Neste domingo, 05. « Passagem de nível »: Especial crise sanitária

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Apresentação e coordenação: Artur Silva. Domingo, 5 de Abril 2020. Entre as 12h15 e as 13h30

Emissão especial:

-Coronavírus: o confinamento e as implicações nas diversas vertentes da nossa vida
quotidiana


Convidados:

Dr.Fabien Cohen, Porta-voz da Coordenação de Vigilância do GHU
H.Mondor/A.Chenevier

Barbara Chavannes, Médica generalista no Val-de-Marne

Catarina Clemente de Barros, Advogada especialista do Direito do Trabalho

Michaël Damiati, Maire de Crosne (91)

Artur Silva: 

 

Dino D’Santiago acaba de lançar um álbum de surpresa

« KRIOLA » é o sucessor de « Mundu Nôbu », de 2018, e reflete, segundo se pode ler em comunicado de imprensa, « a crioulização do mundo [como] movimento imparável nas sociedades contemporâneas, transportando consigo conflitos, cultura, criatividade, herança e festa ».

Criado entre Londres e Lisboa, « KRIOLA » oferece, nas palavras de Dino D’Santiago, « uma cachupa instrumental [que] desta vez viajou do batuku ao ozonto, da coladera ao grime, sempre com o tempero final dado pelo funaná que descansa no arriscar de um tarraxo ».

Entre os músicos que participaram em « KRIOLA » estão Seiji, Branko, PEDRO, Kalaf Epalanga, Toty Sa’Med, Djodje Almeida, Toni Economides, Vado MKA e Julinho KSD, convidado do primeiro single, ‘Kriolu’.

Alfa/Blitz

Em Portugal, mais de 24.000 espetáculos adiados, cancelados ou suspensos!

Mais de 24.000 espetáculos adiados, cancelados ou suspensos devido à COVID-19

A APEFE (Associação de Promotores de Espetáculos, Festivais e Eventos), fez um levantamento exaustivo e detalhado, em conjunto com as principais empresas de bilhética nacionais – Ticketline, Blueticket e BOL, do número de espetáculos cancelados, adiados ou suspensos no país inteiro, com realização prevista entre 08 de março e o próximo dia 31 de maio e de acordo com os dados revelados por cada uma das empresas contabilizaram-se pelo menos 364 promotores envolvidos.

A divulgação destes dados permite uma leitura real e fidedigna do impacto económico no sector dos espetáculos ao vivo, decorrente das medidas de contenção da crise epidémica Covid-19 e que levou à paralisação total da atividade de milhares de pessoas, que ocorreu mesmo antes da declaração do estado de emergência no passado dia 18 Março.

DADOS EMPRESAS TICKETING_ACUMULADO

08 MAR. // 31 MAI. 

CANCELADOS

  ADIADOS

SUSPENSOS

N.º EVENTOS

24 815

         7 866

15 412

1 537

 

PROMOTORAS

364

 

Dados TICKETLINE SA_01-04-2020
Dados BLUETICKET SA_01-04-2020
Dados BOL/ETNAGA LDA_24-03-2020

Do total de espetáculos em agenda, verificam-se até ao momento:

7.866 espetáculos cancelados

15.412 espetáculos adiados

1.537 espetáculos suspensos

Face à renovação do estado de emergência anunciada ontem dia 2 Abril e aos recentes desenvolvimentos da pandemia, estes números só poderão aumentar exponencialmente nas próximas semanas, não só relativamente a eventos ainda agendados para o mês de maio e que escaparam à primeira “avalanche” de cancelamentos, como pela incerteza da possibilidade da realização de outros espetáculos nos meses seguintes, conduzindo-nos a uma crise sem precedentes no mercado da cultura em Portugal.

Todas as empresas e profissionais ligados à cultura; salas de espectáculos, artistas, técnicos, empresas de audiovisuais, promotores de espectáculos, agências e um sem número de fornecedores e profissionais, apresentam uma quebra de 100% na sua faturação, no seu rendimento e estão proibidos de exercer a sua actividade, criando um problema gravíssimo de subsistência e sobrevivência a milhares de pessoas e empresas do sector cultural.

Covid-19/Portugal/Ensino à distância. Telescola regressa à RTP, 33 anos depois

Nova Telescola avança no arranque do 3.º período para alunos até ao 9.º ano – a notícia é dada pelo jornal Público deste sábado

« Oferta vai ser criada em parceria com a RTP e usar canais disponíveis na TDT e outras plataformas da TV pública. Rede europeia antecipa que alunos não voltam a ter aulas presenciais neste ano lectivo », informa este diário.

« Vem aí uma nova Telescola. Terá um outro nome e um formato distinto daquele que os estudantes conheceram a partir de 1965, mas será através da televisão que o Governo fará o ensino à distância chegar a um maior número de alunos, numa altura em que se torna claro que as aulas presenciais vão continuar suspensas durante o 3.º período por causa da pandemia de covid-19 », acrescenta o jornal.

Covid-19. OMS vai reavaliar uso generalizado de máscaras

Comité de especialistas da OMS vai reavaliar uso generalizado de máscaras.

Um estudo sugere que as gotículas projectadas por um espirro podem alcançar até oito metros de distância, escreve o jornal Público.

Por isso, acrescenta este diário português, « um comité de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) vai reavaliar as recomendações sobre o uso generalizado das máscaras de protecção individual ».

As conclusões sobre as vantagens e desvantagens do uso generalizado de máscaras não são consensuais e dividem especialistas.

A OMS indicava até agora, tal como as autoridades em Portugal, que apenas as pessoas infectadas, seus próximos e os profissionais de saúde deviam usar máscaras.

Mas vários especialistas aconselham o seu uso e países como a Áustria, a República Checa e a Eslováquia tornaram obrigatório o uso de máscara em locais públicos.

Covid-19/França. 6507 mortos, 64.338 infetados, 6.662 em cuidados intensivos

Covid-19: França contabiliza mais de 6.500 mortos desde início de pandemia

Covid-19: França contabiliza mais de 6.500 mortos desde início de pandemia

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As autoridades francesas adicionaram hoje pela primeira vez os óbitos em meio hospitalar aos verificados nos lares, sendo o número total de mortos de 6.507 devido à pandemia de covid-19 no país.

Nas últimas 24 horas, a França registou 588 mortos, fazendo que o total em meio hospitalar seja agora de 5.091 e a contabilização de óbitos nos lares de 1.416, anunciou hoje Jérôme Salomon, diretor-geral da Saúde francês.

O número total de casos confirmados no país é de 64.338. Há 27.432 pessoas hospitalizadas e 6.662 pacientes estão nas unidades de cuidados intensivos. Mais de um terço (35%) dos pacientes nestas unidades têm menos de 60 anos.

Salomon lembrou que « nunca houve tantas pessoas internadas nos cuidados intensivos » em França.

Foram até agora transferidos 506 pacientes graves entre hospitais em França e também para os países vizinhos como Alemanha, Luxemburgo ou Bélgica. Também os profissionais de saúde estão a ser transferidos para prestar assistência nos hospitais com maiores necessidades.

Em véspera de início de férias da Páscoa, Salomon relembrou que as deslocações dentro do país estão limitadas e que os controlos policiais na quarentena vão ser reforçados este fim de semana.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 55 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 200 mil são considerados curados.

#FicaEmCasa – Com Manuel Miranda

Em  tempos de confinamento Vitor Santos foi por telefone até casa de Manuel Miranda, fadista e um dos elementos da emissão “Só Fado” que vai para o ar todas as sextas feiras na Rádio Alfa…

 

 

Covid-19. « Comer, dormir e beber muita água ». Os conselhos da psicoterapeuta, Marina Raquel (1)

Pandemia do novo coronavírus. Marina Raquel, psicoterapeuta, lusodescendente, e o confinamento.

Dicas e conselhos para evitar e contornar o « stress »:

Covid-19: Rock in Rio Lisboa adiado para 2021

O festival Rock in Rio Lisboa, que deveria acontecer nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho, foi adiado um ano, devido à pandemia da covid-19, anunciou hoje a organização.

Assim, a 9.ª edição do Rock in Rio Lisboa irá acontecer nos dias 19, 20, 26 e 27 de junho de 2021, no mesmo local, o Parque da Bela Vista, anunciou hoje a vice-presidente executiva do Rock in Rio, Roberta Medina, num vídeo partilhado nas páginas do festival nas redes sociais.

De acordo com Roberta Medina, foram estudados “vários cenários”, sendo que realizar a 9.ª edição em junho deste ano iria implicar “retomar as montagens da Cidade do Rock” numa altura que a organização acredita ainda não ser favorável.

Os bilhetes já adquiridos para a edição deste ano “manter-se-ão válidos para as novas datas, ficando os dias em aberto até confirmação do cartaz”.

A organização irá aguardar pelo levantamento do estado de emergência, para anunciar outras informações dirigidas aos portadores de bilhetes, assim como novidades relativas a cartaz.

O estado de emergência está em vigor em Portugal desde 19 de março, tendo sido renovado por novo período de 15 dias, até 17 de abril.

Para a edição deste ano do Rock in Rio Lisboa estavam confirmados, entre muitos outros, Foo Fighters, The National, The Black Eyed Peas, Post Malone, Duran Duran, Anitta, A-ha e Bush. Camila Cabello, que também estava entre as confirmações, já tinha anunciado o adiamento da digressão que iria trazê-la a Lisboa.

O Rock in Rio Lisboa realiza-se de dois em dois anos, desde 2004, no Parque da Bela Vista, onde é montada a ‘Cidade do Rock’.

Segundo Roberta Medina, a 10.ª edição irá realizar-se em 2022, retomando os anos pares.

O Rock in Rio Lisboa não é o primeiro festival em Portugal a alterar as datas da edição deste ano devido às limitações para combate à pandemia da covid-19.

A edição deste ano do Festival Músicas do Mundo (FMM), previsto entre 18 e 25 de julho, em Sines, distrito de Setúbal, foi cancelada.

O Primavera Sound do Porto, previsto para os dias entre 11 e 13 de junho, e que foi adiado para 03, 04 e 05 de setembro.

A edição deste ano do Boom Festival, que, tal como o Rock in Rio Lisboa, decorre de dois em dois anos, mas em Idanha-a-Nova, foi remarcada para 2021. A 13.ª edição do Boom Festival acontecerá de 22 a 29 de julho.

O Barroselas Metalfest, que iria acontecer entre 29 de abril e 02 de maio, passou para a mesma data, mas em 2021, o ID No Limits, que deveria decorrer hoje e no sábado em Cascais foi adiado para os dias 13 e 14 de novembro, no mesmo local, o Centro de Congressos do Estoril, em Cascais, e o Gouveia Art Rock, que deveria decorrer entre 01 e 03 de maio, foi adiado para 03 a 05 de outubro.

O Festival Tremor, que ia acontecer entre 31 de março e 05 de abril, em São Miguel, nos Açores, e já tinha a lotação esgotada, foi cancelado e o Soam as Guitarras, que teria início a 02 de abril foi adiado, para data que será anunciada depois de levantado o estado de emergência.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 51 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 190.000 são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito na quinta-feira pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 209 mortes, mais 22 do que na véspera (+11,8%), e 9.034 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 783 em relação a quarta-feira (+9,5%).

Alfa/Lusa

Covid-19: Espectáculo a 16 de maio substitui Festival Eurovisão da Canção 2020

A 65.ª edição do Festival Eurovisão da Canção foi cancelada, mas no dia em que deveria decorrer a final, 16 de maio, haverá um espetáculo que junta os cantores que deveriam representar os 41 países concorrentes deste ano.

“Depois do cancelamento do Festival Eurovisão da Canção 2020, a União Europeia de Radiodifusão e os seus membros holandeses NPO, NOS e AVRTTROS estão entusiasmados por confirmarem que estão a produzir um novo espetáculo, ‘Eurovisão: Europa Shine a Light’, que será exibido em vez da Grande Final, no dia 16 de maio às 21:00 [locais, 20:00 em Lisboa]”, lê-se num comunicado disponível no ‘site’ oficial do concurso.

O espetáculo, que terá como anfitriões os apresentadores holandeses Chantal Janzen, Edsilia Rombley e Jan Smit, “honrará as 41 canções” que deveriam competir este ano, “num formato não competitivo, bem como várias surpresas para os fãs e espectadores”.

O “Eurovisão: Europa Shine a Light” também pretende reunir “os artistas 2020, a partir das suas localizações pela Europa, numa ‘performance’ de um sucesso da Eurovisão, com letras unificadoras, apropriadas para a situação em que o mundo se encontra”.

Ao espectáculo irão juntar-se também “artistas conhecidos de edições anteriores da Eurovisão”, convidados a participar “na ligação da Europa através de canções familiares do passado, interpretadas em locais icónicos da Europa”.

A 65.ª edição do Festival Eurovisão da Canção deveria realizar-se entre 12 e 16 de maio, em Roterdão, nos Países Baixos. As semifinais estavam marcadas para os dias 12 e 14 e, a final, para o dia 16.

Num comunicado divulgado nas redes sociais do concurso no dia 18 de março, a organização, a cargo da União Europeia de Radiodifusão, disse que, ao longo das semanas anteriores, tinham sido “exploradas várias opções alternativas que permitissem que o concurso fosse por diante”, mas a “incerteza gerada pela transmissão da doença covid-19 pela Europa – e as restrições postas em prática pelos governos dos participantes e pelas autoridades holandesas – fez com que fosse tomada a difícil decisão de [ser] impossível continuar com o evento ao vivo como planeado”.

No mesmo comunicado, a organização referia que vão ser mantidas discussões entre todas as partes envolvidas, incluindo a cidade de Roterdão, sobre o local de acolhimento do evento em 2021.

Os representantes dos 41 países participantes, Portugal incluído, já estavam escolhidos.

O tema que iria representar Portugal – “Medo de Sentir” (composto por Marta Carvalho e interpretado por Elisa) – foi escolhido em 07 de março, na final do Festival da Canção, que decorreu em Elvas.

 

 

Portugal participou no Festival Eurovisão da Canção pela primeira vez em 1964, tendo entretanto falhado cinco edições (em 1970, 2000, 2002, 2013 e 2016).

Entre 2004 e 2007, inclusive, e em 2011, 2012, 2014, 2015 e 2019, Portugal falhou a passagem à final.

Portugal venceu pela primeira vez o Festival Eurovisão da Canção em 2017, com o tema “Amar pelos dois”, interpretado por Salvador Sobral e composto por Luísa Sobral. Na sequência da vitória, Lisboa acolheu o concurso no ano seguinte, por uma única vez, até agora.

 

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 940 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 47 mil.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com mais de 510 mil infetados e mais de 35 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 13.915 óbitos em 115.242 casos confirmados até hoje.

Alfa/Lusa