Covid-19: Brasil regista 1.022 mortes e 34.666 infeções em 24 horas

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O Brasil registou 1.022 mortes associadas ao novo coronavírus e 34.666 infeções nas últimas 24 horas, segundo informações divulgadas hoje pelo Ministério da Saúde.

Ao todo, o Brasil, que é o segundo país mais afetado pela doença da covid-19, a seguir aos Estados Unidos, registou até agora 49.976 mortes e 1.067.579 casos confirmados de infeção com o novo vírus.

Segundo as autoridades, a letalidade da covid-19 no país é de 4,7%.

O Governo brasileiro informou também que 520.734 pessoas já recuperaram e outras 496.869 continuam a ser acompanhadas.

São Paulo continua a ser o estado brasileiro que concentra o maior número de casos, num total de 215.793 pessoas diagnosticadas com o vírus e 12.494 vítimas mortais, seguido pelo Rio de Janeiro, que oficialmente contabiliza 95.537 infetados e 8.824 óbitos.

Os dois estados e as suas capitais, a cidade do Rio de Janeiro e a cidade de São Paulo, que têm os maiores centros urbanos do Brasil, colocaram em marcha há dez dias um plano de reabertura gradual da economia.

No caso de São Paulo, o Governo regional informou um aumento dos casos e mortes provocadas pelo novo coronavírus. O estado registou em três dias seguidos mais de 300 mortes e hoje foram confirmados 262 novos óbitos.

O avanço da doença, porém, não modificou os planos de reabertura das atividades económicas na capital e da maioria das cidades ‘paulistas’.

Já o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, recuou numa decisão anterior que permitia treinos e até a realização de jogos de futebol na cidade.

Crivella determinou hoje que todas as competições desportivas e treinos em locais fechados na cidade do Rio de Janeiro estão novamente suspensos.

Assim, os jogos do campeonato ‘carioca’ de futebol, retomados na última quinta-feira, estão de novo parados até pelo 25 de junho.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 461 mil mortos e infetou mais de 8,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (119.131) e mais casos de infeção confirmados (mais de 2,2 milhões).

Morreu o ator Pedro Lima

O ator Pedro Lima foi encontrado morto cerca das 10:00 (hora de Lisboa) de hoje na praia do Abano, em Cascais, segundo fonte da Autoridade Marítima.

Segundo a mesma fonte, pessoas próximas do ator manifestaram de manhã, cerca das 08:20, à PSP a sua preocupação pela ausência de Pedro Lima, por causa de uma carta deixada por este, tendo a esta força de segurança alertado a Polícia Marítima e o capitão do Porto de Cascais acionado os meios de busca.

Para o local foram dirigidos o piquete da Polícia Marítima, meios da estação de salva-vidas de Cascais, a que se juntaram posteriormente os bombeiros e GNR de Alcabideche, PSP de Cascais e ainda um helicóptero da Força Aérea, que sobrevoou a praia às 10:10.

O corpo foi encontrado às 10:20 por elementos de uma lancha salva-vidas.

No início, adiantou a fonte, foi encontrado a viatura de Pedro Lima, com os seus pertences, numa falésia, junto à praia, e depois foi descoberto o corpo do ator junto ao mar.

Foi chamada uma ambulância do INEM, que recolheu o corpo do ator, tendo a Polícia Judiciária (PJ) sido deslocada para o local para tratar do expediente processual, que será enviado para o Ministério Público, explicou a fonte à Lusa.

Pedro Lima estava a interpretar uma personagem na novela “Amar Demais”, a ser transmitida pela TVI.

A TVI já lamentou a “partida inesperada e brutal” do ator, considerando que este é um “dia chocante que abre uma tormenta de emoções e deixa um pesar enorme entre todos”.

Em comunicado enviado à Lusa, a TVI endereçou à família “sentidas condolências” e considerou Pedro Lima “um dos mais versáteis atores da sua geração” e “um operário desta indústria, no cinema, no teatro e na televisão”, que estava “sempre disponível, sempre afável, sempre pronto para trabalhar”.

A relação com a TVI tinha mais de duas décadas, segundo a estação, considerando que “cuidava e afeiçoava-se de forma única às personagens” e que era “admirado pela sua simplicidade e capacidade de trabalhar em equipa”.

Foi assim que recebeu o regresso do Tristão, da série Espírito Indomável, lançada a partir da novela com o mesmo nome, e que é seu papel mais marcante neste trajeto intenso e longo na ficção nacional onde está desde a primeira hora.

“Todas as mortes são uma perda, mas esta é especialmente dolorosa pelo que deixa para trás. Saibamos honrar a sua memória e o seu exemplo”, termina a TVI em comunicado.

 

https://www.youtube.com/watch?v=hvTr15GRpfE

 

Alfa/Lusa.

Covid-19: França com mais 14 mortos no espaço de 24 horas

Covid-19: França com mais 14 mortos no espaço de 24 horas

Covid-19: França com mais 14 mortos no espaço de 24 horas

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 As autoridades sanitárias de França indicaram na sexta-feira, 19, que, nas últimas 24 horas, foram contabilizados nos hospitais mais 14 mortes associadas à covid-19, elevando o total de óbitos para 29.617 desde o início da epidemia.

Num comunicado, a Direção Geral da Saúde (DGS) francesa realçou que o total de pacientes hospitalizados baixou para menos de 10.000, com 7.276 contaminados nos cuidados intensivos, menos 27 do que no dia anterior, e um total de 9.970 pessoas internadas.

Do total de óbitos, dois em cada três registaram-se em hospitais (19.160 sobre os 29.617), indicou a DGS francesa, que não avançou com novos dados sobre a ocorrência de mortes em lares, só o fazendo na próxima terça-feira.

A situação na França metropolitana está especialmente sensível na Normandia (norte), onde a taxa de reprodução do vírus aumentou ao longo desta semana e que se situa atualmente em 1,6, que se explica, em parte, pelas maciças operações de testes junto da população e pela deteção de novos casos em Rouen e arredores.

As autoridades sanitárias, lê-se no comunicado, estão “particularmente atentas” à evolução da pandemia na Normandia, garantindo, porém, que a circulação do vírus está controlada.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 454 mil mortos e infetou mais de 8,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP

Covid-19. Reunião-extra para resolver surtos em Lisboa

Covid. Ministra admite “dificuldade em quebrar as cadeias de transmissão” e anuncia reunião-extra para resolver Lisboa

Alfa/Expresso

TIAGO PETINGA/LUSA

“Estão redondamente enganados aqueles que pensam que podem regressar às suas vidas na normalidade anterior. Isso só acontecerá quando uma vacina ou um tratamento eficaz forem descobertos”, diz Marta Temido

 

A ministra da Saúde, Marta Temido, disse esta sexta-feira que “estamos a ter dificuldade em quebrar as cadeias de transmissão” e, fazendo um pedido aos portugueses para manterem rigor no cumprimento das regras, disse que “não é possível baixar a guarda” neste momento da crise pandémica.

Na habitual conferência de imprensa da Direção-Geral da Saúde, a governante referiu ainda que “desde meados de maio que a principal preocupação se mantém na incidência da infeção em cinco concelhos da Área Metropolitana de Lisboa” (AML): Amadora, Lisboa, Loures, Odivelas e Sintra.

Marta Temido anunciou a realização de uma reunião na manhã de segunda-feira, que contará com a presença do primeiro-ministro, do presidente da AML e dos presidentes de Câmara daqueles cinco concelhos, para “o aprofundamento das medidas de supressão da doença nas áreas que têm maior incidência da doença”.

“Estão redondamente enganados aqueles que pensam que podem regressar às suas vidas na normalidade anterior. Isso só acontecerá quando uma vacina ou um tratamento eficaz forem descobertos. Daqui até lá, não hesitaremos em usar as medidas de saúde pública necessárias a que a supressão da doença seja efetivamente adquirida e conquistada”, sublinhou.

A ministra frisou ainda que o “comportamento individual é a melhor forma de cada um se proteger a si” e ao sistema de saúde. “Isto é uma maratona, não é um sprint”, avisou.

Portugal: Chega organiza manifestação para mostrar que “não há racismo” e está atento a “extremismos”

Chega organiza manifestação para mostrar que “não há racismo” e está atento a “extremismos”

Chega organiza manifestação para mostrar que “não há racismo” e está atento a “extremismos”

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O líder do Chega quer concentrar aqueles que defendem que “não há racismo” em Portugal numa manifestação em Lisboa, que pretende também ser de apoio às forças de segurança, e adianta que estará atento à presença “de movimentos extremistas”.

“A ideia é mostrar que há mais gente que entende que não há racismo estrutural em Portugal do que aqueles que há duas semanas se manifestaram a dizer que havia”, disse André Ventura à agência Lusa, indicando que o protesto será também de apoio e apelo ao respeito pelas forças de segurança.

Ventura quer que esta “maioria silenciosa” dê a cara e mostre “que a rua também pode ser da direita”, uma vez que esta ala do espectro político “não é muito de manifestações”.

A manifestação está agendada para dia 27 de junho, e o ponto de concentração será o Marquês de Pombal, pelas 14:00. No percurso, os manifestantes deverão passar pela Avenida da Liberdade e pela baixa de Lisboa e o protesto pode terminar no Terreiro do Paço ou em frente ao Palácio de Belém.

“O percurso ainda não está totalmente definido, falta ver onde terminará. Quero articular com a PSP e com o Ministério da Administração Interna para que não haja problemas de segurança”, disse à Lusa o deputado único.

Para tal, Ventura quer reunir-se com a PSP na próxima semana e abordar a presença de um dispositivo policial.

Apontando que está à espera de uma adesão de “milhares de pessoas” e que, para tal, está a ser “diligenciado o apoio das distritais” do partido, o deputado vincou que a organização vai estar “atenta a infiltrações de movimentos de extrema-direita, extremistas ou violentos, mas também por parte da esquerda”.

“Não queremos ninguém que esteja na manifestação por ímpetos racistas, violentos ou extremistas e procuraremos evitar que isso aconteça […], sabemos que a situação pode descontrolar-se”, assinalou.

André Ventura indicou que o seu objetivo é que esta “não seja uma manifestação do Chega” mas sim algo mais abrangente sendo que, para tal, vai convidar os líderes do PSD, CDS-PP, Iniciativa Liberal e do PCP a juntarem-se ao protesto, bem como organizações representantes dos polícias.

Entre as faixas que vão abrir a manifestação, o líder do Chega assinalou que, para já, estão previstas três, onde poderá ler-se: “As minorias têm direitos mas também têm deveres”; “Portugueses não são racistas” e “Forças de segurança merecem o nosso respeito”.

Do ponto de vista da saúde, o presidente do Chega disse que vai pedir à Direção-geral da Saúde uma “normativa atualizada” com indicação das cautelas a tomar, devido à pandemia de covid-19, e adiantou que estarão presentes “voluntários a distribuir gel desinfetante e máscaras” a quem não tiver.

“Eu sei que vai ser bastante arriscado politicamente”, sinalizou André Ventura, indicando que existem “divisões dentro do partido” no que toca à realização da manifestação.

Covid-19: Brasil atinge um milhão de infetados e totaliza 48.954 mortes

Covid-19: Brasil atinge um milhão de infetados e totaliza 48.954 mortes

Covid-19: Brasil atinge um milhão de infetados e totaliza 48.954 mortes

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Alfa/Lusa
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 O Brasil ultrapassou nesta sexta-feira a barreira do milhão de casos confirmados de covid-19, totalizando 1.032.913 infetados e 48.954 mortes desde o início da pandemia no país, informou hoje o Ministério da Saúde.

Nas últimas 24 horas, o Brasil contabilizou 1.206 óbitos e 54.771 novos casos nas últimas 24 horas, recorde de pessoas diagnosticadas num único dia no país sul-americano.

O último recorde de infetados tinha sido registado na terça-feira, quando o país somou 34.918 novos casos de infeção.

Dessa forma, o Brasil junta-se aos Estados Unidos da América (mais de 2.293 milhões) como os únicos países que ultrapassaram o milhão de pessoas diagnosticadas.

Contudo, os números totais da covid-19 no Brasil podem estar subnotificados, visto que o país continua a ser uma das nações que menos testa a sua população em todo o mundo.

O Brasil efetuou 11.032 exames por cada um milhão de habitantes, segundo o portal Worldometer, que compila quase em tempo real informações da Organização Mundial da Saúde, dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças, de fontes oficiais dos países, de publicações científicas e de órgãos de informação.

De acordo com o Ministério da Saúde, 507.200 pacientes infetados pelo novo coronavírus já recuperaram e 476.759 doentes continuam sob acompanhamento.

O executivo brasileiro informou ainda que letalidade da covid-19 no Brasil, segundo país do mundo com mais mortes e também com mais casos confirmados, desceu hoje para os 4,7%.

O país sul-americano tem uma incidência de 23,3 mortes e 491,5 casos da doença por cada 100 mil habitantes, numa nação com uma população estimada de 210 milhões de pessoas.

São Paulo, epicentro da doença no país, concentra hoje 211.658 pessoas diagnosticadas e 12.232 mortes.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 456 mil mortos e infetou mais de 8,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

França. Governo entalado entre antirracistas e polícias irados. Ministro Castaner fragilizado

França: Governo entalado entre antirracistas e polícias irados. Tensão racial volta às periferias de Paris após protestos nos EUA. Governo lança estudo para melhorar ação policial

Alfa/Expresso. Publicado por Daniel Ribeiro na edição deste sábado do semanário português

A pressão policial fez recuar o Governo francês, que anunciara a proibição da manobra de estrangulamento durante detenções. Em vez de banido, este processo de imobilização de prisioneiros deverá passar a ser utilizado com “discernimento”, segundo um documento oficial. Ainda assim, o controverso método deixará de ser ensinado nas escolas que formam novos agentes.

A suspensão do procedimento, aplicado com regularidade aos prisioneiros em França, tinha sido anunciada pelo ministro do Interior, Christophe Castaner, em nome do combate ao racismo, na sequência de manifestações que reuniram milhares de pessoas no país e no mundo depois da morte do ex-segurança negro americano George Floyd, asfixiado por um agente policial branco a 25 de maio, em Minneapolis.

Em França as manifestações assumiram uma dimensão particular, porque reuniram milhares de pessoas que também desceram às ruas para protestar e “exigir a verdade” sobre a morte de Adama Traoré, jovem negro de 24 anos, suspeito de ligações ao pequeno banditismo, que passeava com seu irmão num subúrbio de Beaumont-sur-Oise, na zona de Paris, em julho de 2016, quando foi detido pela polícia.

ALGEMAS ATIRADAS AO CHÃO

Relatórios oficiais indicaram que Traoré morreu de insuficiência cardíaca, mas uma autópsia solicitada pela família do falecido não foi conclusiva, o que permitiu que na opinião pública se desenvolvesse a tese de que foram ações violentas da polícia que o mataram.

Já em 2005 a morte de dois jovens, eletrocutados durante uma perseguição policial, suscitara um mês de tumultos na periferia da capital. O então ministro do Interior, Nicolas Sarkozy (mais tarde Presidente), atribuiu-os a “canalhas” que prometeu varrer à pressão.

Castaner foi obrigado a recuar e a suspender o plano de proibir o recurso ao estrangulamento após espetaculares manifestações sindicais policiais, durante as quais centenas de agentes lançaram para o chão as suas algemas. Do lado oposto, nos protestos contra os métodos da polícia — acusada de brutalidade e violência excessiva e de visar especialmente as minorias —, foram exibidos numerosos cartazes com os nomes de Floyd e Traoré.

Este caso provocou grande polémica e o ministro saiu fragilizado porque, ao anunciar a suspensão da asfixia durante interrogatórios e detenções, declarou também que a partir dessa data seria aplicada a “tolerância zero” aos agentes “racistas” que, segundo manifestantes, organizações de defesa dos direitos humanos e políticos do lado esquerdo do espectro, existem em grande número no seio das forças da ordem francesas.

O Governo desistiu de proibir a manobra de estrangulamento após manifestações de milhares de agentes

Castaner recuou depois de cinco dias de concorridas manifestações de agentes policiais. A imagem de uma delas na Place de L’Étoile, junto ao Arco do Triunfo, correu mundo, com centenas de polícias de pé a olharem para as suas algemas no chão da praça.

Para tentar acalmar os ânimos e “salvar” a vida ao soldado Castaner, cuja demissão continua a ser exigida por sindicatos policiais e parte da oposição, na segunda-feira o diretor da polícia nacional, Frédéric Veaux, enviou uma carta aos funcionários a explicar que o método da asfixia deixaria de ser ensinado durante a formação. A missiva ressalvava, contudo, que o estrangulamento poderia continuar a ser usado, desde que “com discernimento”.

CÂMARAS NAS FARDAS

Em simultâneo, foi anunciada a criação de um grupo de trabalho para encontrar medidas alternativas para controlar os presos sem recorrer ao método que matou George Floyd. O relatório com as conclusões desta empreitada deverão ser conhecidas a 1 de setembro.

Para evitar as acusações de “violência policial”, muito frequentes designadamente durante as manifestações dos ‘coletes amarelos’ que puseram a França a ferro e fogo durante quase um ano, foram anunciadas outras medidas, designadamente que os agentes vão passar a ser equipados com câmaras de vídeo na farda, como sucede nos Estados Unidos.

Covid-19/Portugal: três mortos, menos casos (375) e mais recuperados (467) em 24h

Covid-19: três mortos, menos casos (375) e mais recuperados (467) em 24h em Portugal

Festa ilegal em Lagos já provocou pelo menos 76 casos

Até à meia-noite de hoje, foram confirmados 76 casos de Covid-19 relacionados com a festa ilegal organizada em Lagos , no passado fim de semana passado. A informação foi anunciada em conferência de imprensa pela delegada de Saúde Regional do Algarve, onde o total de infetados pode chegar aos 100.

Informação oficial: Três mortos, 375 casos e 467 recuperados em Portugal

O boletim de hoje da Direção-Geral da Saúde regista mais três mortes, 375 casos de covid-19 e 467 curados em Portugal (dados relativos a quinta-feira). No total, há agora 1.527 vítimas mortais, 38.464 casos confirmados e 24.477 recuperados.

Portugal regista esta sexta-feira mais três mortes por covid-19, um aumento de 0,2%, registando-se um total de 1527 vítimas mortais no país desde o início do surto. Há mais 375 pessoas infectadas, o que corresponde a uma taxa de crescimento de 0,98% que eleva para 38.464 o número de total de casos identificados em Portugal.

Destes novos casos, 284 (76%) são da região de Lisboa e Vale do Tejo.

Os números, divulgados esta sexta-feira no boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS), dão conta de mais seis pessoas internadas, para um total de 422, das quais 67 estão nos cuidados intensivos (as mesmas que na quinta-feira).

Recuperaram da infecção pelo vírus SARS-CoV-2 mais 467 pessoas, o que faz aumentar o número total de recuperados para 24.477. Excluindo estes casos e os óbitos, há 12.460 casos activos em Portugal.

Até quinta-feira, Portugal tinha registado um total de 38.089 casos de infecção, 12.455 dos quais casos activos, 1524 mortes e 24.010 recuperados.

 

Covid-19: Espanha eleva para 28.313 o número de mortos, mais 1.177 que há 12 dias

Covid-19: Espanha eleva para 28.313 o número de mortos, mais 1.177 que há 12 dias

Covid-19: Espanha eleva para 28.313 o número de mortos, mais 1.177 que há 12 dias

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O ministério da Saúde de Espanha atualizou hoje o número de mortes causadas pelo coronavírus, que permanecia inalterado há 12 dias, com mais 1.177 óbitos, para um total de 28.313 desde o início da pandemia.

Os números foram atualizados após as diversas comunidades do país terem aprovado os dados dos casos de forma individualizada, mas ainda sem incluir o número de mortos das últimas 24 horas que o ministério da Saúde disponibiliza todas as tardes, informou o diretor do Centro de Coordenação de Alertas e Emergências Sanitárias, Fernando Simón.

O Governo espanhol tinha anunciado quinta-feira que ia fazer hoje uma revisão em alta do número de mortes no país devido à covid-19, para « cerca de 28.000 », a partir dos então 27.136, dado que estava sem alterações desde 07 de junho.

O número oficial de mortos mantinha-se inalterado depois de os métodos de contagem de casos e mortes terem sido alterados no final de maio.

Até ao final do mês passado, quando a epidemia estava em forte declínio, o Ministério da Saúde registava diariamente entre 50 a 100 mortes.

Mas desde a mudança de método, o número caiu para menos de cinco, e até mesmo zero mortes durante vários dias.

A oposição de direita e de extrema-direita tem acusado o Governo de esquerda do primeiro-ministro Pedro Sánchez de esconder o número real de mortos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 450 mil mortos e infetou mais de 8,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 450 mil mortos, incluindo 1.524 em Portugal.