Do 8 ao 80. Portugal é o país da UE com menos casos de covid-19

Portugal é o país da União Europeia com menos casos de covid-19.

Resumo de uma informação divulgada esta tarde pelo jornal Público:

« Portugal regista uma média de 93 casos por 100 mil habitantes. A média europeia aumentou para 283 infecções por 100 mil habitantes. Há pouco mais de um mês, Portugal ocupava a pior posição na Europa, com uma incidência de 1190 casos ».

Afinal, Vacina da AstraZeneca é “segura”, diz Agência Europeia de Medicamentos

Vacina da AstraZeneca é “segura”, diz Agência Europeia de Medicamentos

Avaliação feita pelo regulador da União Europeia conclui que a toma da vacina não está associada a um aumento de casos de formação de coágulos sanguíneos.

Numa primeia informação sobre um estudo feito, a Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) indica que segundo os dados verificados pelo regulador não há relação entre um aumento dos fenómenos trombóticos e hemorrágicos e a toma da vacina contra a covid-19 produzida pela AstraZeneca.

A vacina é “segura e eficaz”, declarou Emer Cooke, diretora executiva da EMA.

Covid-19. « Passaporte verde » para viajar na UE é positivo, mas discriminatório. Opinião

O « Passaporte Covid-19 », projeto gratuito de certificado europeu, deverá estar a funcionar já neste verão, conterá informação « que indicará se uma pessoa foi vacinada contra a covid-19, se já recuperou [da doença], ou se teve resultado negativo no teste ».

Visa faciliar a circulação e as viagens na União Europeia e salvar turismos, ou parte deles, companhias aéreas e economias que se afundam, salvar empregos, mas é discriminatório porque nem sequer há vacinas para todos e mesmo os testes são geralmente pagos pelos viajantes (bem como as quarentenas quando é caso disso). Isto para não falar na maior parte do planeta, onde nem sequer há vacinas nem testes.

Crónica de Daniel Ribeiro para ouvir na Rádio Alfa, na sexta-feira, 19, às 2h30 – 5h45 – 6h45 – 10h30 – 13h15 – 16h15 – 20h00.

Ou ouça aqui: 

 

Covid-19/Portugal. 21 mortos e 485 infetados em 24h. Menos doentes em Cuidados Intensivos

Covid-19. Número de internados em UCI desce abaixo dos 200. Há 485 novos casos e 21 mortes

Estão internados em unidades de cuidados intensivos 187 doentes, menos 18 do que no dia anterior. segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS). É o valor mais baixo desde o início de Outubro.facebook sharing button

twitter sharing buttonDe acordo com o relatório da situação epidemiológica da DGS, o número de doentes internados em enfermaria baixou para 828, menos 28 do que na quarta-feira.

Comuna de Paris foi há 150 anos. 72 dias de democracia direta

Comuna de Paris de 1871 faz 150 anos nesta quinta-feira. A democracia popular – ou direta – durou 72 dias e terminou num banho de sangue.

Foi com efeito no dia 18 de março que, há 150 anos, os parisienses se revoltaram contra o Governo legal francês que, apoiado, no Parlamento em Versalhes, por uma maioria monarquista, tinha acabado de assinar um armistício com a Prússia, cujas tropas ocupavam metade da França.

Paris recusou a derrota, resistiu e, a seguir, proclamou a Comuna, que durou 72 dias.

Foi uma experiência de democracia popular, com muitas medidas recolucionárias, incluindo moratória sobre as rendas, escola gratuita e obrigatória para rapazes e raparigas, separação das religiões e o Estado…

A esquerda chamou à Comuna o esboço de uma democracia social (ou, hoje, participativa).

Muitos historiadores qualificaram a Comuna como o primeiro exemplo de governo popular, composto essencialmente por operários. « A revolução, ou a insurreição, conforme o ponto de vista, acabaria com um banho de sangue, colocando ponto final ao que foi a primeira experiência moderna de democracia directa », escreve hoje o jornal português Público num longo artigo sobre o tema.

Eis o que um extrato do escreve a Wikipédia sobre a Comuna de Paris (em francês):

« La Commune de Paris est une période insurrectionnelle de l’histoire de Paris qui dura 71 jours, du  à la « Semaine sanglante » du 21 au . Cette insurrection refusa de reconnaître le gouvernement issu de l’Assemblée nationale, qui venait d’être élue au suffrage universel masculin, et choisit d’ébaucher pour la ville une organisation de type libertaire, basée sur la démocratie directe, qui donnera naissance au communalisme.

La Commune est à la fois une réaction à la défaite française de la guerre franco-prussienne de 1870 et au siège de Paris, et une manifestation de l’opposition entre le Paris républicain favorable à la démocratie directe, et une Assemblée nationale à majorité monarchiste acquise au régime représentatif. Cette insurrection et la violente répression qu’elle subit eurent un retentissement international important, notamment au sein du mouvement ouvrier et des différents mouvements révolutionnaires naissants. La Commune est de ce fait encore aujourd’hui une référence historique importante pour le mouvement libertaire et plus largement pour les mouvements de gauche. »

 

Covid-19/França. « Vão ser tomadas medidas suplementares ». Île-de-France e Hauts-de-France deverão ser abrangidas

O aumento da taxa de incidência (número de casos por 100 mil habitantes) em Île-de-France (região de Paris) é cada vez mais inquietante.

Esta taxa nunca esteve tão elevada e, nos últimos dias, atingiu em Île-de-France 426 infetados por 100 mil habitantes contra 253 ao nível nacional.

Perante esta situação, o Primeiro-ministro, Jean Castex, deverá anunciar nesta quinta-feira, numa conferência de imprensa, um endurecimento das restrições sanitárias na região parisiense e, igualmente em toda, ou parte, da região de Hauts-de-France (norte).

No decorrer de um « Conselho de Defesa » sanitário, nesta quarta-feira, no Eliseu, foi decidido que « medidas suplementares » vão ser decididas para estas duas regiões, segundo anunciou o porta-voz do Governo, Gabriel Attal.

As medidas podem incluir confinamentos parciais ou mesmo globais durante algumas semanas.

Covid-19/Portugal. Gouveia e Melo defende aquisição da vacina russa em caso de aval da EMA

Covid-19: Gouveia e Melo defende aquisição da vacina russa em caso de aval da EMA

 

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Alfa/Entrevista à Lusatwitter sharing button
email sharing buttonA vacina russa Sputnik V contra a covid-19 deve ser adquirida para o lote de vacinas de Portugal, caso tenha avaliação positiva da Agência Europeia do Medicamento (EMA), defende o coordenador da ‘task force’ responsável pelo plano de vacinação.

“Defendo a aquisição de todas as vacinas que sejam possíveis trazer ao processo português, desde que tenham qualidade, as garantias necessárias de reguladores credíveis e possam ser administradas em território nacional”, afirma em entrevista à agência Lusa o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, salientando: “Se tivermos a possibilidade de trazer mais vacinas, acelerando a proteção da população e contribuindo para libertar a economia e a sociedade da pandemia, julgo que todo o português de bom senso deseja isso”.

O atual portefólio de vacinas assegurado por Portugal inclui as vacinas desenvolvidas por Pfizer/BioNtech, Moderna, AstraZeneca, Janssen (todas já autorizadas pelo regulador europeu para introdução no mercado), Sanofi/GSK e CureVac (ambas numa fase mais atrasada). No dia 04 de março, a EMA anunciou o início de uma “análise contínua” da Sputnik V para aferir a sua conformidade com os requisitos da União Europeia ao nível de eficácia, segurança e qualidade.

Num momento em que Portugal regista cerca de 1,2 milhões de vacinas administradas, das quais perto de 850 mil correspondem à primeira dose e 350 mil à segunda, Henrique Gouveia e Melo reivindica uma “taxa de execução muito elevada” face ao que foi entregue pelas farmacêuticas e nota que “o ‘stock’ [de vacinas] é inferior a 10% da vacinação”, apesar de um ligeiro acréscimo com a suspensão temporária da vacina da AstraZeneca.

“Os nossos ‘stocks’ são de segurança para as segundas doses. Nós antecipamos ao máximo a vacinação dos portugueses – com algum risco até nos ‘stocks’, mas um risco calculado e mitigado – para que a taxa de vacinação seja a mais elevada possível com a disponibilidade de vacinas que temos em território nacional”, frisa.

Paralelamente, o responsável pela ‘task force’ assume a possibilidade de um novo alargamento do prazo entre a toma das duas doses – como foi decidido no início de março em relação à vacina da Pfizer/BioNtech, que passou de 21 para 28 dias, e que classifica como “um primeiro passo” – para poder vacinar mais pessoas num menor espaço de tempo.

“Eventualmente, depois de termos indicações mais seguras de que alargar mais tempo não prejudica a eficácia da vacina, julgo que devemos alargar, mas só depois de termos essas indicações”, observa, sem deixar de fixar a meta de “perto de um milhão de pessoas com a primeira dose de vacinação” até ao final deste mês.

Com o processo de desconfinamento a decorrer em paralelo com a vacinação, Henrique Gouveia e Melo mostra algum receio de que “ideias de descontração possam comprometer todo o esforço” do último período de confinamento e lembra que isso depende de “todos”, independentemente de uma maior fiscalização ou de sanções mais pesadas.

“Não tenho, evidentemente, funções políticas, nem funções policiais. Portanto, enquanto coordenador da ‘task force’, apelo à consciencialização das pessoas para os seus comportamentos, porque isso pode ter uma influência tremenda no nosso futuro”, conclui.

Bayern, Manchester City e mais cinco ‘tubarões’ na ‘rota’ do FC Porto na Liga dos Campeões

 Bayern Munique, Manchester City, Paris Saint-Germain, Liverpool, Real Madrid, Chelsea e Borussia Dortmund são os possíveis adversários do FC Porto no sorteio dos quartos de final da Liga dos Campeões em futebol, marcado para sexta-feira, em Nyon.

Os campeões nacionais em título, que foram a equipa sensação dos oitavos de final, ao deixarem pelo caminho a Juventus e Cristiano Ronaldo, não têm muito por onde escolher, como era previsível em fase tão adiantada da competição.

Em 2003/04, há 17 anos, quando conquistou o seu segundo cetro europeu, o FC Porto defrontou nas últimas três ‘etapas’ Lyon, Deportivo e Mónaco, equipas que, sem menosprezo pelo seu valor, estão a ‘quilómetros’ da valia do atual ‘top 8’.

Ainda assim, e sabendo-se já de antemão que sairá em sorte aos comandados de Sérgio Conceição um adversário muito complicado, há uns mais do que outros, sendo que, pelo que têm jogado, o Bayern Munique e o Manchester City parecem inacessíveis.

Detentores do título, os bávaros vão numa série de 19 jogos sem perder (18 vitórias e um empate) na ‘Champions’, que inclui, por exemplo, um 8-2 ao FC Barcelona, na época passada, e um 4-0 ao Atlético de Madrid, na fase de grupos da presente edição.

O ‘onze’ de Hans-Dieter Flick afigura-se como um dos principais candidatos a conquistar o troféu e a entrar na história da prova como a segunda equipa na ‘era Champions’ (desde 1992/93) a revalidar o título, depois do Real Madrid (2015/18).

A par dos bávaros, que procuram também igualar os sete títulos do AC Milan no segundo lugar do ‘ranking’ da principal prova europeia de clubes, surge o Manchester City, de Pep Guardiola, que o FC Porto já encontrou na fase de grupos.

Os líderes destacados da Premier League, que contam no ‘onze’ base com Rúben Dias, João Cancelo e Bernardo Silva, bateram em casa o FC Porto por 3-1, e, depois, não sofreram mais nenhum golo nos sete jogos seguintes, incluindo no Dragão (0-0).

A ‘Champions’ é a ‘obsessão’ dos ‘citizens’, que só chegaram uma vez às meias-finais (2015/16), e também de Guardiola, vencedor de dois troféus (2008/09 e 2010/11), mas no início da carreira, quando orientou o FC Barcelona, de Lionel Messi.

No patamar seguinte, surgem o vice-campeão em título Paris Saint-Germain, de Danilo Pereira, e o campeão de 2018/19 Liverpool, de Diogo Jota, que estão a efetuar épocas muito irregulares a nível interno, muito por culpa das lesões.

Os franceses, que já afastarem o FC Barcelona e Lionel Messi, têm jogado inúmeras vezes sem o brasileiro Neymar, enquanto os ingleses perderam logo a abrir a época a grande referência defensiva, o central holandês Virgil van Dijk, aos quais se seguiram Joe Gomez, Matip e Henderson.

Ainda assim, o PSG, de Maurício Pochettino, que levou o Tottenham à final em 2018/19, tem uma equipa de grande qualidade, liderada pelo explosivo Kylian Mbappé, autor de quatro tentos face ao ‘Barça’. O título europeu também é ‘obsessão’ em Paris.

Por seu lado, o Liverpool, de Jürgen Klopp, continua a ter um ataque temível, com Salah e Mané, mais Firmino ou Jota, e, com a ‘Premier League’ perdida, vai, certamente, apostar tudo em arrebatar a ‘orelhuda’ pela sétima vez.

Igualmente ‘sofrível’ no campeonato interno, o Real Madrid é o ‘monstro’ dos ‘quartos’, pois se o seu futebol não convence, a verdade é que se faz acompanhar de um historial ímpar: 13 vitórias na ‘Champions’, incluindo quatro nos últimos sete anos.

Os ‘merengues’ já não têm Cristiano Ronaldo, mas continuam a ter Benzema, Sergio Ramos, Kroos, Modric, Casemiro, Varane ou Courtois, que, comandados pelo francês Zinédine Zidane, não ‘podem’ ser afastados do lote dos favoritos.

Por seu lado, o Borussia Dortmund, campeão europeu em 1996/97, e o Chelsea, vencedor da prova em 2011/12, surgem como ‘outsiders’, e, não sendo favoritos, parecem ter potencial para poder afastar qualquer adversário.

O jovem avançado norueguês Erling Haaland é a grande ‘arma’ dos germânicos, um jogador que, aos 20 anos, ostenta números irreais na Liga dos Campeões: em 14 jogos, soma 20 golos – Messi precisou de 40 encontros e Ronaldo de 58.

Por seu lado, o Chelsea vale mais pelo coletivo, num misto de jogadores jovens e experientes, sendo que não sabe o que é perder (nove vitórias e quatro empates) desde a chegada do treinador Thomas Tuchel, que na época passada conduziu o PSG à final.

O sorteio dos quartos de final – e também das meias-finais – da Liga dos Campeões em futebol realiza-se na sexta-feira, pelas 12:00, e não contempla cabeças de série ou qualquer outro tipo de restrição.

Os quartos de final serão jogados em 06 e 07 de abril (primeira mão) e 13 e 14 (segunda), com os apurados a seguir para as meias-finais, em 27 e 28 de abril (primeira) e 04 e 05 de maio (segunda). A final está agendada para 29 de maio, em Istambul.

 

Com Agência Lusa.

Liga dos Campeões. Bayern e Chelsea avançam para os quartos de final

O Chelsea e o Bayern de Munique confirmaram a passagem aos quartos de final da Liga dos Campeões ao vencerem os seus adversários da noite.

O Chelsea, liderado por Thomas Tuchel, venceu em casa o Atlético Madrid, por 2-0, e carimbou o passaporte para os quartos. Na primeira ‘mão’ os ingleses tinham também vencido, mas por 1-0 na capital espanhola.

O marroquino Hakim Ziyech abriu o marcador aos 34 minutos. Emerson (90+4) fixou o resultado final.

O Bayern, campeão em título, venceu a Lazio por 2-1 em Munique, selando o apuramento para os quartos de final da Liga dos Campeões com um agregado de 6-2.

Robert Lewandowski aos 33 minutos, na conversão de um penálti fez o primeiro golo da noite.

 

Na segunda parte, Choupo-Moting, que entrara para o lugar do avançado polaco, aos 72’, aumentou a vantagem dos bávaros no minuto seguinte. Parolo, à passagem do minuto 82, reduziu para a Lazio e fixou o resultado final.

O sorteio para os quartos de final, onde vai estar o campeão português FC Porto realiza-se na próxima sexta-feira.

 

 

Taça de França. Paris SG vence Lille por 3-0 e avança para ‘quartos’

O Paris Saint-Germain recebeu e venceu o Lille por 3-0 e carimbou o passaporte para os quartos de final da Taça da França.

Mauro Icardi abriu a contagem aos 9 minutos, sendo que, Mbappé amplicou a contagem aos 41 na conversão de uma grande penalidade.

Na segunda parte, o Lille com Tiago Djaló e Xeka de início (José Fonte foi suplente não utilizado), teve a possibilidade de reentrar no jogo, mas Keylor Navas defendeu um castigo máximo cobrado por Yusuf Yazici.

Nos descontos Mbappé bisou e fixou o resultado final, numa altura em que Danilo já se encontrava em campo (entrou aos 69’ para o lugar de Idrissa Gueye).

Quarta-feira 17 mar.
(D1) Paris-SG 3  0 Lille (D1)
Terça-feira 6 abr.
(D1) Monaco 18h45 Metz (D1)
Quarta-feira 7 abr.
(N2) Rumilly Vallières 16h45 Le Puy (N2)
(N2) Sedan 16h45 Angers (D1)
(N3) Saumur 18h45 Toulouse (D2)
(N2) Châteaubriant 18h45 Montpellier (D1)
(N2) Canet-en-Roussillon 18h45 Boulogne-sur-Mer (N)
Quinta-feira 8 abr.
(N) Red Star 19h00 Lyon (D1)