Cristiano Ronaldo agradece gesto de « respeito e compaixão » dos adeptos em Anfield

O futebolista português Cristiano Ronaldo agradeceu hoje o “momento de respeito e compaixão” dos adeptos que estiveram terça-feira em Anfield Road a assistir ao Liverpool-Manchester United e que manifestaram o seu apoio ao avançado dos ‘reds devils’.

“Um mundo, um desporto, uma família global. Obrigado, Anfield. Eu e a minha família nunca esqueceremos este momento de respeito e compaixão”, escreveu Cristiano Ronaldo na sua página oficial da rede social Instagram. 

Na terça-feira, durante o jogo da Liga inglesa, Ronaldo foi alvo uma manifestação de apoio em Anfield Road ao minuto sete (o número que utiliza na camisola), com os adeptos do Liverpool a colocarem de parte a rivalidade profunda com o Manchester United para se juntarem aos adeptos dos ‘red devils’ num aplauso geral que durou um minuto, acompanhado de cânticos do conhecido hino ‘You’ll Never Walk Alone’ (nunca caminharás sozinho).

O internacional português vive um drama pessoal com o falecimento de um dos gémeos que esperava com a esposa Georgina Rodríguez, razão pela qual não participou nessa partida, que o Liverpool venceu por 4-0.

https://www.youtube.com/watch?v=s-l6Ac0IIEg

Com Agência Lusa.

Stéphanie Frappart vai apitar a final da Taça de França

Stéphanie Frappart vai tornar-se na primeira mulher a arbitrar a final da Taça de França masculina, que será disputada entre o Nantes e o Nice, após ter sido nomeada pela federação francesa de futebol, anunciou hoje o organismo.

Frappart, de 38 anos, vai voltar a fazer história, depois de já se ter tornado na primeira mulher a dirigir um encontro da liga francesa, assim como a Supertaça europeia e uma partida da Liga dos Campeões.

“Estou feliz e orgulhosa com essa nomeação. Agradeço à federação a confiança que deposita em mim. Aprecio particularmente esta competição, um grande evento do futebol francês que mistura amadores com profissionais”, disse Stéphanie Frappart, em declarações divulgadas pelo organismo que rege o futebol gaulês.

Depois de já ter apitado o Amiens-Estrasburgo, da liga francesa, em abril de 2019, meses depois, em agosto, Frappart foi nomeada para dirigir a Supertaça europeia entre o Chelsea e o Liverpool.

Em 2020, a árbitra francesa tornou-se na primeira mulher a arbitrar um jogo da ‘Champions’ masculina, no Juventus-Dinamo Kiev, e, em 2021, também fez história na fase de qualificação para Mundial2022, ao dirigir o Países Baixos-Letónia.

A 105ª edição da Taça de França vai decorrer em 7 de maio, no Stade de France.

https://twitter.com/ogcnice/status/1517134438819278849

Com Agência Lusa.

França/Eleições: Costa, Sanchez e Scholz juntos no apelo ao voto em Macron

Os primeiros-ministros de Portugal e Espanha e o chanceler alemão apelaram hoje à votação em Emmanuel Macron nas eleições presidenciais de domingo, defendendo que a França deve permanecer do lado dos valores da Europa.

O Presidente cessante francês enfrenta no domingo a candidata da extrema-direita Marine Le Pen na segunda volta das presidenciais.

« A segunda volta das eleições presidenciais francesas não pode ser ‘business as usual’ para nós. A escolha que o povo francês enfrenta é crucial — para a França e para cada um de nós na Europa. É a escolha entre um candidato democrático, que acredita que a força da França cresce numa União Europeia poderosa e autónoma, e uma candidata de extrema-direita, que se coloca abertamente do lado daqueles que atacam a nossa liberdade e a nossa democracia — valores baseados nas ideias francesas do iluminismo », defendem António Costa, Pedro Sanchez e Olaf Scholz.

Num artigo conjunto publicado nos jornais Público (Portugal), El País (Espanha) e Le Monde (França) com o título « França a votos: pela extrema-direita ou pela Europa », os três líderes socialistas e social-democrata europeus alertam para os riscos colocados pela candidatura de Marine Le Pen, numa altura em que a Europa se encontra num « momento de viragem », após o que consideram « uma tentativa de reescrever a História » por parte do Presidente russo, Vladimir Putin, com o « ataque brutal » lançado « contra a Ucrânia e o seu povo ».

« As imagens de Mariupol, Bucha ou Kramatorsk evocam memórias dos tempos mais obscuros da Europa », referem, advertindo que a « guerra de Putin » é contra os valores da democracia, soberania, liberdade e Estado de direito.

« Os populistas e a extrema-direita em todos os nossos países têm vindo a identificar Putin como uma referência ideológica e política, repetindo as suas alegações chauvinistas. Fizeram eco dos seus ataques contra as minorias e a diversidade e do seu objetivo de uniformidade nacionalista. Não devemos esquecer isso, independentemente de quanto esses políticos tentem distanciar-se do agressor russo », defendem.

Sánchez, Scholz e Costa consideram a contribuição da França como essencial para uma Europa forte e unida que defende a paz e a ordem internacional, pelo que apelam aos franceses para que apoiem Macron nas eleições de domingo.

« Precisamos da França do nosso lado. Uma França que foi uma e outra vez um farol de democracia e da fraternidade para a Europa e o mundo. A nação que acolheu os nossos exilados que fugiam das ditaduras de Franco e Salazar. Uma França que defende a justiça contra líderes não democráticos como Putin. Uma França que representa os nossos valores comuns, na Europa em que nos reconhecemos, que é livre e aberta ao mundo, soberana e europeia, ao mesmo tempo que é forte e solidária », acrescentam.

Emmanuel Macron e Marine Le Pen passaram à segunda volta na corrida ao Eliseu com 27,8% e 23,2% dos votos, respetivamente. As últimas sondagens mostram um aumento da vantagem do Presidente cessante em relação à candidata da extrema-direita.

Com Agência Lusa.

Presidenciais francesas. Depois do debate, Macron cada vez mais favorito para a sua reeleição. Opinião

Presidenciais francesas. Depois do debate da noite de quarta-feira, Emmanuel Macron aparece como cada vez mais favorito para a sua reeleição.

A sua rival, Marine le Pen, que se apresentou mais moderada do que no debate de há cinco anos, precisava de o ganhar para ter hipóteses de vencer na votação decisiva do próximo domingo. E isso não aconteceu.

Comentário de Daniel Ribeiro para ouvir na Rádio Alfa, na sexta-feira, 22.

Ou ouça aqui:

 

 

França/Eleições: Macron acusa Le Pen de depender do poder russo e de Putin 

O candidato (e actual presidente) Emmanuel Macron acusou hoje Marine Le Pen de “depender do poder russo e de Putin”, referindo-se ao empréstimo concedido por um banco russo à sua adversária de extrema-direita.

A acusação de Macron a Le Pen foi feita durante o debate televisivo para as eleições presidenciais, cuja segunda volta está marcada para 24 de abril.

Acusada de depender do Presidente russo Vladimir Putin, a candidata de extrema-direita respondeu que “não tinha outra dependência senão pagar o seu empréstimo”.

Le Pen refutou a acusação de Macron, que considerou “falsa e bastante desonesta”, justificando que nenhum banco francês lhe havia atribuído um empréstimo.

A candidata à Presidência francesa disse apoiar uma “Ucrânia livre”, independente dos Estados Unidos, da União Europeia (UE) e da Rússia.

“Apoio uma Ucrânia livre que não seja submissa aos Estados Unidos, à União Europeia ou à Rússia, essa é a minha posição”, disse Marine Le Pen durante o debate televisivo para as eleições, citando afirmações suas de 2014.

Emmanuel Macron e Marine Le Pen iniciaram hoje debate explanando as suas propostas para defender o poder de compra dos franceses, prejudicados nos últimos meses pelo aumento dos preços da energia e pelas consequências da guerra na Ucrânia.

Le Pen defendeu inicialmente as suas propostas para reduzir o IVA em todas as fontes de energia, de 20% para 5,5%, dizendo que entre essa e outras medidas poderia aumentar o rendimento familiar líquido numa média de 150 a 200 euros.

O atual chefe de Estado salientou as medidas já tomadas pelo seu Governo para estancar os preços do gás e da eletricidade, mas afirmou que o corte do IVA iria promover o consumo de “energia fóssil que deve ser importada”.

Marine Le Pen passou à segunda volta das eleições presidenciais em França, ao recolher 23,2% dos votos no escrutínio do passado dia 10, e voltará a defrontar o Presidente cessante, Emmanuel Macron, que obteve 27,8% dos votos.

O ocupante do Eliseu (Presidência francesa) é escolhido no próximo domingo, assinalando as sondagens mais recentes um aumento da vantagem de Emmanuel Macron em relação a Marine Le Pen.

Com Agência Lusa.

Paris SG ‘quase’ campeão ao bater Angers por 0-3

O Paris Saint-Germain, com Danilo a titular e Nuno Mendes a entrar na segunda parte, derrotou esta quarta-feira o Angers (0-3) e ficou praticamente com o título nas mãos.

O PSG será campeão na próxima jornada se não perder com o Lens, num jogo marcado para sábado.

Mbappé colmatou as ausências de Messi (lesionado) e Neymar (castigado) e inaugurou o marcador aos 22 minutos. Sergio Ramos, que foi titular pela quarta vez esta época, assinou o segundo golo (45+2) e Marquinhos (77) estabeleceu o resultado final.

O Paris SG que tem 15 pontos de avanço sobre o Marselha a cinco jornadas do fim do campeonato, não é Campeão esta quarta feira porque em França o confronto direto não é factor de desempate (0-0 em Marselha e 2-1 em Paris) e a diferença entre golos marcados e sofridos (75-30 para o PSG contra 55-33 do Marselha) não é final. Resta aos homens da capital somarem mais um ponto numa das últimas 5 rondas.

 

Foto. P. Lahalle/L’Equipe.

Tondela apura-se pela primeira vez para a final da Taça de Portugal

O Tondela, da I Liga, confirmou hoje o inédito apuramento para a final da Taça de Portugal de futebol, depois do empate 1-1 no terreno do Mafra, da II Liga, em jogo da segunda mão das meias-finais.

Os beirões, que traziam uma vantagem confortável do primeiro jogo (3-0), estiveram em desvantagem desde os 45 minutos, com um golo de Pedro Pacheco, mas repuseram a igualdade em cima do final, graças a um tento do uruguaio Juan Manuel Boselli, aos 89, sendo que os mafrenses ainda desperdiçaram uma grande penalidade, aos 48, por intermédio de Pedro Lucas.

O Tondela torna-se, assim, no 26.º estreante na decisão da prova ‘rainha’, na qual irá defrontar FC Porto ou Sporting, que na quinta-feira, a partir das 21:15, disputam o segundo encontro da outra meia-final, no Estádio do Dragão, depois do triunfo dos ‘dragões’ em Alvalade, por 2-1, na primeira mão.

A 82ª final da Taça de Portugal, que está marcada para 22 de maio, às 18:15, voltará a ser disputada no Estádio Nacional, em Oeiras, depois de nos dois anos anteriores ter sido realizada em Coimbra.

Com Agência Lusa.

Zelensky entra na campanha presidencial francesa e pede a Le Pen que admita que errou

Zelensky entra na campanha das presidenciais francesas e pede a Le Pen que admita que errou

Marine Le Pen foi banida da Ucrânia em janeiro de 2017, após ter defendido a anexação da península da Crimeia pela Rússia. Durante as presidenciais de 2017, a candidata da direita radical foi recebida em Moscovo. Zelensky admitiu agora que não quer perder a relação já construída com Macron. O mais proeminente opositor de Putin, Alexei Navalny, apelou, de uma forma mais direta, ao voto no atual Presidente francês.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, incentivou, nesta quarta-feira, a candidata presidencial francesa Marine Le Pen, que tem sido criticada pelas suas ligações próximas ao líder russo Vladimir Putin, a admitir que « cometeu um erro ».

« Se a candidata admitir que estava errada, (…) o nosso relacionamento pode mudar », disse o Presidente da Ucrânia durante uma entrevista televisiva, realizada a partir de Kiev.

Contudo, Zelensky acrescentou que não está “convencido de que tenha o direito de influenciar o que está a acontecer » em França, referindo-se ao duelo político entre Marine Le Pen e Emmanuel Macron, que no próximo domingo disputam a segunda volta das eleições presidenciais francesas.

« Quero dizer que, obviamente, tenho relações com Emmanuel Macron. E não gostaria de as perder », explicou o Presidente ucraniano.

Marine Le Pen foi banida da Ucrânia em janeiro de 2017, após ter defendido a anexação da península da Crimeia pela Rússia, em 2014, um ato considerado ilegal pela comunidade internacional.

Nas últimas semanas, a candidata francesa condenou a invasão da Ucrânia por Moscovo, mas voltou a pedir, na quarta-feira passada, uma « aproximação estratégica entre a NATO e a Rússia », logo que a guerra terminar.

A candidata de extrema-direita foi recebida por Vladimir Putin durante as eleições presidenciais de 2017, e o seu partido, a União Nacional, continua a usufruir de um empréstimo de nove milhões de euros a um credor associado a antigos soldados russos.

OPOSITOR DE VLADIMIR PUTIN APELA AO VOTO EM MACRON

De uma forma mais direta, o opositor russo Alexei Navalny apelou ao voto em Emmanuel Macron na segunda volta das eleições presidenciais francesas, acusando o partido da rival, Marine Le Pen, de comprometimento com o Presidente da Rússia, Vladimir Putin.

« É sem qualquer hesitação que apelo aos franceses para que votem em Emmanuel Macron no dia 24 de abril, mas gostaria de me dirigir àqueles que não excluem votar em Marine Le Pen », escreveu o ativista numa série de mensagens na rede social Twitter.

Preso na Rússia desde janeiro de 2021, Navalny disse estar « chocado » com o empréstimo de nove milhões de euros contraído em 2014 pelo antigo partido de Le Pen, a Frente Nacional, agora União Nacional (RN, na sigla em francês), junto de um banco russo, o First Czech-Russian Bank (FCBR).

« Isto é corrupção. E é uma venda de influência política a Putin », denunciou o opositor do Kremlin.

O RN continua a reembolsar este empréstimo, que foi contraído em 2014 com um banco russo, que fechou em 2016, tendo a dívida sido atribuída a uma empresa russa de aluguer de automóveis, a Conti, e depois vendida à Aviazaptchast, uma empresa gerida por antigos militares russos.

« Este banco é uma conhecida agência de branqueamento de capitais que foi criada por instigação de Putin », afirmou Navalny, que construiu a sua notoriedade com as investigações sobre as redes de corrupção da elite russa.

Para justificar ter recorrido a uma instituição financeira russa, a FN acusou os bancos franceses de não lhe concederem empréstimos.

Considerado o principal adversário de Vladimir Putin, Alexei Navalny sofreu na Rússia em 2020, num grave envenenamento pelo qual responsabiliza o Kremlin. Este último nega, mas nunca abriu uma investigação. Em janeiro de 2021, e após um período de convalescença na Alemanha, Navalny regressou à Rússia e seria imediatamente detido.

Em março passado, o opositor russo, acusado de fraude e de desrespeito pelo tribunal, foi condenado a nove anos de prisão. Navalny já estava a cumprir uma pena de dois anos e meio de prisão por um antigo processo-crime.

A ofensiva militar lançada na madrugada de 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 12 milhões de pessoas, mais de cinco milhões das quais para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU – a pior crise de refugiados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e a imposição à Rússia de sanções que atingem praticamente todos os setores, da banca ao desporto.

A guerra na Ucrânia, que entrou nesta quarta-feira no 56.º dia, já matou mais de dois mil civis, segundo dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito mais elevado.

Páscoa em França. Rezar em português ou em francês? Opinião

A Páscoa dos portugueses em França e a questão de rezar em português ou em francês.

A religião e a língua portuguesa.

Crónica de  Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na quinta-feira, na Rádio Alfa.

Ou ouça aqui:

 

Vitória SC vê confirmada anulação de jogo à porta fechada no ‘caso Marega’

O Supremo Tribunal Administrativo (STA) confirmou a anulação do jogo à porta fechada imposto ao Vitória SC devido à ausência de som nas gravações de videovigilância do jogo marcado pelos insultos racistas a Marega diante do FC Porto.

Segundo o acórdão, datado de 07 de abril e a que a Lusa teve hoje acesso, o STA não admitiu o recurso de revista interposto pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), sustentando que « as instâncias decidiram, no essencial, no mesmo sentido e o acórdão recorrido parece estar corretamente fundamentado, através de um discurso plausível, quanto às questões submetidas pela recorrente à sua apreciação ».

Além de ver anulada a punição de um jogo à porta fechada, o clube vimaranense foi também absolvido de pagar uma multa de cinco mil euros.

O Conselho de Disciplina (CD) da FPF tinha condenado em 18 de maio de 2021 a SAD do Vitória de Guimarães na pena de multa no valor de cinco mil euros e na sanção de realização de um jogo à porta fechada, na sequência do encontro realizado com o FC Porto, em fevereiro de 2020, do qual saiu o conhecido ‘caso Marega’.

Em causa estava o facto de o clube minhoto não ter facultado o som das gravações captadas pelo sistema de videovigilância do Estádio D. Afonso Henriques no jogo que os dragões venceram por 2-1 e que ficou marcado por insultos racistas dirigidos ao futebolista maliano.

O Vitória recorreu para o Tribunal Arbitral do Desporto que deu razão aos minhotos, julgando procedente o pedido de revogação do acórdão recorrido.

Posteriormente, a FPF recorreu desta decisão para o Tribunal Central Administrativo (TCA) do Sul que negou provimento ao recurso, sustentando que o Vitória não poderia ser penalizado pela ausência de som nas gravações, porque o sistema de videovigilância instalado no estádio não prevê a gravação de som em todas as câmaras.

“Admite-se que o sistema seria mais eficaz com a simultânea recolha de som e imagem, mas não foi isso que foi previsto, aprovado e instalado, uma vez que só existirá recolha de som por zona e não por câmara, sendo que em cada zona haverá mais do que uma câmara”, refere o acórdão.

O Vitória já cumpriu, entretanto, o castigo de três jogos à porta fechada, por insultos racistas a Marega, aplicado pelo CD da FPF, numa fase em que todos os recintos estavam interditos ao público, devido à pandemia de covid-19, perante o Famalicão e o Benfica, ainda referentes à temporada passada, e na partida com o Leixões, para a primeira fase da Taça da Liga 2021/22.

Com Agência Lusa.