Vuelta: Roglic vence contrarrelógio da 13ª etapa, Nelson Oliveira terceiro

O esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Visma) venceu hoje pela quarta vez na Volta a Espanha em bicicleta, no contrarrelógio da 13ª etapa, e assume a liderança da geral, com Nelson Oliveira (Movistar) no terceiro lugar.

Roglic, já vencedor na primeira, oitava e 10ª tiradas, cumpriu hoje os 33,7 quilómetros entre Muros e o Mirador de Ézaro em 46.39 minutos, batendo o norte-americano Will Barta (CCC), segundo, por um segundo, e Nelson Oliveira por 10.

Na geral, o esloveno, campeão da Vuelta em 2019, recuperou a camisola vermelha, de líder, com o equatoriano Richard Carapaz (INEOS) a cair para segundo, a 39 segundos, e o britânico Hugh Carthy (Education First) em terceiro, a 47 segundos.

O melhor português continua a ser Nelson Oliveira subindo hoje ao 42° lugar a 1h24’53 ».

Na quarta-feira, a 14ª etapa liga Lugo a Ourense em 204,7 quilómetros, com três contagens de montanha de terceira categoria no percurso.

Com Agência Lusa.

Eleições americanas. Nem todos os votos têm o mesmo valor. Quem ganha pode perder. Opinião

Eleições americanas.

Pandemia de Covid-19 esteve no centro da campanha eleitoral.

Mas, no complexo sistema eleitoral americano nem todos os votos têm o mesmo valor e, no fim, quem ganha pode perder.

Crónica de Daniel Ribeiro para ouvir, na Rádio Alfa, na quarta-feira, 04, alguns minutos antes das 7, 9, 11, 15, 17 e 19 horas.

‘Despacito’ já não é o vídeo mais visto de sempre no YouTube

A canção de Luis Fonsi e Daddy Yankee foi destronada no top dos vídeos mais vistos de sempre no YouTube. Há um novo campeão de visualizações.

7 mil milhões de ‘views’ já não chegam para fazer de ‘Despacito’, fenómeno de 2017, o vídeo mais visto de sempre no YouTube.

A canção de Luis Fonsi e Daddy Yankee foi ultrapassada esta semana por uma outra canção: trata-se de ‘Baby Shark’, a dança infantil sul-coreana que chegou ao YouTube em junho de 2016. Com um número ligeiramente acima da cifra de ‘Despacito’, a melodia viral que faz as delícias dos mais pequenos em todo o mundo é agora o vídeo mais visto na plataforma.

 

 

No que a vídeos musicais diz respeito, abaixo de ‘Despacito’ estão ‘Shape of You’, de Ed Sheeran (5 mil milhões) e ‘See You Again’, de Wiz Khalifa com Charlie Pueth (4,7 mil milhões de visualizações).

 

 

Com Jornal Blizt.pt

Liga dos Campeões/FC Porto-Marselha. Duelo de rappers pelas ruas da cidade do Porto

Keso defende as cores da cidade Invicta e do FC Porto, Achim é o representante francês.

FC Porto-Marselha o confronto musical já começou com um duelo de rappers pelas ruas da cidade do Porto.

A iniciativa OM Sessions do Marselha leva um rapper da cidade francesa para gravar um tema com um rapper da cidade do adversário.

Desta vez, Achim é o representante francês e Keso defende as cores da cidade Invicta e do FC Porto.

Os dois passam por alguns dos mais emblemáticos lugares da cidade do Porto.

 

 

Com MaisFutebol.

Covid-19: Portugal com mais 45 mortos e 2.596 casos confirmados nas últimas 24 horas

Portugal contabiliza hoje mais 45 mortos relacionados com a covid-19 e 2.596 novos casos confirmados de infeção, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim hoje divulgado, Portugal já contabilizou 149.443 casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus e 2.635 óbitos.

Dos 45 óbitos, 21 ocorreram na região Norte, 18 em Lisboa e Vale do Tejo, cinco no Centro e um no Alentejo.

Em relação aos internamentos, o número de pessoas hospitalizadas continua a subir, sendo agora 2.349 pessoas, mais 94 do que na segunda-feira, e destas 320 (mais 26) estão em Unidades de Cuidados Intensivos.

 

Com Agência Lusa.

Luso-luxemburguês entre os feridos dos ataques terroristas na Áustria.

Luso-luxemburguês entre os feridos resultantes dos ataques na Áustria

Luso-luxemburguês entre os feridos resultantes dos ataques na Áustria

facebook sharing button
Alfa/com Lusatwitter sharing button
email sharing button
Um cidadão luso-luxemburguês é um dos feridos resultantes dos ataques de segunda-feira à noite em Viena, encontrando-se hospitalizado, disse à agência Lusa fonte do gabinete da secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas.

A mesma fonte disse que Portugal está a acompanhar a evolução do estado de saúde deste luso-luxemburguês através da Embaixada de Portugal em Viena, capital austríaca, e do Gabinete de Emergência Consular, em articulação com as autoridades luxemburguesas.

As autoridades portuguesas estão igualmente em contacto com os familiares deste cidadão luso-luxemburguês, uma das vítimas deste ataque que começou com um tiroteio numa rua central onde fica a sinagoga principal de Viena.

Os atacantes deslocaram-se depois pelo centro da cidade, disparando sobre quem ocupava as esplanadas.

O ataque fez quatro vítimas mortais e 17 feridos. Um dos atacantes foi morto pela política, enquanto um segundo fugiu e está a ser procurado.

Segundo o ministro do Interior austríaco, Karl Nehammer, o atacante morto pela polícia, que estava armado com uma espingarda de assalto e um cinto de explosivos falsos, « era uma pessoa radicalizada que se sentia próxima do Estado Islâmico ».

O chanceler austríaco, Sebastian Kurz, considerou que se tratou de um « repugnante ataque terrorista » e que pode haver « um motivo antissemita, pelo lugar onde começou ».

O primeiro-ministro português, António Costa, já manifestou a solidariedade nacional ao chanceler austríaco Sebastian Kurz por este atentado e salientou que a Europa se mantém unida perante “a ameaça do terrorismo”.

“Partilhamos a angústia do povo austríaco diante do grave atentado terrorista ocorrido em Viena. Ao Chanceler Sebastian Kurz transmito a nossa solidariedade. A Europa mantém-se unida diante da ameaça do terrorismo e da violência motivada pelo ódio”, escreveu António Costa, numa mensagem publicada em português e inglês na sua conta oficial da rede social Twitter.

Também o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já enviou uma mensagem ao seu homólogo austríaco, Alexander Van der Bellen, a repudiar o ataque e expressando solidariedade e pesar.

« Foi com choque e tristeza que tomei conhecimento do ataque que ontem [segunda-feira] teve lugar no centro de Viena e que provocou a morte de quatro pessoas e diversos feridos, entre estes últimos um jovem português », lê-se na mensagem enviada pelo chefe de Estado português ao Presidente da Áustria, divulgada no portal da Presidência da República na Internet.

Covid-19/Confinamento. « Isto que nos cerca e obceca ». Crónica

« É como se já não soubéssemos por onde começar uma conversa »…

Uma crónica compacta de um homem da cultura de novo confinado. João Pinharanda.

Ouça aqui a última crónica, na Rádio Alfa, do diretor do Instituto Camões em Paris:

 

Covid-19/França. 418 mortos e 52.518 novos infetados em 24h

Covid-19: França regista 52.518 contágios e 418 mortes em 24 horas

 

facebook sharing button
twitter sharing button
email sharing button
A França registou 418 mortos em 24 horas, um dos maiores números desta segunda vaga, e 52.518 casos confirmados do novo coronavírus, o mais elevado até esta data, indicaram ontem ao fim do dia as autoridades sanitárias.

Os responsáveis desta área revelaram um novo número de mortos, um dos mais altos desde a intensificação da propagação do vírus em outubro, apenas superado na terça-feira pelas mais de 500 vítimas mortais contabilizadas, apesar de metade incluir os falecimentos em lares de terceira idade, acumulados durante toda a semana.

O total do número de mortos no país já se situa nos 37.435.

Os contágios ultrapassam os 46.290 anunciados no domingo. Desde o início da pandemia foram registados 1.466.433 contágios no país, e a taxa de testes positivos situou-se pelo terceiro dia consecutivo acima dos 20%, ao atingir 20,6%.

Nos últimos sete dias registaram-se 17.683 novos internamentos hospitalares, com 2.678 pessoas enviadas para as unidades de cuidados intensivos em estado grave.

Na passada sexta-feira o Governo decretou um confinamento com um mínimo de um mês de duração, após considerar a larga maioria dos distritos (departamentos) do país em situação de vulnerabilidade face ao vírus.

Ataques a tiro em Viena. Três mortos e quinze feridos

Três mortos e 15 feridos nos ataques em Viena, Áustria

Três mortos e 15 feridos nos ataques em Viena - novo balanço

facebook sharing button
twitter sharing button
Alfa/Lusaemail sharing button
Três pessoas morreram e 15 ficaram feridas numa série de ataques com armas automáticas na segunda-feira à noite em Viena, segundo um novo balanço das autoridades austríacas.

A última vítima mortal é uma das mulheres hospitalizadas que não resistiu à gravidade dos ferimentos, sendo que entre os óbitos foi incluído um dos atacantes, abatido pela polícia. Pelo menos um segundo atacante fugiu.

“Como resultado deste terrível crime (…) uma segunda mulher morreu na sequência dos ferimentos”, declarou o autarca de Viena, Michael Ludwig.

O ataque, o primeiro em Viena em 35 anos, começou com um tiroteio por volta das 20:00 (19:00 em Lisboa) numa rua central onde fica a sinagoga principal de Viena, então fechada, e muito próxima de uma área de bares muito frequentada.

« Estou feliz que os nossos polícias já tenham eliminado um dos autores. Nunca seremos intimidados pelo terrorismo e lutaremos contra esses ataques com todos os meios », disse o chanceler austríaco, Sebastian Kurz, que classificou os atos de « ataques terroristas nojentos ».

“Não podemos dizer nada sobre o motivo ainda. Não podemos descartar um motivo antissemita, pelo lugar onde começou”, disse Kurz, sem dar mais detalhes.

Os atacantes deslocaram-se depois pelo centro da cidade, disparando sobre quem ocupava as esplanadas.

“Estávamos a comer e a beber, quando ouvimos os tiros. No começo pensámos que fosse fogo de artifício, mas ouvimo-los mais de perto e as pessoas reagiram com pânico”, disse Petra, uma brasileira que estava na zona quando o ataque começou.

Outra testemunha, o rabino Schlomo Hofmeister, disse à agência de notícias EFE que ouviu « 100 tiros » nos primeiros momentos do ataque.

« Pelo menos um atacante atirou em pessoas que estavam sentadas à frente de bares e restaurantes. As pessoas correram em pânico para dentro, mas o atacante seguiu-as e atirou lá dentro também », descreveu.

Centenas de pessoas refugiaram-se em bares e restaurantes, muito lotados porque hoje começa um novo confinamento para prevenir a propagação da covid-19.

Na Ópera de Viena, ou em salas de concerto como o Konzerthaus ou o Musikverein, muito perto da cena, milhares de pessoas permaneceram no interior durante horas, até saírem sob escolta policial.

Numa troca de tiros com a polícia, um dos autores do ataque foi morto, enquanto um agente ficou gravemente ferido.

As autoridades montaram um enorme dispositivo de segurança para localizar pelo menos um terrorista que fugiu, com dezenas de agentes das forças especiais e especializadas em ações antiterroristas a participarem nos esforços de busca, que também inclui o controlo das fronteiras.

O Governo austríaco alertou que a situação de perigo ainda não passou, e pediu aos cidadãos para não saírem de casa, a não ser que seja estritamente necessário.

O último ataque em Viena ocorreu em 1985, quando o grupo palestiniano Abu Nidal matou três pessoas e feriu 39 no aeroporto da cidade.

Covid-19/Portugal. Um estado de emergência mínimo

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa explicou, em entrevista à RTP, na noite de segunda-feira, que o novo estado de emergência que está a ser ponderado é diferente do primeiro porque a situação actual também é diferente. É “diferente no sentido de muito limitado, de efeitos sobretudo preventivos, não apontando para o confinamento total”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

O primeiro-ministro pedira ao Presidente da República a declaração de um estado de emergência mínimo, sobretudo para dar “robustez” jurídica a restrições de circulação e para poder requisitar serviços privados de saúde no combate à pandemia. Para já, não está em causa um confinamento geral nem o recolher obrigatório, mas António Costa admitiu que isso aconteça mais tarde.

« É esta a inclinação dos partidos que ouvi – vamos ver se é inclinação dos parceiros económicos e sociais. Mas é a inclinação do próprio Governo. E o Presidente da República está a ponderar », afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

« Se perguntar neste momento por um confinamento, já não digo total, mas um confinamento muito vasto, a resposta é não. A resposta é sim a um estado de emergência limitado: sim, com quem diga não e quem se abstenha, mas sim de uma maioria clara », referiu.

Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que « é uma maioria que está nos dois terços ou acima dos dois terços » em defesa desse « estado de emergência limitado », e observou « Se isto não é uma maioria clara – uma maioria de revisão constitucional – não sei o que é uma maioria clara ».

Flash Info

Flash INFO

0:00
0:00
Advertising will end in 

Journal Desporto

0:00
0:00
Advertising will end in 

x