SUB17. PORTUGAL VOLTA A EMPATAR A ZERO NO APURAMENTO PARA O EUROPEU 2020

A Seleção nacional de sub-17 empatou hoje a zero com a Ucrânia, na última jornada do primeiro torneio do apuramento para o Europeu 2020, que irá decorrer na Estónia.

As duas seleções, já apuradas pela Ronda de Elite, disputavam em Viseu o primeiro lugar do grupo 8, com Portugal pressionado a vencer na sequência do nulo consentido frente à Geórgia, na segunda jornada (0-0).

Os ucranianos, por seu lado, precisavam somente de um empate, uma vez que venceram as duas partidas anteriores.

Neste sentido, a ‘equipa das quinas’ terminou esta fase de grupos do primeiro torneio de apuramento para o Europeu 2020 no segundo lugar, com cinco pontos conquistados, após uma goleada frente à Albânia (4-0) e dois empates sem golos, com a Geórgia e a Ucrânia.

Resultados e classificação do Grupo 8 da primeira fase de qualificação para o campeonato da Europa de futebol de sub-17 de 2020, cuja fase final vai ser disputada entre 21 de maio e 06 de junho, na Estónia:

 

– Terça-feira, 19 nov:

Albânia – Geórgia, 0-0

Portugal – Ucrânia, 0-0

Classificação: Jogos – GM-GS – Pontos

1. Ucrânia 3 – 4-0 –  7 (+)

2. Portugal 3 – 4-0 – 5 (+)

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3. Geórgia 2 – 0-2 – 1

4. Albânia 2 – 0-6 – 0

(+) – Apurado

Nota: Qualificam-se para a Ronda de Elite os dois primeiros de cada um dos 13 grupos e os quatro terceiros classificados com melhores resultados com os dois primeiros.

PLATINI DEFENDE RONALDO: «A MENSAGEM NÃO FOI NEGATIVA»

«Vi as imagens e para mim a mensagem não foi negativa. Cada um tem a sua sensibilidade, é correto e humano que um jogador não esteja satisfeito por deixar o campo», começou por explicar, ao Tuttosport.

O antigo presidente da UEFA, que representou a Juventus na década de 80, relembrou uma situação semelhante dos seus tempos em Turim. «Quando cheguei a Itália, estava eu, o [Paolo] Rossi e o [Zbigniew] Boniek. No primeiro mês o Trapattoni tirava sempre um de nós para lançar o Prandelli. Nos dias a seguir ao jogo havia sempre problemas, porque ele me tinha tirado a mim ou ao Rossi».

Para o francês, a substituição é sempre tomada como um castigo. «O jogador sabe que sair do campo naquele momento é um castigo e o Ronaldo tomou nesse sentido, pensava que conseguia resolver o jogo e ajudar os colegas. É preciso perceber-se isto, para mim não é nada e não enviou uma mensagem negativa para o exterior», finalizou.

Alfa/aBola.

PELÉ RENDIDO A JESUS: «NENHUM ESTRANGEIRO SE COMPARA A ELE»

Jorge Jesus é o nome do momento no futebol brasileiro. E nem Pelé fica indiferente ao impacto do treinador português em terras de Vera Cruz.

 

«Já houve alguns técnicos estrangeiros no Brasil, mas nessas condições acho que não teve nenhum que se comparasse a ele», afirmou o ‘Rei’, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

O título do Brasileirão dificilmente fugirá ao Flamengo – está a dois pontos de sagrar-se campeão. Palmeiras e Santos não devem aspirar a mais do que procurar garantir o segundo lugar, atrás do mengão de Jesus.

Alfa/aBola.

Morreu o músico José Mário Branco

O músico José Mário Branco morreu aos 77 anos, disse hoje à agência Lusa o seu ‘manager’, Paulo Salgado. 

Nascido no Porto, em maio de 1942, José Mário Branco é considerado um dos mais importantes autores e renovadores da música portuguesa, em particular no período da Revolução de Abril de 1974, cujo trabalho se estende também ao cinema, ao teatro e à ação cultural.

Foi fundador do Grupo de Ação Cultural (GAC), fez parte da companhia de teatro A Comuna, fundou o Teatro do Mundo, a União Portuguesa de Artistas e Variedades e colaborou na produção musical para outros artistas, nomeadamente Camané, Amélia Muge, Samuel e Nathalie.

Em 2018, José Mário Branco cumpriu meio século de carreira, tendo editado um duplo álbum com inéditos e raridades, gravados entre 1967 e 1999. A edição sucede à reedição, no ano anterior, de sete álbuns de originais e um ao vivo, de um período que vai de 1971 e 2004.

Alfa/Lusa

Subiu para dois o número de mortos após queda de ponte em França

O número de mortes devido ao colapso de uma ponte suspensa na cidade de Mirepoix sur Tarn, perto de Toulouse, no sul da França, subiu para dois, anunciou  Éric Oget, autarca local, acrescentando que não existem desaparecidos.

Éric Oget confirmou a morte de um motorista de um camião que estava a atravessar a ponte no momento do colapso, explicando que o corpo ainda não tinha sido retirado do veículo cerca das 20:00 locais (19:00 em Lisboa).

O corpo de uma adolescente de 15 anos, que seguia numa das viaturas que caíram ao rio Tarn, também já tinha sido recuperado, com outras quatro pessoas a serem resgatadas das águas com vida.

Bombeiros, socorristas, polícias e equipas de mergulhadores, apoiados por três helicópteros, foram enviados para o local para tentar resgatar pessoas desaparecidas.

Após a descoberta do segundo corpo, Oget confirmou que não havia mais pessoas desaparecidas.

O autarca explicou que a ponte, de estrutura metálica, foi construída na década de 1930 e foi sujeita a « monitorizações regulares », a última das quais em 2017.

O Ministério Público de Toulouse abriu um inquérito judicial para investigar as causas do colapso.

« É demasiado cedo para dizer se a ponte apresentava riscos ou não », acrescentou a procuradora Karline Bouisset.

Por sua vez, o autarca local indicou que esta era uma ponte muito utilizada.

« Eram efetuadas revisões regulares, a ponte não apresentava nenhum problema em particular”, disse Éric Oget.

Segundo fontes do jornal local La Dêpeche du Midi, a ponte, com cerca de 150 metros de comprimento e cinco metros de largura, entrou em colapso por volta das 08:00 locais (07:00 em Lisboa), quando um veículo pesado, com peso acima do permitido, a tentou atravessar.

Alfa/Lusa

Primeiro-ministro francês pede que não se dê « nenhuma hipótese » a grupos ‘jihadistas’

O primeiro-ministro francês, Edouard Philippe, apelou para que não se deixe « nenhuma hipótese, nenhuma opção » aos grupos ‘jihadistas’ no Sahel, tendo ainda pedido o envolvimento de todos os Estados da África Ocidental.

« Uma coisa é certa: os grupos ‘jihadistas’ beneficiarão, assim que puderem, das nossas fraquezas, falta de coordenação ou insuficiências em termos de recursos, compromissos ou formação », afirmou Edouard Philippe, esta segunda-feira, na abertura do Fórum Internacional de Dacar sobre Paz e Segurança.

Dakar, November 18, 2019. / AFP / SEYLLOU

« Não devemos dar-lhes nenhuma hipótese, nenhuma opção », vincou o governador francês.

Edouard Philippe sublinhou que, em alguns territórios, a ameaça ‘jihadista’ foi, « se não erradicada, pelo menos contida ou reduzida ».

No entanto, referiu que « em outros territórios, essa ameaça está crescendo », em particular « em terrenos com tensões preexistentes » e aproveitando « a corrupção e o tráfico ».

O contexto de segurança no Sahel deteriorou-se nos últimos meses, levando a que se questione a eficácia dos exércitos nacionais e das forças estrangeiras no país, incluindo a operação ‘anti-jihadista’ francesa Barkhane, que mobiliza 4.500 soldados uma área vasta área.

No início de novembro, uma emboscada no leste do Burkina Faso contra um comboio de uma empresa mineira do Canadá matou 38 pessoas, levando mesmo a um luto nacional de três dias.

Um soldado francês que integrava a operação Barkhane também foi morto por um engenho explosivo no nordeste do Mali, um dia depois de um ataque a um campo militar maliano na mesma região ter provocado 49 mortos.

O primeiro-ministro francês assinalou o empenho das forças francesas no Sahel, considerando que « o preço humano e militar » a pagar é « elevado ».

Na semana passada, após reunir-se com os seus homólogos do Chade, Níger e Mali, o Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou medidas iminentes para melhorar a luta contra os grupos ‘jihadistas’ no Sahel.

Emmanuel Macron espera construir sobre a força conjunta do G5-Sahel, que conta com cerca de 5.000 soldados da Mauritânia, Mali, Níger, Burkina Faso e Chade, e assim complementar a operação Barkhane.

A vontade francesa é que todos os Estados da África Ocidental participem no Pacto de Estabilidade e Segurança anunciado na reunião do G7, realizado em agosto em Biarritz, em França.

« Mesmo que estes Estados não sejam diretamente confrontados com a crescente ameaça terrorista, eles têm parte da solução para a combater », disse Philippe, na sua intervenção.

O primeiro-ministro francês considera que o próximo passo agora é « convidá-los a fazê-lo, num espírito de compromissos recíprocos entre os países da região e os parceiros internacionais ».

Nesse sentido, França apoia o aumento do poder do Exército do Senegal prometido pelo Presidente Macky Sall até 2025, compromisso que comporta um aumento de 20.000 para 30.000 elementos.

Alfa/Lusa

Edgar Morin destaca Portugal como “país extraordinário” e rico em cultura

O filósofo e sociólogo francês Edgar Morin disse hoje que Portugal é um “país extraordinário” e reforçou a riqueza da multiculturalidade, incluindo de uma lusofonia variada e extensa.

 

 

Morin, de 98 anos, falava na apresentação do livro “O Devir da Lusofonia”, de Isabelle de Oliveira, na Associação de Futebol do Porto, cujo preâmbulo assinou.

Segundo o pensador francês, “a lusofonia tem um papel importante a desempenhar”, realçando o “contributo importante” do trabalho de Isabelle de Oliveira, professora na parisiense Universidade Sorbonne-Nouvelle (III), “para a cultura [lusófona]” e para a Humanidade.

A sessão contou ainda com intervenções de várias personalidades, como a antiga candidata presidencial Maria de Belém, o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, ou o presidente da Associação de Futebol do Porto, Lourenço Pinto, autor do posfácio.

Classificando a literatura portuguesa como “admirável”, Morin assentou a intervenção na riqueza da multiculturalidade, criticando ainda o papel do inglês como uma “língua universal que perde o sabor” em troca do valor para o mercado.

No início da “conclusão”, como apelidou a palestra que deu, o filósofo começou por explicar, em português, que “a francofonia pode ajudar a lusofonia”, lembrando depois Bento de Espinosa, um descendente de portugueses que, em Amesterdão, “acabou por influenciar o pensamento europeu moderno”.

Portugal é “um país extraordinário, que é atlântico e mediterrâneo ao mesmo tempo, ibérico e com ligação ao resto do planeta, com uma vitalidade e convivialidade e cordialidade extraordinária”, afirmou.

À Lusa, Isabelle de Oliveira destacou esta obra como abrindo “portas sobre a memória da diáspora portuguesa”, particularmente em França, para poder denunciar “o ‘clichê’ do trolha, da porteira, e olhar para a diáspora com outro olhar, mais positivo”.

Outra ideia importante é a de “chamar a atenção aos governantes” portugueses.

“A diáspora não é só as remessas, temos hoje altos quadros em todas as áreas, e dizer que já chega, basta, de olhar para esse conceito, para mim uma aberração, de lusodescendentes, somos todos portugueses”, atirou.

Sobre a ligação ao campo desportivo, Oliveira destaca Cristiano Ronaldo ou José Mourinho como “embaixadores” do mundo lusófono, da mesma forma que a diáspora é “embaixadora da língua portuguesa”, ligados ao país “por afetos”.

Lourenço Pinto destacou aos jornalistas a importância desta “manifestação cultural” para o esforço de formação de jovens enquanto desportistas e pessoas, um crescimento pessoal de que a cultura é “parte integrante”.

“Já dizia Coubertin que não há desporto sem valores e os valores no desporto são importantíssimos”, acrescentou.

Isabelle Oliveira é a diretora da Faculdade de Línguas Estrangeiras Aplicadas da Universidade Sorbonne-Paris III e tem escrito vários ensaios e textos sobre a elaboração e execução de políticas de promoção internacional da língua portuguesa.

Nascido em 08 de julho de 1921, em Paris, Edgar Morin tem assinado, ao longo das décadas, múltiplos trabalhos nas áreas da sociologia, política e filosofia, entre muitas outras.

De acordo com a biografia existente na página do centro a que deu nome, foi investigador do Centro Nacional de Investigação Científica, em França, entre 1950 e 1989, tendo sido diretor de investigação em 1970.

Em 2017, Morin já tinha apresentado outro livro da mesma autora, a obra « Lusofonia e Francofonia: A aliança da latinoesfera », na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.

Na terça-feira, Morin vai receber um doutoramento ‘honoris causa’ pela Universidade Lusófona do Porto, pelas 11:00, seguindo-se, na quarta-feira, uma palestra em Guimarães, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães, pelas 16:00.

 

Alfa/Lusa.

Conan Osiris estreia-se em Macau e na cidade chinesa de Zhuhai no fim de novembro

 O cantor português Conan Osiris estreia-se, no final de novembro, em Macau e na cidade chinesa de Zhuhai no âmbito do festival This Is My City, um artista que a organização está ansiosa por receber.

O “percurso particular”, a “singularidade do trabalho que tem e o impacto que tem em Portugal” são razões mais do que suficientes para deixar “ansiosos” os organizadores, disse hoje à Lusa o cofundador do festival Manuel Correia da Silva.

“Não é um artista consensual, mas também nenhum é“, acrescentou, referindo-se ao artista português que vai atuar no dia 28 de novembro em Zhuhai, e dois dias depois no antigo território administrado por Portugal.

Conan Osiris (Tiago Miranda), de Lisboa, ganhou mediatismo este ano ao vencer o Festival da Canção, com a canção “Telemóveis”, com a qual representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em Telavive, Israel.

Este ano, venceu a categoria Revelação na primeira edição dos Play – Prémios da Música Portuguesa, uma iniciativa da associação PassMúsica, que representa artistas, bandas e editoras discográficas e pretende premiar a melhor música consumida em Portugal.

Antes disso, Conan Osiris já tinha editado “Silk” (2014), “Música, Normal” (2016) e “Adoro Bolos” (2017).

Para além de destacar a presença de Conan Osíris, Manuel Correia da Silva, enfatizou ainda que pela primeira vez no festival vai existir uma atuação conjunta entre uma banda chinesa, Wu Tiao Ren, e uma artista portuguesa, Surma.

Foi em Leiria, em setembro, aquando da ‘emigração’ do festival This Is My City para cinco cidades portuguesas que estes artistas se conheceram e “produziram este novo conteúdo”, explicou.

A banda Wu Tiao Ren junta quatro habitantes de Haifeng, um bairro da cidade de Shantou, na província de Guangdong e as “suas composições versam sobre as vidas de marginais na China: um voyeur solteirão que passa horas a ver operárias a entrar e sair de fábricas, um ciclista que passeia um porco, um vendedor de divisas no mercado negro, um jovem revolucionário de Haifeng assassinado por Chiang Kai-shek em 1929”, lê-se no comunicado divulgado pelo This Is My City.

O programa do festival incluiu ainda o artista luso DJ Kitten e “ainda mostra de documentários, além do maior contingente de sempre de bandas locais”, apontou a organização.

O festival decorre em Macau e Zhuhai, entre os dias 25 e 30 de novembro.

 

 

Alfa/Lusa.

Isaura, Camané e Mário Laginha, Jimmy P e mais. As novidades portuguesas da semana

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Novembro continua a trazer, a bom ritmo, muita música nacional.
Esta semana, foram várias as edições de álbuns, estreia de vídeos e divulgação de singles, com as novidades de Isaura, Camané e Mário Laginha, Jimmy P, Miguel Ângelo com D’Alva’, Murta, Susana Travassos, Maria Reis e Dream People a destacarem-se.

Isaura – « Agosto »

A nova mixtape de Isaura, totalmente cantada em português, chegou às lojas e plataformas de streaming na quarta-feira. Além de incluir os temas já conhecidos ‘Liga-Desliga’ e ‘Uma Frase Não Faz a Canção’, « Agosto » traz uma colaboração com o rapper Ivandro em ‘Só Vejo a Tua Boca’ e outra com os Salto em ‘Meu Amor’. « Sinto que a minha identidade no português estava por explorar e de alguma forma sentia que ia gostar de trabalhar estilos muito diferentes », diz a artista no comunicado de imprensa.

Camané & Mário Laginha – « Aqui Está-se Sossegado »
Na sexta-feira, chegou o aguardado álbum que junta o fadista Camané ao pianista Mário Laginha. « Aqui Está-se Sossegado » inclui temas do cancioneiro do fado, como ‘Com Que Voz’ ou ‘A Casa da Mariquinhas’ ou do catálogo de Camané e também cinco temas inéditos. O tema de avanço é ‘Com Que Voz’ e a dupla vai apresentar o disco no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 20 de dezembro.

Jimmy P – ‘Até Voltares’ (com Fernando Daniel)
Jimmy P revelou o novo single do seu próximo álbum. ‘Até Voltares’ é um dueto com Fernando Daniel e junta-se assim a outros três temas já divulgados que serão incluídos em « Abensonhado », disco a ser editado em 2020: ‘Vais Alinhar’ (com Djodje e Nelson Freitas), ‘Contigo’ (com Carolina Deslandes) e ‘Ano Novo’ (com Deejay Télio). O cantor atua no Coliseu do Porto a 22 de fevereiro.

Susana Travassos – ‘Naranjo En Flor’
Atualmente numa digressão pela Argentina e Uruguai, Susana Travassos divulgou esta semana o vídeo para o novo single, ‘Naranjo en Flor’, tema incluído no álbum « Pássaro Palavra », editado em fevereiro. Cantado em espanhol, é uma versão de um tema de tango escrito por Homero e Virgílio Espósito em 1944, contando com arranjo do pianista Diego Schissi.

Miguel Ângelo – « NOVA (pop) »
O líder dos Delfins regressou na sexta-feira, a solo, com um álbum gravado em Cascais que integra colaborações com Filipe Sambado, Surma, Chinaskee e D’Alva. « Quimera », o single que chega junto com o disco, é precisamente a colaboração com os D’Alva, descrita como « a viagem perfeita da pop que os une entre o passado, o prsente e o futuro da música popular ». O disco é apresentado na hoje no Arena Live do Casino Lisboa.

Murta – « D’Art Vida »
O álbum de estreia de Murta, chegou também às plataformas digitais na semana passada, sendo editado em formato físico esta semana. Com produção do próprio, mas também de Charlie Beats, Twins e 54Studio, o registo inclui os singles ‘Porquê’, ‘Respeitar, ‘Segredos’ e o mais recente ‘Saudade’. O artista atua no festival Super Bock em Stock, no próximo dia 22.

Maria Reis – « Chove na Sala, Água nos Olhos »
Chegou também na sexta-feira o novo álbum em nome próprio de Maria Reis, das Pega Monstro. « Chove na Sala, Água nos Olhos » conta com coprodução de B Fachada, entre outros, e inclui temas como ‘Picada de Vespa’ ou ‘Lars Von Trier’.

Dream People – ‘Caroline’
O segundo single do EP « Soft Violence », estreia em disco dos Dream People, que será apresentado a 21 de novembro no Musicbox, em Lisboa, conta com um novo vídeo, sucedendo assim a ‘Putos de Portugal’. A banda atua também no Super Bock em Stock.

https://www.youtube.com/watch?v=04PetAMV_yM

Alfa/Blitz

 

Portugal: GNR sinalizou mais de 41 mil idosos a viver sozinhos ou isolados

A Guarda Nacional Republicana (GNR) sinalizou 41.868 idosos a viverem sozinhos ou isolados em todo o país em outubro no âmbito da operação “Censos Sénior”, anunciou hoje a guarda.

Em comunicado, a GNR adianta ter reportado 215 situações de maiores vulnerabilidades às entidades competentes, sobretudo de apoio social.

Outros 4.274 idosos receberam apoio de outras instituições, que não são especificadas pela guarda.

De acordo com os dados, o maior número de idosos identificados a viver sozinhos ou isolados foi no distrito de Vila Real (4.736), seguido da Guarda (4.183), Faro (3.272), Viseu (3.201), Portalegre (3.147) e Bragança (3.142).

Em Lisboa foram identificados 626 idosos a viver sozinhos ou isolados e no Porto 1.026.

Na operação “Censos Sénior 2019”, realizada durante todo o mês de outubro, a GNR sinalizou idosos que vivem sozinhos e/ou isolados ou em situação de vulnerabilidade devido à sua condição física, psicológica ou outra que possa colocar a sua segurança em causa.

Durante a operação, os militares privilegiaram o contacto pessoal e a realização de ações em sala, para sensibilizarem este público-alvo para que não adotem comportamentos de risco, evitando que se tornem vítimas de crimes, como furtos, roubos ou burlas.

Desde o início do ano, a GNR realizou 388 ações em sala e 2.720 ações porta a porta abrangendo um total de 27.727 idosos.

A primeira edição do “Operação Censos Sénior” realizou-se em 2011 e, desde então, a GNR tem vindo a construir uma base de dados geográfica com o objetivo de proporcionar um melhor apoio à população idosa.

Em outubro de 2018, a GNR tinha sinalizado 45.563 idosos a viver sozinhos ou isolados em todo o país.