Secretário de Estado português assume publicamente ser casado com um homem

 

André Moz Caldas é Secretário de Estado e assume ser casado com um homem e quer combater preconceito. O secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, assumiu numa entrevista que é homossexual e casado com um homem. O governante diz pretender, com esta revelação, que ele próprio tomou a liberdade de tornar pública, ajudar os jovens a sentirem-se mais livres para viver a sua orientação sexual abertamente.

« Sou o primeiro membro do Governo casado com uma pessoa do mesmo sexo », declarou à revista da Universidade de Lisboa « Ulisboa » e foi e ele  próprio a chamar à atenção para a sua recente entrevista, na passada sexta-feira, numa publicação na sua página do Facebook.

Eis o que ele disse exatamente o governamente sobre o assunto na entrevista à Ulisboa:

 » Não sei exatamente porque é que a homofobia existe. Acho que é um jugo do qual a sociedade se libertará, mas ainda há algum caminho para lá chegar. O que é que podemos fazer? As pessoas públicas viverem a sua homossexualidade com naturalidade.

Sou o primeiro membro do governo casado com uma pessoa do mesmo sexo e não faço disso especial alarde público, mas também não sinto que seja apenas um aspeto da minha vida pessoal. E espero que isso possa significar, para os jovens portugueses, que não estão condenados a um ostracismo.

Se houver um jovem que, pelo meu exemplo, se possa sentir mais livre para viver a sua orientação sexual abertamente, eu ficaria muito feliz. Nunca me senti vitimizado em razão da minha orientação sexual, mas tenho consciência de que, sendo de Lisboa e de um contexto social e familiar progressista, a minha experiência não se compara com a de outras pessoas homossexuais.

Não nos podemos permitir vitimizar-nos, e devemos desarmar os nossos adversários vivendo abertamente a sexualidade. Ninguém me pode aviltar em função da minha orientação sexual, porque não o admito.

Se alguém me aviltar, não me posso sentir diminuído – sinto, pelo contrário, que o outro é diminuído. Enquanto sociedade, temos de perceber que existe diversidade e que as pessoas não são diminuídas por integrarem uma minoria, de índole sexual ou outra. E quem pertence a uma minoria tem de ter uma grande energia para se dar permanentemente ao respeito. »

Covid-19/França. Mais 199 mortos e 13.947 novos casos em 24 horas

Covid-19: França regista 199 mortes e 13.947 novos infetados num dia

Covid-19: França regista 199 mortes e 13.947 novos casos num dia

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A França registou em 24 horas mais 199 mortes em meio hospitalar devido à covid-19 e 13.947 novos casos de contágio, segundo dados avançados ontem pelas autoridades de saúde.

O número total de mortes em França desde o início da pandemia ascende assim às 57.761, enquanto a taxa de testes positivos diários se situa nos 6,3%, muito abaixo dos 21% que se chegaram a registar no final de outubro, quando foi imposto o segundo confinamento, que se mantém até 15 de dezembro.

Nos últimos sete dias, foram hospitalizados 8.527 doentes, 1.144 dos quais em unidades de cuidados intensivos.

O executivo francês assumiu esta semana que o país não vai conseguir atingir a meta de redução de infeções para cinco mil por dia em meados de dezembro, o que permitiria reverter algumas medidas de desconfinamento.

Salas de espetáculos e museus só deverão reabrir em janeiro, o recolher noturno que começa na terça-feira é antecipado em uma hora, a partir das 20:00 locais, e essa restrição também será estendida até à noite de 31 de dezembro para evitar os encontros na passagem de ano.

 A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.595.276 mortos resultantes de mais de 71 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 5.461 pessoas dos 344.700 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Rio Ave vence Famalicão e apura-se para os oitavos de final da Taça de Portugal

O Rio Ave eliminou hoje o Famalicão da Taça de Portugal de futebol, ao vencer por 2-1 o jogo entre emblemas da I Liga, relativo à quarta eliminatória da prova.

Em Vila do Conde, Gelson Dala, aos 11 minutos, e Diego Lopes, aos 74, marcaram os golos da equipa da casa, que segue para os oitavos de final da Taça de Portugal, com Gil Dias a fazer o golo de honra dos famalicenses, aos 79.

A próxima eliminatória da prova, que, além do Rio Ave, já conta com o Sporting, o Académico de Viseu e o Fafe, está agendada para 12 de janeiro de 2021.

 

 Resultados da quarta eliminatória da Taça de Portugal em futebol (horas de Paris):

 

– Sexta-feira, 11 dez:

(+) Académico de Viseu (II) – Académica (II), 3-0

(+) Sporting (I) – Paços de Ferreira (I), 3-0

 

– Sábado, 12 dez:

Fontinhas (CP) – (+) Fafe (CP), 1-1 (1-1 ap, 3-4 gp)

(+) Rio Ave (I) – Famalicão (I), 2-1

(+) Estoril Praia (II) – Boavista (I), 2-1

 

– Domingo, 13 dez:

Cova da Piedade (II) – (+) Moreirense (I), 1-1 (2-3 ap)

Vitória de Guimarães (I) – Santa Clara (I), 15:00

FC Porto (I) – Tondela (I), 19:30

Benfica (I) – Vilafranquense (II), 21:30

 

– Segunda-feira, 14 dez:

Torreense (CP) – Amora (CP), 12:00

Anadia (CP) – Estrela da Amadora (CP), 15:00

Olímpico do Montijo (CP) – Sporting de Braga (I), 21:15

 

– Quarta-feira, 23 dez:

Marítimo (I) – Salgueiros (CP), 12:00

União de Leiria (CP) – Gil Vicente (I), 17:00

Belenenses SAD (I) – Sporting de Espinho (CP), 20:00

Nacional (I) – Leixões (II), por confirmar

 

(+) – Apurado para os oitavos de final, que se disputam em 12 de janeiro de 2021.

 

Com Agência Lusa.

Mais de 100 pessoas detidas em protesto em Paris

Mais de 100 pessoas foram hoje detidas pela polícia em Paris durante um protesto que juntou milhares de manifestantes contra as leis de segurança propostas, indicou o ministro do Interior francês.

As autoridades tinham como alvo manifestantes que suspeitavam que se pudessem juntar em grupos violentos, como aqueles que vandalizaram lojas e veículos e atacaram a polícia em manifestações anteriores.

Segundo o ministro do Interior, foram registadas 119 detenções em Paris e no final da marcha a polícia disparou jatos de canhão de água sobre os manifestantes, que protestavam contra um projeto de lei de segurança que gerou manifestações em fins de semana sucessivos e contra um projeto de lei que visa combater o radicalismo islâmico.

A medida mais contestada do projeto de lei de segurança pretende proibir a publicação de imagens com a intenção de causar danos à polícia e pode tornar mais difícil a filmagem de agentes.

Os críticos temem que isso possa prejudicar a liberdade dos media e dificultar a exposição da brutalidade policial.

A proposta gerou tanta contestação que o Governo decidiu reescrevê-la.

Nos cartazes levados pelos manifestantes liam-se mensagens como « Eu nunca vou parar de filmar » e « Câmara é igual a mutilação? ».

Houve também protestos noutras cidades e em Lyon as autoridades relataram cinco detenções entre pessoas que atacaram a polícia e tentar roubar lojas.

 

Com Agência Lusa.

Covid-19/Portugal. Infeções e mortes continuam muito elevadas

Covid-19: Portugal com mais 88 mortes e 4.413 novos casos

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Portugal contabiliza hoje mais 88 mortes relacionadas com a covid-19 e 4.413 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 5.461 mortes e 344.700 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 70.786, menos 480 em relação a sexta-feira.

Relativamente aos internamentos hospitalares, o boletim epidemiológico da DGS revela que estão internadas 3.093 pessoas, menos 137 do que no dia anterior, dos quais 503 em cuidados intensivos, menos quatro.

As autoridades de saúde têm em vigilância 73.977 contactos, menos 917 relativamente a sexta-feira, mostram os dados, que apontam para mais 4.805 doentes recuperados.

Desde o início da epidemia em Portugal, em março, já recuperaram 268.453 pessoas.

Das 88 mortes registadas nas últimas 24 horas, 38 ocorreram na região Norte, 26 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 21 na região Centro e três no Alentejo.

Segundo o boletim da DGS, a região Norte é a que regista o maior número de novas infeções por SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas (2.078), totalizando 180.456 casos e 2.616 mortes desde março.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificados 1.347 novos casos, contabilizando-se até agora 111.982 casos de infeção e 1.889 mortes.

Na região Centro registaram-se mais 738 casos de covid-19, num total de 36.096 e 734 mortos desde março.

Já no Alentejo, foram assinalados mais 130 casos, totalizando 7.743 casos e 141 mortos desde que começou a epidemia em Portugal.

A região do Algarve tem hoje notificados 62 novos casos, somando 6.077 casos e 58 mortos.

Na Região Autónoma dos Açores foram registados 31 novos casos nas últimas 24 horas, somando 1.301 infeções detetadas e 20 mortos desde o início da pandemia.

A Madeira registou 27 novos casos. Desde março, a região autónoma contabiliza 1.045 infeções e três óbitos.

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 154.947 homens e 189.620 mulheres, referem os dados da DGS, segundo os quais há 133 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que estes dados são fornecidos de forma automática.

Do total de vítimas mortais, 2.862 eram homens e 2.599 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nas pessoas com mais de 80 anos.

O país está em estado de emergência desde 09 de novembro e até 23 de dezembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.595.276 mortos resultantes de mais de 71 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Covid-19/EUA. Campanha de vacinação com a Pfizer avança após pressões políticas

Covid-19: Estados Unidos aprovam vacina da Pfizer após pressões políticas

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A Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, em inglês), que regula a comercialização de fármacos nos Estados Unidos, autorizou o uso da vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer para prevenir a covid-19, após pressões políticas.

O anúncio foi feito pela diretora científica da agência norte-americana, depois de o processo de aprovação ter sido notícia devido às pressões políticas da Casa Branca, que ameaçou demitir o responsável da FDA, caso o organismo não aprovasse a utilização da vacina até ao final de sexta-feira.

Segundo o diário norte-americano Washington Post, o chefe de Gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, ordenou à Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) que apressasse o processo de aprovação da vacina da Pfizer e da alemã BioNTech contra o SARS-CoV-2. Caso contrário, o comissário da FDA, Stephen Hahn, deveria demitir-se.

O jornal citava várias fontes associadas a este processo sob a condição de anonimato, precisando que a ‘ameaça’ de Washington fez com que a aprovação fosse apressada.

No mesmo dia, o Presidente cessante dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, utilizou a rede social Twitter – um hábito que mantém a um mês e meio de abandonar a Casa Branca – para dizer que a FDA “continua a ser uma tartaruga grande, velha, lenta”.

“Coloque a porcaria das vacinas cá fora já, Dr. Stephen Hahn. Deixe-se de brincadeiras e comece a salvar vidas”, criticou Trump.

Em comunicado, consultado pela agência Lusa, a FDA explicou na sexta-feira que estava a “trabalhar rapidamente no sentido da finalização e emissão de uma autorização de utilização de emergência”.

Donald Trump anunciou que a vacinação contra a covid-19 vai começar « em menos de 24 horas », num vídeo divulgado na rede social Twitter.

A pandemia continua a assolar os Estados Unidos, que são há vários meses o país com o maior número de mortos (294.690) e também de infeções confirmadas (mais de 15,8 milhões).

Trump – derrotado nas eleições presidenciais de 03 de novembro pelo candidato democrata e agora Presidente eleito, Joe Biden – fez da rápida aprovação de uma vacina contra a covid-19 uma das bandeiras da campanha eleitoral, assegurando sucessivamente que seria distribuído um fármaco eficaz antes do final do ano e que os Estados Unidos seriam o primeiro país a receber a vacina.

Contudo, tal não se verifica, uma vez que o Reino Unido foi o primeiro país a começar a campanha de vacinação, da mesma vacina que, depois da pressão da Casa Branca, foi agora aprovada em território norte-americano.

Covid-19/Portugal. Mais de um terço não vai vacinar-se – sondagem

Covid-19: Mais de um terço não vai vacinar-se – Eurosondagem

Covid-19: Mais de um terço não vai vacinar-se - Eurosondagem

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Mais de um terço dos portugueses afirmam não querer vacinar-se contra a covid-19 por não acreditarem na eficácia do medicamento que deverá chegar a Portugal em janeiro, segundo um estudo da Eurosondagem hoje divulgado.

À questão « quando houver uma vacina contra a covid-19, acredita nela e vai vacinar-se? », 48,5% dos inquiridos respondem que « sim », 37,2% « não » e 14,3% têm dúvidas, não sabem ou não querem revelar o que farão.

Neste estudo da Eurosondagem para o Porto Canal e o semanário Sol, a maioria dos entrevistados que se opõem à vacina são do sexo feminino (37,2%), contra 36,9% do sexo masculino.

Entre os homens a vacina tem mais apoio (49%) do que entre as mulheres (48%). A Eurosondagem não estratificou as respostas a esta questão por grupos etários.

Outra questão colocada na sondagem foi a recandidatura de Marcelo Rebelo de Sousa a Presidente da República, com 72% a responder que « fez bem », 15,5% « não fez bem » e 12,5% a manifestar dúvidas ou não responder.

O estudo incluiu também uma questão sobre a « grande controvérsia entre as atuais operadoras de telecomunicações e a ANACOM sobre o 5G ». Nas respostas, só 15,2% dos entrevistados disseram concordar com « um leilão aberto a novos operadores ». A « melhoria e universalidade da atual rede móvel em 3G e 4G e voz » foi a opção escolhida por 65,5% dos inquiridos, com 19,3% a não responder.

No tradicional barómetro das legislativas, o PS continua na frente, com 38,8%, subindo quase na mesma proporção (2,4 pontos percentuais) da descida do BE (2,3 pontos percentuais) relativamente aos resultados das últimas legislativas.

O BE cai mais de um ponto percentual (1,1) relativamente à sondagem de novembro, o PS sobe 0,5 p.p. e o PSD 0,3 p.p.

O PSD recolhe agora 29,4% das preferências, o BE 7,2%, a CDU 5,3%, o Chega 5,2%, o CDS 2,5%, o PAN 2,0% e a Iniciativa Liberal 1,1%.

O estudo da Eurosondagem foi realizado entre o segunda e quinta-feira através de 1.020 entrevistas telefónicas validadas para fixos e móveis e tem um erro máximo de 3,07% para um grau de probabilidade de 95%.

Portugueses sem resposta à petição para travar quarentena obrigatória na Suíça

Os emigrantes portugueses continuam sem resposta a uma petição enviada à Confederação Suíça, há uma semana, para travar a quarentena obrigatória para todos os viajantes oriundos de Portugal.

Mais de 11 mil emigrantes portugueses residentes na Suíça assinaram uma petição lançada na rede social Facebook, na página « Emigrar para a Suíça« , a solicitar a retirada de Portugal da lista de países considerados de elevado risco de infeção pelo novo coronavírus.

Caso a decisão da Confederação se mantenha, todos os portugueses que viajarem ao país de origem a partir de 14 de dezembro serão obrigados a fazer uma quarentena de 10 dias após o seu regresso a território suíço.

A decisão da Suíça foi anunciada no início do mês e está a gerar uma onde de revolta por parte dos emigrantes, que afirmam ter sido uma decisão baseada em dados desatualizados.

« Criei a petição uma hora depois da Confederação ter decidido colocar Portugal na lista, no dia 04 de dezembro, porque reparei que os números estavam inferiores aos limites fixados pela Confederação », afirmou Samuel Soares, autor da página « Emigrar para a Suíça ».

O criador da petição explicou à agência Lusa que, quando a Confederação tomou a decisão, em 02 de dezembro, de colocar Portugal na lista de países de elevado risco, « os números não estavam a favor de Portugal », no entanto, a decisão só foi comunicada publicamente dois dias depois e, nessa altura, « os números de casos em Portugal já tinham diminuído », reiterou.

Samuel Soares confessou que estava à espera que a Confederação se manifestasse relativamente à petição, na conferência de imprensa de hoje, no entanto nada foi dito relativamente ao assunto.

« Estou desiludido, mas ainda não perdi a esperança. Continuo à espera de uma resposta oficial da parte das autoridades suíças », afirmou o criador da petição, acrescentando que tomou conhecimento que as autoridades portuguesas na Suíça estão a mobilizar-se de modo a chegarem a um acordo.

Segundo declarou Yann Hulmann, porta-voz do Escritório Federal Suíço de Saúde Pública (OFSP), à televisão suíça RTS, « não deverá haverá qualquer atualização da lista antes do início do próximo ano », explicando que « uma atualização diária da lista não é possível ».

A onda de indignação por parte dos emigrantes portugueses continua visível nas redes sociais, onde a diáspora têm exposto o seu descontentamento relativamente à tomada de decisão da Suíça de colocar Portugal na « lista vermelha ».

« Os portugueses não entendem, nem aceitam, que Portugal esteja na lista dos países de risco. Muitos deles tiveram de anular as férias e estão muito tristes de não poderem passar as festas de Fim de Ano junto das suas famílias », declarou o criador da petição.

Samuel Soares disse ser um dos afetados pela situação visto que não poderá viajar para Portugal no Natal.

« Eu, por exemplo, era para ir a Portugal nas férias de Natal, como acontece todos os anos, no entanto, este ano não posso ir a Portugal porque não consigo tirar sete dias de férias extra para ficar em casa quando voltar de férias », lamentou o português.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.580.721 mortos resultantes de mais de 69,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 5.373 pessoas dos 340.287 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

Com Agência Lusa.

Cristiano Ronaldo finalista do prémio The Best, com Messi e Lewandowski

O internacional português Cristiano Ronaldo é novamente finalista do prémio The Best, galardão da FIFA que desde 2016 designa o melhor futebolista da época, juntamente com o argentino Lionel Messi e o polaco Robert Lewandowski, anunciou hoje o organismo.

O avançado dos italianos da Juventus concorre com Messi (FC Barcelona), atual detentor do troféu, e Lewandowski, campeão europeu ao serviço dos alemães do Bayern Munique, estando a cerimónia de entrega de prémios agendada em 17 de dezembro.

O prémio The Best veio substituir o antigo troféu de Jogador do ano da FIFA, criado em 1991 e que entre 2010 e 2015 foi atribuído em conjunto com a Bola de Ouro, da revista France Football.

 

Com Agência Lusa.

Presidenciais portuguesas em tempo de pandemia e de esperança em vacinas.Opinião

Presidenciais portuguesas poderão ter uma das abstenções mais elevadas de sempre.

Os eleitores já sabem quem ganha e querem  sobretudo é ver uma luz no túnel para a saída da pandemia do Covid. 

Ouça aqui a última crónica de Daniel Ribeiro: