Programa regressar: duas sessões de esclarecimento na região parisiense.
Nos próximos dias 1 e 2 de fevereiro, Joaquim Moura, Diretor Executivo do “Programa Regressar”, realizará, na região de Paris, duas sessões de esclarecimento sobre o “Programa Regressar”:
– a primeira terá lugar no sábado, dia 1, às 16:00, na Casa de Portugal, em Champigny (APSCR – Association Portugaise Socio-Culturelle & Récreative « Saudades de Portugal »);
– a segunda, no domingo, às 11:00, na Paróquia Portuguesa de Paris, em Gentilly.
O Programa Regressar tem como lemas « É HORA DE VOLTAR A CASA – O Seu País Apoia o Seu Regresso ».
Parc Floral de Paris e no bairro do Marais, igualmente na capital francesa
Entre os dias 25 e 27 de janeiro de 2020, no Parc Floral em Paris, 16 empresas portuguesas apresentam as suas coleções Outono-Inverno 20/21 na feira de moda infantil e maternidade Playtime Paris. Esta é a maior feira do setor em França e no mundo com edições bianuais em Paris, Nova Iorque e Shangai.
Nesta que será a 27ª edição da Playtime Paris, são esperados 8 000 visitantes e estarão presentes cerca de 450 empresas. A participação portuguesa nesta feira é composta por 16 empresas que na sua maioria integram projetos de internacionalização cofinanciados pelo Programa Portugal 2020 e dinamizados pelas associações portuguesas Selectiva Moda e Cenit/Anivec.
Esta feira tem realizado um grande investimento no seu marketplace (https://playtime-online.picafloreditions.com/#/) onde o cliente pode comprar diretamente online a todas as empresas expositoras em qualquer uma das feiras Playtime: Paris, Nove Iorque e Shangai. Este marketplace conta no total com mais de 630 empresas/marcas de todos os setores cobertos pela feira: vestuário e calçado infantil, vestuário de maternidade e artigos de puericultura.
Roteiro de moda infantil no Marais em Paris
Além desta feira, está igualmente em curso o KID SHOWROOM (http://kid-shows.com), que terá lugar entre os dias 24 e 27 de janeiro 2020 no bairro do Marais em Paris. O KID SHOWROOM foi criado num contexto de reinvenção da antiga feira KID que se realizava anualmente em Paris desde 2012 e que contava com cerca de 70 expositores e 850 visitantes (dados de 2017). Em 2019 o conceito da feira foi repensado e foi criado um roteiro de diversos showrooms individuais e coletivos em várias localizações do bairro parisiense Le Marais. Apenas profissionais do setor podem aceder aos showrooms.
Durante quatro dias, que coincidem estrategicamente com a feira de moda infantil Playtime em Paris, os visitantes podem explorar os 11 showrooms individuais e o showroom coletivo da feira que inclui 27 marcas.
Portugal marcará presença através da marca portuguesa de moda infantil Wolf&Rita (https://www.wolfandrita.com), pertencente à empresa Mefri (http://www.mefri.pt/) num showroom individual no número 117 da rue de Turenne, 75003 Paris, o showroom mais próximo do ponto de partida do roteiro e espaço institucional e coletivo no número 116 da mesma rua. A marca participa neste roteiro integrada num projeto de internacionalização cofinanciado pelo Programa Portugal 2020 e dinamizado pela associação Cenit/Anivec (https://www.anivec.com/).
A notícia é dado pelo Jornal de Notícias na sua edição desta sexta-feira, 24.
De acordo com o diário, a « bastonária (da ordem) diz que as solicitações triplicaram no ano passado face a 2017 e aumentaram 64% em relação a 2018 ».
« A emigração de enfermeiros atingiu, no ano passado, um número recorde, com mais de 4 mil solicitações de certificado de equivalência para exercer no estrangeiro », escreve o jornal.
Nasceu em Paris, cresceu em Portugal e cedo percebeu que a música seria uma grande paixão. O primeiro álbum a solo da Francisca vai estar em destaque no programa Back Stage. Este sábado às 15 horas.
Numa entrevista concedida a Ester de Sousa, Francisca fala-nos deste disco de estreia e de como este sonho se tornou realidade.
As primeiras canções criadas com a cumplicidade do músico e compositor Cláudio Duarte, levam-nos para um ambiente pop com influências no jazz, na bossa nova, mas também na tradição portuguesa.
Esta é a praia da Francisca, e, é por aqui que ela quer continuar no futuro.
Dia de Bailarico foi o primeiro single de apresentação deste trabalho e integrou recentemente a banda sonora da novela de horário nobre da Sic, Terra Brava.
Fique a conhecer melhor a Francisca e descubra o seu disco de estreia este sábado, 25 de janeiro, a partir das 15 horas (14 horas em Portugal), com música e entrevista, no programa Back Stage.
França é hoje novamente palco de greve geral contra reforma das pensões
Alfa/com Lusa
Os sindicatos franceses voltam à rua no 51.º dia de greve contra a reforma das pensões que é hoje apresentada no Conselho de Ministros, com data da conferência para o financiamento das pensões marcada para 30 de janeiro.
Todavia, não se espera o nível de paralisação que se viveu em dezembro e início de janeiro. Tanto comboios de médio e longo curso como transportes públicos vão sofrer perturbações, mas não haverá uma paralisação geral, com a possibilidade de os passageiros se deslocarem dentro e à volta da capital francesa.
O protesto acontece no dia em que o Governo francês vai apresentar em Conselho de Ministros o projeto de lei da reforma do sistema de pensões, que ficou, notoriamente, sem a imposição de uma idade equilíbrio para cálculo das pensões aos 64 anos devido à negociação com os parceiros sociais.
Assim, a idade da reforma mantém-se nos 62 anos em França, sem penalizações, o sistema passará a ser calculado por pontos e o valor dos pontos será calculado anualmente pelo Conselho de Administração da Caixa Nacional de Reforma Universal, um novo órgão na administração francesa.
O primeiro-ministro, Édouard Philippe, indicou na quinta-feira, em entrevista ao jornal La Croix, que a conferência em parceria com os parceiros sociais sobre como financiar o futuro das pensões em França vai começar a 30 de janeiro.
« Esta conferência vai ser lançada a 30 de janeiro no Conselho Económico, Social e Ambiental. Espero que ela permita encontrar uma solução inteligente e responsável », indicou Édouard Philippe.
Numa sondagem divulgada na quinta-feira pela emissora de rádio France Info e pelo diário Le Figaro, 56% dos franceses dizem estar a favor do fim desta greve que, para além de perturbar os transportes, tem também bloqueado centrais nucleares, portos, refinarias e lixeiras por todo o país.
O número de mortos na China devido ao surto de coronavírus detetado na cidade de Wuhan, no centro do país, subiu hoje para 25 e o de casos confirmados aumentou para 830, revelou hoje a Comissão Nacional de Saúde.
De acordo com as autoridades chinesas, há também 1.072 casos suspeitos.
O novo vírus, que causa pneumonias virais foi detetado na China no final de 2019.
Além da China, foram já detetados casos em Macau, Tailândia, Taiwan, Hong Kong, Coreia do Sul, Japão e Estados Unidos.
As autoridades chinesas consideram que o país está no ponto « mais crítico » no que toca à prevenção e controlo do vírus e colocaram em quarentena, impedindo entradas e saídas, três cidades onde vivem mais de 18 milhões de pessoas — Wuhan, a as vizinhas Huanggang e Ezhou.
Num esforço sem precedentes para tentar travar a propagação, cancelaram também as comemorações do Ano Novo chinês em várias localidades, incluindo a capital, Pequim.
Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde anunciou a ativação dos dispositivos de saúde pública de prevenção, enquanto o Centro Europeu de Controlo de Doenças elevou para ‘moderado’ o risco de contágio na União Europeia, continuando a monitorizar a situação e a realizar avaliações rápidas de risco.
O Comité de Emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS) optou por não declarar emergência de saúde pública internacional, receando que seja demasiado cedo.
Os primeiros casos do vírus “2019 – nCoV” apareceram em meados de dezembro na cidade chinesa de Wuhan, capital e maior cidade da província de Hubei, quando começaram a chegar aos hospitais pessoas com uma pneumonia viral.
Os sintomas destes coronavírus são mais intensos do que uma gripe e incluem febre, dor, mal-estar geral e dificuldades respiratórias, incluindo falta de ar.
« Passagem de nível » na Rádio Alfa – Domingo, 26 de Janeiro, entre as 12h00 e as 13h30
Destaques:
–Secção Internacional Portuguesa do Lycée Alexandre Dumas (Saint Cloud) abre inscrições (do Primário ao Liceu)
Convidada: Miguel Guerra, Director da Secção
–Lusotopia 2020: 1° Salão da Língua Portuguesa em Crosne (91), de 26 de Janeiro a 2 Fevereiro
-Convidados:
Marie-Hélène Euvrard, Presidente da CCPF
Manuel Dias, Presidente do Comité de Soutien Aristides Sousa Mendes
Rui Gonçalves Rufino, realizador do filme “Bela Vista – Ilha Habitada”
–Roadshow Universitaire LusoSup, organizado pela Cap Magellan, de 27 de Janeiro a 2 de fevereiro, em Bordeaux, Lyon e Paris
Convidada: Luciana Gouveia, Delegada-Geral da Cap Magellan
–Rancho Cantadores de Paris vai editar o seu 1° CD “Alentejo Ensemble”, gravado no Alentejo
Convidados: Vários membros do Rancho que vão cantar em directo
GOVERNO ANUNCIA REFORÇO DO PROGRAMA REGRESSAR – Comunicado oficial enviado pelo deputado socialista, Paulo Pisco.
« O Governo anunciou ontem, no Parlamento, na audição à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em resposta à intervenção do deputado Paulo Pisco, que o Programa Regressar vai ser reforçado e que serão apresentadas novas medidas que respondam aos objetivos do programa.
O secretário de Estado Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional, Miguel Cabrita, que falava durante a audição à ministra Ana Mendes Godinho na discussão na especialidade do Orçamento do Estado (OE) para 2020, recordou que Portugal precisa de reforçar, do ponto de vista demográfico, o seu “potencial humano” e fazer regressar pessoas principalmente em idade ativa.
Miguel Cabrita recordou as medidas do Programa Regressar, como o apoio fiscal, que é a redução de metade do IRS sobre a totalidade dos rendimentos durante cinco anos, uma linha de crédito do Ministério da Economia destinado especificamente ao investimento no âmbito do programa”, o apoio financeiro para despesas de regresso e instalação e ainda uma oferta de emprego através do Instituto de Emprego e Formação Profissional.
Até dia 9 de janeiro houve já 659 candidaturas correspondendo a 1372 pessoas, já que a medida é extensiva aos familiares dos portugueses que pretendem regressar. Dos “659 candidatos que se apresentaram ao programa, quase 70% são pessoas que saíram de Portugal entre 2011 e 2015, o que quer dizer que o programa está a chegar primariamente às pessoas que saíram de Portugal durante a crise”, congratulou-se.
(A Rádio Alfa tinha referido números idênticos, até ao fim de 2019, num artigo publicado no site a 16 de janeiro: https://radioalfa.net/emigracao-1308-portugueses-regressaram-a-portugal-com-ajuda-do-estado/)
« De acordo com o Secretário de Estado, cerca de metade dos candidatos tem o ensino superior e 80 por cento tem menos de 44 anos o que, considerou, “aponta para o perfil de jovens adultos de que Portugal se viu privado durante o período de intensas migrações que ocorreram durante a crise”. O Governante disse ainda que cerca de metade dos candidatos vem também de países europeus, como o Reino Unido, França e Suíça. Existem também candidatos do Brasil, Angola e Venezuela.
Na sua intervenção, o deputado Paulo Pisco considerou que o Programa Regressar responde a uma necessidade efetiva do país e dos portugueses residentes no estrangeiro e que, apesar de ter suscitado algum ceticismo e críticas infundadas quando foi anunciado, trata-se de um programa bem desenhado, com capacidade de adaptação para se tornar mais eficaz, e que fez o seu caminho e agora revela “alguns elementos bastante promissores” relativamente à sua implementação”.
Desde 2012 que Portugal oscila entre os 63 e os 62 pontos, mas em 2018 tinha subido até aos 64. Agora, Portugal volta a cair para os nívels de 2016, mantendo o mesmo lugar na tabela e ficando aquém da média na Europa Ocidental e na União Europeia.
No último ano não se registaram melhorias no combate à corrupção em Portugal, conclui o índice de percepção da corrupção da Transparência Internacional. De acordo com os dados de 2019, Portugal piorou dois pontos (apesar de se manter na mesma posição), ficando novamente aquém da média da Europa Ocidental. Face à estagnação dos últimos sete anos em Portugal — e ao recuo para os níveis de 2016 —, urge “uma verdadeira estratégia nacional que inclua, além de meras alterações legislativas, reformas profundas no desenho e desempenho das instituições”, conclui a Transparência Internacional.
Numa escala de zero a 100 — em que quanto maior é o número menor é a corrupção sentida —, Portugal caiu de 64 pontos em 2018 para 62 pontos em 2019, estagnando no 30.º lugar no conjunto de 180 países analisados pela associação cívica e ficando atrás também da média da União Europeia (64 pontos).
“Além de promessas reiteradas e discursos de ocasião, não tem havido em Portugal uma verdadeira mobilização da classe política contra a corrupção”, considera o presidente da Transparência e Integridade, João Paulo Batalha. Para o representante português, “falta coragem política para implementar uma estratégia robusta capaz de prevenir e combater eficazmente a corrupção, o que não se consegue com declarações de intenção”. E é isso que deixa Portugal “repetidamente atrás da média da Europa Ocidental”. “São precisos compromissos efectivos”, afirma João Paulo Batalha.
Já no topo da tabela dos países com menor percepção de corrupção mantêm-se os países europeus nórdicos como a Dinamarca e a Nova Zelândia, que partilham o primeiro lugar com 87 pontos. Segue-se a Finlândia com 86 pontos, Singapura, Suécia e Suíça, com 85, mantendo os mesmos lugares conquistados em 2018. Os resultados são justificados através de “políticas de transparência proactivas”, nomeadamente em relação ao financiamento político e à existência de ferramentas para consulta pública transparentes.
No trajecto de recuperação está a vizinha Espanha. Depois de vários anos com sucessivos escândalos de corrupção que envolveram a família real e o financiamento político, os espanhóis chegam a 2019 com os mesmos pontos que Portugal, com quem partilham o 30.º lugar. A par de Espanha, ficam também em 30.º lugar a ilha de Barbados e o Qatar.
Num ano que ficou marcado com protestos contra a corrupção nas ruas de Santiago do Chile, Praga e Beirute, o relatório denuncia ainda um longo caminho de combate à fraude quer nos altos níveis de governo, quer no acesso a serviços públicos na saúde e educação. Enquanto a Europa Ocidental é a região mais bem classificada neste ranking, a região da África subsariana continua a ter os maiores desafios pela frente. Na lista de países com a pior classificação a nível mundial estão a Síria, o Sudão do Sul e a Somália.
Financiamento nas campanhas
Entre os bons exemplos destacados pela presidente da Transparency International, Delia Ferreira Rubio, está a aplicação de regulamentos no financiamento de campanhas partidárias. De acordo com o índice, nos países onde o financiamento das campanhas é abrangente, os níveis de corrupção são mais baixos. Já os países em que esses regulamentos não existem ou são mal aplicados, os níveis de corrupção acabam por se revelar mais elevados.
“Tem sido a política a abrir as portas à corrupção, mas é também a política que pode fechar essas portas e reconquistar a confiança pública” nas instituições, vinca João Paulo Batalha. Três meses depois das eleições legislativas em que a corrupção foi um dos temas trazidos pela campanha, João Paulo Batalha alerta que os cidadãos não podem “ficar eternamente à espera de promessas que não se concretizam”.
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