque a França tem menos inflação do que os outros países da União Europeia.

Análise de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo, para ouvir na Rádio Alfa na terça-feira, 04.

Ou ouça já aqui:

 

Historiador Daniel Bastos lança em Paris segunda edição de livro sobre as comunidades

Daniel Bastos lança segunda edição de livro sobre as comunidades portuguesas emigrantes e lusodescendentes.

Será no próximo dia 6 de outubro que o escritor e historiador lança junto da Comunidade portuguesa em Paris, a segunda edição do seu mais recente livro “Crónicas – Comunidades, Emigração e Lusofonia”.

« A segunda edição da obra, agora revista e aumentada dada a anterior se
encontrar esgotada, e que reúne as crónicas que o historiador tem escrito nos
últimos anos na imprensa de língua portuguesa no mundo, é apresentada às
18h30 (dia 6/10) no Consulado-Geral de Portugal em Paris », informa o autor.

Segundo um comunidado, o livro tem prefácio do « advogado e comentador » Luís
Marques Mendes (ex- membro de governos do PSD de Cavaco Silva e de Durão Barroso, entre outros cargos, designadamente Presidente do seu Partido) e conta com posfácios de Maria Beatriz Rocha-Trindade, Presidente da Comissão de Migrações da Sociedade de Geografia de Lisboa, e de Isabelle Oliveira, Presidente do Instituto do Mundo Lusófono.

A apresentação do livro (com duas centenas de crónicas) estará a cargo de Paulo Pisco, um dos deputados socialistas eleitos pelo Círculo da Europa.

(O convite foi enviado à Rádio Alfa e publicado pelo autor na sua página Facebook)

 

Portugal também não reconhece anexação pela Rússia de 4 regiões ucranianas

Portugal não reconhece anexação pela Rússia de 4 regiões ucranianas

 

facebook sharing buttonAlfa/ com Lusa
twitter sharing button
email sharing button
linkedin sharing button
whatsapp sharing button
Portugal não reconhece a anexação pela Rússia de quatro regiões da Ucrânia, anunciada pelo Presidente russo, garantiu o ministro dos Negócios Estrangeiros português, considerando que Moscovo “continua a demonstrar absoluto desprezo pelo direito internacional”.

“Portugal não reconhece nem reconhecerá anexações de território ocupado ilegalmente pela Rússia e é totalmente solidário com a Ucrânia”, afirma o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Cravinho, numa declaração hoje divulgada através da rede social Twitter.

Segundo o ministro, o anúncio da anexação de partes do território ucraniano, avançado hoje pelo Presidente russo, Vladimir Putin, demonstra um “absoluto desprezo pelo direito internacional”.

Putin assinou ontem, em Moscovo, os tratados de anexação das regiões ucranianas de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia, apesar da condenação internacional e da Ucrânia.

As quatro regiões representam cerca de 15% do território da Ucrânia, ou cerca de 100.000 quilómetros quadrados, um pouco mais do que a dimensão de países como a Hungria e Portugal ou um pouco menos do que a Bulgária, segundo a agência espanhola Efe.

A assinatura da anexação das quatro regiões do leste e sul Ucrânia, que a Rússia controla apenas parcialmente, seguiu-se a um discurso de Putin, que defendeu a “decisão inequívoca” dos cidadãos daqueles territórios, manifestada em referendo não reconhecidos por Kiev nem pela comunidade internacional.

Putin também apelou à Ucrânia para cessar imediatamente os ataques e comprometeu-se a defender o território russo com todos os meios.

O líder russo deu este passo após ter reconhecido a independência de Zaporijia e Kherson na quinta-feira, como fez, em 21 de fevereiro deste ano, com as autoproclamadas repúblicas de Donetsk e Lugansk, no Donbass (leste), três dias antes de ordenar a invasão da Ucrânia.

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia, em março de 2014, também após um referendo realizado sob ocupação militar.

A anexação ocorre no oitavo mês da guerra na Ucrânia e depois de as tropas russas terem sofrido derrotas significativas no norte e nordeste do país vizinho.

Putin anexou os quatro territórios ucranianos depois de ter decretado, em 21 de setembro, a mobilização parcial de 300.000 reservistas para reforçar as tropas russas na Ucrânia.

Passando a ser cidadãos russos, os habitantes das quatro regiões poderão ser mobilizados para combater as tropas ucranianas.

A Ucrânia e quase toda a comunidade internacional já anunciaram que não irão reconhecer a anexação.

Crise/Energia: Acordo na UE sobre taxa aos lucros excessivos e poupança de eletricidade

Os ministros da Energia da União Europeia chegaram hoje a acordo, em Bruxelas, sobre uma intervenção de emergência face à escalada dos preços na energia que contempla uma contribuição solidária sobre os lucros excecionais de empresas do setor energético.

O regulamento, proposto este mês pela Comissão e que mereceu hoje o aval político dos 27, prevê uma taxação de 33% dos lucros excessivos das empresas de combustíveis fósseis, a ser convertida numa “contribuição solidária” a redistribuir pelos mais vulneráveis, um teto máximo para os lucros das empresas produtoras de eletricidade com baixos custos (renováveis), e planos de redução de consumo de eletricidade, voluntária (10% para a procura em geral), e obrigatório (5% nas ‘horas de pico’).

“Acordo! Os ministros chegaram a um acordo político sobre medidas para mitigar os preços elevados da eletricidade: redução obrigatória da procura de eletricidade, limitação das receitas de mercado dos produtores de eletricidade inframarginais e contribuição solidária dos produtores de combustíveis fósseis”, anunciou a atual presidência checa do Conselho da UE.

Numa reunião na qual Portugal está representado pelo ministro do Ambiente e Ação Climática, Duarte Cordeiro, os 27 vão debater agora opções políticas para mitigar os preços elevados do gás, mas não é expectável nenhuma decisão hoje, apesar de um grupo alargado de 15 Estados-membros, entre os quais Portugal, ter solicitado a imposição de um ‘teto’ para o preço do gás.

Paris. Teatro: Zoo ou l’assassin philanthrope de Vercors. Emmanuel Demarcy-Mota

Zoo ou l’assassin philanthrope de Vercors mise en scène du franco-portugais Emmanuel Demarcy-Mota
Une enquête judiciaire sur l’origine et l’avenir de notre humanité. Une fable philosophique et fantastique adaptée du roman Les animaux dénaturés.
Avec la Troupe du Théâtre de la Ville.
du 5 au 22 octobre à 20h au Théâtre de la Ville – Espace Cardin
Emmanuel Demarcy-Mota: 

Vera Mantero interprète Caetano Veloso. Paris: Chaillot – Théâtre National de la Danse

Vera Mantero interprète le répertoire de Caetano Veloso chanteur, compositeur et poète brésilien exilé suite au coup d’état des années 60.

Elle est accompagnée du guitariste Gabriel Godói.

Dans le cadre du Festival d’Automne.

 

Le 7 et 8 octobre

Chaillot – Théâtre national de la Danse
1 place du Trocadéro et du 11 novembre
75016 Paris

Plus d’informations ici 

« Luttes Anticoloniales-Lutas Anti-Coloniais ». Os destaques do Passagem de Nível. Entrevistas. Domingo, 2/10

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo, 2 de outubro. Das 12h às 14h

Destaques: 

Luttes Anticoloniales – Lutas Anti-Coloniais, um livro (português-francês), actas de uma conferência com testemunhos de diversas zonas geográficas, editado pela ODTI (Grenoble)
Convidados:
Claude Jacquier, presidente da ODTI (Observatoire des Discriminations et des Territoires Intercultures) e Manuel Branco, membro da ODTI e da AEP61-74 (Associação de Exilados Políticos Portugueses)

 

-No âmbito da exposição de pintura “Modernités Portugaises”, patente ao público até ao dia 30 de Outubro na Maison Caillebotte, em Yerres, realiza-se no dia 8 de Outubro uma conferência sobre o tema “Art et Littérature – Portugal”, com o historiador de arte, linguista, professor e tradutor, Pierre Léglise Costa

-Livro: La muse irrégulière, de Fernando Assis Pacheco, edição bilingue, português-francês, Éditions Chandeigne, apresentação e tradução de Max de Carvalho

-Teatro: “Pour que les vents se lèvent”, de 4 a 8 de outubro em Bordéus, com 12 actores portugueses e franceses. Uma criação de Gurshad Shaheman, que se apropriou um texto que data do V século antes da nossa era, para falar de democracia aos nossos contemporâneos
Convidados:
Catherine Marnas, encenadora e directora do Théâtre national de Bordeaux en Aquitaine
Nuno Cardoso, encenador, actor e director do Teatro Nacional São João (TNSJ) do Porto

-Exposição “Casais de Sonho/Couples de Rêve”, do Colectivo artístico Borderlovers, até ao dia 6 de outubro na Mairie de Crosne (91). Convidada:
Nathalie Afonso, pintora e co-fundadora do Colectivo Borderlovers

-O Salon de l’immobilier et du tourisme Portugais à Paris decorreu de 23 a 25 de Setembro, na Porte de Versailles. Apontamento de reportagem realizado por Ricardo José

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Programa com redifusão na noite de 4ª para 5a feira, entre as 0h00 e as 2h00

Rússia acusa Guterres de ter “dois pesos e duas medidas” ao condenar anexações na Ucrânia

Rússia acusa Guterres de ter “dois pesos e duas medidas” ao condenar anexação

email sharing button
linkedin sharing buttonAlfa /com Lusa
whatsapp sharing buttonA missão permanente da Rússia junto das Nações Unidas acusou o secretário-geral da ONU, António Guterres, de usar “dois pesos e duas medidas” ao condenar a anexação de territórios ucranianos.

“Um ataque tão direto do secretário-geral da ONU ao direito fundamental de autodeterminação expresso pela população das regiões de Lugansk, Donetsk, Kherson e Zaporijia representa outro exemplo de dois pesos e duas medidas”, disse a missão diplomática.

Os russos acusaram Guterres de ter « permanecido em silêncio » sobre casos como a alegada repressão governamental no leste da Ucrânia depois de 2014, a declaração de independência do Kosovo e a suposta ocupação de parte do território sírio pelos Estados Unidos e a NATO, de acordo com um comunicado divulgado pela agência de notícias TASS.

« Lamentamos que, em vez de agir como previsto na Carta da ONU, o secretário-geral tenha escolhido ser instrumental para influenciar a posição dos Estados-membros das Nações Unidas antes do início, antecipado pelos países ocidentais, da discussão sobre a questão dos referendos », indicou o comunicado.

O Conselho de Segurança da ONU vai votar hoje, às 15:00 (20:00 em Lisboa), uma resolução a condenar os referendos realizados em quatro regiões ucranianas, para abrir caminho à anexação destes territórios pela Rússia.

A resolução preparada pelos Estados Unidos e pela Albânia, cujo conteúdo concreto ainda não foi tornado público, deverá ser rejeitada, uma vez que a Rússia tem direito de veto, como membro permanente do Conselho de Segurança.

Na quinta-feira, Guterres alertou a Rússia que a anexação de territórios ucranianos « não terá valor jurídico e merece ser condenada », frisando que « não pode ser conciliada com o quadro jurídico internacional ».

Numa breve declaração à imprensa, na sede da ONU, em Nova Iorque, Guterres posicionou-se contra a intenção de Moscovo de iniciar um processo de anexação, reforçando que se trata de uma violação clara dos princípios das Nações Unidas.

Horas antes, o Kremlin tinha anunciado que as quatro regiões da Ucrânia que realizaram referendos sobre a adesão à Rússia serão hoje incorporadas no país.

“Neste momento de perigo, devo sublinhar o meu dever como secretário-geral de defender a Carta das Nações Unidas », disse Guterres.

« A Carta da ONU é clara. Qualquer anexação do território de um Estado por outro Estado resultante da ameaça ou uso da força é uma violação dos princípios da Carta da ONU e do direito internacional », frisou o português.

Guterres chamou ainda a atenção para o facto de a Rússia, como um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, ter a particular responsabilidade de respeitar os princípios da Carta da ONU.

A anexação oficial já era esperada depois da votação nas áreas sob ocupação russa na Ucrânia, cujos habitantes, alegou Moscovo, apoiavam esmagadoramente a anexação formal destes territórios pela Rússia.

Guterres ressaltou que os chamados ‘referendos’ nas regiões ocupadas foram realizados durante o conflito armado ativo, em áreas sob ocupação russa e fora do quadro legal e constitucional da Ucrânia, pelo que « não podem ser chamados de expressão genuína da vontade popular ».