Palmeiras, de Abel Ferreira, vence Taça Libertadores com golo aos 90+9 minutos

O Palmeiras, orientado pelo treinador português Abel Ferreira, conquistou hoje a edição 2020 da Taça Libertadores em futebol, ao vencer o Santos por 1-0, na terceira final 100% brasileira da prova, disputada no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Um golo do suplente Breno Lopes nos descontos, aos 90+9 minutos, selou o título do ‘verdão’, que, na sua quinta final, repetiu o feito único de 1999, então sob o comandado pelo ex-selecionador português Luiz Felipe Scolari.

No palmarés da prova, o Palmeiras sucedeu ao Flamengo, que tinha arrebatado a edição de 2019 sob o comando do atual treinador do Benfica Jorge Jesus, depois de bater o River Plate por 2-1, na primeira final a um só jogo na história da prova.

 

Com Agência Lusa.

Covid-19/Portugal. Mais 293 mortes e 12.435 casos em 24h. Mais de 5 mil mortos só em janeiro

Portugal com mais 293 mortes e 12.435 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o boletim diário da Direção Geral de Saúde.

Com estes novos números, o país atingiu as 5.000 mortes só no mês de janeiro, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O total de óbitos desde o início da pandemia é agora no país de 12.179.

O total de infetados é agora de 711.018.

O boletim de hoje revela também que estão internadas 6.544 pessoas, menos 83 do que na sexta-feira, das quais 843 em unidades de cuidados intensivos, ou seja, mais 37.

Covid-19. « Esta semana gostaria de fazer uma crónica leve, mas não posso ». Opinião

A pandemia de covid-19 em Portugal, uma tragédia, com a morte, nas últimas semanas, de 200/300 pessoas por dia, uma assustadora e macabra contagem.

Ouça aqui a última crónica de Ricardo Figueira, jornalista da Euronews:

Portugal. Lei da eutanásia nas mãos do Presidente Marcelo

Eutanásia: Lei aprovada por maioria no parlamento vai seguir para o  Presidente da República, que a pode vetar, enviar para o Tribunal Constitucional ou promulgar.

 

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Depois da aprovação pelo parlamento português da despenalização da morte medicamente assistida, a lei vai seguir para o Palácio de Belém.
Diploma foi aprovado com os votos de grande parte da bancada do PS, do BE, PAN, PEV, Iniciativa Liberal e 14 deputados do PSD e votos contra do CDS, Chega e PCP.

No total, votaram a favor 136 deputados, 78 contra e quatro abstiveram-se.

Na votação, o PSD, que tinha liberdade de voto, dividiu-se: 56 deputados votaram contra e 14 a favor, entre eles o líder do partido, Rui Rio.

No PS, uma larga maioria votou a favor da lei, mas nove deputados votaram contra, entre eles Ascenso Simões, José Luís Carneiro, secretário-geral adjunto.

Entre as abstenções, duas foram do PS e outras tantas do PSD.

A votação da lei durou cerca de 30 minutos, com os 218 deputados presentes a votarem à vez por não poderem estar todos ao mesmo tempo no plenário, devido à situação epidémica.

A lei vai seguir – depois de aguardar três dias por reclamações – para decisão do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que a pode vetar, enviar para o Tribunal Constitucional ou promulgar.

A lei aprovada na sexta-feira na Assembleia da República prevê que pode pedir a morte medicamente assistida, ou eutanásia, uma pessoa « maior, cuja vontade seja atual e reiterada, séria, livre e esclarecida, em situação de sofrimento intolerável, com lesão definitiva de gravidade extrema de acordo com o consenso científico ou doença incurável e fatal ».

Se o Presidente promulgar e a lei entrar em vigor, Portugal será o quarto país na Europa, e o sétimo no mundo, a legalizar a eutanásia.

Antes de Portugal, já haviam legalizado a eutanásia, embora com diferenças legais, a Holanda, Bélgica, Luxemburgo. Espanha aprovou em dezembro de 2020 uma lei, mas aguarda-se uma votação do Senado, o que poderá acontecer no primeiro trimestre.

Na Suíça, a prática de eutanásia (morte assistida por profissionais de saúde) é proibida, mas desde 1940 que a lei permite o suicídio assistido.

No Canadá e em cinco Estados dos Estados Unidos (Oregon, Vermont, Califórnia, Washington e Montana) também está despenalizada a prática da eutanásia. O mesmo acontece em dois países sul-americanos, Uruguai e Colômbia.

Na Austrália esta prática é permitida no Estado de Vitória e em outubro de 2020 a Nova Zelândia votou, em referendo, a favor da despenalização.

Covid-19. Portugal lamenta « decisão inútil » de interdição de portugueses na Alemanha

Covid-19: MNE de Portugal lamenta « decisão inútil » de interdição de entrada de portugueses na Alemanha

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O Ministério dos Negócios Estrangeiros lamentou, na sexta-feira, a “decisão inútil” da Alemanha de interditar a entrada de cidadãos portugueses no país exceto em viagens consideradas essenciais.

“Lamentamos a decisão da Alemanha de interditar a entrada de portugueses em viagens não-essenciais. Além do mais, é uma decisão inútil, face ao auto-confinamento que Portugal já tinha decidido, com sentido de responsabilidade”, dá conta um ‘tweet’ publicado na página do ministério tutelado por Augusto Santos Silva.

Portugal é um dos cinco países mais afetados pela pandemia e cujos cidadãos vão ficar, a partir de hoje, proibidos de entrar na Alemanha, indicou na sexta-feira o Governo germânico.

A decisão, que para já vai vigorar até 17 de fevereiro, obriga ao encerramento das fronteiras terrestres, marítimas e aéreas a viajantes oriundos de Portugal, Reino Unido, Brasil, Irlanda e África do Sul, cinco países fortemente assolados pelo SARS-CoV-2.

A medida, indicou Berlim, visa “proteger a população” e “limitar a propagação” das estirpes identificadas no Reino Unido, Brasil e África do Sul, explicita um comunicado do Ministério da Saúde alemão.

A exceção são os cidadãos destes países que residem na Alemanha, assim como a circulação de mercadorias.

Na quinta-feira, o Governo de Portugal proibiu a saída de portugueses do país e interditou as deslocações por qualquer via para fora do território continental.

O Ministério do Interior alemão referiu, também na quinta-feira, que é intenção do executivo germânico reduzir ao máximo o tráfego aéreo internacional para mitigar a propagação da pandemia.

Há vários meses que a entrada na Alemanha é mais difícil para cerca de 160 países, por causa da imposição de um teste com resultado negativo à presença do SARS-CoV-2 feito menos de 48 horas antes da partida ou logo após a chegada ao território alemão, seguido de uma “quarentena dissuasiva de dez dias”.

Contudo, este tempo de confinamento pode ser encurtado para cinco dias com a realização de um segundo teste.

A Alemanha contabilizou 2.192.850 contágios e 55.752 óbitos desde o início da pandemia. Portugal registou 698.583 infeções e 11.886 mortes.

FC Porto vence Gil Vicente e encontra Sporting de Braga nas meias-finais da Taça

Um golo em cada parte do jogo permitiu hoje ao FC Porto vencer 2-0 em casa do Gil Vicente e apurar-se para as meias-finais da Taça de Portugal em futebol, nas quais vai defrontar o Sporting de Braga.

O mexicano Jesus Corona, logo aos 10 minutos, colocou os ‘dragões’ em vantagem, que apenas foi confirmada aos 88, por intermédio do iraniano Mehdi Taremi.

O FC Porto vai agora defrontar nas meias-finais, agendadas para 10 de fevereiro (primeira mão) e 03 de março (segunda), o Sporting de Braga, que hoje recebeu e venceu o Santa Clara por 2-1.

A outra meia-final vai opor o Benfica ao Estoril Praia, líder da II Liga e única equipa de escalão mais baixo em prova.

 

Resultados dos quartos de final da Taça de Portugal de futebol, que se disputam entre quarta e sexta-feira:

 

QUARTOS DE FINAL:

– Quarta-feira, 27 jan:

Jogo 1: Marítimo (I) – Estoril Praia (II), 1-1 (1-3 ap)

 

– Quinta-feira, 28 jan:

Jogo 2: Benfica (I) – Belenenses SAD (I), 3-0

 

– Sexta-feira, 29 jan:

Jogo 3: Sporting de Braga (I) – Santa Clara (I), 2-1

Jogo 4: Gil Vicente (I) – FC Porto (I), 0-2

 

MEIAS-FINAIS:

1.ª mão:

– Quarta-feira, 10 fev:

MF1: Sporting de Braga (I) – FC Porto (I)

MF2: Estoril Praia (II) – Benfica (I)

 

2.ª mão:

– Quarta-feira, 03 mar:

MF1: FC Porto (I) – Sporting de Braga (I)

MF2: Benfica (I) – Estoril Praia (II)

FINAL:

– Domingo, 23 mai:

Vencedor MF1 – Vencedor MF2

 

Com Agência Lusa.

Covid-19, Val-de-Marne, Paris e muita cultura no programa « Passagem de Nível » – domingo

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo, 31 de Janeiro 2021. Entre as 12h00 e as 13h30

Alguns dos temas:

Covid-19, situação no Hospital H. Mondor, despedimentos na empresa Sanofi,
alojamentos sociais e principais iniciativas para 2021, assuntos a abordar com o
Presidente do Conseil Departemental du Val-de-Marne, Christian Favier

Anne Hidalgo, Maire de Paris, foi a Bruxelas para defender o acesso directo aos fundos
europeus para as cidades
Convidado:
Hermano Sanches Ruivo, Maire-adjoint en charge de l’Europe, que fez parte da
delegação

-Cineasta português João Viana apresenta retrospectiva das suas obras em Paris, dia 1
de Fevereiro no Auditório e Estúdio da Cité Internationale des Arts

-Livro: Lazare, de Richard Zimler, edições le cherche midi, tradução do inglês (EUA) de
Sophie Bastide-Foltz

Apresentação e coordenação: Artur Silva

Covid-19/Portugal. Mais 13.200 casos e 278 mortos em 24h

Covid-19. Mais 13.200 casos e 278 mortos em Portugal, segundo o boletim desta sexta-feira da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Há 806 pessoas em cuidados intensivos, um novo máximo no país.

Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a região mais atingida pela pandemia, somando mais de metade dos novos casos registados esta sexta-feira.

No total, Portugal contabiliza até agora 11.886 óbitos por covid-19 e 698.583 casos confirmados.

Registe-se no entanto que os números de novos casos de infecção e de mortes diárias em Portugal baixaram esta sexta-feira, designadamente em relação aos de ontem.

Eutanásia/Portugal. Lei para despenalizar a morte medicamente assistida é votada hoje

Eutanásia. Parlamento português vota hoje lei para despenalizar a morte medicamente assistida

 

Alfa/com Lusa e outras fontesfacebook sharing button
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 O parlamento vota hoje, sexta-feira, em votação final global, a despenalização da morte medicamente assistida, depois de uma tentativa de adiamento à última hora, e sem sucesso, feita pelo PSD.

A lei, resultado dos projetos aprovados, na generalidade, em fevereiro de 2020, deverá ser aprovada com o voto do PS, BE, Verdes, Iniciativa Liberal e alguns deputados do PSD. O PS e PSD deram liberdade de voto aos seus deputados.

Contra vão votar parte da bancada do PSD, o CDS, Chega e, à esquerda, os deputados do PCP.

Face às regras sanitárias devido da epidemia de covid-19, e para evitar que estejam muitos deputados no hemiciclo ao mesmo tempo, a votação vai decorrer em três tempos, por grupos de deputados.

A ser aprovada, a lei segue, dentro de dias, para decisão do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que pode vetar, enviar para o Tribunal Constitucional ou promulgar.

Se o Presidente promulgar a lei, Portugal será o quarto país na Europa, e o sétimo no mundo, a despenalizar a eutanásia.

A votação final global do diploma resulta de projetos do BE, PS, PAN, PEV e IL aprovados, na generalidade, em fevereiro de 2020, está agendada para a reunião plenária de hoje, depois de ter terminado a discussão e votação na especialidade, em comissão, já no mês de janeiro.

A lei prevê, nomeadamente, que só podem pedir a morte medicamente assistida, através de um médico, pessoas maiores de 18 anos, sem problemas ou doenças mentais, em situação de sofrimento e com doença incurável.

Portugal quer contratar médicos e enfermeiros formados no estrangeiro

SNS pode contratar por um ano médicos e enfermeiros formados no estrangeiro.

Alfa/com Lusa e outras

A situação « muito difícil » vivida no SN com os altos números da pandemia e as sérias dificuldades nos hospitais, levou o Governo a permitir excecionalmente a contratação de médicos e enfermeiros licenciados no estrangeiro e a mobilização de profissionais de saúde aposentados.

Os médicos e enfermeiros que foram formados no estrangeiro passam a poder ser contratados pelo Serviços Nacional de Saúde (SNS) com contratos de um ano, anunciou esta quinta-feira o Governo. O objetivo, no que respeita aos médicos, é a contratação de 160 profissionais.

Na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, a ministra de Estado e da Presidência indicou que foi aprovada a possibilidade de « os estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde do SNS poderem excecionalmente proceder à contratação » de licenciados em medicina e enfermagem cujos graus académicos tenham sido obtidos em estabelecimentos de ensino superior no estrangeiro « desde que preenchidos determinados requisitos ».

« Aquilo que podemos estimar é que relativamente aos médicos licenciados no estrangeiro, uma vez que um dos critérios é que tenham feito já a prova escrita de acesso normal à prática em Portugal, e por isso sabemos que são neste momento 160 médicos licenciados no estrangeiro e que estão nestas condições », avançou.

Estes contratos « a termo resolutivo » têm um prazo máximo de um ano, referiu Mariana Vieira da Silva.

Ainda na área da Saúde, foi aprovado um regime temporário de « gestão de profissionais de saúde », que permite o pagamento de trabalho suplementar com um adicional face ao trabalho suplementar de 50% e também a definição de um horário acrescido para enfermeiros e assistentes operacionais até às 42 horas com « o correspondente acréscimo salarial de cerca de 37% ».

E permite-se ainda a contratação « excecional » de « médicos sem a especialidade completa » e a contratação ou prestação de serviços por parte de médicos e enfermeiros aposentados sem os limites que a lei habitualmente define.

« Com este decreto-lei pretende-se reforçar a capacidade de resposta do SNS neste momento difícil », disse a ministra.

Mariana Vieira da Silva não avançou uma estimativa para quantos profissionais de saúde poderão vir a ser contratados ao abrigo das medidas agora anunciadas.

« O objetivo destas medidas é alargar o mais possível a contratação de profissionais mas é muito difícil estimar até onde poderão ir as contratações, por exemplo, de médicos e enfermeiros aposentados », referiu, sublinhando que, neste caso, « depende também da disponibilidade dos próprios ».

« Relativamente aos enfermeiros é mais difícil, estamos a tentar identificar enfermeiros licenciados no estrangeiro que se encontrem na formação para poder exercer em Portugal », acrescentou.

Mariana Vieira da Silva salientou que as medidas não visam atrair profissionais de saúde que trabalham no estrangeiro mas sim aqueles que se licenciaram no estrangeiro e que ainda estão a complementar a sua formação em Portugal para poderem exercer.

E, em resposta a questões dos jornalistas, a ministra explicou que não está previsto neste decreto-lei a contratação de médicos cujas licenciaturas não sejam reconhecidas pela Ordem dos Médicos, reiterando que uma das condições é « já terem realizado a prova escrita para exercer em Portugal », daí, acrescentou, « os 160 médicos ».

« O objetivo do Governo é contratar o maior número de profissionais possível », insistiu.