Covid-19: França regista mais 263 mortes nas últimas 24 horas

covid franCovid-19: França regista mais 263 mortes nas últimas 24 horas

Covid-19: França regista mais 263 mortes nas últimas 24 horas

facebook sharing button
twitter sharing button
Alfa/LUsa/Efe
O número total de mortos em França, por causa da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, aumentou para 26.643, com mais 263 óbitos registados nas últimas 24 horas, anunciou o Ministério da Saúde francês.

De acordo com um comunicado da tutela, citado pela agência espanhola Efe, houve um aumento de 193 mortes em relação a domingo.

França registou 70 óbitos no domingo, o número diário mais baixo desde o início do confinamento imposto pelo Governo, em 17 de março, e que terminou hoje.

Do total de vítimas mortais por causa da covid-19, 16.820 foram registadas em unidades hospitalares e 9.823 ocorreram em lares de idosos e centros para pessoas que, por motivos de saúde ou incapacidade, necessitam de prestação de cuidados constantes.

O Ministério da Saúde de França sublinhou que foram hospitalizadas 96.431 pessoas desde 01 de março.

Covid-19: Estados Unidos da América ultrapassam as 80 mil mortes

Covid-19: Estados Unidos da América ultrapassam as 80 mil mortes

Covid-19: Estados Unidos da América ultrapassam as 80 mil mortes

facebook sharing button
twitter sharing buttonAlfa/Lusa
email sharing button
Os Estados Unidos ultrapassaram hoje a barreira dos 80.000 mortos, por causa da pandemia, e são o país mais afetado pelo novo coronavírus, contando com mais de 1,3 milhões de pessoas contagiadas, segundo o balanço da Universidade Johns Hopkins.

De acordo com as informações divulgadas pela Universidade Johns Hopkins, citadas pela agência espanhola Efe, há um total de 80.087 óbitos registados em território norte-americano desde o início da pandemia, número que é bastante superior às mortes declaradas no Reino Unido (32.140) e em Itália (30.739).

Nova Iorque é o estado norte-americano mais afetado pela pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), com 26.682 mortos e 337.055 casos de infeção confirmados, seguindo-se Nova Jersey (9.340 óbitos e 140.206 casos).

As informações divulgadas pela Universidade de Johns Hopkins, sediada em Baltimore, estado de Maryland, dão conta de que pelo menos 216.169 pessoas recuperaram da doença.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 283 mil mortos e infetou mais de 4,1 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Quase 1,4 milhões de doentes foram considerados curados.

Covid:19: Peregrinação a Fátima sem peregrinos pela primeira vez na história

Covid:19: Peregrinação em Fátima começa hoje sem peregrinos pela primeira vez na história

Covid:19: Peregrinação em Fátima começa hoje sem peregrinos pela primeira vez na história

facebook sharing button
Alfa/Lusa
twitter sharing button
email sharing button
A peregrinação internacional de maio começa hoje à noite, em Fátima, naquela que será uma celebração « atípica » face à pandemia da covid-19, não contando com peregrinos pela primeira vez na sua história.

A peregrinação, que decorre hoje e quarta-feira, vai realizar-se, de forma inédita, sem peregrinos no recinto do Santuário de Fátima, na sequência das decisões do Governo face à pandemia da covid-19.

As celebrações, que começam às 21:30 de hoje, vão contar apenas com a presença de pessoas diretamente implicadas nos diferentes momentos celebrativos e, a somar-se aos apelos do Santuário às pessoas para ficarem em casa, a GNR está desde sábado a impedir o acesso de peregrinos a Fátima.

Face à situação « atípica », o Santuário de Fátima pediu aos peregrinos que, não podendo estar presentes, peregrinem « com o coração », desafiando-os a acender uma vela na noite de hoje, nas janelas das suas casas, por forma a repetir « um dos gestos mais icónicos de Fátima ».

A peregrinação de maio vai decorrer a partir da Capelinha das Aparições, com transmissão em www.fatima.pt, assim como no canal de Youtube e na página de Facebook do Santuário.

Hoje, após a oração do rosário, seguir-se-á a Procissão de Velas, desta feita num trajeto mais curto.

No dia 13, quarta-feira, a oração do rosário começa às 09:00, na Capelinha das Aparições, seguindo-se a celebração da missa, presidida pelo cardeal António Marto, bispo de Leiria-Fátima, terminando as celebrações com a Procissão do Adeus.

Personalidades de França falam sobre a crise sanitária, o desconfinamento e a pobreza que aí vem. De segunda a sexta, em direto

Entre as 10h e as 12h, no programa « Ida e Volta », de Luís Gonçalves.

Primeiro convidado, esta terça-feira, 12, Joaquim Barros, empresário e presidente da Associação « Les Amis du Plateau« .

Possibilidade de intervenção de ouvintes em direto durante a emissão.

De segunda a sexta, em direto: as graves consequências sanitárias, económicas e sociais da crise do Covid-19.

Convidado: 

Animador:

 

Entrevista/Paulo Marques. « O Objetivo é de distribuir cerca de 2 milhões de máscaras em mais de duzentas estações »

Paulo Marques presidente da Cívica esteve em entrevista esta tarde na Rádio Alfa no quadro do desconfinamento em França.

 

 

 

 

 

 

 

 

O vereador lusodescendente na Câmara de Aulnay-sous-Bois (93) e presidente da ‘Cívica‘, Associação de Autarcas de Origem Portuguesa em França e no estrangeiro falou da iniciativa realizada hoje. A distribuição de máscaras em várias estações de metro, RER e comboios.

Paulo Marques.

 

Entrevista: Ricardo José e Manuel Alexandre

Edição: Manuel Alexandre.

Portugueses consideram arriscado viajar em Portugal e no estrangeiro

Portugueses consideram arriscado viajar em Portugal e no estrangeiro. As viagens « para férias, deslocações de trabalho, viagens com a família ou para visita de amigos e familiares dentro do país » são arriscadas, revela estudo de opinião.

Este estudo, que abrangeu o período entre 2 de fevereiro e 2 de maio, é o primeiro a analisar os efeitos da pandemia na perceção de segurança para viajar

Alfa/Lusa

Os portugueses consideram que, devido à pandemia da Covid-19, é arriscado realizar viagens para férias, deslocações de trabalho ou para visita de amigos e familiares, em Portugal ou no estrangeiro, revela um estudo esta segunda-feira divulgado.

Realizado pelo Instituto Politécnico de Viseu (IPV) e pela Universidade de Coimbra (UC), e baseado em dados recolhidos nos últimos três meses, o estudo mostra que a pandemia teve “um forte impacto” na perceção de segurança dos portugueses relativamente a viajar no país e no estrangeiro.

Os residentes nacionais concordam que a segurança é um fator fundamental para viajar e, inclusive, é o atributo mais importante para a escolha de um destino, em termos globais, mas é ainda mais crucial quando se consideram as viagens internacionais”, conclui o estudo, a que a agência Lusa teve acesso.

As respostas (mais de mil consideradas válidas) obtidas através de um questionário ‘online’ mostram que os portugueses consideram “arriscadas as viagens para férias, deslocações de trabalho, viagens com a família ou para visita de amigos e familiares dentro do país”. “Estas respostas são ainda mais expressivas para as mesmas viagens no estrangeiro”, sublinham os autores do estudo, acrescentando que os portugueses “consideram que medidas de segurança adicionais nos aeroportos tornam as viagens mais seguras no país e no estrangeiro”.

Este estudo, que abrangeu o período entre 2 de fevereiro e 2 de maio, é o primeiro a analisar os efeitos da pandemia na perceção de segurança para viajar e para a prática de atividades de lazer e turismo, bem como o medo e preocupação relacionados com o contágio e as medidas tomadas em Portugal. A equipa – constituída por Carla Silva, José Luís Abrantes, Manuel Reis e Odete Paiva, do IPV, e Cláudia Seabra, da UC – tentou perceber a mudança de opinião ao longo do tempo.

O medo de viajar pelos residentes nacionais aumentou progressivamente, a cada período estudado, tal como o medo de contágio em termos pessoais e familiares”, conclui a equipa, acrescentando que, na vigência do terceiro Estado de Emergência, “os portugueses sentiram, contudo, ser menos arriscado viajar, principalmente dentro do país”.

“Paralelamente, a importância atribuída à segurança foi aumentando, atingindo os valores mais elevados no último período, sobretudo para as viagens internacionais”, acrescenta.

Se, no início da investigação, “viajar com a família era considerado seguro ou muito seguro, sobretudo em Portugal”, esta perceção “diminuiu drasticamente ao longo do tempo, tendo também diminuído a diferença entre fazê-lo em Portugal ou no estrangeiro”.

O estudo indica ainda que, devido ao novo coronavírus, quem reside em Portugal se sente muito inseguro para praticar atividades de lazer e turismo.

Mais de 280 mil mortos e mais de 4,1 milhões de infetados em todo mundo _ AFP

Mais de 280 mil mortos e mais de 4,1 milhões de infetados em todo mundo

A pandemia do novo coronavírus já matou pelo menos 282.447 pessoas e infetou mais de 4,1 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo o último balanço da agência AFP.

De acordo com os dados recolhidos pela agência noticiosa francesa, já morreram pelo menos 282.447 pessoas e há mais de 4.117.740 infetados em 195 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro de 2019 na cidade chinesa de Wuhan.

A AFP alerta que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que um grande número de países está a testar apenas os casos que requerem tratamento hospitalar. Entre esses casos, pelo menos 1.388.600 foram considerados curados.

Covid-19: Mais 9 mortes e 98 novos infetados em Portugal. É a taxa de crescimento mais baixa desde início do surto.

Covid-19: Mais 9 mortes e 98 novos infetados em Portugal. É a taxa de crescimento mais baixa desde início do surto.

Esta é a segunda vez que há um número tão baixo de novos casos de infecção – tal já tinha acontecido a 3 de Maio. Há 805 pessoas internadas, 112 nos cuidados intensivos. Em Maio, foram feitos mais de 13 mil testes por dia.

Segundo os mais recentes dados divulgados pela Direção-Geral da Saúde, há mais nove mortes e 98 novos casos de infeção por covid-19 em Portugal. 

email sharing button
Informação oficial.
 Portugal regista hoje 1.144 mortes relacionadas com a covid-19, mais nove do que no domingo, e 27.679 infetados, mais 98, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção Geral da Saúde.

Em comparação com os dados de domingo, em que se registavam 1.135 mortos, hoje constatou-se um aumento de óbitos de 0,8%.

Relativamente ao número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus (27.679), os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS) revelam que há mais 98 casos do que no domingo (27.581), representando uma subida de 0,4%.

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (651), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (248), do Centro (216), do Algarve (14), dos Açores (14) e do Alentejo, que regista um caso, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de domingo, mantendo-se a Região Autónoma da Madeira sem registo de óbitos.

Covid-19: Turismo mundial continua paralisado em 100% dos destinos – OMT

Alfa/Lusa

O turismo permanece « paralisado » pela covid-19, com restrições de viagens para turistas internacionais em 100% dos destinos no mundo, enquanto continua o debate sobre os primeiros passos que podem ser tomados para as levantar, segundo a OMT.

Além disto, dos 217 destinos em todo o mundo, 156 (72%) pararam completamente o turismo internacional, de acordo com o último estudo divulgado hoje pela Organização Mundial Turismo (OMT) com dados recolhidos a partir de 27 de abril.

Por região, 83% dos destinos na Europa fecharam completamente as fronteiras do turismo internacional, enquanto na América a percentagem é de 80%, na Ásia e no Pacífico de 70%, no Médio Oriente de 62% e em África de 57%.

Em 25% dos destinos, as restrições estão em vigor há pelo menos três meses, enquanto em 40% começaram há pelo menos dois meses, afirma a OMS no relatório, que reflete as medidas adotadas desde o final de janeiro, quando a propagação da covid-19 foi declarada Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional (PHEIC) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Entre os dados mais significativos, a OMS destaca num comunicado que « até agora nenhum destino levantou ou facilitou as restrições de viagens ».

Segundo o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, o turismo foi o setor « mais atingido por esta crise porque os países fecham fronteiras e as pessoas ficam em casa ».

Por esse motivo, a agência especializada em turismo das Nações Unidas apelou aos Governos para « facilitarem, de maneira coordenada, o levantamento das restrições, no momento apropriado e de maneira responsável, quando for considerado seguro ».

O turismo é « a salvação para milhões de pessoas, especialmente nos países em desenvolvimento », e a reabertura do mundo para viajar « economizará empregos, protegerá os meios de subsistência e permitirá que o setor retome o seu papel vital na promoção do desenvolvimento sustentável », sublinhou.

A organização lembrou que trabalha « em estreita colaboração » com outras organizações internacionais, governos nacionais e o setor privado, a fim de promover a recuperação do turismo « de maneira responsável no momento oportuno ».

Nas últimas duas semanas, o secretário-geral da OMT dirigiu-se aos ministros do G20 e à Comissão Europeia, « apostando no turismo como uma prioridade na agenda dos países, à medida que tentam recuperar da crise ».

Covid-19: Espanhóis olham portugueses com “uma mistura de inveja e perplexidade”

Covid-19: Espanhóis olham portugueses com “uma mistura de inveja e perplexidade”, diz o El País. “Qual será o segredo?”

Horacio Villalobos#Corbis/Corbis via Getty Images
A imprensa espanhola continua a fazer comparações entre os dois países ibéricos. Neste domingo, o jornal El País questiona: por que razão Portugal tem cinco vezes menos mortes de coronavírus do que Espanha?
Qual é o segredo? Quais serão as diferenças entre os dois países de cultura similar que partilham a mesma península?, questiona o jornal El País, num artigo publicado neste domingo, 10, sobre o facto de Portugal ter, até agora, cinco vezes menos mortes em relação ao número de habitantes, comparativamente a Espanha, que já conta com mais de 26 mil vítimas mortais.

Apesar de os dados das vítimas por coronavírus em Espanha, divulgados neste domingo, serem mais animadores – nas últimas 24 horas o número de mortes baixou para os 143 (ao contrário dos 179 de ontem), sendo o valor mais baixo desde 18 de março –, a imprensa espanhola continua a fazer comparações entre os dois países ibéricos. Diz mesmo que Portugal é visto por Espanha, “um país totalmente confinado”, com “uma mistura de inveja e perplexidade”, tendo em conta que o nosso País não impôs uma quarentena obrigatória à população em geral, mas apenas um dever cívico, nem parou totalmente a sua economia.

As explicações, segundo especialistas portugueses e espanhóis contactados pelo El País, serão várias: um menor tráfego de viajantes, especialmente vindos de Itália, mas, sobretudo, uma atuação atempada, tendo em conta o panorama que já ocorria tanto em Espanha como em Itália e que levou, por exemplo, ao encerramento das escolas a 12 de março.

O médico de saúde pública espanhol Alberto Infante Campos vai mais longe e argumenta que, além da antecipação das medidas de controlo da epidemia em Portugal, “Governo e a oposição uniram-se, lançando a mesma mensagem desde o início”, ao contrário das divergências políticas ocorridas em Espanha, e que levaram mesmo Pedro Sanchés a pedir à oposição para seguir o exemplo de Portugal.

Admite ainda o artigo do El País que, provavelmente, as medidas de confinamento em algumas regiões espanholas, como Madrid e Catalunha, foram decididas tardiamente.

O combate à pandemia “não é uma competição entre países”, escreve o jornal, que volta a chamar aos portugueses os “suecos do Sul”, na sequência de uma entrevista dada por Marcelo Rebelo de Sousa ao El País, em 2017, na qual identificava Portugal como “os nórdicos do século XXI”, referindo-se, na época, à nomeação de portugueses em organismos internacionais, como a de Mário Centeno na liderança do Eurogrupo. Não se trata de uma competição entre países “para ver quem faz melhor” mas, continua o El País, “a comparação de resultados pode servir para aprender”.

Flash Info

Flash INFO

0:00
0:00
Advertising will end in 

Journal Desporto

0:00
0:00
Advertising will end in 

x