Covid-19: Empresária chinesa oferece 4,6 milhões de euros a Portugal

Covid-19: Empresária chinesa oferece 4,6 milhões de euros em equipamento a Portugal. Cerca de 80 ventiladores topo de gama chegam já este domingo a Lisboa para ajudar hospitais portugueses.

A promotora imobiliária chinesa Reformosa, da empresária e filantropa chinesa Ming Hsu, ofereceu 4,6 milhões de euros de equipamento a Portugal para o combate à pandemia de Covid-19. O material chega este domingo a Lisboa.

Além dos 80 ventiladores, fabricados na Austrália, fazem ainda parte deste donativo da empresa 1 milhão de máscaras, 22 mil fatos de proteção, 100 mil pares de luvas, 100 mil óculos de proteção e 10 mil toucas cirúrgicas, entre outro material.

A ajuda destina-se a profissionais de saúde de várias instituições hospitalares onde está identificada a carência deste material, tendo sido organizada em cooperação com o governo português, a embaixada de Portugal na China e a Câmara Municipal de Lisboa.

Todo o equipamento foi entregue ao embaixador português em Pequim, José Augusto Duarte, chegando a primeira parte a Lisboa já este domingo de manhã e o restante durante a próxima semana.

Há duas semanas, a mesma empresária ofereceu material de proteção médica aos profissionais de saúde do Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Além deste donativo, a empresária Ming Hsu organizou um consórcio de empresas luso-chinesas que já reuniram mais de 200 mil euros para entregar a entidades oficiais portuguesas.

Em 2017, a filantropa de origem chinesa, que apoia várias instituições sem fins lucrativos na área da educação e que é membro do board da norte-americana Columbia Business School, doou 2 milhões de euros à Nova BSE de Carcavelos com o objetivo de ajudar a promover a educação empresarial no mundo.

Covid-19. Portugal com 11278 infetados e 295 vítimas mortais

Portugal com 11278 infetados e 295 vítimas mortais. Taxa de novos infetados regista ligeiro aumento. Número de doentes em cuidados intensivos continua a subir. Existem mais 29 mortos a registar, o que denota um crescimento de 10,9% nas últimas 24 horas. Número de recuperados (75) permanece inalterado.

MIGUEL A. LOPES/LUSA

Alfa/Expresso:

Existem neste momento 11278 pessoas infetadas com o novo coronavírus. São mais 754‬ casos do que os registados no sábado, o que representa um aumento de quase 7,16%. Na véspera, esse aumento tinha sido de 6,45%.

Há ainda 295 vítimas mortais a lamentar, mais 29 do que no dia anterior, o que denota um crescimento de 10,9% nas últimas 24 horas.

Destaque também para o número de doentes em cuidados intensivos: são agora 267. No sábado eram 251.

No total, são agora 1084 as pessoas internadas. Mais 9 pessoas em relação a sexta-feira quando se registavam 1075 internamentos.

Aguardam resultados laboratoriais 4962 pessoas.O número de casos recuperados permanece inalterado (75 pessoas).

O grupo etário mais afetado é aquele que se encontra entre os 40 e os 49 anos (‭2058‬), logo seguido pelos que têm entre 50 e 59 (2033‬) e os que têm entre 60 e 69 anos (‭1491‬). É entre as mulheres que há maior incidência doença.

A evolução da doença em Portugal vem confirmar a dinâmica registada noutros países: é entre os mais velhos que o vírus é ainda mais perigoso. Das 295 vítimas mortais, 184 tinham 80 anos ou mais.

A região Norte continua a ser, de longe, a mais afetada com 6530 infetados. E é também a região Norte que regista mais vítimas mortais (158), seguida da região Centro (72), da região de Lisboa e Vale do Tejo (58) e do Algarve (7).

Covid-19: Portugal com 295 mortes e 11.278 infetados

Portugal regista hoje 295 mortes associadas à covid-19, mais 29 do que no sábado, e 11.278 infetados (mais 754), segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de sábado, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes (158), seguida da região Centro (72), da região de Lisboa e Vale do Tejo (58) e do Algarve (07).

Relativamente a sábado, em que se registavam 266 mortes, hoje observou-se um aumento de 11% (mais 29).

De acordo com os dados da DGS, há 11.278 casos confirmados, mais 754, um aumento de 7,2% face a sábado.

 

Alfa/Lusa.

Covid-19: França ultrapassa 7.500 mortos desde início da pandemia

O número de mortos nos lares em França continua a aumentar, sendo agora calculado em 2.028 óbitos, aos quais se juntam 5.542 mortos em meio hospitalar, anunciaram esta noite as autoridades.

Assim, desde dia 01 de março, já houve 7.560 mortes no total devido ao covid-19, segundo o anúncio feito hoje pelo diretor-geral da Saúde, Jerôme Salomon. O número de óbitos nos lares franceses começou a ser divulgado na sexta-feira, e os dados continuam a ser recolhidos pelas autoridades.

O número total de casos confirmados no país é de 68.605.

Há 28.143 pessoas hospitalizadas e 6.838 pacientes estão nas unidades de cuidados intensivos. 105 pessoas internadas nos cuidados intensivos tem menos de 30 anos.

O número de novas entradas nos cuidados intensivos continua a diminuir, mas como a estadia destes pacientes é longa nestas unidades, os números no geral continuam a subir e Salomon reforçou que a França nunca teve tantos pacientes nestas condições.

Dos casos identificados como positivos, 15.438 pessoas estão curadas.

A França anunciou este sábado que as encomendas de máscaras já vão nos dois mil milhões de unidades, em vários países, sendo as maiores encomendas feitas à China.

Pela primeira vez, as autoridades francesas indicaram que a população em geral pode usar uma máscara para as suas deslocações.

Até agora, a indicação tinha sido que ter uma máscara não protegia e devia ser apenas usada no quotidiano por pessoas já infetadas.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 60 mil.

Dos casos de infeção, mais de 211 mil são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 266 mortes, mais 20 do que na véspera (+8,1%), e 10.524 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 638 em relação a sexta-feira (+6,5%).

O país, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

O Governo declarou, no dia 17 de março, o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

 

Alfa/Lusa.

Emigrantes na Suíça procuram ajuda para regressarem a Portugal

Emigrantes na Suíça procuram ajuda para regressarem a casa. Muitos portugueses que vivem na Suíça procuram ajuda para voltarem “à terra” e fazerem o confinamento junto das famílias, depois de as suas atividades profissionais terem sido interrompidas.

Genebra, Suíca

Muitos portugueses que vivem e trabalham na Suíça procuram ajuda para voltarem “à terra” e fazerem o confinamento junto das famílias, depois de as suas atividades profissionais terem sido interrompidas por causa da pandemia de covid-19.

Nestas últimas três semanas, as redes consulares, a embaixada e as associações de apoio à comunidade portuguesa na Suíça têm sido inundadas por telefonemas e e-mails com pedidos de orientação e esclarecimentos sobre as atuais condições de viagem para Portugal.

“Temos sido contactados, tanto por portugueses residentes na Suíça, que nos questionam sobre a possibilidade de voltar para junto das suas famílias em Portugal, como por famílias de emigrantes portugueses preocupadas com os seus familiares que ainda se encontram a trabalhar nas mais variadas áreas na Suíça”, disse à Lusa o presidente da Associação de Apoio à Comunidade Portuguesa (AACP) e conselheiro comunal na cidade de Vevey, Nuno dos Santos.

Segundo o dirigente associativo, o pânico e desespero são visível na hora dos contactos e “a principal preocupação da comunidade portuguesa residente na Suíça é ir para junto das suas famílias”.

“Muitos portugueses procuram esclarecimento quantos à exigências legais para viajar para Portugal em plena pandemia”, explicou Nuno dos Santos.

Da parte dos seus familiares em Portugal, preocupa-os sobretudo a “falta de informação relativamente à situação provocada pela covid-19 na Suíça”, afirmou.

No entanto, num comunicado divulgado no Portal Diplomático das comunidades “desaconselham-se fortemente a todos os cidadãos portugueses, não residentes em Portugal, todas as deslocações ao nosso país por via terrestre, podendo nomeadamente a entrada em território espanhol ser negada na fronteira entre França e Espanha a cidadãos nacionais que não apresentem prova bastante de residência habitual em Portugal”.

Jorge Reis, de 31 anos, gerente de uma empresa de limpeza com cerca de 30 clientes, no Cantão de Vaud, está em casa há uma semana.

O português relatou à agência Lusa que “o volume de trabalho reduziu significativamente e que a empresa foi obrigada a encerrar temporariamente porque a maioria dos seus clientes não queriam continuar em contacto com empregados de limpeza”.

“Trabalhamos essencialmente para lojas comerciais e clientes privados, visto que as lojas fecharam e os nossos clientes privados têm receio de continuar a ter contacto connosco, vimo-nos obrigado a encerrar a atividade temporariamente”, contou.

Residente há oito anos na Suíça, Jorge Reis vive sozinho e não tem nenhum membro da família a residir em terras helvéticas.

Questionado sobre a o desejo de regressar temporariamente a Portugal, para junto da sua família, disse que, quando tomou consciência da situação e do que seria viver um confinamento sozinho, nesse momento, passou-lhe pela cabeça regressar a casa.

“Quando tomei a decisão, há uma semana, de passar o confinamento junto dos meus já era tarde. Nessa altura já tinha sido ordenado o fecho das fronteiras e os voos cancelados”, lamentou.

Segundo dados oficiais publicados esta manhã pelo OFSP – Office Fédéral de la Santé Publique, foram registados até ao momento na Suíça 20.278 casos positivos e 540 mortes.

Covid-19: Vírus já matou 63.437 pessoas e infetou mais de 1,16 milhões no mundo

Covid-19: Vírus já matou 63.437 pessoas e infetou mais de 1,16 milhões no mundo – AFP

Covid-19: Vírus já matou 63.437 pessoas e infetou mais de 1,16 milhões no mundo

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A pandemia causada pelo novo coronavírus já matou 63.437 pessoas em todo o mundo e infectou mais de 1,1 milhão, segundo um balanço divulgado no sábado pela agência AFP.

De acordo com os dados recolhidos pela agência noticiosa francesa junto a fontes oficiais dos países, desde que a covid-19 surgiu na China, em dezembro passado, já foram diagnosticados oficialmente 1.169.210 casos de infeção em 190 países e territórios.

No entanto, a AFP alerta que esse número não reflete o real número de infetados porque uma grande quantidade de países só realiza testes em pessoas que precisem de tratamento hospitalar.

Entre esses 1.169.210 casos de infeção, pelo menos, 219.000 foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

Depois da contagem feita na sexta-feira, às 19:00 GMT (20:00 de Portugal), foram registados 5.964 novas mortes e 86.745 novos casos em todo o mundo.

Os países onde ocorrem mais mortes nas últimas 24 horas são os Estados Unidos, com 1.399 novos óbitos, a França com 1.053 (número que inclui as mortes nas casas de repouso anunciadas hoje) e Espanha, com 809.

A Itália, que registou a primeira morte ligada ao covid-19 no fim de fevereiro, tem 15.362 mortes e 124.632 casos de infeção, tendo as autoridades italianas dado 20.996 casos como curados. Hoje, foram anunciadas mais 681 mortes e 4.805 novos casos.

Depois da Itália, os países mais afetados são a Espanha, com 11.744 mortes e 124.736 casos, os Estados Unidos, com 8.098 mortes (297.575 casos), e a França com 7.560 mortes (89.953 casos) e o Reino Unido com 4.313 mortes (41.903 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, registou um total de 81.639 casos (19 novos entre sexta-feira e sábado), incluindo 3.326 mortes (quatro novas) e 76.755 casos curados.

Em número de casos, os Estados Unidos são o país mais afetado, com 297.575 infeções, 8.098 mortes e 10.032 casos dados como curados.

Desde sexta-feira às 19:00 GMT (20:00 de Portugal), Angola, Suriname, Kuwait, Geórgia e Libéria anunciaram as suas primeiras mortes relacionadas o vírus.

A Europa totalizava às 19:00 (20:00 de Portugal) de sábado, 46.033 mortes e 627.127 casos, os Estados Unidos e Canadá 8.342 mortes (311.447 casos), a Ásia 4.137 mortes (116.129 casos), o Médio Oriente 3.623 mortes (71.739 casos), a América Latina e as Caraíbas 891 mortes (28.166 casos), África 375 mortes (8.129 casos) e Oceânia 36 mortes (6.480 casos).

Este balanço foi realizado através de dados recolhidos pela AFP junto de autoridades dos países e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em Portugal, segundo o balanço feito no sábado pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 266 mortes, mais 20 do que na véspera (+8,1%), e 10.524 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 638 em relação a sexta-feira (+6,5%).

Dos infetados, 1.075 estão internados, 251 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 75 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 de março o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

Catástrofe económica no desporto. As contas e a análise de Pascal de Lima

Covid-19. Catástrofe económica no mundo do desporto.

As contas e a análise de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo.

Crónica para ouvir, na Rádio Alfa, na terça-feira, 07.

Os dias da Rádio. « Temo que me falte vento para me manter no ar ». Crónica

Covida-19. O som e os dias da Rádio. « Temo que me falte assunto, ou seja, vento para me manter no ar ».

Crónica de João Pinharanda, curador e historiador de arte, diretor do Instituto Camões em Paris, para ouvir nesta segunda-feira, 06, na Rádio Alfa.

 

« Portugal – Somos Nós”

« A RTP escolheu a banda sonora da canção “Portugal – Somos Nós”, dos UHF, para ilustrar um separador dedicado ao momento que os portugueses estão a viver. Quando uma canção é útil, além do expectável, fico feliz como autor, muito feliz. » Palavras do Antonio Manuel Ribeiro dos UHF !

A TODOS os que estão a sair para trabalhar, a TODOS os que ficam a trabalhar em casa, a TODOS os que estão à procura de trabalho, a TODOS os que estão a dar a vida para salvar vidas, a TODOS os que têm mantido a ordem e o auxílio aos cidadãos, a TODOS os que têm que tomar decisões por todos. A TODOS os que tem estado sem beijar, sem abraçar, sem tocar, longe de quem amam… por amor. A TODOS, mesmo TODOS, que estão nesta luta: TODO O NOSSO RESPEITO, ORGULHO e ADMIRAÇÃO.

Covid-19. Portugal: 10524 infetados e 266 vítimas mortais. Há 75 casos recuperados

Portugal com 10524 infetados e 266 vítimas mortais. Há 75 casos recuperados. Taxa de novos infetados continua a abrandar. Número de doentes em cuidados intensivos sobe ligeiramente. Existem, ainda assim, mais 20 mortos a registar, o que denota um crescimento de 8,1% face a ontem

Foto MÁRIO CRUZ/LUSA

Alfa/Expresso:

Existem neste momento 10524 pessoas infetadas com o novo coronavírus. São mais 638‬ casos do que os registados na sexta-feira, o que representa um aumento de quase 7%. Na véspera, esse aumento tinha sido de 9%.

Há ainda 266 vítimas mortais a lamentar, mais 20 do que no dia anterior, o que representa um aumento de 8%.

Destaque também para o número de doentes em cuidados intensivos: são agora 251. Na sexta-feira eram 245.

No total, são agora 1075 as pessoas internadas. Mais 17 pessoas em relação a sexta-feira quando se registavam 1058 internamentos. Aguardam resultados laboratoriais 5518 pessoas.

Dados mais positivos: existem 75 casos dados como oficialmente recuperados números, mais sete do que existiam na véspera.

O grupo etário mais afetado é aquele que se encontra entre os 40 e os 49 anos (1928), logo seguido pelos que têm entre 50 e 59 (1908) e os que têm entre 60 e 69 anos (1396). É entre as mulheres que há maior incidência doença.

A evolução da doença em Portugal vem confirmar a dinâmica registada noutros países: é entre os mais velhos que o vírus é ainda mais perigoso. Das 266 vítimas mortais, 170‬ tinham 80 anos ou mais.

A região Norte continua a ser, de longe, a mais afetada com 6280 infetados. E é também a região Norte que regista mais vítimas mortais (141), seguida da região Centro (66), da região de Lisboa e Vale do Tejo (54) e do Algarve (5).