Élodie Lopes foi eleita Miss Portuguesa França 2021 no Casino do Estoril – um evento organizado pelo grupo Lusopress, sedeado em França.
Em 24 horas, foram contabilizados em França 17.300 novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, quando na véspera tinham sido 22.636.
Nos hospitais estão internadas 10.651 pessoas (mais 188 do que na véspera), das quais 2.128 estão nos cuidados intensivos (mais 22).
Segundo dados oficiais, nas últimas 24 horas morreram 44 pessoas em França, quando na véspera tinham falecido 66 em consequência do novo coronavírus.
França totaliza 6,6 milhões de infetados e 113.372 óbitos desde que foi declarada a pandemia, em março de 2020.
Cerca de 70% da população do país já recebeu pelo menos uma dose de vacina contra a covid-19.
O iraniano Mehdi Taremi colocou o FC Porto em vantagem aos 35 minutos, mas o português Xadas fez o empate para os insulares, aos 45+4.
Os ‘dragões’ deixaram assim escapar no topo da classificação os rivais Sporting e Benfica, que têm nove pontos, mais dois do que o FC Porto, enquanto o Marítimo tem quatro.
Programa e resultados da terceira jornada da I Liga de futebol:
– Sexta-feira, 20 ago:
Arouca – Famalicão, 2-1 (0-1 ao intervalo)
Moreirense – Sporting de Braga, 2-3 (0-2)
– Sábado, 21 ago:
Gil Vicente – Benfica, 0-2 (0-0)
Sporting – Belenenses SAD, 2-0 (1-0)
– Domingo, 22 ago:
Tondela – Portimonense, 0-3 (0-2)
Marítimo – FC Porto, 1-1 (1-1)
Vitória de Guimarães – Vizela, 4-0 (0-0)
– Segunda-feira, 23 ago:
Paços de Ferreira – Estoril Praia, 20:00
Boavista – Santa Clara, 22:15
Com Agência Lusa.
Von, Rodrigo Pinhal e André Lourenço marcaram os golos portugueses, com Raoul Mendy e Mandione Diagne, ambos por duas vezes, e Ninou Diatta fizeram os tentos dos africanos-
Com duas jornadas disputadas, o Senegal tem seis pontos, mais três do que Portugal e Uruguai, que se defrontam na terça-feira para decidir quem segue para a próxima fase, enquanto Omã ainda não pontuou e já está eliminado.
Com Agência Lusa.
O argentino José Maria Lopez, o britânico Mike Conway e o japonês Kamui Kobayashi deram a primeira vitória dos ‘hypercarros’ à marca nipónica, quarta consecutiva na mais icónica das provas de resistência na Europa.
A equipa japonesa sofreu um problema mecânico durante praticamente toda a corrida, mas que não a impediu de terminar com duas voltas de avanço para os segundos classificados, o suíço Sébastien Buemi, o japonês Kazuki Nakajima e o neozelandês Brendon Hartley, no outro Toyota oficial.
O francês Nicolas Lapierre (Alpine), o brasileiro André Negrão e o francês Matthieu Vaxiviere foram terceiros, já a quatro voltas dos vencedores.
Na classe LMP2, a segunda mais importante da competição, Filipe Albuquerque (Oreca), o suíço Fábio Scherer e o britânico Phil Hanson sofreram um problema com o alternador ainda durante a noite, perdendo muito tempo nas boxes, terminando em 18.º.
« Não é fácil digerir estas coisas. Saímos para a corrida de uma posição complicada e com condições atmosféricas adversas. Fomos gradualmente subindo posições na tabela, chegámos a liderar a prova entre os LMP2 e quando estávamos confortavelmente na terceira posição e ainda com mais de 10 horas de competição pela frente, o alternador dá problemas. Fomos forçados a meter o carro nas boxes para reparar o problema. Logo aí soubemos que a nossa corrida tinha chegado ao fim”, explicou o piloto de Coimbra.
Filipe Albuquerque tem consciência que “as corridas são assim mesmo”.
“Uma vezes ganhamos e outras vezes perdemos. Foi uma pena, porque o nosso carro estava a andar muito bem, mas são situações que não conseguimos controlar. Agora é olhar para a frente e pensar na próxima », concluiu o piloto da United Autosports, 40.º da geral.
António Félix da Costa (Oreca), que faz equipa com o britânico Anthony Davidson e o mexicano Roberto González, foi oitavo classificado em LMP2, a cinco voltas do vencedor da categoria, sendo 13.º da geral.
O carro do português fez uma incursão pela gravilha no turno de Anthony Davidson, que atrasou irremediavelmente a equipa do português.
Na classe GTE Pró, Álvaro Parente (Porsche) foi obrigado a desistir por problemas mecânicos.
“Como já esperava, estávamos sem andamento para poder acompanhar os nossos adversários. Demos o máximo enquanto estivemos em prova, fiz bons ‘stints’, mas era impossível ir mais além. Face ao cenário em que estávamos, terminar teria sido um bom prémio para todos na equipa, mas acabámos por ter de abandonar”, explicou Álvaro Parente.
Com Agência Lusa.
Mesmo com o êxodo de muitos parisienses que buscam paragens mais quentes no verão, agosto em Paris não é só animado pelas praias nas bordas do rio Sena, mas também por um público que passados vários meses de encerramento pôde finalmente voltar aos museus e espaços culturais na capital.
Para os receber, estão os artistas lusófonos com diversas manifestações.
No Fluctuart, um barco no Sena, junto aos Invalides, encontra-se a exposição « TRACE », uma monografia do artista português Alexandre Farto, conhecido como Vhils.
Aberto no verão de 2019 e sendo o único barco no mundo dedicado a mostrar a ‘street art’, a direção artística do Fluctuart escolheu o artista luso para o momento da reabertura após vários meses de encerramento devido à pandemia de covid-19 em França.
« É um artista que eu conheço e que eu coleciono. Ele é muito jovem, mas é uma estrela da ‘street art’. É um artista que está no top 10 deste movimento artístico. Ele veio com a sua equipa instalar aqui a exposição e gostou muito do local », disse Nicolas Laugero Lasserre, cofundador do espaço e diretor artístico do Fluctuart, em declarações à agência Lusa.
Com um espaço de 1.000 metros quadrados num barco que custou cerca de 4,5 milhões de euros, o Fluctuart é um museu, com visitas gratuitas e onde até 03 de outubro os parisienses podem ver as várias fases do trabalho de Vhils, mas também um ‘rooftop’ na moda, com bar e restaurante.
« O nosso desafio é que quem vem jantar ou beber um copo vá também visitar a exposição e temos um verdadeiro trabalho de receção, fazendo visitas guiadas gratuitas », explicou Lasserre.
Na esplanada deste barco, pode ainda ser vista a exposição « Les Amazones », comissariada pela brasileira Agathae Montecinos, onde sete mulheres, entre elas duas brasileiras, Drika Chagas e Sayonara Pinehiro, expõem as suas obras de ‘street art’.
No Museu de Arte Moderna de Paris, as mulheres africanas estão em destaque com a exposição « The Power of My Hands », no âmbito da temporada Africa 2020 em França, que deveria ter acontecido no ano passado, mas foi adiada devido à pandemia.
A exposição reúne obras de 16 mulheres africanas, incluindo a angolana Ana Silva ou a moçambicana Reinata Sadimba, e quer dar voz a estas artistas.
« Há um conjunto de ideias curatoriais e ao dar voz a estas artistas tentámos também juntar a nossa voz como curadoras. Nós acreditamos que as peças falam por si, não precisam de tradução, mas juntar as nossas vozes vem só reforçar isso », explicou Suzana Sousa, curadora da exposição.
Esta investigadora angolana considera que na história mundial « as mulheres de forma geral não foram o foco », acontecendo o mesmo com as artistas africanas.
Através de cerâmica, instalações de vídeo ou manipulação de tecidos, acompanhadas por testemunhos de cada artista, a exposição é um percurso pela arte contemporânea do continente e está patente até 22 de agosto.
Já no Museu da Música, a exposição « Salgado Amazônia » propõe um percurso pelas fotografias do conceituado fotógrafo brasileiro que mostra a Amazónia, acompanhado por música criada especialmente pelo compositor Jean-Michel Jarre.
Ao longo da exposição, o visitante conhece também mais de uma dezenas de povos indígenas do amazonas, com quem o fotógrafo passou algum tempo nas suas viagens a esta parte ainda por explorar completamente do globo.
A exposição de Sebastião Salgado está patente até 31 de outubro.
O defesa Gonçalo Inácio (07 minutos) e o médio Palhinha (48) marcaram os golos dos ‘leões’, que passam a somar nove pontos, os mesmos de Benfica e mais três do que FC Porto, que tem menos um jogo, Sporting de Braga e Gil Vicente.
O Belenenses SAD, que terminou reduzido a 10 elementos, por expulsão de Taira (89), somou a terceira derrota e continua sem pontuar, tal como o Famalicão.
Resultados da terceira jornada da I Liga de futebol:
– Sexta-feira, 20 ago:
Arouca – Famalicão, 2-1 (0-1 ao intervalo)
Moreirense – Sporting de Braga, 2-3 (0-2)
– Sábado, 21 ago:
Gil Vicente – Benfica, 0-2 (0-0)
Sporting – Belenenses SAD, 2-0 (1-0)
– Domingo, 22 ago:
Tondela – Portimonense, 16:30
Marítimo – FC Porto, 19:00
Vitória de Guimarães – Vizela, 21:30
– Segunda-feira, 23 ago:
Paços de Ferreira – Estoril Praia, 20:00
Boavista – Santa Clara, 22:15
Com Agência Lusa.
Os defesas Lucas Veríssimo (84 minutos) e Grimaldo (88) marcaram os golos da partida, dando o terceiro triunfo no campeonato aos ‘encarnados’, que somam mais três vitórias nas fases preliminares da Liga dos Campeões.
O Benfica isolou-se provisoriamente na liderança da I Liga, com nove pontos, mais três do que Gil Vicente, que sofreu a primeira derrota, e do que o campeão Sporting e do que o FC Porto, que têm menos um jogo.
Resultados da terceira jornada da I Liga de futebol:
– Sexta-feira, 20 ago:
Arouca – Famalicão, 2-1 (0-1 ao intervalo)
Moreirense – Sporting de Braga, 2-3 (0-2)
– Sábado, 21 ago:
Gil Vicente – Benfica, 0-2 (0-0)
Sporting – Belenenses SAD, 21:30
– Domingo, 22 ago:
Tondela – Portimonense, 16:30
Marítimo – FC Porto, 19:00
Vitória de Guimarães – Vizela, 21:30
– Segunda-feira, 23 ago:
Paços de Ferreira – Estoril Praia, 20:00
Boavista – Santa Clara, 22:15
A visita a Veneza, que será a primeira cidade do mundo com entrada paga e sujeita a reserva, pode custar entre três e 10 euros, dependendo do dia e do número de pessoas esperadas, segundo a imprensa italiana.
Os residentes da região do Veneza não vão pagar, embora não esteja excluído que sejam obrigados a reservar a visita, exceto crianças menores de seis anos, familiares dos residentes até ao terceiro grau e familiares de pessoas que arrendem casa no município.
A reserva será feita através de uma aplicação ou na web, com um código QR que será utilizado através de leitores ópticos torniquetes, parte de um sistema tecnológico que inclui mais de 500 câmaras de alta definição que as forças de ordem utilizaram durante a Economia do G20 em julho e uma centena de sensores via smartphones que conectam as redes móveis de quem está na cidade.
Os testes começam em setembro na ilha de Tronchetto, onde está localizado o comando da polícia local e onde todo o território é controlado digitalmente.
Nos primeiros dez dias de agosto chegaram a Veneza pessoas de 136 países diferentes, registando-se picos de 85 mil visitantes em 5 de agosto e de 80 mil em 18 de agosto, enquanto nos restantes foram quantificados entre 50 e 60 mil, embora ainda longe dos números pré-pandemia, quando a média de verão era de 110 mil visitantes diários, de acordo com Il Corriere della Sera.
A cobrança tem gerado polémica, com muitos a consideram tratar-se de « uma medida inconstitucional e contrária à legislação europeia », como o conselheiro Marco Gasparinetti, para quem algo assim « poderia ser feito para uma área limitada, como a Praça de São Marcos, mas não numa cidade inteira, e supõe a consagração » de Veneza como parque temático.
“A medida que poderá entrar em vigor a partir do verão de 2022 não serve para programar os fluxos, é apenas uma forma de ganhar dinheiro. E nós venezianos vamos desobedecer, porque não temos intenção de nos deixar registar na nossa passagem pelos torniquetes », afirmou La Stampa.
Alfa
A Temporada Cruzada (Saison Croisée) 2022 entre os dois países decorre a partir de fevereiro do próximo ano durante vários meses e inclui um vasto e diversificado programa, designadamente cultural, a apresentar simultaneamente nos dois países.
Numa entrevista ao Diário de Notícias de hoje, Manuela Júdice, comissária portuguesa da Temporada Cruzada, diz que em Portugal há pouco interesse pela França mas que, ao contrário, do lado francês, há um enorme interesse pelo nosso país. « Portugal está na moda », garante. « Hoje Paris e a França quase só existem para tirar uma fotografia frente à Torre Eiffel », explica.
Na entrevista informa que já há mais de cem projetos aprovados para a Saison, sobretudo nas áreas das artes plásticas e da música « além de não muitos, mas grandes » projetos na área do teatro. Diz também que o cinema está um pouco atrasado.