Conselho de Disciplina da F.P.F. instaurou processo ao FC Porto por alegado caso de racismo contra jogador do Moreirense Abdu Conté

O FC Porto responde a um processo instaurado pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, na sequência de alegados insultos de índole racista, por parte dos seus adeptos, ao jogador do Moreirense Abdu Conté.

O caso remonta ao encontro da 16.ª jornada, disputado a 10 de Janeiro, no Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas. No dia 17 de Janeiro, o órgão disciplinar revelou a instauração do processo disciplinar, mas não deu conta dos motivos da sua origem. Um processo que já corre termos na Comissão de Instrutores da Liga, órgão responsável pelo inquérito, adianta o jornal DESPORTIVO de Guimarães na edição desta terça-feira.

O órgão liderado por José Manuel Meirim decidiu avançar com a instauração do processo disciplinar depois de ter recebido o relatório da segurança do encontro, a cargo da GNR. De acordo com o que foi possível apurar, nesse documento foram relatados insultos de índole racista, provenientes de adeptos do FC Porto que se encontravam na bancada topo do Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas. O caso reportado pela GNR aconteceu aos 37 minutos, no lance em que o lateral-esquerdo Abdu Conté cometeu penálti sobre Jesus Corona. Segundo as informações recolhidas, a palavra racismo consta efectivamente do relatório de segurança da GNR, que no final do encontro já havia reportado aos delegados da Liga presentes em Moreira de Cónegos a existência de cânticos injuriosos.

O árbitro do encontro, Artur Soares Dias, não fez qualquer referência ao caso no relatório do jogo, tendo dado conta que não se apercebeu de insultos racistas no decorrer dessa partida entre Moreirense e FC Porto. Os delegados da Liga, Fernando Silva e António Reis, também não reportaram qualquer incidente com essas características, tendo, no entanto, registado a posição da GNR logo após o final da partida.

O processo disciplinar instaurado pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol ao FC Porto acaba por envolver, por inerência, o Moreirense, uma vez que o incidente reportado pela GNR aconteceu em Moreira de Cónegos. De resto, o lateral-esquerdo Abdu Conté foi arrolado como testemunha e terá de se pronunciar sobre este caso.

 

Alfa/Guimarãesdigital.com

 

 

54 anos. Morreu a mulher de Pedro Passos Coelho

Laura Ferreira, 54 anos, perdeu a batalha contra o cancro que travava há vários anos.

Alfa/Expresso

Laura Ferreira, mulher do antigo primeiro-ministro e ex-líder do PSD Pedro Passos Coelho, morreu esta madrugada no IPO de Lisboa, depois de vários anos a lutar contra o cancro. Tinha 54 anos.

Laura Ferreira tinha sido diagnosticada com um tumor ósseo há cerca de cinco anos, quando Passos Coelho ainda era primeiro-ministro. Em janeiro de 2015 o também líder do PSD emitiu um comunicado sobre o tema para « evitar mais especulações » sobre o assunto e pediu respeito pela privacidade da família.

Natural de Bissau, Laura Ferreira era fisioterapeuta. Foi o segundo casamento de Passos Coelho. Dele resultou uma filha. Passos Coelho já tinha três filhos do seu primeiro casamento, enquanto Laura Ferreira tinha também uma filha do seu anterior casamento.

Segundo o « Observador », apesar do estado de saúde frágil, Laura Ferreira foi em dezembro último autorizada a sair do IPO para passar o Natal com a família.

O Presidente da República dirigiu entretanto as « mais sentidas e amigas condolências » ao ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho pela morte da sua mulher, « neste momento de enorme perda da sua mulher ». Para o chefe de Estado, Laura Ferreira, que morreu hoje em Lisboa, foi « alguém que deixou um traço de humanidade e serviço comunitário na sociedade portuguesa ».

Também o PSD disse hoje ter recebido « com grande consternação » a notícia da morte de Laura Ferreira, mulher do ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, salientando que era uma « figura muito acarinhada » e que « deixa saudades ». No texto, o PSD assinala que Laura Ferreira, que morreu em Lisboa durante a noite, era uma « figura muito acarinhada por toda a família social-democrata », e « deixa saudades nos que com ela conviveram ao longo dos anos ».

A nota indica igualmente que o presidente do PSD, Rui Rio, « expressa a Pedro Passos Coelho e à restante família o seu mais sentido pesar nesta hora ».

« Les populismes surfent sur la colère et la peur ». Em francês: entrevista de Fernando Rosas à Alfa

Fernando Rosas : « Les populismes surfent sur la colère et la peur ». Entrevista de Nuno Gomes Garcia no programa O Livro da Semana.

Entretien avec Nuno Gomes Garcia pour Radio Afa

Podcast de l’émission : https://radioalfa.net/podcast/lart-de-durer-le-fascisme-au-portugal-fernando-rosas/

Grâce aux Éditions sociales et à la traduction de Clara Domingues, une œuvre de référence sur l’État nouveau salazariste, L’art de durer, le fascisme au Portugal, de l’historien Fernando Rosas, est désormais en librairie.

Dans ce livre publié il y a 8 ans au Portugal, sous le titre : Salazar e o poder. A arte de saber durar, Fernando Rosas propose à ses lecteurs, dans un style délié et très accessible, une approche consciencieuse du fascisme portugais, expliquant les facteurs qui contribuèrent à son importante longévité, de 1926 à 1974, alors que presque toutes les expériences fascistes européennes prirent fin en 1945.

Ce livre paraît à un moment où l’on commence à débattre au Portugal — signe des temps que nous vivons — de ce que personne n’aurait eu l’audace de remettre en cause, il y a encore peu. Aujourd’hui, certains historiens et commentateurs refusent d’identifier l’État nouveau au fascisme. Ces derniers temps, donc, la figure de Salazar fait l’objet d’un blanchiment, d’une réhabilitation, passant de fasciste féroce, ami de Franco et admirateur de Mussolini, à gentil patriote et génie des finances.

Fernando Rosas range, quant à lui, le salazarisme dans la case adéquate : la même que celle où se trouvent Franco, Hitler et Mussolini. Mais il va plus loin encore et pose une question essentielle : quels éléments permirent au salazarisme de survivre à la fin de la guerre provoquée par le nazi-fascisme allemand et le fascisme italien ?

 

NGG : Il y a vingt ans et quelques, lorsque j’étudiais l’histoire à l’université, il était rare d’entendre quelqu’un dire en public que Salazar n’était pas fasciste. Que s’est-il passé depuis ?

FR : Au niveau européen et nord-américain, l’historiographie a connu une évolution tendant à considérer que les régimes fascistes étaient si particuliers et si rares que, finalement, le seul véritable fascisme était l’italien — et encore il le serait assez peu à partir d’une certaine période —, ou alors, dans un cas extrême, le nazisme. Pour certains, même le nazisme est une espèce particulière, qui se distingue du fascisme. De ce point de vue, l’État nouveau salazariste était donc une sorte de « dictature douce », guidé par un « professeur d’université », un régime « blanchi », adouci… Ces interprétations renvoient au contexte initial de la Guerre froide dans lequel l’Allemagne nazie et l’Union soviétique furent isolées et misent dans le même sac, celui des « régimes totalitaires ». En dehors de ces régimes, il y avait des « dictatures anticommunistes » qu’il était avantageux, du point de vue de la logique de la Guerre froide, de placer dans le grand camp de l’anticommunisme. De là proviennent une certaine déculpabilisation et, au fond, un blanchiment du régime salazariste. Cependant, selon moi, le critère qui fonde cette division pendant la Guerre froide est mis à mal en tant qu’élément d’explication. Ce que l’on peut dire, c’est que les régimes fascistes ne sont pas tous identiques. Aucun mouvement fasciste, aucun régime fasciste n’a jamais pris le pouvoir par sa seule force. Il y a tout un système d’alliances entre le mouvement fasciste et des secteurs des classes dominantes, des droites conservatrices, qui se « fascisent » dans le contexte des années 1920 et 1930. Expliquons-nous : ces classes dominantes et les droites conservatrices voient dans les expériences fascistes une manière avantageuse de répondre à la crise économique et sociale qui balaie une bonne partie de l’Europe de l’entre-deux-guerres. Une crise qui se fait fortement ressentir dans les pays périphériques européens. Considéré comme avantageux, le fascisme devient populaire parmi les classes possédantes, et une sorte d’alliance se noue alors entre les mouvements fascistes et une partie des classes conservatrices, de la droite traditionnelle, y compris de la droite libérale. C’est de cette union que surgissent les régimes fascistes. Le régime salazariste constitue une modalité de cette alliance, avec, toutefois, un poids de la droite conservatrice bien plus important que dans d’autres expériences. Disons que le salazarisme constitue une modalité d’un fascisme conservateur. Comme le fut aussi le franquisme, notamment après la Guerre d’Espagne (1936/1939). Ce furent des fascismes conservateurs, mais des régimes de violence, antidémocratiques, avec des partis uniques, et d’appétence totalitaire…

 

NGG : Et c’est ce que vous démontrez dans ce livre ?

FR : En effet. Je veux démontrer ce que fut cet « art de durer » qui était, pour Salazar, l’art suprême de Mussolini, et comment Salazar l’exerça à partir de 1933, année de la constitutionnalisation de l’État nouveau. Une moitié du XXe siècle portugais s’est déroulé sous cette dictature de type fasciste qu’était le régime salazariste.

 

NGG : Parlons un peu de notre époque. Certains disent que la Grande Récession de 2008/2015 a fait resurgir des phénomènes, des idéologies, si l’on préfère, que beaucoup jugeaient mortes et enterrées. Existe-t-il, selon vous, des éléments fascisants dans ce qu’il est convenu d’appeler les « démocraties illibérales » ? Existe-t-il chez Trump, Poutine, Orbán ou Bolsonaro des pulsions fascisantes ?

FR : Je le pense, en effet. Les réalités politiques hongroises, polonaises ou encore les mouvements politiques qui existent en Allemagne, en Slovaquie, en Croatie, ou bien des régimes comme celui de l’Inde, des Philippines, de la Russie, de la Turquie… Tous ces exemples comportent des éléments que certains historiens qualifient de « postfascistes ». Ce sont des réalités qui diffèrent du fascisme dans leur concrétisation actuelle, mais qui comportent clairement des éléments fascistes. Le danger est bel et bien là.

La transition du XXe au XXIe siècle, la grande globalisation capitaliste et le désastre social qu’elle constitue : chômage, faillites, renversement des anciens États sociaux, tout cela a créé, surtout dans les classes intermédiaires et dans certains secteurs des classes les plus pauvres, une grande insécurité, une grande incertitude, de la peur. La peur de l’avenir, la peur du déclassement, la peur de la misère, la peur du chômage. Et parce que les partis du centre traditionnel ont renoncé à répondre à ces questions et qu’ils sont eux-mêmes devenus des agents de propagation du néolibéralisme, cette peur provoque chez ces personnes un sentiment d’abandon, elles se sentent orphelines de toute représentation, orphelines de tout représentant défendant leurs intérêts. Comme dans les années 1930, les nouveaux mouvements populistes surfent, démagogiquement, sur ce mécontentement, cette colère, cette peur, ce pessimisme par rapport à l’avenir. Et ils le font de différentes manières. En France, par exemple, nous avons un Rassemblement national étatiste et protectionniste, mais le Vox espagnol ou le Chega portugais (qui est arrivé au Parlement lors des dernières législatives, avec l’élection d’un député) sont ultralibéraux, bien que partisans du renforcement de l’autorité de l’État. Ils sont si ultralibéraux que le Chega défend l’idée de dissoudre le Ministère de l’Éducation et d’en finir avec le Service national de santé pour laisser le « marché » résoudre, par lui-même, tous les problèmes. Ces mouvements sont divers, y compris dans leur manière de se présenter, mais ce sont des mouvements issus du néofascisme, composés de nombreux néofascistes désormais propres sur eux, qui agissent de l’intérieur du système, qui participent aux élections. Et surfant sur la peur et le mécontentement causés par les effets de la globalisation, ils rencontrent un certain succès. Tout cela nous autorise à établir des parallèles entre notre époque et la situation de l’entre-deux-guerres, en particulier après la Grande Dépression de 1929.

entretien traduit par Clara Domingues

Pour connaître l’intégralité de la tournée de l’auteur : https://editionssociales.fr/index.php/2020/01/20/fernando-rosas-lart-de-durer-le-fascisme-au-portugal/

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Coronavírus: português infetado no Japão transferido do navio para um hospital

Tripulante português infetado com coronavírus no Japão transferido do navio para hospital de Okazaki

Tripulante português infetado com coronavírus no Japão transferido do navio para hospital de Okazaki

Alfa/Lusa
O português infetado com o coronavírus Covid-19 num navio de cruzeiros no Japão foi hoje transferido para um hospital na cidade de Okazaki, na província de Aichi, disse à Lusa a sua mulher, Emmanuelle Maranhão.

A mulher de Adriano Maranhão afirmou que tinha acabado de falar com o marido, que estava a ser transportado de autocarro em direção ao Fujita University Health Hospital, um hospital recém-construído e cuja inauguração estava prevista para abril.

“Após os testes e análises, que se parte do princípio que lhe vão fazer, irão encaminhá-lo para outro hospital”, acrescentou Emmanuelle Maranhão, que estava a enviar um e-mail dirigido à embaixada portuguesa no Japão a solicitar o acompanhamento do marido, tripulante do cruzeiro Diamond Princess, onde foram confirmados 700 casos, que resultaram em quatro mortes, com o último óbito a ser anunciado já hoje pelas autoridades japonesas.

“Espero agora que alguém vá junto destas autoridades e acompanhá-lo, não digo estarem ao lado dele, obviamente, porque ele vai estar em isolamento, mas alguém tem de estar lá a representar a família, a representar Portugal, a representar este português, já que a empresa também tem um representante, mas pelos vistos não o consigo encontrar em lado nenhum”, desabafou.

Ou seja, defendeu, “é muito importante que o Governo neste momento não saia do lado dele”.

Afinal, sublinhou, “a embaixada tem de lá estar para o ajudar… a traduzir, a perceber o que está a acontecer com ele, o que é que lhe vão fazer, quais são os resultados… porque se não falarem inglês ou ele não perceber, alguém tem de estar ao lado dele”.

Na segunda-feira, a diretora-geral da Saúde dissera que o português, canalizador no navio de cruzeiros atracado no porto japonês de Yokohama, seria enviado esta madrugada para um hospital de referência local.

Graça Freitas explicou que os sintomas do tripulante do navio de cruzeiros Diamond Princess indicavam que a situação não fosse grave e expressou a sua “empatia e simpatia” para com a família do trabalhador português, cuja mulher tem manifestado, em declarações à comunicação social, queixas de falta de acompanhamento da situação do marido.

A responsável afirmou que inicialmente havia suspeitas de infeção entre oito portugueses que estavam no navio – três passageiros e cinco tripulantes.

Os passageiros não acusaram a doença e, dos tripulantes, quatro tiveram resultados negativos.

Quanto a Adriano Maranhão, canalizador no Diamond Princess, não tinha inicialmente sintomas, mas o exame revelou-se positivo.

O surto do Covid-19, que começou na China no final do ano, já matou 2.700 pessoas e infetou mais de 80 mil, de acordo as autoridades de saúde de cerca de 30 países afetados.

Além de 2.663 mortos na China continental, há registo de vítimas mortais no Irão, Coreia do Sul, Itália, Japão, Hong Kong, Filipinas, França e Taiwan.

Em Portugal, já houve 14 casos suspeitos, que resultaram negativos após análises, estando um novo caso a ser avaliado.

A Organização Mundial de Saúde declarou o surto do Covid-19 como uma emergência de saúde pública internacional e alertou, na segunda-feira, para uma eventual pandemia, considerando muito preocupante o aumento repentino de casos em Itália, Coreia do Sul e Irão.

Rui Pinto apresenta queixa contra Portugal na União Europeia

A defesa de Rui Pinto, criador do Football Leaks, anunciou hoje que vai apresentar uma queixa contra Portugal na União Europeia, alegando que as regras europeias de extradição do seu constituinte não foram respeitadas.

« Houve várias irregularidades na extradição de Rui Pinto ao abrigo do direito europeu », em particular no que diz respeito ao « princípio da (regra da) especialidade », afirmou a agência France Press Luísa Teixeira da Mota, uma das advogadas de Rui Pinto.

A defesa considera o hacker português « um denunciante europeu muito importante » e acusa a justiça portuguesa de perseguir o seu cliente por crimes que não constavam originalmente no mandado de detenção europeu (MDE) inicial.

A regra da especialidade proíbe a pessoa extraditada de ser julgada por um crime diferente daquele que deu origem ao pedido de extradição.

Como o criador do Football Leaks nunca renunciou ao princípio de especialidade – para que a justiça portuguesa o pudesse vir a acusar e julgar por outros factos e crimes que não estes -, o MP teve de pedir a extensão do MDE às autoridades húngaras, que autorizaram, em 29 de agosto, com base em novos factos e indícios entretanto apurados no decorrer da investigação.

A juíza de instrução criminal, que decidiu levar Rui Pinto a julgamento por 90 crimes, considerou que o mandado de detenção europeu foi legal.

Depois de ter sido preso na Hungria e extraditado para Portugal, ao abrigo de um mandato internacional, Rui Pinto está preso desde março de 2019, tendo revelado recentemente que entregou um disco rígido à Plataforma de Proteção de Denunciantes na África, que permitiu a recente revelação dos Luanda Leaks, um caso de corrupção relacionado com a empresária angolana Isabel dos Santos.

Aos 30 anos, Rui Pinto vai ser julgado por 68 crimes de acesso indevido, por 14 crimes de violação de correspondência, por seis crimes de acesso ilegítimo e ainda por sabotagem informática à SAD do Sporting e por extorsão, na forma tentada, este último um crime pelo qual o advogado Aníbal Pinto também foi pronunciado.

Em setembro de 2019, o Ministério Público (MP) tinha acusado o ‘hacker’ de 147 crimes, 75 dos quais de acesso ilegítimo, 70 de violação de correspondência, um de sabotagem informática e um de tentativa de extorsão, por aceder aos sistemas informáticos do Sporting, da Doyen, da sociedade de advogados PLMJ, da Federação Portuguesa de Futebol, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Plataforma Score e posterior divulgação de dezenas de documentos confidenciais destas entidades.

 

Alfa/Lusa.

Liga Portuguesa de Futebol. Benfica vence Gil Vicente e reassume liderança do campeonato

O Benfica venceu hoje por 1-0 na deslocação ao terreno do Gil Vicente, na partida de encerramento da 22ª jornada da I Liga de futebol, reassumindo a liderança do campeonato.

Os ‘encarnados’, que vinham de duas derrotas no campeonato, frente a FC Porto e Sporting de Braga, regressaram às vitórias, com o avançado brasileiro Carlos Vinícius a marcar o único golo da partida, aos 15 minutos.

Com o triunfo de hoje, o Benfica reassume a liderança do campeonato, com 57 pontos, mais um que o FC Porto, enquanto o Gil Vicente, que tinha vencido o Vitória de Setúbal na última jornada, é 11º, com 26 pontos.

 

Resultados da 22ª jornada da I Liga de futebol:

 

– Sexta-feira, 21 fev:

Desportivo das Aves – Vitória de Guimarães, 0-2 (0-0 ao intervalo)

 

– Sábado, 22 fev:

Tondela – Rio Ave, 1-2 (0-0)

Belenenses SAD – Marítimo, 1-0 (1-0)

 

– Domingo, 23 fev:

Paços de Ferreira – Famalicão, 2-1 (0-0)

Moreirense – Santa Clara, 2-1 (1-1)

Sporting – Boavista, 2-0 (2-0)

Sporting de Braga – Vitória de Setúbal, 3-1 (0-0)

FC Porto – Portimonense, 1-0 (0-0)

 

– Segunda-feira, 24 fev:

Gil Vicente – Benfica, 0-1 (0-1)

 

Programa da 23ª jornada:

 

– Sexta-feira, 28 fev:

Portimonense – Vitória de Setúbal, 21:30

 

– Sábado, 29 fev:

Rio Ave – Belenenses SAD, 19:00

Boavista – Gil Vicente, 21:30

 

– Domingo, 01 mar:

Desportivo das Aves – Paços de Ferreira, 16:00

Marítimo – Sporting de Braga, 18:30

Vitória de Guimarães – Tondela, 21:00

 

– Segunda-feira, 02 mar:

Santa Clara – FC Porto, 20:30

Benfica – Moreirense, 21:45

 

– Terça-feira, 03 mar:

Famalicão – Sporting, 21:00

 

Alfa/Lusa.

Râguebi. Seleção portuguesa defronta Geórgia em Paris

A seleção portuguesa perdeu este fim de semana na Rússia pela margem mínima (19-18), no terceiro encontro do Europe Championship 2020, principal escalão europeu da modalidade à exceção do torneio das Seis Nações. 

 

 

Esta foi a primeira derrota de Portugal na competição, mas ainda assim, os Lobos continuam no segundo lugar da classificação agora a cinco pontos da Geórgia.

Próximo jogo da seleção portuguesa será diante da Geórgia, a 07 de março, às 16h aqui em Paris, no estádio Jean-Bouin em Paris. A Rádio Alfa é parceira.

Falámos com Mike Tadjer, jogador lusodescendente do ASM-Rugby Clermont do Top 14 (primeira divisão francesa), ele que, com os seus 30 anos, é um dos jogadores mais experientes na Seleção Nacional. Uma aventura da qual se orgulha e onde o principal objectivo é levar a Seleção ao Mundial de 2023.

 

 

 

Para além deste jogo os « Lobos »  ainda terão mais um encontro no encerramento deste torneio, a visita a Espanha, em 15 de março, em Madrid.

Sobe para seis o número de mortos devido ao Covid-19 em Itália – atualização

Sobe para seis o número de mortos devido ao Covid-19 em Itália. O mesmo país regista ainda 219 infetados, informa a agência de notícias italiana. Itália é o país europeu mais atingido pelo coronavírus. Foram tomadas no país diversas medidas de precaução e até foi proibido o célebre desfile do carnaval de Veneza

Itália anuncia terceira morte por Covid-19

Itália, o país europeu que regista mais casos de infeção pelo novo coronavírus, anunciou na manhã de segunda-feira a quarta morte no país devido a esta doença. Mas, à tarde, o número de mortos aumentou para seis. e o Reino Unido confirmou quatro novos casos de infeção pelo Covid-19.

Na Itália foram tomadas diversas medidas de precaução e até foi proibido o célebre desfile do carnaval de Veneza.

Por outro lado, em Londres, responsáveis da Saúde, anunciaram que análises confirmaram a presença do Covid-19 em quatro das 32 pessoas retiradas do navio de cruzeiro Diamond Princess, onde no sábado foi também confirmada a infeção de um português.

Os novos casos elevam para 13 o número total de infetados no Reino Unido.

Com mais de 200 casos e seis mortes, a Itália é o país da Europa com mais casos de infeção pela nova estirpe de coronavírus e o quarto a nível global.

Os casos em Itália estão para já circunscritos a quatro regiões do norte do país: Lombardia, Veneto, Emilia Romanha, Piemonte e Lácio.

O surto de Covid-19, que teve origem na China, já infetou mais de 78.000 pessoas em todo o mundo, segundo os números das autoridades de saúde dos cerca de 30 países afetados.

Depois da China, Japão e Coreia do Sul, a Itália é o país com mais casos de infeção.

No resto da Europa, foram confirmados 16 casos de infeção na Alemanha, 13 no Reino Unido, 12 em França, um dos quais mortal, um na Bélgica e um na Finlândia.

Jubileu da Misericórdia de Paris assinalado com um livro

Ano de Jubileu da Misericórdia de Paris. Um texto – e um convite – de José Barros, da direção da Santa Casa da capital francesa

 

Prezados amigos,
Vai ser lançado no próximo dia ‪19 de março‬, às 18,30 horas, no Consulado Geral de Portugal em Paris – ‪6, rue Georges Berger – Paris 17‬, o Livro que a Misericórdia de Paris editou sobre os seus primeiros 25 anos de funcionamento.
Este livro é uma exposição do que é a atividade da Santa Casa da Misericórdia de Paris mas também, e muito explicitamente, uma apresentação resumida das obras da Misericórdia em Portugal durante os seus mais de 500 anos de existência.
O Livro descreve-nos a história da Misericórdia de Paris e dos seus primeiros 25 anos de existência mas também a história das Misericórdias desde os seus primórdios e a História de Portugal através da ação social…
São já duas ou três razões para comprarem o livro mas há mais outra: a de apoiar a Santa Casa.
As primeiras criticas que nos chegaram ainda antes do seu lançamento, é que este livro é « Um Livro de Biblioteca » !
Em termos de crítica de livros quer dizer que este tem uma excelente apresentação (ver a capa) e é de uma muito agradável leitura.
O preço é de 15 € cada exemplar.
É uma edição em português das Edições Chandeigne.
Ficam convidados para o dia do lançamento !
Apareçam, comprem livros também para oferecer..
E as empresas amigas, estas, são convidadas a comprar um maior número de exemplares e com a faturação podem reduzir uma parte da soma nos impostos…
Dia ‪19 de março‬, no Consulado, não se esqueçam.
Comprem o Livro !

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« Vera Cruz » (Pedro Álvares Cabral). O Livro da Semana, na Rádio Alfa

João Morgado

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (9h30) e aos domingos (14h25). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Em destaque esta semana: JOÃO MORGADO autor de “VERA CRUZ”

Ao mesmo tempo que recorre a um estilo enérgico e repleto de expressões da época, autênticas, João Morgado constrói uma imparável biografia romanceada de Pedro Álvares Cabral onde a ficção se cruza com a verdade histórica.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com João Morgado e descubra uma vida riquíssima que passou pelo sempre complicado interior raiano português e por Lisboa, então a cidade mais rica e cosmopolita da Europa, e que salta de continente em continente, passando de Ceuta e Tânger para Calecute e Cochim até aos primórdios das terras brasileiras.

 Na Rádio Alfa, à quarta (9h30, versão reduzida) e ao domingo (14h25, versão integral).