Champions. Marcelo critica Governo: “Quando se diz que os adeptos vêm em bolha é porque vêm em bolha. Senão não se diz”

Marcelo critica o Governo por causa da Champions e dos desacatos no Porto: “Não é possível dizer” que adeptos “vêm em bolha e depois não vêm”.

“Quando se diz que os adeptos vêm em bolha é porque vêm em bolha. Senão não se diz”.

“Não se pode dizer que temos que obedecer às regras, fixa-se um limite e depois o limite já não é esse, é outro”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa sobre a presença de adeptos ingleses em Portugal para a final da Liga dos Campeões.

Em Portugal o que se passou no Porto antes, durante e depois da final da Liga dos Campeões (ganha pelo Chelsea), sem regras, sem máscaras, sem distanciamento físico e com consumo de alcool fora de horas, foi considerado foi « um mau exemplo ».

Durante três dia e sobretudo três noites seguidas verificaram-se incidentes entre adeptos e destes com a polícia.

“Vêm aí os Santos Populares. Que autoridade moral tem agora o Governo?”, pergunta o Expresso na sua edição online.

LC: Chelsea vence Manchester City e sagra-se campeão europeu pela segunda vez

O Chelsea sagrou-se hoje pela segunda vez campeão europeu de futebol, ao vencer por 1-0 o Manchester City na final da Liga dos Campeões da época 2020/21, entre duas equipas inglesas, disputada no Estádio do Dragão, no Porto.

Um golo marcado pelo alemão Kai Havertz aos 42 minutos foi suficiente para a equipa treinada pelo compatriota Thomas Tuchel se impor ao campeão inglês, ainda à procura do primeiro título e que alinhou com os portugueses Rúben Dias e Bernardo Silva a titular, enquanto João Cancelo foi suplente.

O Chelsea conquista pela segunda vez a mais importante prova continental de clubes, depois do sucesso em 2012 e da final perdida em 2008, tendo ainda no palmarés dois títulos na Liga Europa (2013 e 2019), dois na extinta Taça dos Clubes Vencedores de Taças (1971 e 1998) e uma Supertaça europeia (1998).

https://twitter.com/ChampionsLeague/status/1398745916782387209

 

Com Agência Lusa.

Covid-19/Portugal. Sem mortos mas cada vez mais infetados. Lisboa preocupa

Lisboa com mais de metade dos novos casos. Há mais de um mês que não havia tantas infecções num dia.

Portugal continua a aproximar-se da “zona amarela” da matriz de risco. Incidência nacional subiu para 59,6 casos por 100 mil habitantes e o índice de transmissibilidade do vírus mantém-se em 1,07.

Despacho da Agência Lusa, com base nas últimas inormações da DGS:

Covid-19: Portugal sem mortes e 609 novos casos nas últimas 24 horas
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De acordo com o boletim epidemiológico de hoje, a região de Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a que tem mais novos casos confirmados com 327, mais de metade do total registado, 609.

Portugal passa hoje a barreira diária dos 600, o que não acontecia desde 26 de abril, quando foram registados 674 casos diários.

Em contraponto, e sem registo de nenhuma morte relacionada com o novo coronavírus, o número de internamentos em unidades de cuidados intensivos baixou para 49 (menos três do que sexta-feira), sendo a primeira vez com menos de 50 internados nestas unidades críticas desde 07 de setembro, dia em que o registo foi igual ao de hoje.

Também o número de doentes internados em enfermaria voltou desceu, com menos dois registos para um total de 244.

Os dados divulgados pela DGS mostram também que estão ativos mais 99 casos, num total de 22.633.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, em Portugal morreram 17.023 pessoas.

Foram consideradas recuperadas da infeção 808.557 pessoas, mais 510 nas últimas 24 horas.

As autoridades de saúde têm em vigilância mais 582 pessoas, num total de 23.469.

Segundo o boletim, a região Norte tem hoje 164 novas infeções por SARS-CoV-2, totalizando 340.138 casos de infeção e 5.354 mortes, desde o início da pandemia.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificados mais 327 casos, contabilizando-se até agora 320.787 casos e 7.212 mortes atribuídas à covid-19.

Na região Centro registaram-se mais 52 casos, acumulando-se 119.806 infeções e 3.021 mortos.

No Alentejo foram assinalados mais 12 casos, totalizando 30.165 infeções e 971 mortos.

Na região do Algarve, o boletim revela que foram registadas mais 19 infeções, acumulando-se 22.253 casos e 363 mortos.

A região Autónoma da Madeira registou 14 novas infeções, contabilizando 9.695 casos e 69 mortes devido à covid-19.

Os Açores registam 21 novos casos, contabilizando 5.369 casos e 33 mortos desde o início da pandemia, segundo a DGS.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim.

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 462.429 mulheres e 385.415 homens, mostram os dados da DGS, segundo os quais há 369 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Do total de vítimas mortais, 8.941 eram homens e 8.082 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguido da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.

O índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus SARS-Cov-2 em Portugal manteve-se em 1,07 e a taxa de incidência de casos de infeção por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias em 59,6.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.524.960 mortos no mundo, resultantes de mais de 169,3 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Secretário de Estado vê “muitos aspetos positivos” na final em Portugal

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto defendeu hoje que a final da Liga de Campeões em futebol tem “muito mais aspetos positivos” e que episódios com adeptos são “mais de ordem pública” que de saúde pública.

“As opções, como tudo na vida, têm os seus aspetos positivos, e eu vejo muitos nesta opção, e evidentemente também sabíamos que, do ponto de vista da ordem pública, estes eventos trazem sempre algumas questões”, disse à agência Lusa João Paulo Rebelo.

O governante centrou-se “mais no lado positivo” de Portugal receber a final da Liga de Campeões de futebol e que passa pelos “milhões de pessoas por todo o mundo que vão estar a ver um jogo de futebol e a associar um país a esse jogo”.

“Há milhares que, entretanto, vão ver e assistir ao próprio jogo. Os patrocinadores, as empresas que estão associadas a estas marcas, à UEFA e a estes clubes que vão estar no Porto e também se está a fazer, do ponto de vista turístico e económico, muito pelo país”, destacou.

João Paulo Rebelo lembrou que já no ano passado Portugal recebeu a fase final da Liga de Campeões de futebol e que o regresso da final é, no seu entender, “um reconhecimento ao trabalho que tem sido feito ao combate à pandemia” no país.

O secretário de Estado disse ainda que, “desde a primeira hora, a opção do Governo foi clara” de “também apoiar a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que é cada vez mais reconhecida no contexto da UEFA e mais reconhecida no contexto internacional, da própria FIFA”.

João Paulo Rebelo referiu que existem sempre alguns problemas, mas explicou que, na sua opinião, são sempre “muito mais problemas de ordem pública do que, propriamente, da saúde pública”.

O governante referiu que “as autoridades de saúde deram a sua concordância à opção que o Governo fez”, uma concordância que hoje em dia é o que está na base dos eventos se realizarem ou não.

“A primeira preocupação é sanitária, com certeza que sim, a partir daí, com as devidas precauções, com os devidos planos de contingência, temos de também, como ainda esta semana dizia o senhor Presidente da República, continuar a viver e continuar a nossa vida e precisamos de atividade económica, social e desportiva”, rematou.

João Paulo Rebelo falava à agência Lusa à margem da cerimónia de inauguração da requalificação do Campo de Saltos do Centro Hípico Montebelo, a que foi dado o nome de Campo António Matos Almeida, um dos cavaleiros mais premiados no país que é da região de Viseu e se iniciou neste espaço na modalidade.

Este espaço é gerido pela Associação Hípica e Psicomotora de Viseu (AHPV) que, após a assinatura de um protocolo para promover a modalidade com o Grupo Desportivo do Tondela, em novembro de 2019, passou de 30 para 60 atletas inscritos.

A final da edição 2020/21 da Liga dos Campeões, entre os ingleses de Manchester City e Chelsea, realiza-se este sábado, a partir das 21:00, no Estádio do Dragão, no Porto, com um terço da lotação nas bancadas.

 

Com Agência Lusa.

 

 

Euro2020: Renato Sanches recusa ‘grupo da morte’ e diz-se “muito melhor jogador”

O médio Renato Sanches recusou hoje a ideia de que a seleção portuguesa de futebol esteja inserida no ‘grupo da morte’ do Euro2020 e assumiu ser “muito melhor jogador” do que na competição continental de 2016.

“Não digo que seja um grupo da morte. São todas grandes equipas. É um grupo bom, no qual podemos fazer uma boa etapa e conseguir ganhar os jogos. Qualquer equipa que esteja num Campeonato da Europa pode ganhar a qualquer adversário”, afirmou o médio, de 23 anos, em conferência de imprensa, na Cidade do Futebol, em Oeiras.

Portugal integra o Grupo F do Euro2020 e, apesar de os jogadores ainda não terem abordado os duelos com França, Alemanha e Hungria, Renato Sanches assegurou que todos os “jogadores estão habituados a jogar grande jogos”.

O internacional luso realçou a evolução dos atletas desde o Euro2016, incluindo ele próprio, que, na altura, estava a dar os primeiros passos na equipa das quinas, com apenas 18 anos.

“Sinto-me muito melhor jogador do que em 2016, com mais capacidade, mais experiência. Os anos passam e os jogadores acabam por evoluir. Sinto-me preparado para jogar cada vez mais”, referiu o médio do Lille.

Renato Sanches, que soma 24 internacionalizações pela seleção principal, chega ao Euro2020 com o estatuto de campeão francês, ao serviço dos ‘dogues’, depois de ter vencido os títulos em Portugal, pelo Benfica, e na Alemanha, ao serviço do Bayern Munique.

“Individualmente é um grande feito ganhar em três países diferentes. Quando me mudei para o Lille [em 2019], não foi para ser campeão, mas sim para ter mais minutos de jogo. Foi um projeto que me agradou. Em França, temos um adversário, o PSG, que todos antecipam que pode ser campeão, só que este ano, em vários campeonatos, as equipas que não costumam ser campeãs foram-no. Foi um feito muito bom para nós”, observou.

Portugal, que é o detentor do troféu, integra o Grupo F do Euro2020, juntamente com Hungria, Alemanha e França, tendo estreia marcada na competição para 15 de junho, diante dos húngaros, em Budapeste, antes de defrontar os germânicos, em 19, em Munique, e os franceses, em 23, novamente na capital magiar.

Até à partida para Budapeste, marcada para 10 de junho, a seleção nacional vai realizar dois encontros de preparação, com a Espanha, em Madrid, em 04 de junho, e com Israel, cinco dias depois, no Estádio José Alvalade, em Lisboa.

 

Com Agência Lusa.

Rui Rio critica final da Champions com público. « Não entendo, nos nossos campeonatos não há público! »

Dirigente do PSD, Rui Rio, afirmou, a propósito dos distúrbios que já se verificam desde há duas noites seguidas na cidade do Porto, que recebe hoje a final da Liga dos Campeões:

« Não consigo entender como é que nós, nos nosos campeonatos de futebol, não deixámos que houvesse público – e até direi que bem – e agora … vamos importar um jogo em que os estrangeiros podem estar e andar por aqui a armar desacatos. E depois dizer que não vai ser como foi a festa do Sporting, em Lisboa e, aparentemente, ainda vai ser pior ou está quase a poder ser pior ».
São este tipo de decisões que “depois as pessoas não entendem”, acrescentou o líder social-democrata.

 

RUI RIO CRITICOU ONTEM À NOITE A FINAL DA LIGA DOS CAMPEÕES COM PÚBLICO NO PORTO, AGENDADA PARA ESTE SÁBADO.

 

 

 

 

Covid-19/Portugal. Só com o PS foi possível viver tantos meses em estado de emergência – Costa

Covid-19: Só com o PS foi possível viver tantos meses em estado de emergência e sem qualquer ameaça à democracia – Costa

 

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whatsapp sharing buttonO secretário-geral socialista considerou ontem que só com o PS no Governo foi possível a Portugal viver tantos meses em estado de emergência sem qualquer ameaça à democracia, definindo-o como um partido central no regime.

« O PS é o partido que simultaneamente consegue afirmar uma posição forte de Portugal na União Europeia, que consegue unir o país e não dividi-lo. O PS consegue a boa concertação institucional seja na Assembleia da República, onde construímos a maioria na negociação com os nossos parceiros à esquerda, seja com o Presidente da República, seja ainda no respeito institucional pela justiça », defendeu o líder socialista, em Lisboa.

António Costa falava na apresentação da sua moção de estratégia ao Congresso Nacional do PS perante os militantes da Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL), durante uma sessão que se realizou no Teatro Capitólio, no Parque Mayer.

António Costa foi ainda mais longe ao procurar atribuir ao seu partido um papel no sistema, dizendo que o PS tem na sua matriz os valores da « liberdade e da democracia ».

« Duvido que com outro partido pudéssemos ter vivido tantos meses em estado de emergência, sem que as liberdades e a democracia tivessem alguma vez estado ameaçadas », declarou o secretário-geral do PS.

O líder socialista defendeu também a ação do seu Governo no combate à pandemia da covid-19, ponto em procurou traçar linhas de demarcação face aos partidos à direita do PS.

« O emprego sofreu bastante, mas, como o Banco de Portugal assinalou, não fossem as medidas adotadas pelo Governo, hoje teríamos o dobro dos desempregados que atualmente temos » advogou.

A seguir, atacou o Governo PSD/CDS-PP, mas sem o mencionar.

« Foi precisamente porque a resposta não foi cortar pensões e salários, nem cortar orçamentos ou aumentar impostos, mas proteger o emprego e os rendimentos, que, apesar de tudo, hoje estamos onde estamos e prontos para recuperar o país », sustentou.

Na sua intervenção, o líder socialista procurou também acentuar a ideia de que a resposta à crise exigiu uma governação a diversos níveis e não apenas nacional.

« Igualmente na União Europeia, onde foi fundamental desde a primeira hora Portugal bater-se para que, ao contrário do que aconteceu há dez anos, [Bruxelas] não virasse as costas ao problema. Foi necessário que a União Europeia percebesse que eram necessárias linhas de emergência para apoiar o emprego, as empresas e os Estados-membros que viessem a necessitar, tendo depois lançado as condições para que, pela primeira vez na História, existisse uma emissão de divida coletiva para financiar um grande Plano de Recuperação e Resiliência à escala europeia », afirmou.

António Costa deixou também um rasgado elogio aos autarcas no combate à pandemia, destacando o apoio que às famílias em isolamento profilático « e que precisavam de comida ».

« Os autarcas foram essenciais quando as escolas fecharam, assegurando a alimentação das crianças. E têm dado um apoio extraordinário no plano de vacinação », acrescentou.

Euro2020: Segundo treino de Portugal marcado por controlo antidoping surpresa

A seleção portuguesa de futebol realizou hoje o segundo treino de preparação para o Euro2020, uma sessão marcada por um controlo antidoping surpresa, que não contou com João Cancelo, Rúben Dias, Bernardo Silva, Bruno Fernandes e Gonçalo Guedes.

Tal como já tinha acontecido no arranque dos trabalhos, na quinta-feira, os cinco atletas voltaram a estar ausentes no segundo apronto, que estava agendado para as 11:30 (Paris), mas começou com um atraso de 50 minutos, face a um controlo de antidoping surpresa por parte da UEFA, segundo revelou a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) à comunicação social presente.

O médio Bruno Fernandes disputou a final da Liga Europa pelo Manchester United, na quarta-feira, e só se apresenta em 02 de junho, enquanto trio do Manchester City tem agendada para sábado a decisão da Liga dos Campeões, diante do Chelsea, no Estádio do Dragão, no Porto, pelo que serão dos últimos a juntar-se ao grupo liderado por Fernando Santos, em 05 de junho.

Gonçalo Guedes, avançado do Valência, ainda não marcou presença na Cidade do Futebol, em Oeiras, por ter apresentado um teste com resultado positivo ao novo coronavírus, que provoca a covid-19.

O avançado do Valência está a cumprir isolamento, obrigatório para qualquer cidadão que esteja infetado, sendo que a FPF não anunciou alterações aos convocados para o Campeonato da Europa e mantém o jogador na lista dos 26 eleitos pelo selecionador Fernando Santos.

Durante os primeiros 15 minutos, abertos à comunicação social, 21 dos 26 convocados treinaram sem limitações num dos relvados da Cidade do Futebol, com os 18 jogadores de campo e os três guarda-redes presentes, divididos em dois grupos, a realizarem ‘aquecimento’ e exercícios com bola.

 

João Félix assumiu, esta sexta-feira, em conferência de imprensa, que a Seleção Nacional vai entrar no Europeu com o objetivo de trazer novamente o título para Portugal.

João Félix tem vindo a ser alvo de críticas pelo que tem feito no Atlético Madrid: «Como apareci relativamente cedo desde o início começaram, pelo que estou habituado. Claro que as oiço. Ficou com as que acho que são construtivas e às outras não ligo.»

«Tenho contrato. Sou jogador do Atlético Madrid, estou feliz lá, mas agora estou focado na Seleção. Temos uma competição importante para ganhar e claramente diria que somos candidatos», realçou o jovem avançado, em conferência de imprensa.

Portugal, que é o detentor do troféu, integra o Grupo F do Euro2020, juntamente com Hungria, Alemanha e França, tendo estreia marcada na competição para 15 de junho, diante dos húngaros, em Budapeste, antes de defrontar os germânicos, em 19, em Munique, e os franceses, em 23, novamente na capital magiar.

Até à partida para Budapeste, marcada para 10 de junho, a seleção nacional vai realizar dois encontros de preparação, com a Espanha, em Madrid, em 04 de junho, e com Israel, cinco dias depois, no Estádio José Alvalade, em Lisboa.

 

Com Agência Lusa.

Covid-19/Portugal. Lisboa em alerta – é « motivo de preocupação »

A ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, apresentando as conclusões da reunião do Conselho de Ministros de ontem. Foto: RODRIGO ANTUNES/LUSA

Lisboa registou ontem 46% dos 572 novos casos em dia sem mortos. 

Segundo o boletim da DGS, não houve alterações ao nível dos internamentos, pelo que se mantêm 233 doentes nos hospitais, dos quais 53 nos cuidados intensivos.

Lisboa em alerta. País continua em situação de calamidade. Situação em Lisboa é « motivo de preocupação ».

Na mesma conferência de imprensa, a ministra que revelou que o concelho de Lisboa – onde a incidência pandémica já está acima de 120 casos por cem mil habitantes em 15 dias – ficará agora sob alerta, com testagem reforçada sobretudo nos pontos onde a incidência pandémica é maior.

A situação em Lisboa mostra « incidência crescente » da pandemia, sendo isso « motivo de preocupação », afirmou Mariana Vieira da Silva.

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