Portugal vai passar o ano com « uma onda de calor de inverno”. 22 graus em Braga e etc…

Portugal vai passar o ano com “uma onda de calor de inverno”: a culpa é dos ventos que vêm dos trópicos – informa o jornal Expresso.

Cidades como Braga e Aveiro vão terminar 2021 com máximas de 22 graus. O cenário repete-se também nos primeiros dias do ano. Apenas as cidades com maior altitude não vão ser afetadas pela “onda de calor”, informa o Expresso.

As temperaturas máximas vão aumentar nos próximos dias em todo o país, atingindo valores atípicos para o inverno nos dias 31 de dezembro, 1 e 2 de janeiro. Cidades como Braga e Aveiro têm previsão de 22º e o Porto de 21º.

“Não são apenas essas as cidades afetadas, vai sentir-se por todo o país, Portugal vai atravessar uma onda de calor de inverno”, explica ao Expresso Alfredo Rocha, professor de Meteorologia e Clima do Departamento de Física da Universidade de Aveiro.

 

Covid-19: Israel pondera apostar em contágio em massa já que Ómicron é menos grave – Media

Covid-19: Israel pondera apostar em contágio em massa já que Ómicron é menos grave – Media

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Alfa/Lusatwitter sharing button
whatsapp sharing buttonAs autoridades sanitárias israelitas estão a considerar alterar a estratégia de resposta à pandemia, promovendo um « modelo de contágio em massa » da variante Ómicron, que aparentemente causa doença menos grave, em vez de imporem mais restrições, foi hoje divulgado.

A taxa de infeção pela variante Ómicron do novo coronavírus, que causa a doença covid-19, está a aumentar continuamente em Israel – quase 3.000 novos positivos pelo segundo dia consecutivo, o que representa um máximo de três meses -, e especialistas do Ministério da Saúde israelita ponderam uma mudança de política para alcançar a imunidade de grupo através de infeções em massa com esta variante, segundo a imprensa hebraica publicada hoje.

A taxa de positividade aumentou no país para 2,48% e a taxa de infeção – o número médio de pessoas infetadas por cada portador do vírus – subiu para 1,53, indicando que o surto está a intensificar-se.

No entanto, o aumento do número de pessoas infetadas não se traduz num aumento de casos graves de covid-19 ou hospitalizações, com apenas 88 doentes graves em todo o país, números que se mantêm estáveis em comparação com as últimas semanas.

A estratégia de « contágio em massa » foi o que a Suécia seguiu na fase inicial da pandemia, quando decidiu não impor restrições severas às pessoas que não pertenciam a grupos de risco, numa tentativa de continuar com a vida normal e de alcançar a imunidade do grupo.

Porém, essa estratégia, aplicada antes das vacinas estarem disponíveis e quando o coronavírus era mais letal, foi então vista como um fracasso e forçou o país a mudar de rumo.

O primeiro-ministro israelita, Naftali Bennett, disse segunda-feira que Israel está à beira de uma « tempestade de infeções cuja magnitude ainda não se viu” e alertou que « muitas pessoas vão ser infetadas » com a nova variante sem que sejam impostas mais restrições para o impedir.

Israel consta entre os países com as mais altas taxas de vacinação e está já a fazer ensaios clínicos para testar a eficácia da quarta dose da vacina BioNTech/Pfizer contra a covid-19 em seis mil pessoas, incluindo 150 profissionais de saúde.

O estudo, o primeiro deste tipo no mundo, está a ser realizado em coordenação com o Ministério da Saúde israelita, que aguarda os resultados para começar a administrar a quarta dose à população com mais de 60 anos, com problemas de imunidade e a profissionais do setor da saúde, tal como recomendado na semana passada pelo comité de peritos que aconselha o Governo na resposta à pandemia da covid-19.

A covid-19 provocou mais de 5,40 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse (AFP).

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Recorde absoluto em França. Covid.19: 179.807 novos infetados em 24h. 290 mortos

França regista quase 180 mil novos casos de covid-19. O último balanço indica uma progressão de 61% do número de casos em uma semana e de 43,3% da incidência. No total, 17.405 pessoas estão internadas em hospitais contra 16.076 uma semana antes. 

 

 

Alfa/ com Lusa/AFP(Le Parisien (adaptação Alfa) 
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whatsapp sharing buttonAs autoridades francesas registaram ontem  quase 180 mil novos casos diários de covid-19, um recorde absoluto no país, elevando a cerca de 90 mil a média diária de novos casos nos últimos sete dias.

A França registou 179.807 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, com a pressão hospitalar também a subir, havendo já 17.405 pessoas nos hospitais franceses devido ao vírus, dos quais 3.416 internados nas unidades de cuidados intensivos.

Nas últimas 24 horas, morreram 290 pessoas em França devido à doença provocada pela covid-19, ainda segundo os dados das autoridades sanitárias francesas.

O Governo reconheceu na noite de segunda-feira que os números da pandemia podem chegar a 250 mil novos casos diários de covid-19 no início de janeiro, e apresentou novas medidas de combate ao vírus que, devido à variante Ómicron, voltou a colocar em alerta o país.

Entre as principais medidas estão o regresso ao teletrabalho e o cancelamento de todos os concertos previstos para esta época festiva.

No entanto, não foram adotadas medidas mais severas, como um recolher obrigatório ou confinamento para as festividades de Ano Novo.

A outra aposta do Governo francês é a vacinação e nesta terça-feira foram vacinadas quase 700 mil pessoas, das quais 50 mil pela primeira vez.

 A covid-19 provocou mais de 5,40 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.909 pessoas e foram contabilizados 1.303.291 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

Covid-19: Portugal deve atingir 37 mil casos na primeira semana de janeiro – ministra

Covid-19: Portugal deve atingir 37 mil casos na primeira semana de janeiro

 

Alfa/Lusa
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whatsapp sharing buttonPortugal deverá atingir 37 mil novos casos de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2 na primeira semana de janeiro, mais do dobro do máximo de 17.172 registados hoje, disse hoje à Lusa a ministra da Saúde, Marta Temido.

Segundo Marta Temido, o número de novas infeções hoje registadas, o maior desde o início da pandemia, correspondia já às previsões do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) para o próximo dia 29.

“Estamos, portanto, com uma ligeira aceleração face a essas previsões”, disse a ministra da Saúde em declarações à agência Lusa no Ministério da Saúde.

As previsões apontam também para que em 07 de janeiro sejam atingidos mais de 37 mil novos casos, disse Marta Temido, sublinhando que o risco de transmissão efetivo está em 1,3, o que é “muito elevado”, com uma estimativa de tempo de duplicação de oito dias.

“Como infelizmente antecipámos, estamos perante um crescimento muito intenso do número de casos e provavelmente manter-se-á este ritmo de crescimento nos próximos dias”, alertou a ministra.

“Se conseguirmos cumprir responsavelmente as medidas que temos em vigor a nossa expectativa é de que consigamos reduzir este ritmo de transmissão e ganhar tempo para mais vacinação, para mais proteção », adiantou.

Marta Temido lembrou que o período de contenção, que foi antecipado uma semana, teve início no sábado e que « é preciso que o tempo aconteça” para se poder ver “alguns resultados”.

“No entretanto, é muito importante que cada um de nós cumpra rigorosamente o teletrabalho, as orientações de isolamento quando elas são aplicadas, o evitar de contactos desprotegidos e, caso seja elegível, a vacinação”, insistiu.

Novo máximo de infeções. Covid-19: Portugal regista 17.172 novos casos e 19 mortes em 24h

Covid-19: Portugal regista 17.172 novos casos nas últimas 24 horas

O boletim desta terça-feira, 28, da Direção-Geral da Saúde (DGS registou, nas últimas 24 horas, 19 mortes e 17.172 novos casos de covid-19 – um novo máximo da pandemia, ultrapassando as 16.432 infeções detetadas a 28 de janeiro. 
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Alfa/Lusa/DGS
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whatsapp sharing buttonPortugal registou hoje 17.172 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2, o maior número de novos casos desde o início da pandemia, e mais 19 mortes associadas à covid-19, indicam números divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Até agora, o máximo de novos casos era de 16.432 casos, que foram registados em 28 de janeiro.

O boletim epidemiológico diário da DGS regista também um novo aumento do número de pessoas internadas, contabilizando hoje 936 internamentos, mais 22 do que na segunda-feira, dos quais 152 em unidades de cuidados intensivos, mais dois nas últimas 24 horas.

Os casos ativos voltaram a aumentar nas últimas 24 horas, totalizando 114.541, mais 8.927 do que na segunda-feira, e recuperaram da doença 8.226 pessoas, o que aumenta o total nacional de recuperados para 1.169.841.

Comparativamente com a situação registada em Portugal no mesmo dia há um ano, o país tem hoje mais 15.079 novos casos de infeção (contabilizaram-se 2.093 novos casos a 28 de dezembro de 2020) e mais 46.234 casos ativos (há um ano totalizavam 68.307).

O número de internamentos é significativamente inferior, uma vez que há um ano estavam internadas 2.967 pessoas, 503 das quais em cuidados intensivos, havendo também menos óbitos (no mesmo dia, o boletim da DGS contabilizava 58 mortes nas 24 horas anteriores).

Oficial: Benfica confirma saída de Jorge Jesus, a 2 dias do clássico com o FC Porto

Oficial: Benfica confirma saída de Jorge Jesus

Benfica confirmou que rescindiu contrato com Jesus e que Veríssimo será treinador até final da temporada.

« Não era o desfecho que ambicionávamos », disse Rui Costa.

Com efeito, SL Benfica anunciou a saída de Jorge Jesus do clube, após negociações durante a manhã desta terça-feira, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O Benfica comunicou à CMVM que chegou « a acordo com o treinador Jorge Fernando Pinheiro de Jesus para a rescisão do contrato de trabalho desportivo com efeitos imediatos. Mais se informa que o treinador Nélson Alexandre da Silva Veríssimo assume, até ao final da presente temporada, as funções de treinador da equipa principal de futebol ».

« Jorge Jesus deixou hoje de ser treinador do Benfica, a dois dias da visita ao FC Porto », confirmou a equipa da I Liga Portuguesa de Futebol, segundo a agência Lusa.

 

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Jorge Jesus de saída do Benfica. Crise na Luz – SIC

Jorge Jesus de saída do Benfica. Crise na Luz – SIC

Jorge Jesus está de saída do Benfica – avança esta manhã o canal televisivo SIC.

O treino que estava prevista para as 10 h da manhã desta terça-feira foi anulado.

 

Jogadores encarnados já deixaram o centro de estágios do Seixal.

Segundo a SIC, o plantel benfiquista deverá treinar esta tarde, mas já às ordens de Nélson Veríssimo, treinador da equipa B, que já tinha sido o interino do Benfica depois da saída de Bruno Lage.

O Benfica joga na quinta-feira com o FC Porto para a I Liga, mas ao que tudo indica já não será portanto Jorge Jesus a orientar a equipa.

De acordo com a imprensa portuguesa, a crise do Benfica acentuou-se na segunda-feira, depois do treinador Jesus ter afastado Pizzi do treino.

O internacional português, que é um dos capitães de equipa, criticou a atitude da equipa após o clássico com o FC Porto da última quinta-feira, que terminou com uma derrota por 3-0 para a Taça de Portugal. No regresso aos treinos, Jorge Jesus castigou o médio, que terá tido o apoio dos colegas.

A crise do Benfica tem-se desenrolado como um folhetim com, no meio, o interesse, que seria reciproco, dos brasileiros do Flamengo em voltar a trabalhar com o técnico português. Elementos da direção do Flamengo chegaram a reunir-se com Jesus dois dias antes do jogo para a Taça com o FC Porto.

 

Portugal/Legislativas. Jerónimo de Sousa apela ao voto dos emigrantes na CDU

Jerónimo apela ao voto dos emigrantes: CDU é « a mais sólida garantia » contra o retrocesso

Alfa/ com Lusa

Líder comunista destaca que o facto de o partido não ter nenhum deputado eleito pelos círculos da emigração, « não deixou de dar voz às suas preocupações, aos seus problemas ».

O secretário-geral do PCP dirigiu este domingo aos emigrantes portugueses uma mensagem focada nas eleições legislativas de janeiro, defendendo que « o reforço da CDU é a mais sólida garantia para que os próximos anos não sejam de retrocesso ».

Nessa mensagem, Jerónimo de Sousa defende que as próximas eleições são de « enorme importância » e aponta que « a opção que se coloca, a todos e a cada um, é a de decidir entre avançar no que é preciso fazer ou continuar sem respostas aos problemas ».

Considerando que os portugueses residentes no estrangeiro vão poder « optar entre eleger deputados verdadeiramente comprometidos com a defesa dos seus interesses e aspirações ou prosseguir com velhas opções que já mostraram nada resolver », o líder comunista salienta que « o reforço da CDU é a mais sólida garantia para que os próximos anos não sejam de retrocesso, mas sim de prosseguir um caminho de avanços ».

Jerónimo de Sousa diz que, apesar de não ter eleito nenhum deputado pelos círculos da emigração, a CDU (coligação que junta PCP e PEV) desenvolveu um « intenso trabalho intimamente ligado às comunidades emigrantes, propondo e apresentando soluções » e « não deixou de dar voz às suas preocupações, aos seus problemas ».

« Portugal, os portugueses, as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, merecem e precisam de uma outra política » que, « lutando por um Portugal desenvolvido e soberano, também não esqueça, nem vire as costas a todos quantos trabalham e residem fora do país », apontou.

O secretário-geral do PCP afirmou igualmente que « estas eleições são o momento de fazer convergir no voto a vontade dos que lutam por uma vida melhor, um momento que exige determinação, empenho e convergência de todos os que verdadeiramente querem uma política alternativa, uma política patriótica e de esquerda para o nosso país, que só o reforço do PCP e da CDU está em condições de garantir ».

E salientou que « a CDU é a força portadora de um projeto e de uma política ao serviço de Portugal e das comunidades portuguesas, em que o direito constitucional de emigrar deixe de ser uma gravosa alternativa à falta de emprego e de emprego com direitos, em resultado de uma política que agrava as condições de vida dos trabalhadores e das suas famílias ».

Covid-19/França. Certificado de vacinação: não vacinados deixam de poder ter acesso a este « passe » (e a transportes públicos)

Covid-19/Novas medidas. França impõe teletrabalho de pelo menos três dias por semana e certificado sanitário passa a ser de vacinação. Antecipação também da toma da terceira dose da vacina, de cinco para três meses.

O certificado sanitário vai passar a ser de vacinação e os não vacinados deixam de poder ter acesso a este « passe » através de um teste negativo.

Deste modo a vacinação passará a ser praticamente obrigatória, em França. Com efeito, a vacinação será necessária, a partir de 15 de janeiro, para aceder a salas de cinema, teatro ou museus, utilizar transportes públicos ou frequentar cafés.

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Covid-19: França impõe teletrabalho de pelo menos três dias por semana

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Covid-19: França impõe teletrabalho de pelo menos três dias por semana

O Governo francês anunciou hoje novas medidas para conter a nova vaga da pandemia, incluindo obrigatoriedade de teletrabalho pelo menos três dias por semana e antecipação da toma da terceira dose da vacina, de cinco para três meses.

O primeiro-ministro, Jean Castex, divulgou hoje as novas medidas, após o Conselho de Ministros ter aprovado um projeto de lei que deve ser validado em janeiro pela Assembleia Nacional francesa.

As medidas aprovadas são mais musculadas, apesar de a França manter o regresso às aulas para 03 de janeiro.

Para o Governo francês, o recolher obrigatório continua a não ser opção, embora estejam previstas restrições para eventos públicos.

Jean Castex, que anunciou as medidas ao lado do ministro da Saúde, Olivier Véran, apontou como objetivo o aumento da taxa de vacinação, atualmente nos 78% da população com pelo menos uma dose, incluindo crianças.

O certificado sanitário vai passar a ser de vacinação e os não vacinados deixam de poder ter acesso a este através de um teste negativo.

Assim, a vacinação será necessária, a partir de 15 de janeiro, para aceder a salas de cinema, teatro ou museus, utilizar transportes públicos ou frequentar cafés.

O governante alertou ainda que as multas para o uso de certificados falsos serão endurecidas, no país onde já foram detetados centenas de milhares de documentos ilegais.

“Esta prática escandaliza-me, como primeiro-ministro e cidadão, é um ato deliberado de colocar outras pessoas em risco”, referiu Castex.

As grandes concentrações de pessoas também são preocupação do Governo, sendo que a partir de janeiro haverá limites de duas mil pessoas para eventos em espaços fechados e de cinco mil para eventos ao ar livre.

O consumo em bares, restaurantes e cinemas também será regulamentado, deixando de se poder comer ou beber em pé, para que não seja retirada a máscara nessas situações.

A covid-19 provocou mais de 5,40 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

Com Agência Lusa.