Presidenciais: Partidos esperam e lamentam forte abstenção dos emigrantes

A maioria dos partidos políticos prevê e lamenta uma forte abstenção das comunidades portuguesas nas próximas presidenciais e, nesta matéria, apenas estão de acordo na necessidade de facilitar o voto aos emigrantes.

Marcadas para domingo em Portugal, as eleições presidenciais decorrem no sábado e no domingo para os cidadãos portugueses que residem no estrangeiro, estando recenseados cerca de 1,5 milhões de portugueses, que podem exercer o seu voto em 170 assembleias.

Para Carlos Gonçalves, deputado social-democrata eleito pelo círculo da Europa, “a abstenção vai ser inacreditável, brutal”, não por falta de vontade, mas porque “a maioria não tem condições para se deslocar às instalações para votar”.

E diz-se surpreendido por, a poucos dias das eleições, alguns partidos se manifestarem chocados com a expectável abstenção, uma vez que o seu partido apresentou “uma proposta para a uniformização da metodologia de voto para as legislativas, as presidenciais e as europeias”, que foi chumbada.

“A covid-19 vem dificultar, mas mesmo sem pandemia a questão voltava-se a colocar”, disse, recordando as distâncias que os portugueses têm de percorrer para votar em países com a dimensão como os Estados Unidos, ou em cidades como Paris.

O PS não se sente e afirma-se de consciência tranquila nesta matéria: “O Governo e os deputados do PS têm feito tudo para que haja uma participação tão alargada quanto possível, uma vez que estamos numa situação de pandemia que afeta o país e os países onde estão as comunidades”, disse o deputado Paulo Pisco.

À agência Lusa, o deputado eleito pelo Círculo da Europa e coordenador na Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, garante que, “da parte do Governo foi feito tudo o que era possível: alargar na medida do possível o número de mesas de voto, criar uma abertura maior em relação ao voto antecipado e assegurar as condições de segurança, através da distribuição de material sanitário”.

E lamenta o “ruído” criado por alguns conselheiros das comunidades, candidatos e partidos políticos, considerando que deviam antes “unir esforços para que as comunidades, não obstante as dificuldades, votem e em segurança”.

“Infelizmente, o que verificamos é que nem todos estão a remar no mesmo sentido e provocam uma desinformação e uma desmotivação dos eleitores que não é de todo desejável, pedindo e dizendo coisas que agora é impossível de acontecer”, adiantou.

André Silva (PAN) atribui esta situação ao PS e ao PSD, que acusa de “relaxamento e desresponsabilização total”.

“É muito natural que tenhamos uma abstenção elevadíssima, mesmo que não tivéssemos a covid-19”, disse à Lusa o porta-voz do PAN (Pessoas-Animais-Natureza).

Defendendo a introdução do voto por correspondência e um alargamento das mesas de voto, André Silva lamenta a inexistência de “um plano de contingência” que permitisse uma melhor preparação para este ato eleitoral.

“Em julho, no âmbito do processo de alteração da lei eleitoral, alertámos para várias situações, incluindo as dificuldades dos emigrantes para votarem nas eleições”, disse.

O PAN, que se encontra “em reflexão sobre várias matérias, e em especial em matéria de lei eleitoral”, promete apresentar medidas que passem por facilitar esta votação.

Para o PCP, a melhoria da votação dos emigrantes não passa por mudanças na metodologia de voto, mas sim no alargamento de assembleias de voto.

Em declarações à Lusa, o deputado comunista António Filipe acredita que uma “abstenção histórica é inevitável”, mas que tal aconteceria sempre, com ou sem covid-19, devido ao recenseamento automático que elevou de 300.000 para 1,5 milhões os cidadãos recenseados no estrangeiro, um aumento “à custa de eleitores pouco interessados em participar”.

“O voto nas presidenciais é e sempre foi presencial e isso prende-se com a natureza destas eleições, pois sempre se considerou que o voto por correspondência não dá as mesmas garantias de individualidade do voto”, disse.

E acrescentou: “Embora todos sejam portugueses, e isso não está em causa, a relação com a política não é igual. Se for eleito alguém que faça um mau serviço no seu mandato, quem sofre com isso é quem vive no território e não os outros”.

Para Pedro Filipe Soares (Bloco de Esquerda), “os diversos problemas sentidos, em Portugal e fora do país, mostram limitações no exercício do direito ao voto que não são aceitáveis”.

“Estes acontecimentos devem levar a uma reflexão profunda” para que não se repitam no futuro, defendeu.

E recordou que, ainda antes da pandemia, o BE “participou ativamente no processo de recenseamento automático dos portugueses no estrangeiro e na redução das barreiras no acesso ao voto”, tendo proposto, com sucesso, que o voto por correspondência nas legislativas fosse gratuito.

“A pandemia mostrou que esse caminho está incompleto e deve ser repensado”, acrescentou.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena pandemia de covid-19, estão marcadas para o próximo domingo em Portugal. Esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

Concorrem às eleições sete candidatos, Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

 

Com Agência Lusa.

Covid-19: Benfica confirma presença na ‘final four’ da Taça da Liga

O Benfica informou hoje que vai marcar presença na ‘final four’ da Taça da Liga de futebol, em Leiria, apesar dos vários casos de infeção com o novo coronavírus, que provoca a covid-19, que afetam a equipa lisboeta.

Em comunicado emitido no sítio oficial, o clube da Luz, que defrontam na quarta-feira o Sporting de Braga, nas meias-finais, confirma a presença, “com a ambição de vencer a prova, à imagem do que acontece em todas as competições que disputa”.

“Após ter exposto publicamente, de forma cautelar e transparente, o aumento de casos de covid-19 na sua estrutura profissional, não recebeu por parte das autoridades competentes – DGS [Direção-Geral da Saúde] e Liga de Clubes – qualquer recomendação contrária às regras até agora vigentes nas competições nacionais. Ou seja, proceder ao isolamento dos jogadores que testaram positivo e incluir no lote de atletas à disposição da sua equipa técnica todos aqueles que testaram negativo, 48 horas antes da partida”, refere o Benfica.

Perante as dificuldades, os ‘encarnados’ destacam o “inabalável espírito de grupo e tenacidade” do plantel, que possibilita à equipa “marcar presença amanhã [quarta-feira] na meia-final da Taça da Liga, com o desígnio de vencer um troféu que já conquistou por sete vezes”.

Por outro lado, o Benfica manifestou que tem cumprido “escrupulosamente” as normas e recomendações das autoridades competentes e revelou que, “ao longo da época, realizou mais de 7.000 testes SARS-CoV-2 a todos os elementos da sua estrutura profissional”, algo que “se situa claramente acima das orientações da DGS e do que se encontra estipulado pela Liga de cubes”.

Na quarta-feira, o Benfica defronta o Sporting de Braga, nas meias-finais da Taça da Liga, a partir das 19:45, em Leiria, num encontro no qual não poderá contar com Gilberto, Vertonghen, Grimaldo, Diogo Gonçalves e Luca Waldschmidt, os mais recentes casos positivos ao novo coronavírus no plantel.

Já hoje, o clube tinha informado terem sido detetados 17 casos de infeção pelo novo coronavírus entre jogadores, equipa técnica e ‘staff’ no decurso dos testes de despistagem realizados desde sábado, e entre os quais o caso positivo do presidente Luís Filipe Vieira.

Os ‘encarnados’ cancelaram a conferência de imprensa de antevisão do jogo com os minhotos, que estava marcada para hoje, e disseram aguardar uma decisão da Direção-Geral da Saúde (DGS) relativamente à participação da equipa nas competições de futebol.

“O Sport Lisboa e Benfica comunica que, no decurso dos testes realizados desde sábado no Seixal, foram detetados 17 novos casos de covid-19 entre staff, equipa técnica e jogadores. Perante estes dados, na defesa da saúde pública e da integridade física dos atletas envolvidos, o Benfica remete para a DGS a decisão de se apresentar em competição nos próximos 14 dias”, pode ler-se na nota publicada hoje no sítio oficial dos ‘encarnados’.

Na segunda-feira, a comunicação social portuguesa deu conta de vários casos de infeção nas ‘águias’, nomeadamente do avançado alemão Luca Waldschmidt, dos treinadores-adjuntos João de Deus, Pietra e Fernando Ferreira e do diretor Luisão, acrescentando que os brasileiros Gilberto e Everton Cebolinha cumpriam isolamento.

No calendário do Benfica para os próximos 14 dias, além da meia-final da Taça da Liga, em Leiria, onde poderá ter de disputar a final da prova, no sábado, incluem-se também os jogos em casa com Nacional (15.ª jornada da I Liga) e Belenenses SAD, para os quartos de final da Taça de Portugal, e a visita ao Sporting (16.ª jornada).

De acordo com o plano de retoma do futebol profissional, « os atletas e equipas técnicas da equipa na qual foi identificado um caso positivo podem ser considerados contactos de um caso confirmado”.

“No entanto, a identificação de um caso positivo não torna, por si só, obrigatório o isolamento coletivo, das equipas. A determinação de isolamento de contactos (de praticantes e outros intervenientes), a título individual, é de estrita competência da Autoridade de Saúde territorialmente competente », acrescenta o mesmo documento da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).

Este plano, que vigora desde 07 de setembro de 2020, determina que todos os infetados, sintomáticos ou não, devem ser isolados, « ficando impossibilitados de participar em treinos e competições até à determinação de cura deliberada pela Autoridade de Saúde territorialmente competente ».

 

Com Agência Lusa.

Candidatos prometem mudar o sistema eleitoral presencial nas Comunidades. Apenas promessas?

Presidenciais portuguesas vão registar abstenção gigantesca dos portugueses que residem fora de Portugal.

A maioria dos candidatos promete mudar, no futuro, o sistema eleitoral presencial apenas nos consulados e diz defender o voto por correspondência e até por via eletrónica.

Mas fazem-se sempre muitas promessas em tempo de eleições.

Eleições presidenciais no próximo domingo, em tempo de pandemia gravíssima, que também deverão registar uma forte abstenção em Portugal –  Crónica de Daniel Ribeiro, a partir de Lisboa, para ouvir, na Rádio Alfa, alguns minutos antes das 7, 9, 11, 15, 17 e 19 horas.

 

« Falei com a CNE há 3 meses sobre voto dos emigrantes; ninguém ligou ». Ana Gomes critica Marcelo e Costa

Em entrevista exclusiva à Rádio Alfa, a candidata à Presidência portuguesa, Ana Gomes, é muito crítica em relação ao atual Presidente – e também candidato – Marcelo Rebelo de Sousa e igualmente em relação ao atual Primeiro-ministro, António Costa.

Sobre o facto de muitos expatriados não poderem exercer o seu direito de voto devido a ele ser apenas permitido presencialmente nos consulados, responsabiliza diretamente sobretudo o PR Marcelo e também o Governo por não terem atempadamente mudado o sistema de voto e tomado medidas.

« Muitos dos portugueses residentes no estrangeiro não poderão votar: é uma vergonha o que se passa com os nossos cidadaões expatriados! », exclama a candidata da área socialista mas que não é apoiada oficialmente pelo PS.

« Falei com a Comissão Nacional das Eleições (CNE) há três meses sobre especificamente esse problema do voto dos emigrantes; ninguém ligou », diz.  A candidata defende o voto por correspondência e mesmo por via eletrónica e promete colocar essa questão na agenda política se for eleita Presidente da República.

Sem papas na língua diz que o candidato do Chega, André Ventura, quer destruir « a nossa  democracia », acusa Marcelo Rebelo de Sousa de o ter desvalorizado e diz que Ventura é apoiado por « gente do pior do tempo da ditadura e da nossa democracia, como o BES » (a propósito deste banco defende os chamados « Lesados do BES »).

Candidata contra a corrupção e pelo reforço da Justiça em relação aos chamados « grandes crimes financeiros », Ana Gomes diz que, apesar da grave pandemia e da crise económica, acredita no futuro de Portugal que, afirma, sempre foi apoiado pelos emigrantes, designadamente com as remessas, que foram determinantes para o país em certas alturas difíceis da História de Portugal.

Entrevista para ouvir e ver na Rádio Alfa nesta terça-feira, 19, às 18h10.

 

Andebol/Mundial: Portugal vence Argélia e termina primeira fase 100% vitorioso

Portugal concluiu hoje 100% vitorioso a fase preliminar do Mundial de andebol, ao vencer a Argélia, por 26-19, em jogo da terceira e última jornada do Grupo F.

 

Foto. Khaled Elfiqi – EPA

 

Depois dos triunfos sobre a Islândia (25-23) e Marrocos (33-20), a seleção portuguesa somou mais um triunfo no Mundial do Egito, numa partida em que chegou ao intervalo a vencer por 14-9.

Este triunfo permite a Portugal vencer o Grupo F, com seis pontos, mais quatro do que Islândia (menos um jogo) e do que a Argélia, com Marrocos (menos um jogo) ainda sem pontuar, entrando para a ronda principal já com quatro pontos.

 

Com Agência Lusa.

Morreu Jean-Pierre Bacri aos 69 anos

O ator e realizador francês conhecido nomeadamente nos filmes  «Cuisine et dépendances» e  «Le goût des autres» morreu hoje aos 69 anos.

 

 Jean-Pierre Bacri em 2017 – Angoulême.

Yohann Bonnet – AFP

 

Jean-Pierre Bacri sucumbiu a um cancro anunciou o seu agente hoje à AFP.

Jean-Pierre Bacri nasceu em maio de 1951 na ex-Argélia francesa e foi uma figura do teatro e do cinema francês.

 

 

Com France 5.

Covid-19: Portugal regista novo máximo diário com 167 mortes

Portugal contabilizou hoje 167 mortes, um novo máximo de óbitos em 24 horas relacionados com a covid-19, e 6.702 novos casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim epidemiológico da DGS revela também que foram ultrapassados os cinco mil internamentos hospitalares por covid-19, estando 5.165 pessoas internadas, mais 276 do que no domingo, das quais 664 em unidades de cuidados intensivos, ou seja, mais 17, dois valores que são novos máximos.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, Portugal já registou 9.028 mortes associadas à covid-19 e 556.503 infeções pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 135.886 casos, mais 1.875 do que no domingo.

As autoridades de saúde têm em vigilância 166.235 contactos, mais 5.115 relativamente ao dia anterior.

O boletim revela ainda que mais 4.660 pessoas foram dadas como recuperadas.

Desde o início da epidemia em Portugal, em março, já recuperaram 411.589 pessoas.

 

Com Agência Lusa.

O livro da Semana. SAMIR MACHADO de MACHADO apresenta “TUPINILÂNDIA”

O Livro da Semana nos dias 20 e 24 janeiro: entrevista com SAMIR MACHADO MACHADO, autor de “TUPINILÂNDIA”.

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (9h30) e aos domingos (14h25). Com o apoio da Biblioteca Gulbenkian de Paris.

Em destaque esta semana: SAMIR MACHADO de MACHADO, autor de “TUPINILÂNDIA”.

“Tupinilândia” cruza vários géneros, desde o distópico ao histórico, passando pelo pop e pelo registo de aventura: ali entre um Orwell e um Parque Jurássico.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Samir Machado de Machado e descubra um livro que agradará tanto aos nostálgicos dos anos 1980 como aos amantes de distopias, um dos poucos géneros literários capaz de fazer soar a sineta de alarme para os perigos que o mundo corre.

Na Rádio Alfa, na quarta (9h30, versão reduzida) e no domingo (14h25, versão integral).

Nuno Gomes Garcia. Entrevistador – O Livro da Semana

Covid-19/França. Mais 16.642 casos e 141 mortes nos hospitais em 24h

Covid-19: França com 16.642 novos casos e 141 mortes hospitalares em 24 horas

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Alfa/com Lusa/AFPtwitter sharing button
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 A França registava ontem, domingo à noite, 16.642 novos casos de covid-19 em 24 horas e 141 mortes hospitalares associadas à doença, elevando o total para 2,91 milhões de casos e 70.283 mortes, desde o início da pandemia.

A taxa de positividade dos testes realizados mantém-se em 6,5%, de acordo com o relatório diário da Agência de Saúde Pública sobre a situação da covid-19 no país.

Nos últimos sete dias, houve 9.631 internamentos hospitalares devido a complicações decorrentes da covid-19, dos quais 1.418 tiveram de ser encaminhados para unidades de cuidados intensivos.

Tal como anunciado na quinta-feira passada, o país iniciou no sábado uma nova fase de restrições que durará pelo menos duas semanas, implicando um recolher obrigatório a partir das 18h00, estendido a todo o território.

O reforço do combate à pandemia inclui também mais controlo na fronteira: a partir de segunda-feira, todas as pessoas que viajam desde países fora da União Europeia deverão apresentar um teste negativo de diagnóstico à covid-19 e cumprir sete dias de quarentena.

Também a partir de segunda-feira, a campanha de vacinação contra o coronavírus SARC-CoV-2, que começou em França a 26 de dezembro para grupos prioritários em lares de idosos, estende-se a todas as pessoas com mais de 75 anos e a pessoas vulneráveis de alto risco.

Atualmente, 422.127 franceses já receberam a primeira dose da vacina, de acordo com o Ministério da Saúde.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.022.740 mortos resultantes de mais de 94,4 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Portugal. A pandemia realçou as grandes fraquezas do modelo económico do país. Análise

Portugal em eleições presidenciais e face a uma crise grave provocada pela covid-19.

A pandemia realçou as grandes fraquezas do modelo económico de Portugal, que é sobretudo baseado nos serviços e no turismo.

Crónica de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo, para ouvir na Rádio Alfa, na terça-feira, 19, alguns minutos antes das 7, 9, 11, 15, 17 e 19 horas.