Cantora brasileira Marília Mendonça, 26 anos, morre em queda de avião
Cantora brasileira Marília Mendonça (26 anos) morre em queda de avião em Minas Gerais. Todas as cinco pessoas que seguiam no avião terão terão morrido.
A notícia está a comover e a ter grande destaque no Brasil.
Marília Mendonça tinha muitos admiradores e estava em ascenção no mundo da música e do espetáculo.
“Com imenso pesar, confirmamos a morte da cantora Marília Mendonça, seu produtor Henrique Ribeiro, seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho, do piloto e co-piloto do avião, os quais iremos preservar os nomes neste momento. O avião descolou de Goiânia com destino a Caratinga/Minas Gerais, onde Marília teria uma apresentação esta noite (ontem). De momento, são estas as informações que temos », informou em nota a assessoria da cantora.
Marília Mendonça deslocava-se para um espetáculo em Minas Gerais e, momentos antes da queda, partilhou um vídeo a entrar na aeronave.
A jovem artista, de 26 anos, é um dos nomes de maior sucesso do estilo sertanejo na atualidade e já atuou em Portugal, segundo informa a agência Lusa.
Eutanásia: Confissões religiosas contra aprovação. « A vida humana é inviolável”
Eutanásia: Confissões religiosas contra aprovação lembram que a vida humana “é inviolável”
O Grupo de Trabalho Inter-Religioso – Religiões-Saúde manifestou-se ontem contra a aprovação parlamentar da eutanásia, reafirmando “a convicção comum de que a vida humana é inviolável e indisponível”.
Subscrito por várias confissões religiosas – signatárias da declaração conjunta “Cuidar até ao fim com compaixão”, de 16 de maio de 2018 – sublinham em comunicado que o futuro das sociedades “não se encontra na oferta da morte, mas na aposta coletiva num modelo compassivo de sociedade”, defendendo que “os cuidados paliativos são uma resposta que o Estado deveria obrigatoriamente oferecer, de modo suficiente em quantidade e qualidade, para fazer frente às necessidades existentes dos doentes, sem marginalizar os mais frágeis e os mais pobres”.
“Não compreendemos que o Estado ofereça a morte a quem mais sofre, quando o SNS [Serviço Nacional de Saúde] não responde atempada e adequadamente às necessidades dos doentes (…), quando a resposta das Unidades de Cuidados Continuados é insuficiente e quando não existe uma Rede de Cuidados Paliativos capaz de responder às solicitações”, afirmam os subscritores, que não escondem a “perplexidade” pelo facto de “a problemática da vida e da morte” deixar de ser uma questão ética e passar para o foro da política, “ficando sujeita às maiorias de circunstância e aos interesses de lóbis e ideologias”.
Afirmando não acreditar “que sejam suficientes as boas intenções dos legisladores ao limitarem a aplicação da lei a casos limite de sofrimento definidos por dicionário”, o Grupo de Trabalho Inter-Religioso lamenta que tenham sido “ignorados os exemplos da rampa deslizante vindos do Canadá, da Holanda, da Bélgica e de outros países”.
“Lamentamos que médicos, formados para curar e proteger a vida, tenham de negar o juramento de Hipócrates e passem também a matar, violentando as suas consciências e gerando desconfiança nos doentes”, afirmam, acrescentando que não deixarão de se “empenhar na proclamação dos valores da vida e na formação humana suportada pelos mesmos (…) porque não há vidas descartáveis”.
Neste contexto, os responsáveis pelas confissões religiosas subscritoras dizem querer “viver o desafio de uma maior proximidade aos doentes através do acompanhamento espiritual” e exortam a que “o SNS e os Hospitais privados abram as portas das suas Instituições para que os doentes sejam acompanhados espiritualmente sem entraves ou tabus de uma forma organizada e integrada, segura e transparente”.
“Continuaremos (…) a afirmar o princípio ‘não matarás’, porque acreditamos que a vida é um dom que recebemos de Deus, que tem um caráter sagrado e uma finalidade última e por isso temos o dever de a cuidar até ao seu fim natural”, adianta o comunicado subscrito pela Aliança Evangélica Portuguesa, Comunidade Hindu Portuguesa, Comunidade Islâmica de Lisboa, Comunidade Israelita de Lisboa, Igreja Católica, Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons), Patriarcado Ecuménico de Constantinopla, União Budista Portuguesa e União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia.
O novo decreto sobre a eutanásia foi ontem aprovado no parlamento com os votos a favor de grande parte bancada do PS, do BE, PAN, PEV, IL e das duas deputadas não inscritas, bem como 13 deputados do PSD.
A votação do decreto que regula as condições em que a morte assistida é permitida altera o Código Penal e foi o culminar de um processo de reapreciação parlamentar do diploma, na sequência do veto por inconstitucionalidade do Presidente da República, que devolveu o diploma em março à Assembleia da República.
Eutanásia é votada hoje na Assembleia em Portugal. Ontem, a discussão no plenário foi tensa e exaltada
Alfa
Decreto de lei da legalização da eutanásia em Portugal deverá ser aprovada nesta sexta-feira, 05/11. Dissolução do Parlamento só entra em vigor dentro de alguns dias. Foi na reta final do debate de ontem da reapreciação do decreto sobre a eutanásia que os ânimos se exaltaram na Assembleia da República – com várias pessoas, todas vestidas de preto, da roupa até às mascaras, a assistir desde as galerias.
O debate foi aceso e duro desde ontem, quinta-feira, no Parlamento português com alguns deputados a defenderem a urgência de terminar o processo que legalizará a chamada « morte assistida » e outros a criticarem o momento inoportuno devido à dissolução da Assembleia da República (AR) e ao anúncio pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa de eleições legislativas antecipadas.
Facto é que a eutanásia voltou ao Parlamento, depois das anteriores deliberações do Tribunal Constitucional (TC) e do veto do Presidente da República – o diploma é votado esta sexta-feira com alterações para responder e contornar o veto do TC.
Entretanto, a AR continua a funcionar apesar da dissolução do Parlamento estar por dias — a conferência de líderes parlamentares apontou ontem para o fim de novembro, embora ainda não haja datas certas.
O que acontecerá esta sexta-feira na AR é uma das votações mais importantes desta reta final da legislatura: a provável aprovação da eutanásia, confirmando as alterações à lei para contornar o veto do Tribunal Constitucional.
O tema já foi discutido na quinta-feira em plenário no meio, frequentemente, de uma grande confusão.
Leia aqui o que escreveu a Lusa sobre o debate tenso de ontem na AR:
A socialista Isabel Moreira acusou hoje PSD e CDS de desprestigiarem o parlamento por dizerem que a reapreciação do veto da eutanásia foi feita às escondidas, um momento tenso do debate com os centristas a pedirem defesa da honra.
Foi na reta final do debate da reapreciação do decreto sobre a eutanásia que os ânimos se exaltaram na Assembleia da República – com várias pessoas, todas vestidas de preto, da roupa até às mascaras, a assistir desde as galerias -, tendo havido uma troca de argumentos entre a deputada do PS Isabel Moreira e os líderes parlamentares do PSD e CDS-PP, Adão Silva e Telmo Correia, respetivamente.
“O acórdão tem que ser lido com tempo, com seriedade, olhar para o direito comparado e tenho muita pena ver deputados do PSD e do CDS desprestigiarem o parlamento desta forma. Tenho mesmo muita pena porque os senhores deputados sabem – e ainda a semana passada reapreciaram decretos exatamente da mesma forma – que é assim que se processa estes momentos parlamentares. É assim que se faz”, disse a socialista, depois de ouvidas todas as intervenções dos partidos e deputados.
Em relação às críticas sobre estas propostas de alteração terem sido conhecidas e debatidas à “25.ª hora”, Isabel Moreira recuou a fita do tempo para o final da legislatura do Governo PSD/CDS-PP.
“Enquanto mulher, e todas as mulheres temos medo físico da direita em que vocês se transformaram porque 25.ª hora foi, no último dia da vossa legislatura, transformarem em pó uma lei legitimada por um referendo e atirarem-nos a nós, mulheres, outra vez, para o perigo do aborto clandestino e para o perigo da prisão”, contrapôs a deputada socialista perante os protestos das bancadas visadas.
A primeira resposta veio do PSD, com Adão Silva a dizer que a sua bancada “não pode aceitar as palavras exasperadas, sem sentido, da senhora deputada Isabel Moreira”.
“Senhora deputada Isabel Moreira, mais tolerância e menos arrogância fica-lhe bem”, atirou.
Pelo CDS-PP, Telmo Correia pediu a defesa da honra da bancada, ouvindo-se neste momento um sonoro “ohhhhh” vindo das bancadas mais à esquerda.
“A razão pelo qual pedi a defesa da honra da bancada, para além das referências do medo físico e outras coisas, tem a ver com o facto de o CDS e a sua bancada desprestigiarem este parlamento”, explicou ao presidente da Assembleia da República, tendo Eduardo Ferro Rodrigues autorizado então que fizesse essa defesa.
Na perspetiva do deputado do CDS-PP, a socialista tem “até alguma obrigação de saber de um pouco da história deste parlamento” e da bancada centrista para “não fazer esse tipo de considerações”.
“Pergunte, sem medo, a pessoas que lhe são próximas o que é pensam sobre esta matéria. Defendemos a vida e defendê-lo-emos sempre. Não tenha medo porque nós somos pessoas de bem, democratas e pessoas serenas”, respondeu.
De acordo com Telmo Correia, o CDS-PP é que tem “medo daquilo que desprestigia este parlamento” que “é o radicalismo e o secretismo com que fizeram este processo”.
Na resposta, a deputada do PS considerou que não ter ofendido “nenhuma honra de bancada” por ter dito, na sua opinião, que os partidos “desprestigiam o parlamento quando dizem que isto foi feito às escondidas, num quartinho, talvez numa sala fechada”.
“Os senhores deputados conhecem, porque estão cá há muitos anos e eu conheço muito bem a história do CDS e também do PSD e de todos estes partidos, sabem muito bem como é que se processa o processo quando um diploma é devolvido após um veto. O senhor deputado já fez isto. Sabem perfeitamente que não é reaberto um processo legislativo”, reiterou.
Para Isabel Moreira, não se trata de “ofender as bancadas”, mas sim de “sublinhar um facto”.
“Quando eu disse que senti medo físico na direita em que se transformaram é enquanto mulher”, respondeu ainda.
Foto: RTP
Vídeo. Série « Glória », a primeira produção portuguesa para a Netflix, estreia-se hoje
Série « Glória », a primeira produção portuguesa para a Netflix, estreia-se hoje. Vídeo
« Glória » é um ‘thriller’ de espionagem e ação, passado em Portugal nos anos finais da ditadura do Estado Novo, e ainda durante a Guerra Fria, sendo uma história de ficção assente num contexto e em factos reais.
A ação concentra-se na aldeia da Glória do Ribatejo, onde durante décadas funcionou um centro norte-americano de transmissões (RARET), que tinha como objetivo transmitir « propaganda ocidental para os países do Bloco de Leste ».
A história de ficção é protagonizada pelo engenheiro João Vidal (o ator Miguel Nunes), filho de um alto dirigente do Estado Novo, recrutado pelo KGB, a polícia secreta de Moscovo.
A série conta com a participação de Victoria Guerra, Afonso Pimentel, Adriano Luz, Carolina Amaral, Joana Ribeiro, Albano Jerónimo, Marcelo Urgeghe, Stephanie Vogt e Jimmy Taenaka, entre outros.
Em entrevista à agência Lusa, o criador e argumentista da série, Pedro Lopes, afirmou que « Glória » representa a entrada de Portugal « num outro patamar de fazer ficção » em Portugal.
« Termos acesso a outro músculo financeiro permitiu que houvesse mais tempo para escrever, para filmar, para a direção de arte preparar a recuperação dos edifícios, a decoração, os ensaios dos atores. Quando entramos num mercado internacional, a diferença está nos pormenores », disse.
« Glória », cuja primeira temporada de dez episódios estará disponível na Netflix hoje, a partir das 08:00, hora de Portugal, é uma coprodução da SPi e da RTP. A estação pública de televisão também irá exibir a série, em data a anunciar.
« Este projeto trouxe uma história original, não só para quem não é português, que fica a perceber o papel que Portugal teve como plataforma neste período da Guerra Fria; e também para os portugueses, porque a RARET, apesar de ser um complexo de 200 hectares onde trabalhavam 500 pessoas, continua a ser um segredo muito bem guardado ao longo destes anos todos », explicou o criador da série.
Pedro Lopes sublinha a relevância da Netflix, a operar em Portugal desde 2015: « Eu acredito que o ‘Glória’ na Netflix, que é o líder no ‘streaming’ com mais de 293 milhões subscritores e presente em mais de 190 países, possa trazer visibilidade a Portugal e à nossa indústria ».
« Glória » chega à Netflix numa altura em que outras plataformas de ‘streaming’ estão também a produzir e a exibir séries de ficção portuguesa, como « Auga Seca », cuja segunda temporada também se estreia hoje na HBO Portugal, e « Operação Maré Negra », para a Amazon Prime Video.
Eleições em Portugal. Entrevistas com os atuais deputados pela Europa. Domingo 7/11
« Passagem de Nível ». Rádio Alfa. Domingo 7/11. Das 12h às 14h
Destaques:
–Política/Portugal. “Chumbo” do OE/2022. Presidente Marcelo Rebelo de Sousa dissolveu a Assembleia da República e convocou eleições legislativas antecipadas para o dia 30 de janeiro 2022.
Entrevistas com os dois atuais deputados pelo Círculo da Europa:
Carlos Gonçalves (PSD) e Paulo Pisco (PS)
-A Fondation Abbé Pierre e duas dezenas de associações organizam no dia 10 de
Novembro a “Jornada contra a precaridade energética”
Convidada: Hélène Denise, Coordenadora da Jornada
-Faleceu o jornalista Max Sthal, que divulgou ao mundo o massacre no cemitério de
Santa Cruz em Dili (Timor Leste) ocorrido no dia 11 de Novembro de 1991.
Convidado: Carlos Semedo, da Association France Timor e redifusão da entrevista à Rádio Alfa (Artur Silva) de Max Sthal, no dia 13 de Novembro de 2008
-Arrancou o ciclo de conferências que vão decorrer em França até ao mês de março de
2022 sobre o tema: Les Etrangers dans la Résistance – Le cas des Portugais
Convidada: Marie-Christine Volovitch-Tavares, historiadora e uma das conferencistas
Apresentação e Coordenação: Artur Silva
Programa com redifusão na noite de 4ª para 5ª feira, entre as 0h00 e as 2h00
Sporting de Braga vence Ludogorets e sobe à liderança do grupo na Liga Europa
O Sporting de Braga venceu hoje os búlgaros do Ludogorets por 4-2, em jogo da quarta jornada do grupo F da Liga Europa de futebol, e subiu à liderança do agrupamento.
A jogar em casa, o Sporting de Braga marcou por Al Musrati (25 minutos), Iuri Medeiros (37), Galeno (40) e Mario González (73), enquanto Sotiriou (25) e Plastun (79) apontaram os tentos da equipa búlgara, que está em último no grupo com apenas um ponto.
No outro jogo do grupo F, os dinamarqueses do Midtjylland, terceiros com cinco pontos, venceram na deslocação ao terreno dos sérvios do Estrela Vermelha, por 1-0.

Com estes resultados, o Sporting de Braga subiu à liderança do grupo, com nove pontos, mais dois do que o Estrela Vermelha, e está em boa posição para garantir um dos dois lugares que garantem a continuidade na Liga Europa, tendo já assegurado que se vai manter nas provas europeias, pois o terceiro vai disputar a Liga Conferência Europa.
Com Agência Lusa.
Foto Agência Lusa.
OE/Crise: Presidente da República marca eleições legislativas para 30 de janeiro de 2022
O Presidente da República anunciou hoje ao país que vai dissolver o parlamento, decisão que propôs na quarta-feira ao Conselho de Estado e que obteve parecer favorável.
« Uma semana e um dia depois da rejeição do Orçamento para 2022 encontro-me em condições de vos comunicar que decidi dissolver a Assembleia da República », afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, numa comunicação a partir do Palácio de Belém, em Lisboa, acrescentando que marcou as eleições legislativas antecipadas para 30 de janeiro.
De acordo com a Constituição, as eleições legislativas antecipadas têm de se realizar nos 60 dias seguintes à dissolução do parlamento – que só poderá ser decretada, portanto, a partir de 01 de dezembro.
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Com Agência Lusa.
N’Golo Kanté e Kingsley Coman estão de regresso à seleção francesa.
N’Golo Kanté e Kingsley Coman estão de regresso à seleção francesa. O selecionador Didier Deschamp revelou esta quinta-feira a lista de 23 convocados para os derradeiros dois jogos de qualificação para o Mundial-2022 – frente a Cazaquistão (dia 13) e Finlândia (dia 16).
Convocados:
Guarda-redes: Lloris, Costil, Areola
Defesas: Digne, Dubois, L.Hernandez, T.Hernandez, Kimpembé, Koundé, Pavard, Upamecano, Zouma
Médios: Guendouzi, Kanté, Pogba, Rabiot, Tchouaméni
Avançados: Ben Yedder, Benzema, Coman, Diaby, Griezmann, Mbappé.
La liste des 2️⃣3️⃣ joueurs qui affronteront le Kazakhstan au Parc des Princes et la Finlande à Helsinki ! #FiersdetreBleus pic.twitter.com/El3sZaFvlw
— Equipe de France ⭐⭐ (@equipedefrance) November 4, 2021
Foto. FFF
Com Jornal a Bola.
Mundial2022: Renato Sanches e João Félix regressam para jogos com Irlanda e Sérvia
O médio Renato Sanches e o avançado João Félix regressam aos convocados da seleção portuguesa de futebol, hoje divulgados, para os dois últimos jogos no grupo A da qualificação europeia para o Mundial2022, com República da Irlanda e Sérvia.
Renato Sanches e João Félix, que falharam as duas últimas convocatórias, reentraram no lote da ‘elite’ nacional, tendo sido chamados pelo selecionador português de futebol, Fernando Santos, para os decisivos confrontos de apuramento para a fase final do Mundial2022.
Portugal ocupa o segundo lugar do grupo A, com 16 pontos, menos um ponto do que a líder Sérvia, que tem mais um encontro realizado, pelo que basta à equipa das ‘quinas’ um empate com os irlandeses, em 11 de novembro, em Dublin, para ficar a necessitar apenas de nova igualdade no embate decisivo com os sérvios, no dia 14, no Estádio da Luz, em Lisboa.
Portugueses e sérvios são os únicos com possibilidades de se apurarem diretamente para o Mundial2022, tendo em conta que Luxemburgo (seis pontos), República da Irlanda (cinco) e Azerbaijão (um) já estão matematicamente afastados da corrida à fase final do torneio.
A fase de grupos da qualificação europeia termina este mês e o vencedor de cada um dos 10 grupos apura-se diretamente para a fase final, enquanto os segundos classificados vão disputar os ‘play-off’ de apuramento, aos quais se juntarão dois vencedores de grupos da Liga das Nações que não consigam qualificar-se diretamente para a fase final ou para os ‘play-off’.
Destas 12 equipas presentes nos ‘play-off’, que serão disputados em março de 2022, sairão os últimos três representantes europeus no próximo Campeonato do Mundo, que vai decorrer no Qatar, entre 21 de novembro e 18 de dezembro de 2022.
Lista dos 26 convocados:
– Guarda-redes: Anthony Lopes (Lyon, Fra), Diogo Costa (FC Porto), Rui Patrício (Roma, Ita).
– Defesas: Diogo Dalot (Manchester United, Ing), João Cancelo (Manchester City, Ing), Nelson Semedo (Wolverhampton, Ing), Danilo Pereira (Paris Saint-Germain, Fra), José Fonte (Lille, Fra), Pepe (FC Porto), Rúben Dias (Manchester City, Ing), Nuno Mendes (Paris Saint-Germain, Fra).
– Médios: João Palhinha (Sporting), Rúben Neves (Wolverhampton, Ing), Bruno Fernandes (Manchester United, Ing), João Mário (Benfica), João Moutinho (Wolverhampton, Ing), Matheus Nunes (Sporting), William Carvalho (Betis, Esp), Renato Sanches (Lille, Fra).
– Avançados: André Silva (Leipzig, Ale), Bernardo Silva (Manchester City, Ing), Diogo Jota (Liverpool, Ing), Cristiano Ronaldo (Manchester United, Ing), Rafa (Benfica), João Félix (Atlético Madrid, Esp), Rafael Leão (AC Milan, Ita).
Com Agência Lusa.








