Passagem de Nível, magazine de informação na Rádio Alfa com coordenação e apresentação de Artur Silva, aos domingos entre as 12h-14h.
Redifusão na noite de terça para quarta-feira (seguinte) às 00h.
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Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).
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Conhecido do grande público pelo papel de Denis Bouley na popular série televisiva ‘Fais pas ci, fais pas ça’, o ator marcou várias gerações com o seu humor e talento tanto na televisão como no cinema.
Nascido em França, passou parte da infância em Marselha e mais tarde na região parisiense. Tornou-se conhecido em 1996 ao vencer o programa de talentos ‘Graine de Star’ na categoria de humor. Pouco depois integrou o grupo humorístico ‘Nous Ç Nous’, ao lado de vários comediantes, entre eles Jean Dujardin.
Mais tarde, voltaria a trabalhar com Jean Dujardin no filme ‘Brice de Nice‘, onde interpretou Igor d’Hossegor, rival da personagem principal.
A sua última aparição televisiva foi no ano passado na série ‘A priori’, transmitida pela France 3. A segunda temporada da série deverá regressar no final de março, mas já sem Bruno Salomone. O papel principal passará a ser assumido pelo antigo nadador olímpico Florent Manaudou.
A morte do ator provocou numerosas reações no meio artístico francês, que presta homenagem a uma figura do humor e da televisão em França.
Com Agências e BFMTV.
O antigo diretor clínico dos ‘leões’, de 46 anos, venceu o ato eleitoral realizado no Pavilhão João Rocha, em Lisboa, ao somar 67.106 votos, contra os 919 do empresário Bruno Sorreluz, conhecido como Bruno Sá (6,28%).
Dos 75.817 sócios habilitados a votar nestas eleições, participaram 18.268 votantes, dos quais 14.337 validados, escolhendo uma lista única para os três órgãos sociais do clube, Mesa da Assembleia Geral (MAG), Conselho Diretivo (CD) e Conselho Fiscal e Disciplinar (CFD).
O presidente em exercício apresentou praticamente o mesmo elenco que foi reeleito, em 05 de março de 2022, quando o clínico reuniu 85,8% dos votos, entre os 14.795 votantes, impondo-se à concorrência sufragada de Nuno Sousa (7,3%) e Ricardo Oliveira (2,95%), exceção à liderança da MAG, com Pedro Almeida Cabral no lugar de João Palma, para o mandato até março de 2030.
O médico, de 46 anos, diretor clínico do Sporting entre 2011 e 2018, tornou-se no 44.º presidente do Sporting em 18 de setembro de 2018, quando venceu as mais participadas eleições de sempre no clube, com 22.510 votantes, ao contabilizar 42,32% dos votos (8.717 votantes), contra os 36,84% (9.735) de João Benedito, superando ainda José Maria Ricciardi (14,55%), José Dias Ferreira (2,35%), Fernando Tavares Ferreira (0,9%) e Rui Jorge Rêgo (0,51%).
Nesses dois mandatos, tornou-se o presidente com mais troféus nacionais de futebol ao serviço dos ‘verdes e brancos’, ao arrebatar nove, contra os oito de António José Ribeiro Ferreira, líder entre 1946 e 1953.
Além de três Taças da Liga (2018/19, 2020/21 e 2021/22), duas Taças de Portugal (2018/19 e 2024/25) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (2021), o Sporting sagrou-se campeão nacional por três vezes com Varandas.
Os lisboetas quebraram um hiato de 19 anos na I Liga, o maior da história do clube, em 2020/21, antes de, na época passada, revalidarem o título pela primeira vez em mais de sete décadas e ‘selarem’ a ‘dobradinha’ ao fim de 23 anos.
Com Agência Lusa.
De acordo com resultados provisórios divulgados esta noite José Luís Carneiro já obteve 20.012 votos, tendo sido registados também 489 votos brancos e 135 nulos.
O universo de votantes foi de 20.636 militantes, numas eleições diretas cuja taxa de participação se situou nos 53,2%.
José Luís Carneiro vê assim reforçada a votação face à primeira vez em que foi eleito líder dos socialistas.
Quando foi eleito pela primeira vez secretário-geral do PS, em junho do ano passado, também como candidato único, José Luís Carneiro teve 95,4% dos votos, equivalendo a 17.434 boletins.
Nessa eleição foram registados também 701 votos brancos e 128 nulos, numas diretas em que a taxa de participação foi de 48,9% e quando votaram cerca de 18 mil socialistas.
José Luís Carneiro assumiu a liderança do PS de forma intercalar para concluir o mandato do ex-líder do PS Pedro Nuno Santos, que se demitiu do cargo na sequência do resultado do partido nas eleições legislativas de maio de 2025.
A maioria das federações foi a votos na sexta-feira, mas hoje ainda faltavam seis estruturas.
Nas eleições destes dois dias, segundo fonte oficial do partido, são 39.487 os militantes que compõem o universo eleitoral e que podem votar, um aumento de cerca de cinco mil em relação às últimas diretas de junho de 2025.
Além de votarem para a liderança, os militantes do PS elegeram também os delegados ao XXV Congresso Nacional agendado para 27, 28 e 29 de março, em Viseu.
Na moção global de estratégia com que se apresenta, intitulada « Contamos todos », Carneiro assegura que os socialistas não procuram eleições legislativas antecipadas, « mas têm que estar preparados para estar à altura de todas as responsabilidades ».
Com o objetivo de « afirmar e modernizar » o PS, José Luís Carneiro propõe a criação de um Código de Ética dos militantes e eleitos socialistas, de uma Comissão de Ética e de um canal de denúncias interno.
José Luís Carneiro referiu que as prioridades da sua moção estratégica são muito claras.
« Habitação, saúde, salários, uma economia que incorpora um choque de tecnologia e que se baseia numa nova política fiscal para garantirmos melhores remunerações, tendo a ambição que até 2035 sejamos capazes de ter salários médios em Portugal equiparáveis aos salários médios europeus », resumiu.
Com Agência Lusa.
A formação da casa adiantou-se logo aos sete minutos, por Barbero, de grande penalidade, mas os ‘encarnados’, sem o castigado José Mourinho no banco, conseguiram a reviravolta, iniciada aos 51, por Richard Ríos.
Na classificação, o invicto Benfica manteve-se em terceiro, com 62 pontos, os mesmos do Sporting e menos quatro do que o FC Porto, equipas que ainda não atuaram na ronda 26, enquanto o Arouca somou a terceira derrota seguida e é 11º, com 26.
Resultados da 26ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:
– Sábado, 14 mar:
Vitória de Guimarães – Famalicão, 1-2 (1-1 ao intervalo)
Gil Vicente – Alverca, 2-2 (1-0)
Arouca – Benfica, 1-2 (1-0)
– Domingo, 15 mar:
Nacional – Estoril Praia, 16:30
AVS – Santa Clara, 16:30
Rio Ave – Estrela da Amadora, 19:00
FC Porto – Moreirense, 21:30
– Quinta-feira, 23 abr:
Casa Pia – Sporting de Braga, 21:15
– Data a definir:
Sporting – Tondela
Com Agência Lusa.
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Entretien avec Didier Caramalho dans l’ALFA 10/13 du 13 mars 2026 :
Outre Pierre-Michel Delecroix pour SAINT-MAUR AU CŒUR DE NOS CHOIX (Liste Les Républicains), ici interrogé, les autres candidats en lice pour cette élection municipale sont :
O mesmo estudo indica que 45% dos franceses gostariam de ver mais mulheres à frente das câmaras municipais. Um quarto dos inquiridos considera que o número atual é suficiente, enquanto outro quarto afirma que o género do presidente de câmara não é relevante.
Apesar dessa vontade expressa por uma parte significativa da população, a evolução nas candidaturas femininas continua lenta. Para as eleições municipais de 2026, apenas 24% das listas são lideradas por mulheres, um aumento de apenas um ponto percentual em comparação com 2020. Isto acontece mesmo existindo a obrigação legal de apresentar listas paritárias.
A presença feminina à cabeça das listas varia também consoante o posicionamento político. As listas da extrema-esquerda apresentam a maior proporção de candidatas (40,9%), seguidas pelas listas de esquerda (30,2%). Já nos partidos de direita e de extrema-direita a percentagem de mulheres candidatas à liderança das listas é mais baixa.
Outro dado interessante do estudo revela que quanto maior é a população das cidades, maior tende a ser a presença de mulheres como cabeças de lista. Ainda assim, a paridade nunca é atingida.
Perceções diferentes sobre a liderança
A opinião pública francesa está dividida quanto à forma como homens e mulheres exercem o poder local. Cerca de 43% dos inquiridos acreditam que existem diferenças na forma de governar. Entre as perceções mais comuns está a ideia de que as mulheres têm maior capacidade para formar equipas competentes, enquanto os homens são mais frequentemente vistos como mais honestos.
Apesar de a grande maioria dos homens rejeitar a ideia de que as mulheres sejam menos competentes para exercer cargos políticos (85%), esse número desce para 79% entre os homens com menos de 35 anos. O estudo revela ainda que 17% destes jovens homens dizem sentir alguma resistência em votar numa lista liderada por uma mulher, uma percentagem superior à média masculina geral (9%).
Persistência de ideias feitas
Os resultados mostram também que muitas pessoas atribuem a sub-representação feminina a fatores individuais. Cerca de três quartos dos inquiridos acreditam que as mulheres não se lançam na política com a mesma frequência que os homens. Além disso, 39% consideram que elas se interessam menos pela política.
Por outro lado, uma percentagem semelhante da população não vê o sistema político como um obstáculo significativo à presença feminina, o que revela, segundo os autores do estudo, uma fraca perceção das barreiras estruturais que continuam a existir.
O inquérito foi realizado entre 6 e 10 de março de 2026 junto de uma amostra representativa de mil pessoas em idade de votar em França.
Com Agências e Le Parisien.