Morreu o antigo presidente francês Valéry Giscard d’Estaing

Morreu o antigo presidente francês Valéry Giscard D’Estaing. Tinha 94 anos e há três semanas que estava internado no hospital de Tours devido a uma insuficiência cardíaca. O anúncio foi feito está noite pela família. Giscard D’Estaing foi chefe de estado de 1974 a 1981

 

 

Eleito Presidente aos 48 anos, Giscard d’Estaing sucedeu a anos de poder de De Gaulle e procurou liberalizar tanto a economia como as atitudes sociais.

Sob o seu mandato, o aborto foi  legalizado e consagrado o divórcio por mútuo consentimento, ambos considerados dois importantes avanços sociais na época. Adiantou igualmente a idade de voto para os 18 anos.

O Presidente ficou ainda conhecido como um dos arquitetos do projetode integração europeu. Foi muito próximo do chanceler alemão Helmut Schmidt, com quem lançou as bases da moeda europeia no que viria a ser o Sistema Monetário Europeu.

Giscard d’Estaing perdeu a reeleição em 1981 para o socialista François Mitterrand.
Com Agência Lusa e RTP.

Liga dos Campeões/Resultados. Cristiano Ronaldo marca em mais uma vitória da Juventus (3-0). Paris SG triunfa em Manchester (1-3)

Juventus e Barcelona venceram Dínamo Kiev e Ferencvaros, ambos por 3-0, cimentando a vantagem no Grupo G da Liga dos Campeões. As duas equipas vão agora jogar dia 8 pelo primeiro lugar do grupo, sendo que o Barcelona (12 pontos) está em vantagem, fruto da vitória em Itália por 2-0.

Nas partidas desta quarta-feira, Cristiano Ronaldo fez o 2-0 da Juventus, o seu golo 132 em 173 jogos na competição.

 

https://twitter.com/UEFAcom_fr/status/1334254068206886918

 

 

Covid-19: Vacina será gratuita, facultativa e administrada no SNS – Governo

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A ministra da Saude disse hoje que a vacina contra a covid-19, que poderá chegar a Portugal já em janeiro, será gratuita, facultativa e administrada no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

« Será obviamente uma vacinação gratuita, facultativa e a realizar no Serviço Nacional de Saúde », adiantou Marta Temido sobre o plano de vacinação contra a covid-19 que será apresentado na quinta-feira.

A governante falava aos jornalistas, em Lisboa, no final de uma reunião que contou com a participação do primeiro-ministro, António Costa, o coordenador da task-force criada pelo Governo para desenhar o plano de vacinação e os ministros de Estado e da  Presidência, Mariana Vieira da Silva, da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho.

Questionada sobre a hipótese de a vacina ser dada nos centros de saúde ou em grandes centros de vacinação menos descentralizados, Marta Temido disse apenas que seria através do SNS, apontando dois cenários possíveis.

« Um primeiro momento em que haverá um contexto de maior escassez no acesso a vacinas e, portanto, também à semelhança daquilo que outros países têm estado a planear será um cenário mais controlado, mas depois admitimos que ao longo do ano de 2021 passemos para um cenário de maior abrangência com mais doses disponíveis e também maior expansão dos pontos de administração », explicou.

“Num cenário extremo de final de ano é equacionável que haja uma distribuição muito mais descentralizada do que num momento inicial”, realçando também que o processo de vacinação será longo e que os portugueses não se poderão « afastar das regras » a que se têm habituado em tempo de pandemia.

Apesar de admitir que as primeiras vacinas possam estar disponíveis nas primeiras semanas de 2021, caso a candidata da Pfizer/BioNTech seja já aprovada pela Agência Europeia do Medicamento (EMA) na reunião agendada para 29 de dezembro, a ministra ressalvou que essa disponibilização depende de vários fatores.

“Qualquer um dos países da União Europeia só terá vacinas se a indústria farmacêutica as disponibilizar, se a EMA lhes der um parecer favorável – porque acima de tudo estão questões de segurança, de efetividade e de qualidade – e de acordo com aquilo que seja a chegada que as próprias companhias farmacêuticas fazem acontecer a cada um dos países dos seus produtos”, descreveu.

Sobre o plano que será apresentado pelo primeiro-ministro, António Costa, a ministra da Saúde disse que será definido um ponto central de distribuição das vacinas para outros pontos secundários, mas algumas empresas farmacêuticas também se disponibilizaram para as fazer chegar aos pontos de vacinação.

Portugal contabiliza pelo menos 4.645 mortos associados à covid-19 em 303.846 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde.

 

Com Agência Lusa.

COVID-19: A partir do próximo dia 15 de Dezembro a ‘attestation’ de saída já não será necessária em França

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A partir do próximo dia 15 de Dezembro termina a ‘validade’ da « attestation » de saída em França passando a vigorar o recolher obrigatório entre as 21h e as 7h da manhã.

No entanto durante esse período (21h-7h) será necessário um justificativo para as suas deslocações. Quem o lembrou foi o Primeiro Ministro Jean Castex na manhã desta quarta-feira na BFMTV.
« O presidente da Républica foi claro, vamos implementar um período de recolher obrigatório que começará às 21h até às 7h da manhã do outro dia, nessas horas um justificativo será necessário para as suas deslocações… » sublinhou o primeiro ministro que voltou a lembrar que « … para o resto do dia não é preciso… ».

 

Farta de esperar. Ana Gomes tomou vacina da gripe que amiga lhe trouxe de França. « É proibido ».

Ana Gomes tomou a vacina da gripe que amiga lhe trouxe de França (o que é proibido, lembra Infarmed) – imforma o jornal Público

A candidata socialista às presidenciais “fartou-se” de esperar pela chegada da vacina e tomou uma dose que uma amiga lhe trouxe de França. Mas Infarmed diz que é proibido e que pode ser perigoso, informa o jornal Público.

Twitter. A candidata à Presidência da República Ana Gomes revelou ontem no Twitter que, depois de três meses em lista de espera, ficou “farta de esperar” pelo contacto da farmácia a dar conta de que a sua dose da vacina contra a gripe estava finalmente disponível e decidiu tomar uma vacina que uma amiga lhe trouxe de França. A candidata socialista de 66 anos quis denunciar a existência de vacinas “reservadas para certas pessoas, de certas empresas”, mas acabou por involuntariamente confessar que tinha cometido uma ilegalidade – o Infarmed, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, IP, recorda que a importação de medicamentos para uso pessoal é proibida e que existem “riscos para a saúde” associados a essa prática.

O Público revela que, numa nota do Infarmed enviada ao jornal Observadoro regulador é claro: “A importação de medicamentos para uso próprio pelos utentes não tem suporte legal e acarreta riscos para a saúde dos consumidores.” Além disso, prossegue a nota, “podem não estar garantidas as condições de segurança, qualidade e eficácia exigíveis para um medicamento, quer durante o processo de aquisição, quer durante o próprio transporte”. Por isso, conclui que “os consumidores só podem adquirir medicamentos nas farmácias (comunitárias e hospitalares) e nos locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica.”

Ao mesmo jornal, Ana Gomes garante que não sabia da ilegalidade. “Não tenho conhecimento, ninguém me disse que era ilegal”, afirmou.

Covid-19/Portugal. Graça Freitas (DGS) testa positivo. Mais 68 mortos e 3.384 novas infeções em 24h

Graça Freitas (63 anos), Directora-geral da Saúde,  apresenta sintomas ligeiros e encontra-se actualmente em isolamento.

 

Segundo a DGS, Portugal regista hoje mais 68 mortos e 3.384 novos casos

Informação DGS, boletim diário: 
Portugal contabiliza hoje mais 68 mortos relacionados com a covid-19 e 3.384 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 4.645 mortes e 303.846 casos de infeção pelo novo coronavírus, estando hoje ativos 75.755 casos, mais 747 do que na terça-feira.

Relativamente aos internamentos hospitalares, o boletim epidemiológico da DGS revela que estão internadas 3.338 pessoas (mais 64 do que na terça-feira), das quais 525 em cuidados intensivos (mais quatro últimas 24 horas).

Fora da realidade. É fácil culpabilizar os pais pela falta de cursos de português em França. Opinião

O alegado mundo maravilhoso do ensino da língua portuguesa em França.

É muito fácil culpabilizar os pais pela falta de cursos de português neste país.

Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na Rádio Alfa, na quinta-feira, 03, alguns minutos antes das 7, 9, 11 ,15, 17 e 19 horas. 

E depois do Covid? A recessão. Análise de Pascal de Lima

As consequências da crise do Covid-19 na economia.

Ouça aqui a análise do economista e professor em SciencesPo, Pascal de Lima:

 

Covid-19. Reino Unido vai usar vacina da Pfizer/BioNTech já a partir da próxima semana

Covid-19. Reino Unido aprova vacina da Pfizer/BioNTech e garante que vai usá-la já a partir da próxima semana. Anúncio feito pelo Governo britânico esta quarta-feira esclarece que a decisão foi tomada depois de “meses de testes clínicos rigorosos” e que a vacina “cumpre os rígidos padrões de segurança, qualidade e eficácia”. A informação está a ser divugada em Portugal pelo Expresso, edição online.

« O Reino Unido é o primeiro país do mundo a aprovar o uso da vacina produzida pelo laboratório norte-americano Pfizer e pela empresa alemã de biotecnologia BioNTech, como forma de imunização contra a covid-19. A notícia é avançada pelo próprio Governo britânico, na página oficial2, escreve o Expresso.

“O Governo aceitou hoje a recomendação da Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) independente para aprovar a utilização da vacina COVID-19 da Pfizer-BioNTech. Isto ocorre após meses de testes clínicos rigorosos e de uma análise minuciosa dos dados por especialistas da MHRA, que concluíram que a vacina atende os rígidos padrões de segurança, qualidade e eficácia”, lê-se no comunicado.

O Expresso indica que o Governo promete detalhes para breve e destaca que “a vacina estará disponível em todo o Reino Unido a partir da próxima semana”.

Covid-19/Portugal. Natal com medidas especiais, fim do ano sem festas

Covid-19: Medidas para o Natal conhecidas sábado e passagem de ano com todas as restrições – Costa

Covid-19: Medidas para o Natal conhecidas sábado e passagem de ano com todas as restrições – Costa

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Alfa/com Lusa/Rádio Observadoremail sharing button
 O primeiro-ministro, António Costa, disse ontem que no sábado anunciará as medidas para o Natal “com as melhores condições possíveis”, mas avisou desde já que “a passagem do ano vai ter todas as restrições”.

“O Governo propôs ao Presidente da República, e o senhor Presidente da República aceitou que desta vez, quando anunciarmos a renovação do estado de emergência, possamos anunciar não só as medidas para a próxima quinzena como as medidas para a quinzena seguinte, ou seja, até 6, 7 de janeiro”, revelou António Costa, em entrevista à rádio Observador.

Assim, de acordo com o primeiro-ministro, “é fundamental que as pessoas possam ter uma noção antecipada do que vai ser o Natal”, sendo esta semana decisiva para a decisão sobre essas medidas, que irá anunciar no próximo sábado.

“Vamos todos fazer o esforço para podermos ter o Natal com as melhores condições possíveis, mas logo a seguir, há uma coisa que posso antecipar desde já, é que a passagem do ano vai ter todas as restrições porque aí não pode haver qualquer tipo de tolerância”, avisou.

Costa deixou claro que este « não vai poder ser um Natal normal », estando o Governo a trabalhar com os especialistas para que estes ajudem « as famílias a poder compreender bem a lógica de transmissão dos vírus e o que é necessário evitar o mais possível ».

« Quanto mais o Natal for à mesa, mais perigoso é porque à mesa nós estamos sem máscara. Quanto mais pessoas estiverem à mesa mais perigoso é porque maior é o risco de contaminação », exemplificou.

Assim, a lógica do chefe do executivo é « o máximo de pedagogia e o mínimo de regras ».

« O nosso objetivo coletivo devia ser que nos dias 24 e 25 as pessoas pudessem deslocar-se e se pudessem encontrar em segurança, evitando ao máximo os riscos de contágio », disse, reiterando o esforço « para encontrar uma solução » para o Natal.

No entanto, e apesar de ir anunciar já no sábado as medidas para o Natal, Costa deixou um aviso: « tudo depende de como a pandemia evolui até lá ».

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