Covid-19/França. Confira aqui a lista dos 89 departamentos em situação de « vulnerabilidade »

Informação oficial: 

Confira aqui a lista dos 89 departamentos em situação de vulnerabilidade (autoridades sanitárias francesas, lista atualizada ontem, 19 de setembro, quando a França registou 13.498 novos casos de infeção, um recorde no país desde o início da pandemia):

  • Moderada : Aisne, Allier, Ardèche, Ardennes, Ariège, Alpes de Haute Provence, Aube, Aude, Calvados, Cantal, Charente, Corrèze, Deux-Sèvres, Dordogne, Doubs, Drôme, Eure, Eure-et-Loir, Gers, Haut-Rhin, Hautes Alpes, Haute Loire, Hautes Pyrénées Haute-Savoie, Haute Vienne, Loir et Cher, Lot, Lot et Garonne, Lozère, Mayenne, Mayotte, Meuse, Moselle, Morbihan, Oise, Réunion, Saône et Loire, Savoie, Seine Maritime, Somme, Territoire de Belfort, Vosges, Yonne
  • Elevada : Martinique, Guadeloupe (dont Saint Martin et Saint Barthélémy), Ain, Alpes-Maritimes, Aveyron, Bas-Rhin, Bouches-du-Rhône, Côte d’Or, Corse du Sud, Essonne, Gard, Gironde, Guyane, Haute Corse, Haute-Garonne, Haute-Marne, Hauts-de Seine, Hérault, Indre et Loire, Loiret, Ille-et-Vilaine, Isère, Landes, Loire, Loire-Atlantique, Maine-et-Loire, Marne, Meurthe et Moselle, Nord, Paris, Pas de Calais, Puy de Dôme, Pyrénées Atlantiques, Pyrénées Orientales, Rhône, Sarthe, Seine et Marne, Seine-Saint-Denis,  Tarn, Tarn-et-Garonne, Val-de-Marne, Val d’Oise, Var, Vaucluse, Vienne, Yvelines

Covid-19/Portugal. Mais 13 mortos e 552 novos casos em 24h

Covid-19/Portugal. Mais 13 mortos e 552 novos casos em 24 horas – relatório diário oficial deste domingo, 20/09

Portugal regista este domingo um número elevado de mortos: mais 13 em relação aos 5 do dia anterior.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) indica que dez mortes foram registadas na região de Lisboa e Vale do Tejo e três na região Norte.

511 pessoas estão internadas nos hospitais (mais 14 em relação a sábado), das quais 63 (menos uma) em unidades de cuidados intensivos.

Nas últimas 24 horas há 192 recuperados.

 

« Portugal, o valente e orgulhoso Portugal ». Marine le Pen envia vídeo de apoio a André Ventura

Marine le Pen envia vídeo de apoio a André Ventura, do Chega. « Portugal, o valente e orgulhoso Portugal… »

 

Líder nacionalista francesa gravou uma mensagem que será exibida na II Convenção do Chega, em Évora, informa o semanário Expresso na sua edição de hoje, sábado.

“Portugal, o valente e orgulhoso Portugal, vai reen­contrar convosco, militantes do Chega, o seu justo lugar”, afirma Marine Le Pen num vídeo gravado a partir do seu gabinete em Paris.

Ventura e Le Pen deverão reunir-se em breve em Paris, acrescenta o jornal.

“É um sinal de con­fian­ça (…) reconhece o crescimento do Chega enquanto força antissistema”, diz ao Expresso André Ventura.

Covid-19/França. 123 mortes e 13.215 casos em 24h. Ministro Bruno le Maire infetado

Covid-19/França. Ministro da Economia e Finanças, Bruno Le Maire, anunciou ter testado positivo ao covid-19 e entrou em quarentena. A situação agrava-se em França com 123 mortes e 13.215  novos casos em 24 horas.

 

A situação continua a agravar-se em França, com 123 mortes em 24 horas e 13.215 mil novos casos de contágio, segundo anunciaram ontem ao fim do dia as autoridades francesas.

Verifica-se um aumento significativo das mortes face às de quinta-feira e o número total de mortos em França desde o início da pandemia é  agora de 31.249.

O número de contágios em 24 horas, até ontem, sexta-feira foi de 13.215 casos passando o número total para 428.696 desde o início da pandemia.

Ainda desde quinta-feira foram registadas 850 novas hospitalizações, sendo que 100 desses pacientes estão internados em unidades de cuidados intensivos.

Covid-19/Portugal. Mais 6 mortos e 780 novos casos em 24 horas

Covid-19: Portugal com mais seis mortos e 780 novos casos nas últimas 24 horas

Covid-19: Portugal com mais seis mortos e 780 novos casos nas últimas 24 horas

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Alfa/Lusa
Portugal contabiliza hoje mais seis mortos relacionados com a covid-19 e 780 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 1.894 mortes e 67. 176 casos de infeção.

Segundo a DGS, os seis mortos foram registados na região de Lisboa e Vale do Tejo.

Em vigilância estão 38.721, mais 917 do que na quinta-feira.

Os dados de hoje indicam que Portugal ultrapassou a barreira dos 20 mil casos ativos contabilizando 20.229, mais 515 nas últimas 24 horas.

Os dados indicam ainda que 465 pessoas com covid-19 estão internadas nos hospitais (menos 15 em relação a quinta-feira), das quais 57 (menos duas) em unidades de cuidados intensivos.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde se verifica o maior número de infeções no país, foram notificados 426 novos casos, contabilizando 34.386 casos de infeção e 717 mortes desde o início da pandemia.

A região Norte regista hoje mais 250 casos, somando agora um total de 24.234, com 864 mortos.

Na região Centro registaram-se mais 46 casos, tendo agora 5.526 infeções e 256 mortos contabilizados desde o início da pandemia.

No Alentejo foram registados mais 36 casos de covid-19, totalizando 1.267 casos e 23 mortos até agora.

A região do Algarve tem hoje notificados mais 20 casos de infeção, somando um total de 1.324 casos e 19 mortos por covid-19.

Na região autónoma dos Açores não há hoje registo de casos, somando 241 infeções 15 mortos desde o início da pandemia.

A Madeira regista hoje dois casos, contabilizando 198 infeções, sem óbitos até hoje.

Nas últimas 24 horas 258 doentes recuperaram, pelo que 45.053 pessoas já superaram da infeção desde o início da pandemia em Portugal.

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

No total, o novo coronavírus já afetou em Portugal pelo menos 30.348 homens e 36.828 mulheres, de acordo com os casos declarados e matou 956 homens e 938 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nas pessoas com mais de 80 anos.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 943.086 mortos e mais de 30 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Covid-19: Portugal e Espanha mantêm fronteira aberta e defendem medidas “cirúrgicas”

Covid-19: Portugal e Espanha mantêm fronteira aberta e defendem medidas “cirúrgicas”

Covid-19: Portugal e Espanha mantêm fronteira aberta e defendem medidas “cirúrgicas”

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Portugal e Espanha consideram que a atual situação da pandemia é diferente da registada em março, justificando medidas cirúrgicas e pontuais, e não vão encerrar as fronteiras comuns, referiram hoje em Lisboa os chefes da diplomacia dos dois países.

A atual fase da covid-19, e as perspetivas da próxima Cimeira luso-espanhola, que vai decorrer na cidade da Guarda em 02 e 03 de outubro, dominaram a conferência de imprensa de Augusto Santos Silva e da sua homóloga espanhola Arancha González Laia, em Lisboa, que na sua reunião de trabalho também abordaram diversos tópicos da agenda europeia e temas internacionais.

“Não”, respondeu Augusto Santos Silva sobre um eventual encerramento das fronteiras comuns. “Não é fechando-nos que resolveremos este problema comum que temos, a pandemia.

“Pelo contrário, é cooperando entre nós e fazendo o que temos de fazer ao nível dos poderes públicos, manter e incrementar a capacidade de resposta dos nossos sistemas de saúde e sensibilizar os nossos concidadãos, porque esta luta contra a pandemia ganha-se com a contribuição e o esforço de cada um”, defendeu o chefe da diplomacia portuguesa.

Uma posição corroborada por Arancha González Laia, ao insistir que a situação em Espanha e em Portugal não é uma exceção, mas a regra, e revelar que nesta fase existe uma elevada taxa de infeções de pessoas assintomáticas, o que coloca novos desafios.

“Os surtos que estão a ocorrer em Espanha e Portugal são os mesmos surtos a que assistimos em França, Itália, Áustria, Países Baixos, Reino Unido e, portanto, não são a exceção, são a regra”, afirmou.

“A nossa responsabilidade é geri-los. Em Espanha mais de metade das pessoas contagiadas são assintomáticas, o que dá uma ideia do esforço do país em testes (…) e que se imponha o isolamento cirúrgico dos cidadãos que testaram positivo”, precisou a ministra espanhola.

A chefe da diplomacia de Espanha também excluiu o encerramento das fronteiras nesta nova fase do vírus e defendeu uma resposta “cirúrgica”, para evitar que novos surtos em diversos países europeus se convertam num problema para os serviços de saúde.

“Temos de ser capazes de tratar e de controlar e procurar esse tratamento cirúrgico do vírus enquanto também mantemos um espaço de liberdade nas nossas economias, nas nossas sociedades, para que os nossos países possam continuar a funcionar e com grandes doses de responsabilidade social”, assinalou.

Arancha González Laia insistiu que em Espanha os cidadãos estão a ser confinados de forma cirúrgica “porque não se confina o país”, e considerou a atual situação diversa da registada em março.

“Com medidas mais pontuais e decididas, podem manter-se as fronteiras abertas, a liberdade de circulação da maioria dos nossos cidadãos e enquanto se protege a sua saúde. (…). Vamos continuar a gerir esta nova fase da pandemia que, insisto, onde os nossos dois países não são a exceção mas a norma”, disse a ministra.

Augusto Santos Silva também frisou que, no caso de Portugal, o número de contágios está a aumentar, ao contrário das pessoas hospitalizadas ou internadas nos cuidados intensivos.

“É uma nova realidade. (…) É muito importante entender que somos todos europeus e integrantes da União Europeia. E, portanto, não se trata de estabelecer diferenças ou divisões entre países”, disse, para apelar um esforço a nível europeu através de medidas coordenadas.

Numa referência à Cimeira luso-espanhola de 02 e 03 de outubro, o chefe da diplomacia portuguesa admitiu que o tema da cooperação económica e da cooperação bilateral nessa recuperação “vai ser um tema central, senão o tema central” desta reunião dos chefes de Governo dos dois países, e com um enfoque na cooperação transfronteiriça.

“Nas negociações com a União Europeia, a reindustrialização da Europa terá em Portugal e Espanha dois protagonistas principais”, assinalou ainda o ministro, após sublinhar que as duas economias permanecem muito integradas e dependentes.

A homóloga de Madrid reforçou esta abordagem, ao assinalar que a Cimeira “procura dar resposta aos pedidos de empresas, cidadãos, comunidades autónomas, municípios, dos dois lados da fronteira, que pedem que coloquemos a ênfase na recuperação económica e social na sequência da crise”.

E ao estabelecer o objetivo essencial da Cimeira, Arancha González Laia referiu-se ao impulsionamento uma “estratégia transfronteiriça” para responder às zonas transfronteiriças entre Espanha e Portugal.

“Neste momento de crise pós-covid, é quando faz mais sentido esta estratégica transfronteiriça, na qual pretendemos visualizar o empenho dos nossos governos progressistas que somos, em impulsionar uma recuperação económica que não deixe ninguém para trás e que se concentre em particular nas zonas mais despovoadas, as que talvez sofreram o maior impacto económico desta crise. Zonas transfronteiriças que juntos queremos alterar de uma forma muito decidida para impulsionar a transformação económica e social das nossas regiões fronteiriças”, sustentou.

Os chefes da diplomacia de Portugal e Espanha não confirmaram o reinício das ligações ferroviárias entre Lisboa e Madrid, interrompidas desde março, um tema que também será abordado na cimeira da Guarda.

Programa Alimentar Mundial alerta que a fome atingiu o maior número de sempre

Agência Lusa

O chefe do Programa Alimentar Mundial da ONU alertou que milhões de pessoas podem ser atingidas pela fome devido à combinação entre conflitos armados, alterações climáticas e a pandemia de covid-19.

David Beasley, do Programa Alimentar Mundial (PAM), recordou perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas que em abril alertou sobre a possibilidade de « uma pandemia de fome » e apelou às nações doadoras e aos multimilionários para que ajudem a fornecer meios que possam garantir a sobrevivência das pessoas em risco.

O PAM e os parceiros do organismo da ONU « estão a fazer tudo » para ajudar 138 milhões de pessoas afetadas diretamente pela fome, este ano.

« É o maior número da nossa história », disse.

Beasley disse que é preciso mais para salvar 270 milhões de pessoas que se « aproximam cada vez mais » de situações de fome.

« Neste momento 30 milhões dependem das ajudas do PAM e não vão poder sobreviver sem esta ajuda », avisou, especificando que a situação já atinge « três dezenas de países » e pode tornar-se mais profunda em regiões onde se verificam conflitos armados.

Em concreto, Beasley, referiu-se ao « Congo onde a violência tem aumentado, atingindo 15,5 milhões de pessoas » que estão seriamente afetadas pela falta de alimentos.

A mesma circunstância verifica-se no Iémen, que enfrenta a maior catástrofe humanitária d sempre; Nigéria e Sudão do Sul onde milhões de pessoas « não têm segurança alimentar » por causa da pandemia de covid-19.

O responsável disse que o PAM precisa de 4,9 mil milhões de dólares (cerca de 4,13 mil milhões de euros) para alimentar 30 milhões de pessoas que correm risco de vida se não receberem auxílio de emergência este ano.

« Chegou a altura de aqueles que mais têm se chegarem à frente e ajudarem os que nada têm, pelo menos neste período extraordinário da história mundial », disse Beasley.

« No mundo inteiro há mais de dois mil multimilionários » acrescentou David Beasley, antigo governador do Estado norte-americano da Carolina do Sul, sublinhando que muitas fortunas nos Estados Unidos « estão a fazer milhões [de dólares] » durante a pandemia.

« Não me oponho que se ganhe dinheiro mas a humanidade enfrenta a maior crise de sempre », lamentou.

O chefe do Programa Alimentar Mundial disse também que as medidas de contenção da pandemia têm de ser coordenadas e prever a manutenção das cadeias e circuitos de auxílio internacionais demonstrando preocupações sobre situações de confinamento.

« Existe o perigo de que muitas pessoas venham a morrer dos efeitos sociais e económicos da pandemia do que propriamente do novo coronavírus, especialmente em África », disse Beasley.

« Não precisamos de que a cura venha a ser pior do que a própria doença », concluiu.

“Catarina e a beleza de matar fascistas”. Nova peça de Tiago Rodrigues é sobre ascensão da extrema-direita

Nova peça de Tiago Rodrigues é « inquietação » sobre ascensão da extrema-direita

Nova peça de Tiago Rodrigues é inquietação sobre ascensão da extrema-direita

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Alfa/com Lusa
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O Teatro Nacional D. Maria II estreia no sábado, em Guimarães, “Catarina e a beleza de matar fascistas”, uma peça com assinatura de Tiago Rodrigues que ficciona aquilo que poderá ser Portugal em 2028, governado pela extrema-direita.

A peça termina mesmo com um longo discurso de um membro do partido então no poder, que em 2020 tinha apenas um deputado mas que entretanto conseguiu chegar aos 117, alcançando maioria absoluta.

Um partido que fala numa nova República, numa nova Constituição e em mais de meio século de um país “governado por bandidos” e que, então no poder, critica “as minorias que não respeitam as maiorias”.

“É uma peça que nos coloca num contexto imaginário, ficcionado, para pensarmos sobre as nossas vidas e sobre o que poderá ser o futuro se não tivermos cuidado e não refletirmos e agirmos no presente”, referiu Tiago Rodrigues.

Para o encenador e diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II, trata-se de uma “abordagem muito clara à ameaça da ascensão de populismos de extrema-direita, de tendência fascista, para não lhe chamar efetivamente fascistas”.

A peça, sublinha, alerta para a premência de a sociedade se questionar sobre a forma como a democracia se pode relacionar “com essa ameaça que não é democrática, que é mesmo antidemocrática”.

Sobre o discurso final da peça, e questionado pelos jornalistas se foi escrito « à medida do Chega », Tiago Rodrigues respondeu: “Escrevi um discurso para uma personagem que está nesta peça, um populista de extrema-direita que chegou ao poder. Não dou um nome ao movimento, o mais importante não é o nome do movimento, mas sim as ideias desse movimento”.

Trata-se, sublinhou, de um discurso para um conjunto de ideias “antidemocráticas” que “passaram a existir com uma presença esmagadora desde as últimas legislativas, independentemente do nome que as carrega”.

“E nós temos de dizer que essas ideias não são normais, não são aceitáveis”, disse ainda Tiago Rodrigues, sublinhando que a peça pretende “provocar um debate”.

Admitindo que o título da obra e o seu conteúdo são uma “provocação”, e que há o risco de alguns espectadores ficarem suscetibilizados ou perturbados, o encenador vinca que o objetivo “não é ofender”.

“Esperamos que não se ofendam, o nosso desejo é oferecer prazer, mas não apaziguar. No fundo, levamos a tragédia ao palco para não termos que a viver na vida”, disse ainda o vencedor do Prémio Pessoa 2019.

A peça estreia-se no sábado, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, com nova apresentação marcada para domingo, estando já ambas as sessões esgotadas.

Segue depois para palcos da Suíça, França e Itália, em digressão, após o que regressa a Portugal, designadamente ao Porto.

Só em abril de 2021 é que será apresentada em Lisboa.

Com texto e encenação de Tiago Rodrigues, esta produção do Teatro Nacional D. Maria II conta com um corpo de oito atores portugueses – António Fonseca, Beatriz Maia, Isabel Abreu, Marco Mendonça, Pedro Gil, Romeu Costa, Rui M. Silva e Sara Barros Leitão.

A cenografia é de F. Ribeiro, os figurinos assinados por José António Tenente, o desenho de luz é de Nuno Meira e a sonoplastia está a cargo de Pedro Costa.

Associações. Abre em outubro processo de candidaturas a apoios do Governo

Apoios a ações e projetos do movimento associativo 2021. Período de apresentação de candidaturas decorre de um de outubro a 31 de dezembro.

 

« Decorre entre 01 de outubro e 31 de dezembro o período de apresentação de candidaturas a apoios do Ministério dos Negócios Estrangeiros a ações e projetos do movimento associativo das comunidades portuguesas no estrangeiro, a realizar no ano de 2021 », lê-se numa nota oficial enviada à Rádio Alfa.

Os interessados podem solicitar mais informação neste endereço cgparis@mne.pt

« Consideram-se prioritárias as ações do movimento associativo que privilegiem a promoção da língua e da cultura portuguesas, os jovens, a inclusão social, a capacitação e a valorização profissional, a participação cívica e política, o combate à xenofobia e o diálogo com as micro e pequenas empresas dos portugueses residentes no estrangeiro que queiram investir em Portugal” refere o ministério. 

 

 

 

 

 

Comunidades queixaram-se e deputados do PS criticam cancelamentos de voos da TAP

Notícia do jornal Público enviada à Rádio Alfa pelo deputado socialista Paulo Pisco. Este e mais três parlamentares do PS pediram esclarecimentos ao Governo sobre anulação ou cancelamento de voos da TAP « que tem prejudicado imensos compatriotas residentes na Europa, principalmente ».

O pedido de esclarecimentos é assinado, além de Paulo Pisco (círculo eleitoral da Europa), por mais três colegas seus da bancada socialista – Paulo Porto (fora da Europa), Lara Martinho (Açores) e Carlos Pereira (Madeira).

A iniciativa, indica Pisco, foi motivada « pelas queixas de compatriotas nossos residentes no estrangeiro, particularmente na Europa, que viram os seus voos com a TAP cancelados e alterados nos últimos tempos, particularmente durante o período de férias – aguardamos agora a resposta ».

O pedido foi enviado ao ministro das Infra-estruturas, Pedro Nuno Santos.

Deputados do PS criticam cancelamentos de voos da TAP