Governo quer emigrantes a passarem Natal em Portugal mas informados e com testes

Governo quer emigrantes a passarem Natal em Portugal mas informados e com testes – Berta Nunes (lusa)

 

A secretária de Estado das Comunidades Portuguesas aconselhou hoje os emigrantes em geral a passarem o Natal em Portugal, mas cumprindo as medidas exigíveis em relação à covid-19, enquanto pediu aos residentes na África Austral que façam « essa avaliação ».

Os emigrantes que vivem na África Austral têm medidas muito mais restritivas para viajarem, por causa da nova variante do novo coronavírus, Ómicron, que causa a doença da covid-19. »As pessoas terão de fazer essa avaliação. Podem vir, mas com estas medidas mais restritivas e mais complicadas », afirmou Berta Nunes, sublinhando, porém, que Portugal « espera num futuro próximo retirar » aquelas limitações.
« Logo que haja mais informação sobre essa variante », acrescentou, porque, reconheceu, muitas das exigências aplicadas hoje devem-se ao desconhecimento sobre determinadas características da nova variante.

Para os emigrantes em geral, o Governo aconselha « que venham » no Natal, afirmou a secretária de Estado.

Porque a única condição adicional que têm para se deslocarem ao seu país de origem « por qualquer das fronteiras, terrestres, aérea, marítima, é trazerem o teste PCR ou antigénio negativo, mesmo que tenham sido vacinados ».

Além disto, Berta Nunes recomendou « fortemente a vacinação », por ser uma defesa adicional que têm.

Depois, já de férias em Portugal « todos os portugueses com número do Serviço Nacional de Saúde têm direito a quatro testes gratuitos por mês », lembrou.

« Isso significa que durante a sua estadia, se tiverem que fazer agrupamentos com várias pessoas, familiares ou não, que venham de vários pontos [do mundo], é aconselhável fazerem o teste para evitarem a transmissão da covid-19 e estarem mais seguros e regressarem com segurança », apelou.

« Todos os portugueses têm o cartão de cidadão com o número de utente do Serviço Nacional de Saúde, por isso todos têm esse direito », frisou.

Na opinião da secretária de Estado, os emigrantes devem ter ainda a preocupação de antes do regresso aos países onde residem se informarem sobre medidas exigíveis.

Lembrando que a Suíça já não exige a quarentena, mas um teste negativo à entrada e um outro teste entre o quarto e o sétimo dia de permanência no país, Berta Nunes alertou que no atual contexto pandémico cada país « pode vir a ter exigências muito variáveis na época natalícia », num momento em que se assiste a um maior aumento da transmissão da doença.

Assim, « nada impede que os emigrantes e os seus descendentes possam vir a Portugal nesta época de Natal », concluiu.

Porém, relativamente aos que vivem na África Austral, a secretária de Estado recordou as restrições em vigor.

« O despacho conjunto sobre os países da África Austral, por causa da variante Ómicron, de vários ministros, sobre essa matéria diz claramente que, quem nos últimos 14 dias saiu de um desses países, da África do Sul e países vizinhos, como Moçambique, tem de fazer quarentena de 14 dias, além de ter de fazer um teste negativo ao embarque e um teste negativo à chegada », referiu.

« Isso são recomendações que se utilizam, não só nos voos que agora estamos a organizar de Moçambique, voos de regresso, mas também para todas as pessoas que nos últimos 14 dias tenham vindo de um desses países da África Austral. E isto é verificado no próprio passaporte », frisou.

Todas as estas exigências foram criadas, explicou Berta Nunes, porque « esta variante é mais contagiosa » e também porque ainda há « bastante desconhecimento em relação a outras características » da mesma.

Por isso, o que Portugal quer evitar é que esta variante « seja dominante » no país « até que se conheça mais sobre a mesma », para então « tomar medidas mais ajustadas que até podem ser menos rigorosas », se a conclusão for que a variante « não é assim tão preocupante ».

A covid-19 provocou pelo menos 5.261.473 mortes em todo o mundo, entre mais de 265,80 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.572 pessoas e foram contabilizados 1.172.420 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como « preocupante » pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em cerca de 30 países de todos os continentes, incluindo Portugal.

Certificado de recuperação da covid-19 também dá para entrar em Portugal. Leia mais aqui: 

Natal. Leia aqui em síntese as novas regras para entrar em Portugal por via aérea ou terrestre

Covid-19/Portugal. DGS recomenda vacinação de crianças entre os 5 e os 11 anos

Covid-19: DGS recomenda vacinação de crianças entre os 5 e os 11 anos

 

Alfa/com Lusalinkedin sharing button
whatsapp sharing buttonA Direção-Geral da Saúde (DGS) recomendou hoje a vacinação das crianças entre os cinco e os 11 anos, com prioridade para as que têm doenças consideradas de risco para covid-19 grave.

Em comunicado, a DGS diz que esta recomendação surge na sequência da posição da Comissão Técnica de Vacinação contra a covid-19 (CTVC), que considerou, com base nos dados disponíveis, que a avaliação risco-benefício, numa perspetiva individual e de saúde pública, é favorável à vacinação das crianças desta faixa etária.

Segundo o departamento liderado por Graça Freitas, as crianças desta faixa receberão a vacina Comirnaty, da farmacêutica Pfizer, que tem parecer positivo da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) para ser administrada neste grupo etário.

“O número de novos casos de covid-19 em crianças tem vindo a aumentar. A doença nestas faixas etárias é geralmente ligeira, mas existem formas graves de covid-19 em crianças”, adianta ainda a DGS.

De acordo com o comunicado, o risco de hospitalização é maior em crianças com doenças de risco, contudo, muitos dos internamentos ocorrem em crianças sem doenças de risco.

“Para esta posição foram considerados os contributos de um grupo de especialistas em pediatria e saúde infantil, bem como de membros consultivos da CTVC”, refere a DGS.

Na sexta-feira, a DGS e o Núcleo de Coordenação de Apoio ao Ministério da Saúde prestarão esclarecimentos técnicos adicionais e sobre o calendário de vacinação e respetiva logística em conferência de imprensa.

A incidência de infeções do coronavírus em crianças com menos de 10 anos está a crescer desde o final de outubro, sendo a faixa etária que apresentou um valor mais elevado na última semana.

Segundo a última análise de risco da pandemia das autoridades de saúde, divulgada na sexta-feira, o grupo etário com incidência cumulativa a 14 dias mais elevada correspondeu às crianças entre os zero e os 10 anos, que ainda não eram elegíveis para vacinação contra a covid-19, com 597 casos por 100 mil habitantes

John Miles morre aos 72 anos de « doença repentina »

O músico John Miles perdeu a vida no domingo, 5 de dezembro, na sequência de uma « doença repentina ». Tinha 72 anos.

A família lamentou publicamente a morte através de uma nota publicada nas redes sociais do músico: « Estamos arrasados por ter de anunciar que o Mr. Music John Miles morreu pacificamente durante o sono na sequência de uma doença repentina ».

Os familiares lembram John Miles como « um marido, pai e avô muito amável ». « Vamos sentir muito a sua falta, mais do que aquilo que conseguimos expressar por palavras », acrescentaram.

O maior êxito da sua carreira, o tema ‘Music’, levou-o aos tops do Reino Unido em 1976. Tina Turner, Jimmy Page e Joe Cocker foram alguns dos artistas com quem teve a oportunidade de subir a palco.

 

 

Com Notíciasaominuto.com

Foto. © Getty Images

 

Ronaldo e Rúben Dias no melhor « onze » do ano da IFFHS

Os portugueses Rúben Dias e Cristiano Ronaldo integram o melhor « onze » de 2021 da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS), com a Itália, campeã europeia, a ser o país mais representado, revelou o organismo.

Ronaldo, que a meio do ano trocou a Juventus pelo Manchester United, repete a presença nas escolhas da IFFHS e no ataque tem a companhia do polaco Robert Lewandowski e do francês Kylian Mbappé, numa equipa formatada num 4-3-3.

Rúben Dias, melhor jogador da edição 2020/21 da liga inglesa ao serviço do Manchester City, aparece no centro da defesa, ao lado do italiano Leonardo Bonucci, que foi determinante na conquista do Euro2020 com a Itália.

Nas laterais, estão o marroquino Achraf Hakimi e canadiano Alphonso Davies e na baliza o escolhido foi outro italiano, o guardião Gianluigi Donnarumma.

Apesar de não atuar a médio, Lionel Messi, que trocou o FC Barcelona pelo Paris Saint-Germain, integra a lista de centrocampistas, com o italiano Jorginho e o belga Kevin de Bruyne.

Além de Ronaldo, Davies, De Bruyne, Messi e Lewandowski repetem a presença de 2020.

Com RTP.
Foto. Hugo Delgado-Epa

Portugal/Legislativas. Maria Ester Vargas é cabeça de lista do PSD no círculo da Europa

Cabeças de lista do PSD nos círculos da Europa e Fora da Europa:

 

Europa: Maria Ester Vargas, licenciada em Germânicas, ex-deputada à Assembleia da República e ex-conselheira da Embaixada de Portugal em Berna. Sai Carlos Gonçalves, histórico deputado e ex-secretário de Estado das Comunidades. Nasceu em Lisboa (1955-03-28), onde estudou.

Fora da Europa: Maló de Abreu, médico e primeiro presidente da AAC pela JSD em 1979, além de ser deputado desde 2019. Sai José Cesário, histórico deputado do PSD e ex-secretário de Estado das Comunidades.

(A escolha dos cabeças de Lista para as legislativas é uma competência do presidente do partido, Rui Rio)

Portugal/Legislativas. Os lusodescendentes continuarão sem ter voz no Parlamento? Opinião

Eleições legislativas portuguesas. Os lusodescendentes vão continuar a não ter diretamente voz no Parlamento?

O jornalista Daniel Ribeiro diz que gostaria muito de estar enganado – mas não vê indícios claros no PS e no PSD, os dois únicos partidos que elegem sempre deputados (quase sempre os mesmos), vontade política para dar esse passo que seria sem dúvida importante.

Esse passo seria o reconhecimento, pela parte de Portugal, de que a Comunidade portuguesa no estrangeiro atingiu desde há muito um grau de maturidade coletiva e individual assinalável e inegável.

Crónica para ouvir, na Rádio Alfa, na quarta-feira, 08, às 7h15, 13h15, 16h30 e 19h45.

Ou ouça aqui:

 

Filme « A metamorfose dos pássaros » candidato à nomeação para o Óscar de Melhor Filme Internacional

Filme « A metamorfose dos pássaros » na lista oficial de candidatos à nomeação para o Óscar de Melhor Filme Internacional. Nos cinemas em Portugal desde o início de outubro.

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Alfa/com Lusa (adaptação/alfa)whatsapp sharing buttonO filme « A metamorfose dos pássaros », de Catarina Vasconcelos, está entre os 93 filmes, de outros tantos países, incluídos na lista oficial de candidatos à nomeação para o Óscar de Melhor Filme Internacional, ontem divulgada pela Academia de Hollywood.

O filme, que tem somado vários prémios internacionais e está atualmente em exibição nos cinemas portugueses, foi indicado pela Academia Portuguesa de Cinema, no passado mês de outubro, à Academia das Artes e das Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, como candidato de Portugal a uma nomeação ao Óscar de Melhor Filme Internacional.

Segundo a Academia Portuguesa de Cinema, o filme de Catarina Vasconcelos foi o mais votado entre seis obras pré-selecionadas: « A metamorfose dos pássaros », « Nunca nada aconteceu », de Gonçalo Galvão Teles, « O som que desce da terra », de Sérgio Graciano, « Sombra », de Bruno Gascon, « Terra Nova », de Artur Ribeiro, e « O último banho », de David Bonneville.

« Um misto entre documentário e ficção, o filme aborda a história de amor dos avós e a morte da avó paterna da realizadora, que nunca conheceu, baseada nas memórias da infância e juventude da família », escreveu a Academia Portuguesa de Cinema, sobre a obra.

O filme parte das memórias de infância e juventude de vários membros da família, mas Catarina Vasconcelos preenche alguns espaços narrativos com ficção e com um imaginário estético que conjuga pintura, fotografia, composições encenadas, cheias de simbolismos.

« A metamorfose dos pássaros » é a primeira longa-metragem de Catarina Vasconcelos e teve estreia mundial em fevereiro de 2020 no Festival de Cinema de Berlim.

Estreou-se nos cinemas portugueses a 07 de outubro, somando até agora mais de nove semanas de exibição, e 11.565 espectadores, segundo os dados mais recentes do Instituto do Cinema e do Audiovisual.

Segundo a distribuidora, « A metamorfose dos pássaros » foi em 2020 « o filme português com mais presenças em festivais em todo o mundo e o mais premiado », tendo sido reconhecido, em particular, com distinções de público de vários países, também da crítica e com prémios de melhor filme, melhor documentário e melhor realização.

O filme foi produzido por Pedro Duarte e Joana Gusmão, contou com apoio financeiro do Instituto do Cinema e do Audiovisual, da RTP e da Fundação Calouste Gulbenkian.

Além de « A metamorfose dos pássaros », Catarina Vasconcelos fez a curta-metragem « Metáfora ou a tristeza virada do avesso » (2014).

A 94.ª edição dos Óscares, os prémios de cinema dos Estados Unidos, está marcada para 27 de março de 2022 em Los Angeles, na Califórnia.

Os nomeados serão conhecidos a 08 de fevereiro.

No processo de candidaturas às nomeações, encontra-se igualmente o filme brasileiro « Deserto Particular », do realizador Aly Muritiba.

« Deserto Particular » tem coprodução portuguesa pela Fado Filmes, através de financiamento e participação técnica, nomeadamente na montagem, assinada por Patrícia Saramago, explicou à agência Lusa o produtor Luís Galvão Teles.

Entre os filmes incluídos na lista oficial hoje divulgada pela Academia estão também « Titane », de Julia Ducournau, de França, Palma de Ouro este ano em Cannes, « El buen patrón », de Fernando León de Aranoa, de Espanha, a produção colombiana « Memoria », do tailandês Apichatpong Weerasethakul, protagonizado por Tilda Swinton, « I’m your man », de Maria Schrader, da Alemanha, e « Escape from Mogadishu », de Ryoo Seung-wan, da Coreia do Sul.

Este ano, o Óscar de Melhor Filme Internacional foi para « Mais uma rodada », de Thomas Vinterberg (Dinamarca).

Hoje, a Academia de Hollywood também divulgou a lista de 26 filmes de animação, dos quais serão escolhidos os nomeados para o Óscar de Melhor Longa-Metragem.

Foi igualmente divulgada a lista de 138 documentários, em longa-metragem, dos quais serão ainda selecionados 15 finalistas, na candidatura à nomeação para os Óscares, a anunciar no próximo dia 21.

As listas dos candidatos às nomeações podem ser consultadas nas páginas da Academia, na redes sociais Facebook, Twitter e Instagram.

Covid-19: EUA classificam Portugal em risco “muito elevado” e desaconselham viagens

Covid-19: EUA classificam Portugal em risco “muito elevado” e desaconselham viagens

 

Alfa/ com Lusa

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Os Estados Unidos classificaram ontem Portugal como destino de risco “muito elevado” devido à pandemia de covid-19, o nível mais alto de alerta, e recomendaram que se evitem deslocações ao país.

A mais recente atualização do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos coloca Portugal no nível quatro, o mais alto de alerta devido à atual situação da covid-19 em território nacional.

Além de serem desaconselhadas viagens para Portugal, a principal agência federal de saúde pública dos Estados Unidos recomenda, a quem tiver que viajar, que tenha o esquema vacinal contra a covid-19 completo.

“Devido à atual situação em Portugal, mesmo aqueles com vacinação completa podem estar em risco de serem contaminados e contaminar com variantes da covid-19”, pode ler-se.

É ainda aconselhado aos viajantes com origem nos Estados Unidos que utilizem máscara e que mantenham o distanciamento social em Portugal.

A covid-19 provocou pelo menos 5.253.726 mortes em todo o mundo, entre mais de 265,13 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.551 pessoas e foram contabilizados 1.169.003 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como “preocupante” pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em cerca de 30 países de todos os continentes, incluindo Portugal.

Ómicron. A nova variante do coronavírus veio complicar novamente a nossa vida e as políticas económica e monetária. Análise

Covid-19. A nova variante do coronavírus, a Ómicron, veio complicar novamente a nossa vida, designadamente o relançamento económico que estava em curso.

A ameaça de um novo fecho das fronteiras é uma possibilidade real que, a acontecer, complicará tudo ainda mais.

Análise de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo, para ouvir na Rádio Alfa, na terça-feira, 07, às 7h15, 13h15, 16h30 e 19h45.

Ou ouça aqui: 

 

 

Teatro/Paris. ‘Fado dans les veines’ – « C’est d’abord mon histoire »

“Fado dans les veines” é uma peça teatral e musical programada para L’échangeur- Théâtre Bagnolet, de 13 a 18 de dezembro – 59 avenue du Général de Gaulle, Bagnolet, metro Gallieni, Paris.

Em entrevista à Rádio Alfa (no programa Passagem de Nível de ontem, domingo, 05) Nadège Prugnard, intérprete, autora e encenadora da peça, cujo avô era de
origem portuguesa, falou desta sua criação e do que esta representa para ela em termos de identidade.

« C’est d’abord mon histoire », diz.

Trata-se de um convite para uma travessia poética e política de Portugal antes e
depois do 25 de Abril 1974, de Salazar ao fado, à Grandola Vila Morena e à moderninade, incluindo uma reflexão sobre a imigração portuguesa.

Ouça aqui a entrevista de Nadège Prugnard, entrevistada por Artur Silva: 

 

 

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