Filme sobre drama de uma família portuguesa emigrada no Reino Unido no festival de Veneza

Filme « Listen », da realizadora portuguesa Ana Rocha, que viveu e estudou em Londres, foi selecionado para o festival de Veneza

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Filme estará em competição na secção « Horizontes » do conhecido festival.
« Listen », primeira longa-metragem da atriz e realizadora Ana Rocha de Sousa, é inspirado em factos reais.
É um drama de um casal português, de uma família portuguesa emigrada no Reino Unido, a quem os serviços sociais retiraram os três filhos menores, por suspeita de maus tratos.

« Não é de todo um filme contra ninguém em específico, mas pretende levantar questões; se não haverá outras formas de salvaguardar o superior interesse estas crianças e destas famílias para lá da adoção. (…) A grande dificuldade do tema são algumas definições demasiado subjetivas em termos legais que tornam o sistema [social] muito falível », disse a cineasta à agência Lusa.

« Listen » é um coprodução luso-britânica. Foi filmado nos arredores de Londres com elenco português e inglês, interpretado designadamente por Lúcia Moniz, Ruben Garcia e Sophia Myles.

O filme, que evoca o drama de um casal português emigrante, sóserá chegará às salas de cinema portuguesas só em 2021.

Em Veneza será apresentado nos dias 7, 8 e 9 de setembro. O festival decorre de 2 a 12 de setembro.

Covid-19: Desconto do Governo britânico dá empurrão a restaurantes portugueses

Covid-19: Desconto do Governo britânico dá empurrão a restaurantes portugueses

 

Alfa/Lusa

A iniciativa do Governo britânico para incentivar as pessoas a voltarem a frequentar restaurantes, pagando metade do custo das refeições até 10 libras (11 euros), está a ajudar muitos restaurantes portugueses em Londres afetados pela pandemia de covid-19.

Os responsáveis de « O Moinho”, “Lusitania » e “A Toca”, três estabelecimentos vizinhos em Wandsworth Road, no sul da capital britânica, disseram à agência Lusa que viram as reservas disparar entre segunda e quarta-feira, quando o desconto é aplicável.

« Nós estamos sempre cheios. Já nem podemos reservar mais mesas porque as pessoas vão vindo. Foi um esquema muito bem feito”, contou o proprietário de « O Moinho”, Pedro Fernandes.

A promoção, intitulada “Eat Out to Help Out” [Coma Fora Para Ajudar], em vigor apenas durante agosto, segundo números do Ministério das Finanças britânico, foi usado 64 milhões de vezes nas três primeiras semanas no Reino Unido, fazendo a procura aumentar mais 61% do que no mesmo período do ano passado.

O desconto de 50% aplica-se a todos os alimentos e bebidas não alcoólicas em estabelecimentos participantes até um desconto máximo de 10 libras por pessoa.

« As pessoas evitam um bocadinho o álcool porque não tem desconto. Mas comem bem, às vezes pedem até mais do que um prato por pessoa, chegam até a degustar pratos que são um bocadinho mais caros e normalmente não são acessíveis. Eles aproveitam agora e fazem muito bem, o Governo está a fazer isto e mais tarde nós vamos pagar tudo novamente, mas a verdade é que foi uma ideia genial e as pessoas estão a aproveitar”, adiantou Fernandes.

Também Fernando Marques, proprietário do restaurante “A Toca”, admite que a iniciativa veio ajudar, pois a faturação tinha caído cerca de 50% desde a reabertura, no início de julho.

“Agora parece que perderam o medo ao vírus. Temos a casa cheia e já não posso aceitar mais reservas”, disse Marques, satisfeito por ter assim garantido o posto de trabalho de 18 funcionários.

Artur Andrade, gerente do restaurante “Lusitania”, foi forçado a dispensar 30% do pessoal e a reduzir a capacidade do espaço para metade dos 160 lugares, que lotava ao fim de semana quando realizava eventos de música ao vivo.

“O ‘Eat Out’ veio ajudar nos outros dias. Muitos ingleses locais têm vindo experimentar. A promoção foi um motor, mexeu muito com a restauração e os fornecedores”, vincou.

Flávia Duarte confessou que tem aproveitado bastante.

« Tem duas semanas que eu saio de segunda a quarta. Às vezes para almoçar, às vezes para almoçar e jantar. Tem sido muito bom não só pelo medo da pandemia, mas pelo medo de gastar”, adiantou.

Mãe recente, Cátia Almeida também disse que foi a primeira vez que comeu fora em família desde o confinamento e que a promoção foi um incentivo adicional.

“Acho que há sempre o receio porque nunca sabemos com quem vamos estar em contacto ou onde é que poderemos apanhar o vírus ou não. Temos sempre receio. Se não houvesse este desconto, se calhar as pessoas ficariam mais em casa. Isto que o Governo fez é mesmo motivar as pessoas a sair e a ajudar quem tem um negócio”, justificou.

O sucesso tem sido tal que « O Moinho” deixou de fechar para descanso à segunda-feira e o “Lusitania” e outros restaurantes britânicos decidiram prolongar, às próprias custas, a promoção durante o mês de setembro.

“Vai ser um risco, mas não é assim tanto porque as pessoas vêm e gastam dinheiro. Vêm em grupos, compram cervejas ou uma boa garrafa de vinho”, prevê Artur Andrade.

O Reino Unido registou até domingo pelo menos 41.499 mortes desde que começou a pandemia, entre mais de 334 mil casos confirmados de infeção com o novo coronavírus.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 843 mil mortos e infetou mais de 25 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Erdogan ataca líderes « gananciosos e incompetentes » da Grécia e França

Erdogan ataca líderes « gananciosos e incompetentes » da Grécia e França

Erdogan ataca líderes gananciosos e incompetentes da Grécia e França

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O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, chamou ontem “gananciosos e incompetentes” aos líderes da França e da Grécia, num contexto de altas tensões entre Ancara, Atenas e Paris no Mediterrâneo Oriental.

“O povo grego aceita o que lhes pode acontecer por causa dos seus líderes gananciosos e incompetentes?”, questionou Erdogan durante uma cerimónia de entrega de diplomas a oficiais, em Ancara.

“Os franceses sabem o preço que terão de pagar por causa dos seus líderes gananciosos e incompetentes?”, acrescentou.

Essas declarações foram feitas hoje, no dia em que a Turquia celebra o Dia da Vitória, um feriado nacional que marca a derrota das forças gregas pelo exército de Mustafa Kemal Ataturk, em 1922, durante a Guerra da Independência da Turquia.

Um século depois, Ancara e Atenas, que lutam pela partilhas dos imensos recursos de gás do Mediterrâneo, fazem soar os tambores da guerra, multiplicando manobras navais sob o olhar de uma Europa preocupada.

Estas observações do Presidente turco refletem a volatilidade da situação no Mediterrâneo, depois de três semanas de uma escalada de tensões desencadeada a 10 de agosto, quando a Turquia enviou um navio de pesquisa sísmica para águas reivindicadas por Atenas.

Num sinal de apoio aos gregos, a França intensificou, na semana passada, a sua presença militar no leste do Mediterrâneo, tendo Paris denunciado hoje o “comportamento de escalada” de Ancara.

“Quando se trata de combater, não hesitamos em dar mártires. A questão é: aqueles que se rebelaram contra nós no Mediterrâneo e [Médio Oriente] estão prontos para os mesmos sacrifícios?”, atirou Erdogan.

Ancara, que se mostra inflexível perante as ameaças de sanções europeias, anunciou também no sábado novas manobras militares no norte da ilha do Chipre.

O vice-presidente turco, Fuat Oktay, alertou no mesmo dia contra qualquer extensão das águas territoriais gregas para 12 milhas náuticas, em comparação com as seis atuais. Isso constituiria um “casus belli”, segundo Oktay.

As disputas entre a Grécia e a Turquia pela busca de hidrocarbonetos no Mediterrâneo oriental e as respetivas jurisdições marítimas estão a aquecer nas últimas semanas, após a assinatura entre Atenas e Cairo de um acordo que delimita as zonas económicas exclusivas de ambos os países, algo que a Turquia não reconhece.

Em resposta, a Turquia enviou um navio para exploração de petróleo e gás para uma área em que a Grécia considera estar sob sua jurisdição.

Covid-19: Um morto e 320 novas infeções em Portugal nas últimas 24 horas

Covid-19: Um morto e 320 novas infeções em Portugal nas últimas 24 horas

 

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Um morto e 320 novas infeções do novo coronavírus foram registados nas últimas 24 horas, em Portugal, estando agora contabilizados 57.768 casos desde o início da pandemia, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) hoje divulgado.

O número de vítimas mortais da pandemia em Portugal é hoje de 1.819, tendo sido dados como recuperados 41.885 doentes (mais 119).

Em Portugal estão agora 341 pessoas hospitalizadas, mais 17 em relação ao boletim anterior da DGS.

Nos cuidados intensivos estão 41 infetados, mais uma pessoa face ao total anunciado no sábado.

Covid-19: França regista 5.413 novos casos nas últimas 24 horas

Covid-19: França regista 5.413 novos casos nas últimas 24 horas

Covid-19: França regista 5.413 novos casos nas últimas 24 horas

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França registou 5.413 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas e 40 novos focos de contágio que, até ao momento, falham em traduzir-se num aumento de internados e óbitos pela doença.

Ainda assim, morreram mais quatro pessoas no último dia, o que aumenta o total de vítimas mortais para 30.606.

O novo balanço da agência nacional de Saúde Pública evidencia um novo aumento na taxa de positividade nos testes de diagnóstico, que nos últimos cinco dias se situou em 4,1%, em comparação com 4% do dia anterior.

O número de novas infeções é assim estabelecido nos cerca de 5.000 depois de vários dias a superar recordes, com 6.111 na última quinta-feira e 7.379 na sexta-feira.

As autoridades francesas investigam 346 surtos, 40 dos quais novos nas últimas 24 horas.

Nos hospitais, 4.535 pessoas permanecem internadas pela doença, 402 das quais em estado grave, mais duas do que no sábado.

O executivo francês mantém o alerta em 53 dos 100 departamentos de todo o país, que se encontram em situação de vulnerabilidade alta ou moderada devido à circulação do vírus.

O porta-voz do Governo, Gabriel Attal, disse hoje à emissora RTL que o país ultrapassou esta semana a barreira dos 900 mil exames de diagnóstico semanais.

Segundo o ministro da Saúde de França, Olivier Véran, a meta é chegar a um milhão de testes por semana.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 843 mil mortos e infetou mais de 25 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Lionel Messi não compareceu aos exames à covid-19 no FC Barcelona

Lionel Messi não compareceu aos exames à covid-19 no FC Barcelona

Lionel Messi não comparece aos exames à covid-19 no FC Barcelona

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O futebolista internacional argentino Lionel Messi falhou hoje a apresentação no FC Barcelona para realizar as provas PCR, de diagnóstico à covid-19, como tinha afirmado que o iria fazer.

Messi manifestou vontade de deixar o clube em que fez toda a carreira profissional e grande parte da formação, tendo em conta uma cláusula no seu contrato, que o FC Barcelona contesta por considerar que foi ultrapassado o prazo para que a mesma se possa aplicar.

Ao falhar os testes à covid-19, a ‘estrela’ argentina estará também fora do regresso ao trabalho da equipa de futebol, que arranca com os treinos na segunda-feira, sob o comando de novo treinador, o holandês Ronald Koeman.

Ao contrário de Messi, quem marcou hoje presença nas instalações da cidade desportiva foram Luís Suárez e Arturo Vidal, jogadores que, segundo a imprensa, não farão parte das opções de Koeman para o futuro do ‘Barça’.

Outros que também hoje realizaram as provas clínicas foram Gerard Pique, Jordi Alba, Ousmane Dembélé, Ter Stegen ou Clement Lenglet.

A crise no clube começou a arrastar-se com a perda da Liga espanhola para o Real Madrid, numa época em que Quique Setién entrou em janeiro para o lugar de Ernesto Valverde, mas que, na retoma em junho, após a suspensão devido à covid-19, teve uma série de maus resultados e viu o Real Madrid ser campeão.

A situação agravou-se na Liga dos Campeões, num formato a um único jogo desde os quartos de final e com a competição a decorrer em Lisboa, com o FC Barcelona a sofrer a maior derrota europeia da sua história, goleado pelo Bayern Munique, por 8-2.

Covid-19/França: Restauração é setor preocupante na ‘rentrée’ da comunidade portuguesa

Covid-19: Restauração é setor preocupante na ‘rentrée’ da comunidade portuguesa em França

Alfa/Lusa

 

França prepara-se para voltar ao trabalho, após o período das férias, assim como os emigrantes portugueses no país, mas o setor da restauração continua a ser preocupante, bem como as associações, o atendimento consular e o ensino de português.

« O mais preocupante é toda a parte de restauração e organização de eventos. Aí podemos pensar que vai haver um grande impacto sobre este setor. […] Vai haver falências de algumas empresas que não se vão conseguir sustentar », afirmou Carlos Vinhas Pereira, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa, em declarações à agência Lusa.

Se as dificuldades podem agravar-se para quem tem restaurantes na comunidade devido às restrições ligadas à pandemia de covid-19, outros setores, como a construção civil, que perfaz entre 40% a 45% das empresas de portugueses em França, « não vão ter muito impacto ».

« As empresas vêm com vontade de trabalhar e com espírito positivo », acrescentou Carlos Vinhas Pereira.

Carlos Alberto Gonçalves, deputado do PSD eleito pelo círculo da Europa, também está otimista em relação ao desempenho de grande parte das empresas portuguesas.

« Em França existe algum otimismo na recuperação económica que pode permitir a uma comunidade empreendedora como a nossa e muito menos dependente do que outras do Estado, que possa em 2021 recuperar caso a pandemia não estrague as previsões económicas », indicou.

Para o deputado social-democrata há outras preocupações na ‘rentrée’, como o ensino de português. « Os encarregados de educação de crianças que aprendem português não têm qualquer informação sobre o que vai acontecer », declarou.

Mas também em relação ao movimento associativo, que se encontra numa situação complicada devido à interdição de realização de eventos que sustentavam a sua atividade anual.

« Chamámos a atenção na Assembleia da República que o movimento associativo face à situação excecional, deveria ter um apoio excecional », considerou Carlos Alberto Gonçalves, adiantando que muitas associações procuram apoios em França, tendo já desistido do apoio do Governo português.

Paulo Pisco, deputado do PS eleito pelo círculo da Europa, considera normal que o primeiro apoio venha de França, mas revelou que haverá novos apoios vindos de Portugal.

« O movimento associativo tem, desde logo de se socorrer das soluções que tem ao seu alcance de forma imediata, nas câmaras em França. Mas há a tradição também nas políticas públicas portuguesas que é a de fornecer apoios ao movimento associativo para reconhecer a importância na nossa comunidade. O Governo deu agora apoios periódicos e haverá abertura de novo concurso a partir de outubro », afirmou.

Para Paulo Pisco, a comunidade portuguesa em França é « resiliente », mas devem-se acompanhar os casos de pessoas em situação mais frágil.

« Há pessoas que vão certamente perder rendimentos, empregos e até empresas e isso terá efeito na nossa comunidade. E é preciso que haja uma resposta, no que diz respeito ao Governo, porque há outras respostas que são responsabilidade dos países de acolhimento », indicou.

Quanto ao atendimento consular, Carlos Alberto Gonçalves alertou que há atrasos em Paris e noutras cidades. « Estamos a falar de um posto que é considerado exemplar, mas se Paris tem agendamentos que passam para outubro ou novembro, imagine-se outros países », concluiu o deputado.

A pandemia da covid-19 já provocou pelo menos 838 mil mortos e infetou quase 24,8 milhões de pessoas em 196 países e territórios, de acordo com um balanço feito pela agência noticiosa francesa AFP.

Na Europa, França é o terceiro país com mais vítimas mortais (30.602 em mais de 272 mil infeções).

A covid-19 é uma doença respiratória causada por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Tour 2020. Montanha já na segunda etapa

A Volta a França em bicicleta, que começou ontem, entra já este domingo numa etapa de montanha de 186 quilómetros com partida e chegada em Nice.

Vencedor da primeira etapa, o norueguês Alexander Kristoff (UAE Emirates) parte de camisola amarela, com quatro segundos de vantagem sobre o dinamarquês Mads Pedersen (Trek-Segafredo), campeão do mundo, mas a corrida deverá conhecer um novo líder no final desta etapa.

A etapa de hoje tem duas contagens de montanha de primeira categoria, uma de segunda e ainda uma pequena subida a nove quilómetros da chegada.

O 107ª edição do Tour chega pois à montanha mais cedo do que em voltas anteriores.

Recorde-se que na primeira etapa de ontem se verificaram quedas, que atingiram diversos ciclistas, como os colombianos Nairo Quintana e Miguel Ángel López, o russo Pavel Sivakov ou o francês Thibaut Pinot.

O português Nelson Oliveira, o único representante luso na prova, também esteve envolvido numa queda mas escapou sem mazelas graves.

Covid-19/Mundo: 25 milhões de casos, EUA e Brasil lideram também em mortos. Índia com recorde mundial de casos

Covid-19: Mais de 25 milhões de casos no mundo, EUA e Brasil lideram também em mortos. A Índia registou hoje, domingo, 78.761 casos do novo coronavírus nas últimas 24 horas, um novo recorde mundial

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Alfa/Lusa/AFP
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Mais de 25 milhões de casos de infeção com o novo coronavírus foram registados em todo o mundo, mais da metade no continente americano, de acordo com uma contagem feita hoje pela agência de notícias France-Presse (AFP).

No total, pelo menos 25.029.250 casos foram diagnosticados. Quase quatro em cada dez casos foram detetados nos Estados Unidos e no Brasil, de longe os dois países mais afetados, com 5.960.652 infetados (182.760 óbitos) e 3.846.153 contágios (120.262 mortes), respetivamente.

A Índia registou hoje, domingo, 78.761 casos do novo coronavírus nas últimas 24 horas, um novo recorde mundial, anunciaram as autoridades de saúde.

O anterior recorde diário tinha sido estabelecido a 17 de julho pelos Estados Unidos, quando diagnosticaram 77.638 contágios, de acordo com dados compilados pela agência de notícias France-Presse (AFP).

Em todo o mundo há a registar 842.915 mortos causados pela covid-19, segundo a contagem da AFP a partir de fontes oficiais.

Na Europa, o maior número de vítimas mortais regista-se no Reino Unido (41.498 mortos, mais de 332 mil casos), seguindo-se Itália (35.473 óbitos, mais de 266 mil infetados), França (30.602 mortes, mais de 272 mil contágios) e Espanha (29.011 mortos, mais de 439 mil casos).

Já Portugal contabiliza 1.818 mortos em 57.448 casos de infeção.

Em África, há 29.087 mortos confirmados em mais de 1,2 milhões de infetados em 55 países.

Entre os países africanos que têm o português como língua oficial, Angola lidera em número de mortos e a Guiné Equatorial em número de casos.

Alexander Kristoff é o primeiro camisola amarela do Tour a subir ao pódio com máscara

Alexander Kristoff, no fim da primeira etapa do Tour, hoje, em Nice.

O noruegûes é o primeiro camisola amarela da história da volta à França a subir ao pódio com máscara.

 

Foto Stuart Franklin / Pool – Keystone