Euro2020. Portugal defronta Malta no último jogo de preparação

A seleção portuguesa vai receber a congénere de Malta em 09 de junho, no último jogo de preparação para o Euro2020, onde defenderá o título europeu, anunciou hoje a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

De acordo com o plano divulgado no sítio oficial do organismo federativo na Internet, Portugal terá cinco jogos de preparação até ao Euro2020, com as seleções da Bélgica, Croácia, Espanha, Eslovénia e Malta.

No Torneio Internacional do Qatar, a ‘equipa das quinas’ defronta a Bélgica, líder do ‘ranking’ da FIFA, e a Croácia, vice-campeã mundial.

O selecionador português, Fernando Santos, divulgará em 19 de março a lista de convocados para a competição, que se disputa em Doha, entre 23 e 31 de março.

A partida frente aos belgas está agendada para 27 de março, 17:30, e o encontro com os croatas disputa-se três dias depois, às 18:30 (horas de Lisboa).

Em 31 de maio, a formação orientada por Fernando Santos irá defrontar a Eslovénia, em Ljubljana, às 15:00 (hora de Lisboa), numa partida que assinala o centenário da federação eslovena.

Portugal, sétimo classificado da hierarquia mundial, volta a jogar em 05 de junho, em Madrid, defrontando a Espanha, oitava do ranking, numa partida agendada para as 18:30 (hora de Lisboa).

No último jogo de preparação antes do campeonato da Europa 2020, Portugal recebe a congénere de Malta, em 09 de junho, num jogo sem hora e local ainda definidos.

No Euro2020, a ‘equipa das quinas’ irá enfrentar, no Grupo F, Alemanha, França e uma seleção vencedora da fase de ‘play-offs’ da competição, cuja fase final vai decorrer entre 12 de junho e 12 de julho.

 

Alfa/Lusa.

Morreu o homem que inventou o « copiar » e « colar »

Morreu Larry Tesler, o informático que se inspirou num procedimento da era do chumbo, na imprensa, para criar comandos que facilitam a vida a todos na era digital.

Larry Tesler, falecido a 17 de fevereiro, fica para a história como o inventor do « cortar/copiar e colar » e do « procurar e substitui ». Comandos que facilitam a vida diária de milhares de milhões de pessoas que usam computadores para escrever e editar textos.

« O seu dia de trabalho é mais fácil devido às ideias revolucionárias » de Larry Tesler, escreveu a empresa tecnológica Xerox, na qual aquele informático nova-iorquino começou a carreira.

O Museu das História dos Computadores de Silicon Valley diz que Larry Tesler « combinou a ciência computorizada com uma visão de contracultura de que os computadores deveriam ser para todos ». Era o epítome do protótipo do hippie, nos anos 60 e 70 do século XX, e do génio da informática que via nos computadores uma forma de melhorar a vida das pessoas e de contribuir para um mundo melhor e mais justo.

Larry Tesler nasceu no Bronx, em Nova Iorque, e formou-se na Universidade de Stanford, na Califórnia. Especializou-se em « design de interface », isto é, em tornar os computadores mais fáceis de usar, e trabalhou no Laboratório de Inteligência Artificial de Stanford.

No início dos anos de 1960 começou a carreira em Silicon Valley, no Centro de Pesquisa da Xerox de Palo Alto (Parc, na sigla original), numa altura em que os computadores eram ainda inacessíveis à esmagadora maioria das pessoas.

Impressionado ao conhecer Steve Jobs

Larry Tesler conheceu Steve Jobs durante uma visita de uma equipa da Apple ao laboratório da Xerox, em 1979. Impressionado com as capacidade do fundador da Apple e cansado da burocracia, aceitou o desafio e mudou-se para a empresa da maçã, em meados de 1980.

« Dava para ver as ideias a correr pelo cérebro de Steve Jobs. Podia fazer ligações a uma velocidade incrível », disse Tesler, numa entrevista a Luke Dormehl, autor do livro « A revolução da Apple », em 2011.

« Éramos tecnológicos, com mentes lógicas. Mas Steve também percebia de marketing, distribuição, finanças – todos os aspetos do negócio que possam imaginar », disse Tesler, na mesma entrevista, em que recordou a entrada na empresa da maçã.

Foi na Apple, onde trabalhou 17 anos, que deu o contributo que facilita a vida a tanta gente. O comando « corta/copia e cola » foi incorporado no software do computador Lisa, o primeiro com rato e interface gráfico, em 1983. Fez parte, também, do Macintosh original, lançado em 1984, num projeto à parte de Steve Jobs, após ter sido excluído do Lisa.

Tesler deixou a Apple em 1997. Trabalhou, durante algum tempo, como vice-presidente para experiência de compras, na Amazon, e mais tarde como vice-presidente para experiência de utilizador e design de grupo na Yhaoo!.

 

Alfa/JN.

Portugal: Parlamento discute morte medicamente assistida

Parlamento discute morte medicamente assistida pela segunda vez desde 2018

Parlamento discute morte medicamente assistida pela segunda vez desde 2018

Alfa/Lusa
Os deputados portugueses discutem hoje, pela segunda vez desde 2018, a despenalização da morte medicamente assistida num parlamento que, em tese, viu reforçadas bancadas favoráveis ao “sim” nas legislativas de 2019.

Os dois maiores partidos, PS e PSD, deram liberdade na hora de votar os projetos do BE, partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), PS, PEV e Iniciativa Liberal, que, como aconteceu em 2018, será feita nominalmente, um a um.

Os socialistas são maioritariamente a favor, mas, pelos cálculos dos deputados pela despenalização, haverá cerca de uma dezena a votar contra, entre eles José Luís Carneiro, Ascenso Simões e Pedro Cegonho.

E entre os sociais-democratas, onde a maioria é pelo “não”, há seis parlamentares que vão optar pelo voto favorável, incluindo o líder, Rui Rio, o seu vice-presidente André Coelho Lima e Duarte Marques, entre outros.

Em tese, os partidários do “sim” no PS, BE, PEV, no PAN, mais o deputado único da Iniciativa Liberal (IL) e a deputada independente Joacine Katar Moreira, podem somar 131 votos.

O lado do “não” à despenalização, juntando o PSD, onde poderá ter votos dissonantes (sete), tal como no PS (uma dezena), CDS, PCP, que mantém o sentido de voto de 2018, e o Chega, perfaz 99 votos.

Esta é a aritmética, mas o assunto é político e a votação poderá ter flutuações, a exemplo do que aconteceu em 2018, baralhada pela liberdade de voto. A dificuldade nas contas é grande num parlamento com muitos deputados novos e, em ambos os lados, admite-se que o resultado será ditado pelas tais « flutuações » de votos nos dois maiores partidos, PS e PSD.

Os cinco projetos preveem que só podem pedir a morte medicamente assistida, através de um médico, pessoas maiores de 18 anos, sem problemas ou doenças mentais, em situação de sofrimento e com doença incurável.

Propõem também a despenalização de quem pratica a morte assistida, nas condições definidas na lei, garantindo-se a objeção de consciência para os médicos e enfermeiros.

Uma questão que se intrometeu nos dias anteriores a este debate é a do referendo, que nenhum partido deu sinais de propor. Apenas CDS e Chega admitem vir a apoiar a proposta, numa altura em que grupos pró-vida e anti-eutanásia estão a recolher as 60 mil assinaturas para se realizar.

Na quarta-feira, um grupo de deputados do PSD anunciou que vai propor o referendo, mas a direção da bancada não pretende agendar essa proposta.

Racismo é crime. Opinião

Os insultos racistas a Marega vistos pela escritora Luísa Semedo. Ouça aqui a sua última crónica:

Tiroteios na Alemanha fazem pelo menos nove mortos

Pelo menos nove pessoas morreram, esta quarta-feira, na sequência de dois tiroteios na cidade de Hanau, perto de Frankfurt, na Alemanha. A informação foi confirmada pela polícia local.

O primeiro tiroteio ocorreu pelas 21:00 locais num bar de fumadores de cachimbo de água (shisha), no centro de Hanau após o qual houve um segundo num estabelecimento similar noutra zona da cidade.

De acordo com a polícia, que montou um enorme perímetro de segurança, os suspeitos ter-se-iam posto em fuga. As autoridades revelaram ainda que pelo menos seis pessoas sofreram « ferimentos graves ».

Hanau é uma cidade com cem mil habitantes, que pertence ao estado de Hessen e está localizada a cerca de 25 quilómetros a leste de Frankfurt.

Notícias atualizadas já esta manhã indicam que um dos suspeitos foi encontrado morto.

Alfa/Lusa/TSF e outras fontes

Calema vencem Green Day na corrida para o primeiro lugar do Top Nacional

Tabela de vendas de álbuns portuguesa tem um novo líder: “Yellow” dos Calema.

« Yellow », o novo álbum dos Calema, é o novo líder do top nacional de vendas, batendo assim os Green Day com « Father of All Motherfuckers », que se estreia na terceira posição. No segundo lugar está, esta semana, « When We All Fall Asleep, Where Do We Go? », de Billie Eilish, que garantiu recentemente à artista norte-americana uma série de Grammys (incluindo o de Álbum do Ano).

O ex-One Direction Louis Tomlinson, que liderava a tabela na semana passada com « Walls », caiu para o 16º lugar. Em termos de novas entradas, há ainda a registar as seguintes: « The Gambler Song » de Mazgani (12º), « We’re New Again – A Reimagining by Makaya McCraven » de Gil Scott-Heron (38º), « Have We Met » de Destroyer (39º), « American Utopia on Broadway » de David Byrne (47º) e « There Is No Other… » de Isobell Campbell (50º).

1. Calema – « Yellow »
2. Billie Eilish – « When We All Fall Asleep, Where Do We Go? »
3. Green Day – « Father of All Motherfuckers »
4. Camané & Mário Laginha – « Aqui Está-se Sossegado »
5. Eminem – « Music to Be Murdered By »
6. Elas – « 9 »
7. Xutos & Pontapés – « 40 Anos a Dar no Duro »
8. Harry Styles – « Fine Line »
9. Leonard Cohen – « Thanks for the Dance »
10. Capicua – « Madrepérola »

O top de streaming continua a ser liderado por ‘Menina Solta’, de Giulia Be, que a BLITZ entrevistou recentemente, e em segundo lugar está ‘The Box’ de Roddy Ricch. A única nova entrada no 10 mais escutados é ‘Tusa’, tema que junta Nicki Minaj e Karol G.

1. Giulia Be – ‘Menina Solta’
2. Roddy Ricch – ‘The Box’
3. Piruka & Bluay – ‘Louco’
4. Tones and I – ‘Dance Monkey’
5. The Weeknd – ‘Blinding Lights’
6. Plutónio – ‘Somos Iguais’
7. Future feat. Drake – ‘Life is Good’
8. Arizona Zervas – ‘Roxanne’
9. Karol G & Nicki Minaj – ‘Tusa’
10. Julinho KSD – ‘Hoji N’ka ta Rola’

 

 

Alfa/Blitz.

Dartacão e Três Moscãoteiros estão de regresso…. no cinema

A famosa série infantil foi um sucesso na década de 80 e 90. Estreou na RTP em 1983 e agora vai ser adaptada ao grande ecrã por um estúdio sediado na Índia e em Singapura.

 

Eram uma vez os três / Os famosos Moscãoteiros ». Começava assim o genérico da famosa série infantil que encantou miúdos nas décadas de 80 e 90. Esses mesmos miúdos, agora na casa dos quarenta, vão poder levar os filhos e os sobrinhos ao cinema para ver Dartacão e os Três Moscãoteiros. A série, baseada no clássico de Alexandre Dumas Os Três Mosqueteiros, vai ser adaptada ao grande ecrã pelos estúdios Cosmos-Maya, sediados na Índia e em Singapura, avançou o site Indian Television.

Estreou na RTP em 1983 e foi um sucesso que marcou uma geração. Agora a história do cão mosqueteiro vai chegar ao cinema, com a realização de Toni García – o mesmo que desenvolveu a série infantil Invizimals – com uma versão mais moderna do protagonista, recorrendo à imagem produzida através de computador.

Ainda sem data de estreia, o filme vai ter o guião assinado por Doug Landale, responsável pelo argumento de filmes como O Panda do Kung Fu e Scooby-Doo!. A Indian Television avança que esta nova aventura de Dartacão vai basear-se na história original escrita por Claudio Biern Boyd, o presidente da Apolo Films.

A adaptação ao cinema das aventuras de Dartacão marca a estreia dos estúdios Cosmos-Maya nas longas-metragens e será uma coprodução com espanhola Apolo Films, a mesma da série infantil, que estreou na RTP em 1983. Na altura, os 26 episódios foram produzidos pela produtora espanhol BRB e a japonesa Nippon Animation.

« Dartacão está muito próximo dos nossos corações e não deixaremos pedra sobre pedra para recrear a sua magia. É fascinante ver os níveis de execução no estúdio. Um por todos e todos por um », disse o realizador Toni García ao Indian Television. Anish Mehta, CEO dos estúdios Cosmos-Maya, está « entusiasmado » com o filme, que é o primeiro projeto que vai ser realizado no « estúdio de última geração » que a empresa, com mais de 25 anos de experiência em animação, criou.

Um dos pais do cão mosqueteiro, Claudio Biern Boyd, assegura que o Dartacão do cinema vai « divertir as crianças como fez com os seus pais há 40 anos ». « Estamos muito orgulhosos », afirmou Boyd.

 

 

 

Alfa/DN.

Na hora da despedida a um Cônsul-Geral em Paris. Um elogio sincero a António Moniz. Opinião

Na hora da despedida a um grande Cônsul-Geral em Paris.

Um elogio sincero ao diplomata António Albuquerque Moniz,  que sobe a embaixador de Portugal em Cabo Verde.

Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir, na Rádio Alfa, nesta quinta-feira, 20/02.

Portugueses na Venezuela apreensivos com suspensão temporária dos voos da TAP – revista de imprensa

« Apreensão na Venezuela. Sem a TAP, portugueses ficam ainda mais presos » esreve o jornal Público, que acrescenta:

“Agora, nem podem fugir”, lamenta responsável de associação de emigrantes portugueses. “Clima de xenofobia” e menos acesso a bens e medicamentos são novos riscos.

,Direcção-Geral de Contra-Inteligência Militar

Foto Caracas LUSA/RAYNER PENA R.
« Mais isolados e com receio de “um clima de xenofobia”. Os emigrantes portugueses que vivem na Venezuela estão apreensivos com o cancelamento, por 90 dias, dos voos da TAP para aquele país, imposto pelo regime de Maduro », acrescenta o mesmo jornal.
Pelo seu lado o  Expresso afirma cita o Presidente Marcelo:

« Marcelo sobre suspensão imposta pela Venezuela à TAP: ‘É injusto, inaceitável e totalmente incompreensível’”

Presidente Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que é « uma decisão incompreensível e sem fundamento ».
Já do Diário de notícias escreve:

« Só com tempo, muitas negociações, acordos e consensos será possível resolver as questões que opõem a Venezuela a Portugal e que já levaram o regime de Nicolás Maduro a acusar a TAP de permitir que Juan Guaidó viajasse com outro nome e que o seu tio transportasse explosivos num voo para Caracas. Acusações desmentidas pelo governo português, que as classificou como « manobras de diversão » mas que resultaram numa resposta mais « provocatória » – a suspensão dos voos da TAP por 90 dias. »

No DN, ainda se lê: « Esta polémica põe em causa as relações diplomáticas entre os dois países? O ministro dos Negócios Estrangeiros responde ao DN: « Deve-se pensar ao contrário, que as relações diplomáticas fornecem os meios para os países abordarem as polémicas e outras questões difíceis. »

Eutanásia: Grupo de deputados do PSD avança com referendo

Eutanásia: Grupo de deputados do PSD avança com iniciativa de referendo

Eutanásia: Grupo de deputados do PSD avança com iniciativa de referendo

Alfa/Lusa
Um conjunto de deputados do PSD vai avançar com uma iniciativa de referendo sobre a despenalização da eutanásia, disse à Lusa o primeiro subscritor, o ex-líder da JSD Pedro Rodrigues.

De acordo com Pedro Rodrigues, o segundo subscritor é o líder da distrital do Porto, Alberto Machado, e o terceiro é Cristóvão Norte, numa iniciativa à qual já aderiram também o ex-líder da distrital de Lisboa Pedro Pinto, os deputados eleitos pela capital Carlos Silva e Sandra Pereira, bem como os parlamentares e líderes das distritais de Coimbra e Viseu, Paulo Leitão e Pedro Alves, respetivamente.

Numa posição enviada à Lusa, Pedro Rodrigues defende que não pode ser “uma maioria conjuntural” a decidir uma “questão civilizacional que divide a sociedade”.

“Na linha da tradição histórica do meu partido não posso deixar de convocar todos os humanistas, para, num sobressalto de alma, darem o seu contributo para que a voz seja devolvida ao povo português”, refere.

De acordo com o regime jurídico do referendo, a iniciativa da proposta deste instrumento da Assembleia da República “compete aos deputados, aos grupos parlamentares, ao Governo ou a grupos de cidadãos eleitores”.

A lei não refere um número mínimo de deputados para subscrever tal iniciativa, referindo que, “quando exercida pelos deputados ou pelos grupos parlamentares”, toma a forma de projeto de resolução e, quando exercida pelo Governo, a de proposta de resolução, aprovada pelo Conselho de Ministros.

Para resultar num referendo, a resolução terá de ser aprovada em plenário da Assembleia da República e integrar as perguntas a formular e a definição do universo eleitoral da consulta.