Covid-19/Índia. Mais de 2 mil mortos e quase 300 mil infetados em 24h

Covid-19: Índia bate recorde com mais de dois mil mortos e quase 300 mil casos num dia

 

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email sharing button A Índia anunciou hoje mais de dois mil mortos com covid-19 e quase 300 mil casos em 24 horas, um recorde nacional e um dos mais altos números diários do mundo desde o início da pandemia.

O Ministério da Saúde assinalou 2.023 óbitos e 295 mil novos casos, elevando o total de mortes para 182.553 e de infetados para 15,6 milhões.

A pandemia de covid-19 provocou mais de três milhões de mortos no mundo, resultantes de mais de 141,9 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

Em Portugal, morreram 16.951 pessoas dos 831.645 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

PR Marcelo em Andorra, onde portugueses representam 14% da população

Marcelo pede, em Andorra, aos portugueses no estrangeiro que votem nas eleições nacionais. Portugueses representam 14% da população do principado.

 

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O Presidente da República pediu ontem aos portugueses no estrangeiro que votem nas eleições nacionais, num discurso perante representantes da comunidade em Andorra em que frisou que politicamente não será candidato a mais nada.

Marcelo Rebelo de Sousa, empossado em 09 de março para um segundo e último mandato como Presidente da República, falava no primeiro ponto do seu programa oficial de dois dias em Andorra, antes de participar na XXVII Cimeira Ibero-Americana juntamente com o primeiro-ministro, António Costa, e com o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

Na sua intervenção, Marcelo Rebelo de Sousa referiu que, por causa da pandemia de covid-19, tem optado por adiar todas as deslocações ao estrangeiro, mas que no caso de Andorra, tanto ele, como o primeiro-ministro, não podiam seguir esse critério e tinham de marcar presença.

« Tínhamos de estar com a nossa gente », disse, num discurso com muitos elogios ao papel que tem sido desempenhado pela comunidade portuguesa em Andorra.

Uma comunidade que é a segunda maior estrangeira do principado – composta por cerca de 10.500 pessoas – logo após a espanhola, e que representa aproximadamente 14% da população total do principado. Os portugueses em Andorra são maioritariamente originários do norte de Portugal e dedicam-se principalmente ao comércio, à construção civil e à hotelaria.

Tal como antes já tinha feito António Costa nesta mesma sessão, o chefe de Estado salientou que os portugueses residentes fora do seu país têm agora mais direitos políticos de participação na vida nacional.

« Estamos a trabalhar no domínio consular, agora pela via digital. E estamos a estreitar as relações em termos de participação eleitoral. Agora que sou insuspeito, porque já não sou candidato a nada, a mais nenhuma eleição, estou muito à-vontade para vos apelar a que votem mesmo », declarou.

O Presidente da República apontou que, no plano político, este aumento dos direitos de participação dos portugueses no estrangeiro « foi uma longa luta pelo direito de voto ».

« Vamos ver como se estuda isso para ser mais fácil votar, mas aqui, em Andorra, não é muito difícil, porque não há grandes distâncias a fazer para ir votar. Aqui, é mesmo ao lado de casa. Aproveitem essa oportunidade », insistiu o chefe de Estado.

No seu discurso, Marcelo Rebelo de Sousa recordou a visita oficial que realizou a este país em 2017, considerando que foi o momento alto » de um périplo que incluiu o Egito e a Grécia.

« Antes de começar o programa oficial em Andorra, tive de ir a um centro comercial comprar sapatos. Com a ajuda da comunidade portuguesa, comprei uns sapatos luso-andorranos », contou, numa das várias notas pessoais que transmitiu e em que também lembrou uma visita que fez ao principado na década de 60.

« Andorra era praticamente uma grande rua de comércio nos anos 60. Os portugueses estavam a chegar naquela viragem para os anos 70. Foi uma anunciação do que seria a nossa presença aqui na construção civil, na hotelaria, na restauração e nos serviços mais diversos », apontou.

Para o Presidente das República, os portugueses em Andorra « são insubstituíveis », fazendo, em seguida, uma alusão às consequências negativas da covid-19 e ao « último ano « muito difícil » em todo o mundo.

« Esta é a primeira deslocação que fazemos juntos, primeiro-ministro e Presidente das República. Tenho adiado sistematicamente todas as deslocações ao estrangeiro e, portanto, não é um acaso a coincidência que a cimeira [Ibero-Americana] permitiu com a nossa presença aqui », assinalou.

Marcelo Rebelo de Sousa disse que ele e António Costa até podiam « ter ficado pelo digital » para participarem na Cimeira Ibero-Americana, « até porque dos 22 países do espaço Ibero-Americano, só aqui estão presentes Espanha, Portugal, Guatemala e República Dominicana ».

« No nosso caso, não houve hesitação. O senhor primeiro-ministro disse-me logo: A Andorra temos de ir, é evidente, porque temos lá muita gente nossa. Obviamente, não pude deixar de sentir exatamente o mesmo. Começámos este programa por onde devíamos começar: Pela nossa gente », disse, numa nova alusão aos portugueses que vivem em Andorra.

O Presidente da República deixou ainda um apelo aos portugueses que residem no estrangeiro, pedindo-lhe que visitem o país logo que as condições de mobilidade o permitirem, « ou no próximo Verão, ou no próximo Natal ».

« Se tudo correr como esperamos em Portugal, contamos convosco », declarou.

Neste encontro, estiveram em representação da comunidade portuguesa, além do conselheiro das José Manuel Gonçalves, oito membros de associações e grupos lusos, 12 empresários e profissionais liberais, quatro dos setores do ensino, cultura e comunicação Social, quatro lusodescendentes eleitos nas câmaras locais, e três do consulado honorário de Portugal em Andorra.

Caos ainda em Luanda devido à chuva torrencial de segunda-feira

Desalojados devido a chuvas de Luanda voltam a dormir ao relento e pedem socorro

 

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Famílias que viram as suas casas desabar, em Luanda, devido às chuvas torrenciais de segunda-feira, choram a morte de três crianças e a perda dos seus haveres, preparando-se para passar a segunda noite ao relento, informa despacho da Lusa de ontem ao princípio da noite.

“Desta vez foi coisa grave, a chuva começou às 05 horas da manhã, então quando a parede da escola cai, toda a água voltou para cá, aí saíram duas mortes, aqui a parede da minha casa desabou”, contou à Lusa Joana Damião.

Com a residência parcialmente desabada, a moradora do bairro da Encib recordou que passou a noite de segunda-feira ao relento e pede às autoridades que acautelem mais perdas de vida.

“Ontem dormimos na rua, só quero que nos olhem, queremos sítio para viver porque isso é coisa grave, já dormimos na água e hoje vamos dormir na água, por favor nos olhem, está muito mal”, atirou.

O bairro da Encib, no distrito urbano do Sambizanga, é um dos mais afetados pelas chuvas de segunda-feira em Luanda e os populares, que viram as suas habitações arrasadas pela enxurrada, receiam pelo pior.

Pelo menos três crianças morreram no bairro da Encib devido à derrocada das casas, situação que amplia o lamento dos moradores que clamam pela intervenção das autoridades e alojamento num local seguro.

No local, os escombros dão as boas-vindas aos visitantes e transeuntes que por aí circulam e não escapam ao enorme lamaçal que se estende pela zona.

Enquanto uns ainda retiram águas do interior das residências, outros procuram resgatar os seus haveres, adornados pela lama infindável, enquanto o desespero toma conta de outros populares que, com semblante carregado, “rogam para não voltar a chover”.

Crianças e adultos, empenhados em reaver o pouco que lhes restou, pedem ajuda às autoridades, sobretudo para “acomodação em local seguro e bens alimentares para a sua sobrevivência”, como referiu uma das moradoras.

Julieta Kemba, 21 anos, que viu igualmente a sua residência ser deitada abaixo pela força da água, falou do drama que a sua família enfrenta descrevendo a sua situação como “péssima e desagradável”.

“Vivo com os filhos e não sei onde vou, porque para podermos conseguir ainda pregar no sono foi só pela boa vontade dos vizinhos, porque a casa está totalmente no chão”, lamentou.

Queixas também exteriorizadas por Marcelina Domingos, que viu a residência dos pais transformada em escombros e solidarizou-se com a morte de três crianças no bairro.

Casas desabadas, ruas intransitáveis, pelo menos 14 mortos são algumas das consequências das chuvas que caíram na segunda-feira em Luanda e que não pouparam a conhecida ponte do Kamorteiro, no município do Talatona, que viu ruir uma das suas lajes.

O desabamento de uma das lajes de transição da passagem que liga os distritos de Talatona e do Patriota, sul de Luanda, forçou as autoridades a interditarem a ponte, enquanto os populares pedem a reabilitação total da infraestrutura.

“A corrente de água é que fez cortar a circulação e, se chover mais, a circulação pode estar cortada por completo. É necessário que reabilitem a ponte por completo não apenas a parte que ruiu”, defendeu Charles José em declarações à Lusa.

Já o moto-taxista Miala Mateus considerou que o desabamento de uma das partes da ponte “é fruto de negligência do empreiteiro e das autoridades”, porque após a sua reabilitação a mesma “já mostrava sinais de insegurança”.

“O que acontece no nosso país é que o Governo quer dar as obras nas mãos de pessoas que não conhecem o país, porque ela foi reabilitada, gastou milhões de dólares, mas desabou em tempo curto”, atirou Mateus.

Portugueses do estrangeiro pagam o dobro dos residentes nacionais no imposto sobre as mais-valias

Cinco deputados do PS, PAULO PORTO, PAULO PISCO, MARTA FREITAS, JOSÉ LUÍS CARNEIRO, LARA MARTINHO e FRANCISCO ROCHA pediram ao Governo, através de uma pergunta, em nota oficial, para acabar com a discriminação fiscal entre portugueses residentes no país e não residentes no imposto que pagam pelas transações que fazem.

Segundo Paulo Pisco, em nota enviada por mail às redações, a pergunta ao Governo visa a necessidade de acabar com a discriminação entre residentes e não residentes no pagamento do imposto sobre as mais-valias obtidas em transações como andares, terrenos e outros bens, visto que os portugueses não residentes pagam o dobro daquilo que pagam os residentes.

« Este é um assunto muito relevante para milhares de portugueses, não só pela questão do que pagam a mais, mas por se tratar também de uma questão de justiça », afirma o deputado pelo círculo da Europa.

Os cinco deputados pedem dois esclarecimentos ao secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Fiscais

« 1 – Como se pode justificar que haja um tratamento diferenciado entre portugueses residentes e não-residentes em termos do regime fiscal relativamente à tributação de mais-valias imobiliárias?
2 – Está o Governo disponível para adaptar a Lei Fiscal equiparando o regime fiscal entre residentes e não-residentes, em sede de tributação de mais-valias imobiliárias, respeitando o princípio da liberdade de capitais previsto no Tratado de Funcionamento da União Europeia? ».

(Paulo Pisco e José Luís Carneiro, antigo secretário de Estado das Comunidades, são dois dos cinco deputados que assinam o pedido de escalrecimento): 

Covid-19/França. 1/4 dos franceses já vacinados com 1ª dose. Mas há mais doentes graves e 375 mortos

Covid-19: Um em cada quatro franceses já foram vacinados com uma primeira dose

 

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França já vacinou 24,8% da sua população, ou seja, um em cada quatro franceses já receberam a primeira dose da vacina, embora o número de pacientes em estado grave continue a aumentar, segundo divulgaram ontem as autoridades sanitárias gaulesas.

Segundo o Presidente República, Emmanuel Macron, o país está « no bom caminho » ao já ter vacinado com a primeira dose 12.999.655 pessoas.

« As coisas estão a acelerar-se », fez saber o Presidente ontem à tarde a partir do Palácio do Eliseu.

Ao mesmo tempo, o número de pacientes graves no hospital continua a aumentar, com 5.970 pessoas internadas, mais 14 do que na véspera.

Em 24 horas, morreram em França 375 pessoas, perfazendo um total de 101.514 óbitos desde o início da pandemia.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.031.441 mortos no mundo, resultantes de mais de 141,9 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Superliga: CLUBES INGLESES ABANDONAM SUPERLIGA EUROPEIA

A BBC avançou e não demorou a surgir a confirmação. Depois do Manchester City, também Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester United e Tottenham abandonaram o projeto da Superliga Europeia.

Os ‘citizens’ anunciaram anteriormente que já tinham iniciado formalmente o procedimento para se retirarem do grupo responsável pelo desenvolvimento do projeto da Superliga europeia, tendo agora sido seguidos por mais estes quatro clubes ingleses, estando ainda por confirmar oficialmente a eventual saída do Chelsea.

« Após vos termos escutado (adeptos), bem como à comunidade alargada do futebol, nestes últimos dias, retiramo-nos da Superliga. Cometemos um erro e pedimos desculpa por isso », pode ler-se num Twitter dos ‘gunners’.

Com o anúncio destes abandonos, e contando com uma eventual saída do Chelsea, restarão na Superliga apenas seis dos primeiros 12 clubes anunciados: Real Madrid, Barcelona, Atlético Madrid, AC Milan, Inter de Milão e Juventus.

No domingo, AC Milan, Arsenal, Atlético de Madrid, Chelsea, FC Barcelona, Inter Milão, Juventus, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Real Madrid e Tottenham anunciaram a criação da Superliga europeia, à revelia de UEFA, federações nacionais e vários outros clubes.

A competição previa ser disputada por 20 clubes, 15 dos quais fundadores – apesar de só terem sido revelados 12 – e outros cinco, qualificados anualmente.

A UEFA anunciou que vai excluir todos os clubes que integrem a Superliga, assegurando contar com o apoio das federações de Inglaterra, Espanha e Itália, bem como das ligas de futebol destes três países.

 

Com Agência Lusa.

Superliga: Manchester City comunica saída da prova

O clube inglês Manchester City comunicou hoje que vai abandonar a Superliga europeia de futebol, anunciada na noite de domingo com outros 11 emblemas, entre os quais o Chelsea, que deverá seguir o mesmo caminho, segundo a Associated Press.

« O Manchester City Football Club pode confirmar que iniciou formalmente o procedimento para se retirar do grupo responsável pelo desenvolvimento do projeto da Superliga europeia », escreveu o clube inglês, num curto comunicado divulgado na página oficial na Internet.

A tomada de posição do clube britânico, no qual atuam os portugueses João Cancelo, Rúben Dias e Bernardo Silva, surge poucas horas depois de notícias da imprensa inglesa, que indicavam a retirada dos ‘citizens’, assim como a dos ‘blues’, outro dos co-fundadores.

Segundo revelou à Associated Press uma pessoa que preferiu manter o anonimato, os londrinos deverão comunicar igualmente a saída, faltando apenas preprarar os documentos a enviar para o grupo da Superliga europeia.

No domingo, AC Milan, Arsenal, Atlético de Madrid, Chelsea, FC Barcelona, Inter Milão, Juventus, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Real Madrid e Tottenham anunciaram a criação da Superliga europeia, à revelia de UEFA, federações nacionais e vários outros clubes.

A competição previa ser disputada por 20 clubes, 15 dos quais fundadores – apesar de só terem sido revelados 12 – e outros cinco, qualificados anualmente.

A UEFA anunciou que vai excluir todos os clubes que integrem a Superliga, assegurando contar com o apoio das federações de Inglaterra, Espanha e Itália, bem como das ligas de futebol destes três países.

Entretanto, o organismo que rege o futebol europeu anunciou o alargamento da Liga dos Campeões de 32 para 36 clubes, a partir de 2024/25, numa liga única, em que cada equipa joga contra 10 adversários, cinco jogos em casa e cinco jogos fora.

Os oito melhores classificados vão ser apurados diretamente para os oitavos de final, enquanto os classificados entre o 9.º e o 24.º lugar vão disputar um ‘play-off’ para apurar outras oito equipas.

 

 

Com Agência Lusa.

EUA/Floyd: Derek Chauvin considerado culpado de todas as acusações no homicídio de George Floyd

O ex-agente policial norte-americano Derek Chauvin foi hoje considerado culpado de todas as acusações no julgamento do homicídio do afro-americano George Floyd.

Chauvin – que na sala de tribunal ouviu impassível a palavra “culpado” ser pronunciada por três vezes na deliberação dos jurados, para os crimes de assassínio em segundo grau, homicídio em terceiro grau e homicídio – foi levado sob custódia policial, algemado, depois de fazer uma ligeira vénia na direção do juiz.

A pena a que Chauvin irá ser condenado será determinada em sentença judicial, a agendar pelo tribunal do condado de Hennepin, na cidade de Minneapolis.

O crime de assassínio em segundo grau é punível com até 40 anos de prisão; homicídio em terceiro grau, com pena máxima de 25 anos, e homicídio em segundo grau, com pena de prisão de até 10 anos.

 

Com Agência Lusa.

Farense vence em Paços de Ferreira e sai dos lugares de despromoção

Dois golos na reta final permitiram hoje ao Farense vencer em casa do Paços de Ferreira por 2-0, no jogo de abertura da 28ª jornada da I liga de futebol, saindo dos lugares de despromoção.

Ryan Gauld, aos 77 minutos, na conversão de um penálti, e Fabrício Isidoro, aos 84, anotaram os golos que permitiram aos algarvios interromper uma série de três derrotas consecutivas, enquanto a equipa pacense somou a quarta derrota seguida.

Com este triunfo, o Farense abandonou 17º e penúltimo lugar e subiu ao 16º, que dá acesso ao ‘play-off’ de manutenção, com 25 pontos, enquanto o Paços de Ferreira mantém o quinto posto, com 44 pontos, ainda mais seis do que o Vitória de Guimarães, sexto e que nesta ronda joga em casa do FC Porto, segundo.

 

Resultados da 28ª jornada da I Liga de futebol (horas em Paris):

– Terça-feira, 20 abr:

Paços de Ferreira – Farense, 0-2 (0-0 ao intervalo)

 

– Quarta-feira, 21 abr:

Santa Clara – Moreirense, 16:30

Marítimo – Rio Ave, 18:00

Sporting de Braga – Boavista, 20:00

Sporting – Belenenses SAD, 22:15

 

– Quinta-feira, 22 abr:

Tondela – Nacional, 16:00

Gil Vicente – Famalicão, 18:00

Portimonense – Benfica, 20:00

FC Porto – Vitória de Guimarães, 22:00

 

Com Agência Lusa.

Covid-19. Mais de dois milhões de portugueses já tomaram a primeira dose da vacina

Covid-19: Mais de dois milhões de portugueses já tomaram a primeira dose da vacina

 

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Alfa/Lusatwitter sharing button
email sharing buttonMais de dois milhões de pessoas já receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19, o que equivale a 20% da população portuguesa, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o relatório semanal da vacinação divulgado pela DGS, 2.015.225 pessoas já tomaram a primeira dose, enquanto 689.329, que representam 7% da população, já têm a vacinação completa contra o vírus SARS-CoV-2.

Por grupos etários, 91% dos idosos com mais de 80 anos (617.566 pessoas) já estão vacinados com a primeira dose e 58% (394.186) já receberam as duas doses da vacina.

Na faixa etária entre os 65 e os 79 anos, 42% (669.263) também receberam a primeira toma do fármaco, uma percentagem que desce para apenas 4% (59.658) no que se refere às duas doses.

Do grupo de pessoas entre os 50 e os 64 anos, 16% (355.519) tomaram a primeira dose e 4% (84.810) têm a vacinação completa contra a covid-19, enquanto na faixa etária dos 25 a 49 anos 10% (345.865) já receberam a primeira toma e 4% (138.923) estão totalmente vacinados contra o novo coronavírus.

Lisboa e Vale do Tejo é agora a região onde foram administradas mais vacinas, com um total de 888.770 doses, seguindo-se o Norte (876.591), o Centro (553.844), o Alentejo (166.527), o Algarve (97.785), a Madeira (69.737) e os Açores (48.495).

No que se refere à cobertura vacinal, 11% da população do Alentejo já tem a vacinação completa, ao que se segue o Centro com 9%, a Madeira com 8%, os Açores com 7% e o Norte, Lisboa e Vale do Tejo e o Algarve, todas com 6%.

Desde o início da vacinação, no final de dezembro de 2020, Portugal recebeu um total de 2.983.590 vacinas, tendo sido distribuídas pelos postos de vacinação do país 2.679.813 doses.

 A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.031.441 mortos no mundo, resultantes de mais de 141,9 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.951 pessoas dos 831.645 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.