Português Francisco Félix na feira Première Classe em Paris

Participação portuguesa na feira Première Classe em Paris – comunicação AICEP Portugal Global.

A primeira edição de 2021 da feira Première Classe terá lugar nos dias 5 a 8 de março e realiza-se pela primeira vez em formato de showroom em Paris.

Dadas as restrições sanitárias atualmente impostas em França, a organização da feira optou por ter uma edição em formato físico, com dimensão reduzida, sem a presença dos expositores e com apresentação das coleções dos designers participantes num showroom em Saint-Germain-des-Prés (https://premiere-classe.com/fr).

Portugal estará representado pelo designer Francisco Félix.

Esta feira realiza-se há mais de 30 anos com duas edições anuais em março e setembro que coincidem com as Semanas da Moda Feminina de Paris. Feira exclusivamente dedicada a profissionais, destina-se a uma gama alta de produtos de joalharia, calçado, marroquinaria, acessórios e vestuário. Em formato físico, a feira normalmente acolhe cerca de 450 expositores e 10 000 visitantes.

A visita ao showroom é gratuita e deverá ser agendada aqui:  https://calendly.com/wsncommunity/mars-2021?month=2021-03

Fala-se em Portugal num Museu Nacional da Emigração desde há 40 anos. Mas ele nunca nasceu. Será desta? Opinião

A ideia da criação de um Museu Nacional da Emigração foi lançada em Portugal há 40 anos e nunca viu a luz do dia. Será desta vez que vai nascer – e, sobretudo, com as pessoas certas para o imaginarem, organizarem e o enriquecerem?

Eis aqui um debate que vale a pena ter, mesmo que o assunto já esteja na agenda desde 1981.

Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na Rádio Alfa, na quinta-feira, 04, às  às  2h30 – 5h45 – 6h45 – 10h30 – 13h15 – 16h15 – 20h00. 

 

Sarkozy condenado a ficar confinado com pulseira eletrónica. Crónica

Antigo Presidente, Nicolas sarkozy, o seu advogado e um magistrado foram condenados por um tribunal francês por corrupção e tráfico de influências. Todos vão recorrer da sentença.

Ouça aqui a última crónica, desta quarta-feira, de Daniel Ribeiro, sobre este caso que está a dar que falar em França e no estrangeiro:

 

 

 

Covid-19. Morreu Maria José Valério (87 anos) intérprete de a Marcha do Sporting

Covid-19: Cançonetista Maria José Valério morreu aos 87 anos, vítima de Covid-19

Ficou muito conhecida por interpretar a « Marcha do Sporting » e “Olha o Polícia Sinaleiro”.

 

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email sharing buttonA cançonetista Maria José Valério, que deu voz à “Marcha do Sporting”, morreu hoje em Lisboa, aos 87 anos, vítima de covid-19, disse fonte da Casa do Artista.

A intérprete de « Menina dos Telefones » (1961) morreu no Hospital de Santa Maria, onde se encontrava internada.

De seu nome completo Maria José Valério Dourado, nasceu a 03 de maio de 1933 na Amadora e protagonizou outros êxitos como “Olha o Polícia Sinaleiro” e “As Carvoeiras”.

Desde o início de um surto na Casa do Artista, durante o mês de janeiro, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) registou oito óbitos naquela instituição.

Covid-19/França. 301 mortos em hospitais em 24h e 117 em lares desde 6ª feira

Covid-19: Franca regista 301 mortos desde 2.ª feira e prevê “semanas complicadas”

 

Alfa/com Lusa/AFP
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A França registou em 24 horas 301 mortes em hospitais pelo novo coronavírus, a que se junta uma nova contagem de 117 mortos em lares de idosos desde sexta-feira, num total de 87.251 óbitos durante a pandemia.

Atualmente encontram-se hospitalizados 25.263 doentes, após mais 1.705 admissões num dia, mas com menos 167 pacientes em relação a segunda-feira devido aos recuperados.

Para mais, 366 pessoas ingressaram nas últimas 24 horas nos cuidados intensivos, num total de 3.586 doentes em estado grave no país, mais 42 face a segunda-feira.

Em 24 horas foram contabilizados 22.857 casos positivos em França, uma média que se mantém estável nas últimas semanas, em torno dos 21.000 casos diários.

“As semanas que vêm vão ser difíceis”, disse ontem o primeiro-ministro, Jean Castex, numa reunião do grupo parlamentar do A República em Marcha! (LRM, na sigla em francês), o partido do Presidente Emmanuel Macron.

O porta-voz do executivo francês, Gabriel Attal, explicou hoje que se aproximam “quatro a seis semanas difíceis”, confiando que o efeito das vacinas nas pessoas mais frágeis comece a ser assinalado em abril.

“Esperamos aligeirar a pressão nos hospitais esta primavera e poder suprimir certas restrições”, acrescentou Attal.

A partir de hoje, as autoridades sanitárias francesas autorizaram a vacinação com a AstraZeneca aos maiores de 65 anos com outras doenças, um setor da população que até agora não era administrado com esta vacina pelo receio de ser pouco eficaz.

No total, a França já utilizou 70% das vacinas que recebeu.

No entanto, e apesar da aceleração da campanha de vacinas que permitiu imunizar 2,6 milhões de pessoas com duas doses (seis milhões receberam apenas a primeira dose), espera-se que o executivo francês aplique novas restrições esta semana nas zonas mais atingidas do país, incluindo Paris e a sua região.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.539.505 mortos no mundo, resultantes de mais de 114,3 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.389 pessoas dos 805.647 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde, informa a agência Lusa.

Farmacêuticas devem acabar com pandemia em vez de ganhar mais dinheiro

Farmacêuticas devem acabar com pandemia em vez de ganhar mais dinheiro

 

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As farmacêuticas devem concentrar-se em acabar com a fase mais aguda da pandemia da covid-19 em vez de procurarem ganhar mais dinheiro com acordos bilaterais para venda de vacinas, defende o presidente da Aliança Global para as Vacinas, Durão Barroso.

“Os fabricantes devem comprometer-se a ajudar a acabar com a fase aguda da pandemia e isso significa trabalhar diretamente com a [plataforma internacional de distribuição equitativa de vacinas] Covax em vez de buscar maiores ganhos financeiros por meio de acordos bilaterais”, considera Durão Barroso numa entrevista à agência Lusa feita por escrito.

O ex-primeiro-ministro português e ex-presidente da Comissão Europeia salienta que “este vírus não respeita fronteiras” e que o caminho para acabar com a pandemia que desencadeou “não é entrar em competição desenfreada entre uns e outros”, uma lógica que considera que deve valer também para os governos.

Questionado sobre a escassez de vacinas que afeta vários países por causa das limitações de produção, defende que o caminho para resolver o problema e apoiar os países em desenvolvimento é “investir na capacidade de manufatura nesses mesmos países e apoiar o seu fabrico por meio de acordos de transferência de tecnologia”.

Foi o que a plataforma Covax, liderada pela GAVI, Organização Mundial de Saúde e pela coligação CEPI fez ao assinar “dois acordos deste tipo com o Serum Institute of India”, que deram acesso a “potencialmente mais de mil milhões de doses de vacina”.

Sobre a possibilidade de levantamento de patentes para licenciar a produção de vacinas tal como acontece com os medicamentos genéricos, José Manuel Durão Barroso não vê que seja possível por se tratar de “um desafio muito difícil”.

“Além, obviamente, da grande divergência entre os interesses em jogo, [a abertura da propriedade intelectual para vacinas] não leva em consideração a complexidade do seu desenvolvimento científico e tecnológico, que geralmente envolve milhares de etapas e um grande ‘know-how’”, o que as torna diferentes dos medicamentos que podem ser fabricados por produtores de genéricos, argumenta.

É um processo que “vai bem além do mandato da GAVI” e cuja resolução estaria dependente dos governos do mundo, “o que já foi por vezes tentado no âmbito da Organização Mundial do Comércio, mas sempre sem nenhum resultado concreto”.

Durão Barroso lança outro alerta à indústria farmacêutica por causa das mutações do vírus: “parece cada vez mais claro que os fabricantes poderão ter que se ajustar à evolução viral, incluindo, potencialmente, o fornecimento de futuras doses de reforço”.

“Isso torna a necessidade de acesso equitativo às vacinas mais importante do que nunca, pois quanto mais tempo deixarmos o vírus espalhar-se sem controlo, maiores serão as oportunidades de ele sofrer mutações e de haver reinfeções e mesmo novos surtos da pandemia”, aponta o presidente da GAVI

Além disso, as mutações “podem diminuir a eficácia das vacinas já existentes”, salienta.

Nicolas Sarkozy. Um condenado a ficar em casa com pulseira eletrónica, não é um confinado como os outros. Opinião

Nicolas Sarkozy, um condenado confinado a ficar em casa com pulseira eletrónica não é evidentemente a mesma coisa que um confinado como a maioria das pessoas em Portugal, França ou noutros países.

Crónica de Daniel Ribeiro para ouvir, na Rádio Alfa, na quarta-feira, 03, às  2h30 – 5h45 – 6h45 – 10h30 – 13h15 – 16h15 – 20h00

Tristeza a aplausos na última homenagem a Alfredo Quintana junto ao Dragão Arena

Dezenas de pessoas juntaram-se hoje junto ao pavilhão Dragão Arena para prestar uma última homenagem a Alfredo Quintana, guarda-redes do FC Porto e da seleção portuguesa de andebol, que morreu na sexta-feira, aos 32 anos.

Antes da cerimónia fúnebre no tanatório de Matosinhos, o cortejo, que saiu do hospital de S. João, fez uma paragem no recinto desportivo dos ‘dragões’, onde era esperado por uma comitiva encabeçada pelo presidente do FC Porto, Pinto da Costa.

O dirigente, acompanhado pela estrutura diretiva do clube, pela equipa de andebol portista e por dezenas de adeptos, prestaram a derradeira homenagem ao malogrado atleta e dirigiram as condolências aos familiares de Alfredo Quintana, que seguiam no cortejo fúnebre.

Entre as lágrimas de tristeza pela despedida ao guarda-redes luso-cubano, também se ouviram muitos aplausos e cânticos por parte dos adeptos do FC Porto, que receberam o veículo com a urna com o agitar de bandeiras e algumas tochas.

Durante 45 minutos a homenagem decorreu junto a pavilhão, tendo o momento mais emocionante decorrido assim que o cortejo abandonou o local, em direção ao tanatório de Matosinhos, com os adeptos a formarem um corredor e a deixarem um derradeiro, e comovedor, adeus a Alfredo Quintana.

Também presente nesta cerimónia esteve o selecionador nacional de andebol, Paulo Pereira, assim como o presidente da federação, Miguel Laranjeiro, que enalteceu o legado desportivo e pessoal deixado pelo guarda-redes.

“O Alfredo Quinta era uma atleta de eleição e um homem de excelência. Isso via-se em campo, na relação com os amigos, com a família e com os jovens e as crianças. Acho que neste país há muitos guarda-redes que o são porque quiseram seguir o seu exemplo e isso é algo que vai perdurar na memoria de todos nós”, disse o dirigente.

Miguel Laranjeiro considerou que “as memórias de Alfredo Quintana a jogar no Dragão Arena, mas também nos pavilhões por todo Portugal e pela Europa vão perdurar”, e realçou o contributo do guarda-redes para a evolução do andebol português.

“Vamos todos levá-lo no coração. Foi muito importante para o percurso recente da seleção nacional, mas muito importante para Portugal. As memórias vão ficar para sempre, assim como o exemplo que nos deixou. Temos de continuar a trabalhar com o acompanhamento dele, onde quer que esteja”, concluiu o presidente federativo.

Alfredo Quintana morreu na sexta-feira, aos 32 anos, após sofrer uma paragem cardiorrespiratória durante o treino dos ‘azuis e brancos’, ao serviço dos quais conquistou seis campeonatos, uma Taça e duas supertaças.

Quintana, que completava 33 anos em 20 de março, foi assistido de imediato, com apoio de uma viatura do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), tendo sido transportado para o Hospital de São João depois de estabilizado.

Nascido em Havana (Cuba), o guarda-redes, de 2,01 metros, ingressou no FC Porto em 2010, naturalizou-se português e tornou-se internacional em 2014, tornando-se numa referência da equipa das ‘quinas’, que representou em 67 jogos, tendo feito parte das seleções que conquistaram o sexto lugar no Europeu de 2020 e o 10.º no Mundial 2021, as melhores classificações lusas de sempre.

 

Com Agência Lusa.